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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Uma luz no fim do túnel do Papa?

Papa: ‘É horrível que as crianças aprendam que podem escolher seu gênero’.

O Globo | VATICANO – O Papa Francisco criticou escolas que ensinam liberdade de gênero em uma reunião a portas fechadas com bispos na Polônia durante sua recente viagem ao país. Uma transcrição da reunião foi divulgada hoje pelo Vaticano.
“Hoje, as escolas ensinam para as crianças – para as crianças! – que qualquer um pode escolher seu gênero”, disse o líder da igreja.
Sem especificar, o Papa culpou livros didáticos fornecidos por “pessoas e instituições que doam dinheiro”. Francisco culpa o ensino da liberdade de gênero, que chamou de “colonização ideológica” apoiada por “países muito influentes”, sem entretanto dizer quais.
“Um dos casos dessa colonização é – digo claramente com todas as letras – o gênero”, disse o papa aos bispos poloneses.
O líder da Igreja afirmou também que discutiu o assunto com o Papa Bento XVI, que renunciou ao cargo em 2013.
“Conversando com o Papa Bento, que está bem e com a mente clara, ele me disse: ‘Santidade, isso é a época do pecado contra Deus, O Criador, ele é inteligente! Deus fez o homem e a mulher, Deus fez o mundo deste jeito, deste jeito, deste jeito e nós estamos fazendo o contrário”.
A reunião ocorreu na visita de semana passada do Pontíficie ao país europeu, que recebeu a Jornada Mundial da Juventude. O evento serve para aproximar jovens católicos de todo o mundo e a Igreja.
Nesta terça-feira, visando ampliar a participação das mulheres na Igreja Católica, o Papa Francisco criou uma comissão para estudar o diaconato de mulheres, informou o boletim diário do Vaticano. O arcebispo Luis Francisco Ladaria Ferrer foi indicado para presidir o grupo, que será composto por outros seis homens e seis mulheres de instituições acadêmicas.

Francisco cria comissão para estudar se mulher pode ter função de diácono. A questão divide a Igreja e representaria uma mudança histórica


02.08.2016 - Hora desta Atualização - 13h15 - site Rainha Maria
n/d
O Papa Francisco criou uma comissão especial para estudar a possibilidade de dar às mulheres acesso ao diaconato. A questão divide a igreja e representaria uma mudança histórica para a instituição.
A comissão está formada por 13 pessoas, sete homens e seis mulheres, e estudará, em especial, o papel das mulheres que exerceram esta função durante os primeiros anos da Igreja Católica, segundo a France Presse.
O diaconato é o grau de consagração anterior ao do sacerdócio e nele podem administrar alguns sacramentos, como batismo e casamento, que atualmente só os homens podem receber.
n/d
Os defensores da medida argumentam que as mulheres estão sub-representadas dentro da igreja e que não existe nenhum obstáculo teológico para que voltem a exercer uma função que tiveram nas origens do cristianismo, segundo a France Presse.
Em maio, o pontífice abordou a questão durante uma conversa com mulheres de várias ordens religiosas e disse que "seria bom" que a Igreja esclarecesse o ponto. Ao mesmo tempo reafirmou não acreditar que as mulheres possam ser padres, ideia que já havia sido rejeitada de maneira categórica por alguns de seus antecessores.
Fonte: G1
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Profetizou o Papa São Pio XII.
Assim... ele declarou:
“Preocupo-me com as mensagens da Virgem Santíssima à pequena Lúcia de Fátima. A insistência de Maria acerca dos perigos que ameaçam a Igreja é uma advertência divina contra o suicídio de se alterar a fé, em sua liturgia, em sua teologia e em sua alma. Ouço a minha volta inovadores que desejam desmantelar a Capela Sagrada, destruir a chama universal da Igreja, rejeitar seus ornamentos e fazê-la sentir remorso por sua história passada. Dia virá em que o mundo civilizado negará seu Deus, em que a Igreja duvidará como o fez Pedro. Ela será tentada a acreditar que o homem se tornou Deus. Em nossas igrejas, cristãos procurarão em vão pela luz vermelha de onde Deus os espera. Como Maria Madalena, em prantos no sepulcro vazio, eles perguntarão: Aonde eles O levaram?"
Disse o zeloso Arcebispo Marcel Lefebvre:
"Ora, eu acredito sinceramente que estamos tratando com uma falsificação da Igreja, e não com a Igreja católica. Por quê? Porque eles não ensinam mais a fé católica. Eles não defendem mais a fé católica. E não somente eles não ensinam mais a fé católica e não defendem mais a fé católica, mas eles ensinam outra coisa, eles arrastam a Igreja para algo diferente da Igreja católica. Esta não é mais a Igreja católica. A Igreja não pode errar naquilo que ela tem ensinado durante dois mil anos, isso é absolutamente impossível. E é por isso que estamos ligados a essa tradição. São aqueles que fazem as novidades que estão no cisma. Nós continuamos a Tradição, e é por isso que devemos confiar, não devemos nos desesperar mesmo diante da situação atual, devemos manter, manter nossa fé, manter nossos sacramentos, apoiados sobre vinte séculos de tradição, apoiados sobre vinte séculos de santidade da Igreja, de fé da Igreja".

segunda-feira, 23 de maio de 2016

O Papa Bento XVI ainda é o Papa?

23 maio, 2016

Declarações explosivas de Dom Georg Gänswein: Existe um “ministério expandido” e Bento XVI ainda é Papa. Como é possível?

O que está por trás de tudo isso? E é isso o que ainda “impede” Bergoglio de dar o golpe definitivo que afundaria a Igreja, induzindo-a a mil ambiguidades? 
Por Antonio Socci | Tradução: FratresInUnum.com: O mistério continua e – na bandeira do Vaticano – o branco agora está sobressaindo. Na verdade, as declarações feitas ontem por Dom Georg Gäenswein,  sobre o “status” de Bento XVI e Francisco, são perturbadoras (Dom Georg é secretário de um e prefeito da Casa Pontifícia do outro).
dom-georgA essa altura, não dá para entender mais o que aconteceu no Vaticano em fevereiro de 2013 e o que está acontecendo hoje.
Antes de ver essas declarações, vou resumir a história que colocou a Igreja em uma situação jamais vista.
ESTRANHA RENÚNCIA
Depois de anos de ataques duríssimos, no dia 11 de fevereiro de 2013 Bento XVI anunciou sua clamorosa “renúncia”, sobre a qual as verdadeiras razões são ainda motivo de muitas perguntas legítimas (pois ele deu início ao seu pontificado com uma frase retumbante: “Ore por mim, para que eu não fuja para medo dos lobos”).
Além disso, depois de três anos e meio de renúncia, ficou claro que não haviam problemas de saúde iminentes, nem de lucidez.
Sua “renúncia” foi formalizada com uma “Declaração Final”, em um latim um pouco “frágil” (não escrito por ele) e sem fazer referência- como seria óbvio – ao cânon do Código de Direito Canônico que regula a própria renúncia do Papado.
Um descuido? Uma escolha? Não sabemos. Em qualquer caso, a renúncia ao papado não era uma novidade absoluta. Houve outras, em dois mil anos, embora muito raras. O que nunca existiu foi um “papa emérito” porque todos aqueles que saíram regressaram ao seu status precedente.
Em vez disso, Bento, cerca de dez dias depois da renúncia, e antes do início da sede vacante, fez saber – desmentindo até mesmo o porta-voz – de que ele se tornaria “papa emérito” e permaneceria no Vaticano.
UM ESCRITO CONFIDENCIAL? 
Tal escolha inédita não foi acompanhada por um ato que definisse e formalizasse  o “papado emérito” do ponto de vista do direito canônico e teológico.
E isso é muito estranho. Assim, permaneceu como indefinida uma situação delicadíssima e perturbadora. A menos que haja alguma coisa escrita, que, no entanto, permaneceu confidencial …
De resto, de acordo com os especialistas,  a figura do “papado emérito” não tem nada a ver com os bispos aposentados, criados após o Concílio, uma vez que o episcopado é o terceiro grau do sacramento da Ordem, e – quando um bispo de 75 anos renuncia à jurisdição sobre uma diocese – permanece para sempre como bispo (a Igreja codificou precisamente, em um ato oficial, todas as prerrogativas do Episcopado emérito).
O papado, por sua vez, não é um quarto grau no sacramento da Ordem e os canonistas sempre defenderam que, ao renunciá-lo, o seu sujeito poderia apenas voltar a ser bispo. (assim tem sido há dois mil anos).
Em vez disso, Papa Ratzinger – refinado homem de doutrina – se tornou  “papa emérito” e preservou o nome de Bento XVI do qual se segue o título de “Santo Padre” e até mesmo a insígnia papal no emblema (algo que surpreendeu, porque os símbolos são muito importantes no Vaticano) .
E tudo isso não por vaidade pessoal, pois Ratzinger é famoso pelo oposto: ele sempre viveu o cargo como um fardo e fez todo o possível para não ser eleito papa.
A questão, portanto, que rola há três anos, no Palácio do Vaticano, é esta: se demitiu ou realmente – por razões desconhecidas — ainda é Papa, mesmo que de uma forma nova?
Alimentando o mistério, há também o discurso de despedida que ele fez na audiência, em 27 de fevereiro de 2013, em que – recordando o seu “sim” na “eleição em 2005 – disse que era “para sempre ” e explicou:
“O ‘sempre’ também é um “para sempre”- já não há um retorno ao privado. A minha decisão de renunciar ao exercício ativo do ministério não o revoga. “
Eram palavras que deveriam colocar todos a questionar o que estava havendo (se tratava de uma renúncia unicamente ao “exercício ativo” do ministério petrino? Era plausível?).
Mas, naquele período de fevereiro a março de 2013, todos evitaram perguntar ao papa o porquê de sua renúncia, o sentido daquelas palavras de 27 de Fevereiro e a definição do cargo de “papa emérito”.
DOIS PAPAS?
O mesmo Papa Francisco – eleito no dia 13 de março de 2013 – encontrou-se em uma nova situação que, em seguida, ajudou a tornar ainda mais enigmática, desde que na noite da sua eleição, apareceu no balcão da Basílica de São Pedro, sem vestes papais e definindo-se seis vezes como “Bispo de Roma”, mas nunca como Papa (além do mais, não usou o pálio – símbolo coroação papal – no brasão de armas).
Como se não bastasse, o próprio Francisco continua a chamar Joseph Ratzinger de “Sua Santidade Bento XVI”
Em suma,  havia um papa reinante que não se definia como papa, mas bispo, e que chamava papa aquele que – de acordo com a oficialidade – já não era mais papa, mas havia voltado a ser bispo. Um emaranhado incompreensível.
A Igreja, pela primeira vez na história, se encontrava com dois papas: e quem disse isso foi o próprio Bergoglio, em julho de 2013, em um vôo do Brasil que o trouxe de volta para a Itália.
Mais tarde, alguém deve tê-lo explicado que – pela constituição divina da Igreja – não pode haver dois papas simultaneamente e, então, ele passou a explicar  em ocasiões posteriores, sua analogia com os “bispos eméritos”. Mas, ele mesmo sabe que não há nenhuma analogia, pelas razões que eu mencionei acima, e porque não há nenhum ato formal de criação do “papado emérito”.
HIPÓTESES
Alguns canonistas tentaram decifrar – do ponto de vista legal e teológico – a nova e inédita situação.
Stefano Violi, estudando a declaração do Papa Bento, conclui:
“(Bento XVI) renuncia ao” ministerium”. Não ao Papado, de acordo com o texto da regra de Bonifácio VIII; não ao “munus”segundo o que consta no canon 332 § 2, mas ao ‘ministerium”, ou como ele deixou especificado em sua última audiência, exercício ativo do ministério…”.
Violi então continua:
“O serviço na Igreja continua com o mesmo amor e a mesma dedicação, mesmo fora do exercício do poder. Objeto de renuncia, irrevogável, é de fato o “executio Muneris” mediante a ação e a palavra (agendo et loquendo), não o “munus” que lhe foi confiado de uma vez por todas”.
As consequências de tal fato, no entanto, seriam perturbadoras.
Um outra canonista, Valerio Gigliotti, escreveu que a situação de Bento XVI abre uma nova fase, que define “místico-pastoral”, uma “nova configuração da instituição do papado que está atualmente à mercê de uma reflexão canônica”. Isso também é perturbador.
A BOMBA DE DOM GEORG
Então ontem, Dom Gaenswein, durante a apresentação de um livro sobre Bento XVI, explicou que seu pontificado deve ser lido a partir de sua batalha contra a “ditadura do relativismo”.
Depois ele disse literalmente:
“Desde a eleição de seu sucessor, Papa Francisco –  no dia 13 de março de 2013 -, não há, portanto, dois Papas, mas na verdade um ministério expandido com um membro ativo e um outro contemplativo. Por este motivo, Bento não renunciou nem ao seu nome e nem à sua batina branca. Por isso, o título próprio pelo qual devemos nos dirigir a ele ainda é “santidade”. Além disso, ele não se retirou para um mosteiro isolado, mas continua dentro do Vaticano, como se tivesse apenas se afastado de lado para dar espaço para seu sucessor e para uma nova etapa na história do Papado que ele, com esse passo, enriqueceu com a centralidade da oração e da compaixão feitas nos jardins do Vaticano”.
Trata-se de declarações explosivas, cujo significado dá muito o que entender. Quer dizer que, de fato, desde o dia 13 de março de 2013, há “um ministério (petrino) expandido com um membro ativo e outro contemplativo”?
E dizer que Bento XVI “apenas” (enfatizo o “apenas”) deu um passo para o lado para dar espaço ao Sucessor? Chegam mesmo a falar de “uma nova etapa na história do Papado”.
E tudo isso – diz Gaenswein – faz entender por que Bento XVI “não desistiu de seu título e nem da batina branca” e por que o título pelo qual devemos nos dirigir a ele ainda é “Santidade”.
Uma coisa é certa: é uma situação anormal e misteriosa. E há algo importante que não estão dizendo…
Antonio Socci
“Libero”, 22 de maio de 2016

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Papa e a exortação pós-sinodal

Papa clama por mais compreensão em relação a divorciados e homossexuais


Alberto Pizzoli-27-mar.16/AFP 
Papa Francisco cumprimenta pessoas na Basílica de São Pedro
Papa Francisco cumprimenta pessoas na Basílica de São Pedro


O papa Francisco reforçou nesta sexta-feira (8), por meio da divulgação da exortação apostólica "Amoris laetitia" ("A alegria do amor"), seu discurso de que os sacerdotes devem ter uma abordagem mais compreensiva em relação a fiéis divorciados e homossexuais, porém sem romper com as posições doutrinárias da Igreja Católica.
Leia a íntegra, em português, do documento papal
No documento de nove capítulos e 264 páginas (na versão em português), apresentado após quase dois anos de trabalho e da realização de dois Sínodos de Bispos para discutir temas ligados ao amor e à família, Francisco afirma que "em cada país ou região, é possível buscar soluções mais inculturadas, atentas às tradições e aos desafios locais". Com isso, o papa mantém sua busca por conciliar a existência de setores conservadores da igreja com demandas mais "progressistas" de fiéis.
DIVÓRCIO
Sobre divorciados que se casam pela segunda vez —grupo que, pelas regras da igreja, não têm direito a comungar—, o pontífice escreve que eles "podem encontrar-se em situações muito diferentes, que não devem ser catalogadas ou encerradas em afirmações demasiado rígidas, sem deixar espaço para um adequado discernimento pessoal e pastoral".
No entanto, o papa diz que "o divórcio é um mal, e é muito preocupante o aumento do número de divórcios". "Por isso, sem dúvida, a nossa tarefa pastoral mais importante relativamente às famílias é reforçar o amor e ajudar a curar as feridas, para podermos impedir o avanço deste drama do nosso tempo."
GAYS
Em uma mensagem que deve agradar aos defensores dos direitos dos gays, Francisco afirma que "cada pessoa, independentemente da própria orientação sexual, deve ser respeitada na sua dignidade e acolhida com respeito".
Durante os sínodos em que o documento foi discutido, o papa diz ter conversado com os padres sobre a experiência de famílias que possuem "pessoas com tendência homossexual", "experiência não fácil nem para os pais nem para os filhos". Para essa famílias, afirma, é preciso que a igreja dê "respeitoso acompanhamento", fazendo com que os gays "possam dispor dos auxílios necessários para compreender e realizar plenamente a vontade de Deus na sua vida".
Francisco, no entanto, não dá margem para interpretações sobre a oposição da igreja à união gay. "Devemos reconhecer a grande variedade de situações familiares que podem fornecer uma certa regra de vida, mas as uniões de facto ou entre pessoas do mesmo sexo, por exemplo, não podem ser simplistamente equiparadas ao matrimônio."
Em outro trecho da exortação, o pontífice aborda a "dimensão erótica do amor", que para ele não pode ser vista como um "mal permitido ou como um peso tolerável para o bem da família". Em vez disso, afirma, tem de ser visto como um "dom de Deus que embeleza o encontro dos esposos".
ABORTO
Francisco reitera a posição contra o aborto, sem dar espaço a circunstâncias em que poderia ser aceito. "É tão grande o valor duma vida humana e inalienável o direito à vida do bebê inocente que cresce no ventre de sua mãe, que de modo nenhum se pode afirmar como um direito sobre o próprio corpo a possibilidade de tomar decisões sobre esta vida, que é fim em si mesma e nunca poderá ser objeto de domínio doutro ser humano."
O papa não expõe uma proibição expressa a métodos contraceptivos, mas deixa isso implícito no capítulo em que fala da educação sexual para crianças, especialmente sobre o uso do termo "sexo seguro": "Estas expressões transmitem uma atitude negativa a respeito da finalidade procriadora natural da sexualidade, como se um possível filho fosse um inimigo de que é preciso proteger-se". "Deste modo", diz o texto, "promove-se a agressividade narcisista, em vez do acolhimento".
Nesse trecho, ele também dá a entender que tratamentos para fertilidade não são o caminho para casais em que um ou ambos os cônjuges não possam ter filhos, uma vez que a adoção é incentivada. "A opção da adoção e do acolhimento exprime uma fecundidade particular da experiência conjugal, mesmo para além dos casos de esposos com problemas de fertilidade."
O pontífice aponta que, muitas vezes, os problemas entres casais se dão pela falta de maturidade de algum dos cônjuges. "Se todos fossem pessoas que amadureceram normalmente, as crises seriam menos frequentes e menos dolorosas. A verdade, porém, é que às vezes as pessoas precisam de realizar aos 40 anos um amadurecimento atrasado que deveria ter sido alcançado no fim da adolescência."
CRÍTICA ÀS TECNOLOGIAS
Embora seja um líder que sabe usar as redes sociais para ampliar sua popularidade, Francisco diz ter conversado com os sacerdotes nos sínodos preparatórios sobre o risco da "cultura do provisório". " Refiro-me, por exemplo, à rapidez com que as pessoas passam duma relação afetiva para outra. Creem que o amor, como acontece nas redes sociais, se possa conectar ou desconectar ao gosto do consumidor e inclusive bloquear rapidamente."
Para Francisco, "a presença paterna e, consequentemente, a sua autoridade são afetadas também pelo tempo cada vez maior que se dedica aos meios de comunicação e à tecnologia da distração".
SANDERS NO VATICANO
O candidato democrata à presidência dos EUA Bernie Sanders anunciou nesta sexta que aceitou o convite da Igreja para visitar o Vaticano. Após a divulgação da exortação apostólica "Amoris laetitia", Sanders disse que ele e o papa tinham visões semelhantes quanto à luta por igualdade de renda.
"Eu sou um grande fã do papa", disse ele em entrevista ao canal de televisão norte-americano MSNBC. "Ele está tentando introduzir um senso de moralidade sobre como nós gerenciamos a economia, e precisamos disso desesperadamente".
A equipe da campanha de Sanders declarou que ele irá a uma conferência sobre questões sociais, econômicas e ambientais na visita do dia 15 de abril ao Vaticano. O candidato, que tornou a luta contra a pobreza um assunto central em sua campanha, disse que discutirá como criar uma economia moral durante o encontro. Não foi informado se o candidato e o papa se encontrarão.
A visita ocorrerá quatro dias antes das primárias no Estado de Nova York. No dia 16, o papa viajará para a ilha grega de Lesbos em apoio à situação dos refugiados e migrantes.
Sanders disse admirar o papa por tocar em assuntos como "a devoção pelo dinheiro e a ganância que está presente no mundo".
"Há pessoas que pensam que Bernie Sanders é radical. Leiam o que o papa está escrevendo", disse o democrata à MSNBC.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Visão de Anna Katarina Emmerick sobre o futuro da Igreja


Tomara que não seja isso....

A Fumaça de Satanás na Igreja: Os Botões que encobriam o Lobo começam a desatar


03.02.2016 -
n/d
O DESVENDAMENTO DO LOBO COM PELE DE CORDEIRO.
Os botões da pele de cordeiro que encobria o lobo começam a desatar. Pele de cordeiro só usa aquele que quer enganar, se fazer passar por uma boa pessoa. É uma camuflagem de aparência inofensiva e carinhosa, usada para ludibriar as pessoas e levá-las ao engano, no intuito de fazê-las acreditar em coisas contrarias as que deveria defender. Por este motivo todo homem considerado lobo em pele de cordeiro, é considerado um traidor. Neste caso em particular do nosso Pontífice, a pele de cordeiro é representada pelas atitudes, que são: a falsa humildade, falsa bondade e com isso esconde seu verdadeiro intento: instituir a religião da tolerância total em todo o mundo, menosprezando os preceitos divinos entregues a Moisés no monte Sinai.
Um dos botões que desatou, deixando ver um pouco do interior que a pele de cordeiro escondia, se deu com o nosso Pontífice, e desta vez não fez as escondidas-- o próprio Vaticano emitiu boletim oficial com a participação do Papa -- prestigiará o evento que comemora os 500 anos do protestantismo, cujo líder e fundador Martinho Lutero, já está condenado desde que deixou esta vida, ao Inferno. Em outras palavras,  Bergoglio estará prestigiando o início da divisão da Igreja de Cristo,  da qual é o representante máximo, praticando com isso traição e uma tremenda heresia.
n/dn/d
Lembram-se o que disse o anjo do Senhor para Maria Serafina Micheli, quando ela se ajoelhou diante de uma igreja protestante na cidade onde Lutero nasceu, pois estava escuro e ela não tinha percebido que estava diante de uma igreja protestante? O anjo lhe disse: “Levanta-te pois esta é uma igreja protestante!”
Os anjos falam com o pensamento de Deus, carregam as mensagens que da boca de Deus saiu, ficando claro que este impedimento à Santa de lá rezar, que Deus não reconhece as igrejas protestantes como casa de oração a Deus. E logo em seguida este mesmo anjo lhe diz: “Mas eu quero fazer-te ver o local onde Martinho Lutero foi condenado e a pena que sofreu em castigo do seu orgulho”.
Depois destas palavras, ela viu um terrível abismo de fogo, no qual eram cruelmente atormentadas um incalculável número de almas. No fundo deste precipício havia um homem, Martinho Lutero, que se distinguia dos demais: estava cercado por demônios que o obrigavam a se ajoelhar e todos, munidos de martelos, se esforçavam, em vão, em fincar em sua cabeça um grande prego.
Com mais esta revelação do anjo mostrando que Lutero está condenado ao abismo eterno, indica que, o que ele fez dividindo a Igreja, foi a causa de sua condenação. Não acham que quem participa de festejos comemorativos daquilo que Deus repudia, comete pecado por desobediência contra o Criador? Se Deus não aprova, por que participar, e muito menos comemorar?
Lutero, prepotente, orgulhoso e soberbo como era, achou-se no direito de alterar as Leis de Deus, e com ele milhares de outros homens fizeram a mesma coisa, de lá para cá, alterando uma coisa aqui e outra ali na doutrina santa e imutável, somente para ficar diferente uma das outras, atendendo cada qual os seus próprios interesses.
O nosso representante de mais alto cargo na Igreja, ao invés de ficar longe destes acontecimentos, parece mesmo gostar de todas as seitas protestantes, também dos Budistas, dos Hindus, dos Muçulmanos. Ele gosta de todas elas, aprova todas elas, e eis o agravante sedutor do animal que se esconde sob a pele de cordeiro: não pede a conversão de nenhum deles.
Hoje em dia fala-se muito em intolerância religiosa, que devemos respeitar as crenças dos outros, não agredindo nem física, nem verbalmente. Concordo plenamente! Respeitar, sim. Mas respeitar não significa aderir, acreditar em outra crença. Não devemos trocar a nossa fé, por outra fé.
Dizer que todas as religiões são iguais, ou que todas levam a Deus, ou que todas são boas, ou que não existe uma única verdadeira, ou ainda dizer que todas são aceitas por Deus, é uma grande mentira.
Respeitar, sim! Tolerar sim, mas mudar de crença não! Porque só Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida, e fora desta verdade não existe outra.
Se permanecer defendendo a minha fé é ser intolerante, então eu o sou. Prefiro ser considerado como tal, do que negar a verdade, porque está escrito: “Quem me negar diante dos homens Eu o negarei diante de meu Pai.”
Todo Católico deve ser mensageiro da fé e da doutrina de Cristo. Se não nos querem ouvir, ou não querem acreditar que a Igreja Católica é a única depositária da doutrina verdadeira de Deus, é uma questão de querer ter ou não sabedoria. De querer ou não saber da verdade. Somente a vontade do homem pode definir e mudar a trajetória de uma vida de perdição em contrição para a Salvação.
Rezemos para aqueles que se encontram seduzidos pelos planos das trevas. A confusão religiosa dos últimos tempos é obra Malígna, porque somente o Mal poderia  querer contradizer as verdades eternas de Deus.  As Leis de Deus são eternas, imutáveis, inalteráveis, e qualquer divisão ou amenização de algum preceito não vem do Criador.
Por que então, o nosso atual maior representante Católico não defende a religião em que está? Por que se esforça em querer mudar a Igreja por dentro? Por que faz tantos encontros ecumênicos, já que o intuito não é convertê-los? Parece mesmo estar querendo fundar assim como Lutero, uma nova religião, só que muito mais abrangente, com a participação de todas as seitas.
n/d
Se for isto, já sabemos qual será a conseqüência desta arbitrariedade orgulhosa e traiçoeira: irá fatalmente culminar com a divisão da Igreja como nunca se viu antes, e ter o mesmo fim de Martinho Lutero, e se encaixaria perfeitamente sob o título de Falso Profeta, mencionado nas escrituras.
Sejamos perspicazes como as serpentes, para conseguir ver a verdade, conseguindo com isso desatar alguns botões desta pele de cordeiro, que encobre, que esconde o verdadeiro animal, e mansos como as pombas, que não julgam e não maltratam ninguém, mas que pede perdão a Deus pelos pecados dos outros.
Antonio C. Calciolari  -  Site: www.provasdaexistenciadedeus.blogspot.com.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Francisco ecumenista, recebeu no ano passado, em audiência no Vaticano, cerca de 100 pastores pentecostais e deles recebeu a benção com a imposição de mãos, algo impensável no tempo de outros papas, aliás seria considerado uma grande apostasia.
n/d
Agora, os seguidores do rebelde Martinho Lutero, que igualmente se rebelaram contra a ÚNICA E VERDADEIRA IGREJA, passada a São Pedro, pelo REI JESUS, dão benção para um "papa". E um "papa" vai comemorar com eles, o 500º aniversário da Reforma Protestante em Lund, Suécia, em 31 de outubro de 2016.
Então, conforme disse o Arcebisbo Marcel Lefebvre, não há senão uma só Cruz pela qual nos possamos salvar e esta Cruz foi dada à igreja católica; ela não foi dada às outras. À sua Igreja, que é sua esposa mística, Cristo deu todas as suas graças. Nenhuma graça será distribuída ao mundo, na história da humanidade, sem passar por ela. A verdade e o erro não estão em pé de igualdade. Isso seria colocar Deus e o diabo em pé de igualdade, visto que o diabo é o pai da mentira, o pai do erro. Este falso ecumenismo, movimento favorável à reunião de todas as Igrejas cristãs numa só, pregado pelo papa Francisco, mistura princípios contraditórios, e a verdade e o erro não estão em pé de igualdade, a não ser que se adotem os erros e se rejeite toda ou parte da verdade. O ecumenismo se condena por si mesmo. Se formos aceitar a Igreja em pé de igualdade com as outras religiões, a Igreja seria apenas útil, mas não mais necessária. Ela constituiria apenas um dos meios de alcançar a salvação. Entretanto, nada mudou, nada pode ser mudado neste domínio. Nosso Senhor não fundou várias igrejas, mas só Uma. Não há uma Igreja protestante no Céu. São coisas que podem parecer duras de ouvir, mas esta é a única verdade. Eis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário, estou com vinte séculos de Igreja, e estou com todos os Santos do Céu! Então cabe a nós julgarmos a fé católica? Mas não será dever de um católico julgar entre a fé que lhe ensinam hoje e a que foi ensinada e crida durante vinte séculos e que está escrita nos catecismos oficiais como o do Concílio de Trento, o de São Pio X e em todos os catecismos antes do Vaticano II? Como foi que agiram os verdadeiros fiéis diante das heresias? Preferiram dar o sangue a trair sua fé. A Igreja não pode errar naquilo que ela tem ensinado durante dois mil anos, isso é absolutamente impossível. E é por isso que estamos ligados a essa tradição, que se expressou de um modo admirável e definitivo".
Disse também o Arcebispo Marcel Lefebvre:
"Para que o Papa represente a Igreja e seja dela a imagem, é preciso que esteja unido a ela tanto no espaço como no tempo já que a Igreja é uma Tradição viva na sua essência. Na medida em que o Papa se afastar dessa Tradição estará se tornando cismático, terá rompido com a Igreja. Teólogos como São Belarmino, Caetano, o cardeal Journet e muitos outros estudaram essa eventualidade. Não se trata, pois, de uma coisa inconcebível. A Igreja aceitaria doravante não ser mais a única religião verdadeira, a única via para a salvação eterna. Ela reconheceria como religiões-irmãs as outras religiões. Reconheceria como um direito concedido pela natureza da pessoa humana que esta pessoa é livre de escolher sua religião e que, portanto, a existência de um Estado católico seria inadmissível. Se admitirmos este novo princípio, temos que mudar toda a doutrina da Igreja, seu culto, seu sacerdócio, suas instituições. Pois tudo, até então, na Igreja, manifestava que Ela era a única a possuir a Verdade, o Caminho e a Vida em Nosso Senhor Jesus Cristo que ela, a Igreja, é a única a deter em pessoa, na Santa Eucaristia, onde, Ele está presente, graças à continuação de seu Sacrifício. Logo é uma inversão total da Tradição e do ensino da Igreja que está se operando, depois do Concílio e pelo Concílio. Como poderíamos nós, por obediência servil e cega, fazer o jogo desses cismáticos que nos pedem colaboração para seus empreendimentos de destruição da Igreja? Eis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário".
Declarou o Papa São Félix III: "Não se opor a um erro é aprová-lo. Não defender a verdade é suprimi-la".
Declarou São Tomás: “Surgindo perigo iminente pára a Fé, os Prelados devem ser questionados, mesmo publicamente, pelos seus súditos. Assim, São Paulo, que estava sujeito a São Pedro, questionou-o publicamente pelo iminente perigo de escândalo em matéria de Fé. E, tal como Santo Agostinho o interpreta na sua Glosa (Ad Galatas 2, 14), ‘São Pedro deu o exemplo a todos os que governam para que, ao desviarem-se do caminho reto, não rejeitem a correção como inútil, ainda que venha de súditos’” (Summa Theologiae,Turin/Rome: Marietti, 1948, II-II, q.33, a.4).

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Sobre o logo do Jubileu da Misericórdia - site Rainha Maria

Um Logotipo sincretista, maçônico e anticristão: O logo que simboliza o Jubileu da Misericórdia


07.12.2015 -
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O nosso parceiro e amigo, Darwin Valenzuela nos enviou material novo que está revelando cada vez mais a natureza do precursor do Anticristo que permeia a igreja conciliar. É o aparecimento de "logo" que simboliza o Jubileu de misericórdia organizada por Decimejorge para o período que vai de 08 de dezembro deste ano, até 16 de novembro do próximo ano.
O logotipo foi publicado em muitos sites, incluindo este:
http://www.diocesismalaga.es/pagina-de-inicio/2014044089/el-ano-de-la-misericordia-ya-tiene-logo/
E então ele usa o "pequeno compêndio teológico de misericórdia", de acordo com Salvatore Fisichella:
O amigo Darwin analisou meticulosamente a ilustração, tirou várias conclusões interessantes e reveladoras, que adicionamos um  pouco da nossa observação. Nós traçamos os nossos resultados e destacamos a respectiva pendência que pensávamos necessário, sobre o logotipo oficial do Vaticano, como em algumas outras ilustrações acrescentar.
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A primeira coisa que você nota é o viés ecumênico da figura, que revela, entre outras coisas, no peito do quadro principal, idêntico do que é habitual em ministros protestantes...e também entre as "ministras"
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A aura do logotipo policromada nos faz lembrar de um turbante; não se sabe a que seita representa, embora não haja dúvida o estilo oriental deste elemento; embora seja semelhante à aura que o rodeia, por vezes, para a Divindade de Cristo, representando o Pai, do Filho e do Espírito Santo:
Nesta imagem, sugestivamente, eles aparecem apenas quatro grandes áreas de cor, o que significa uma alternância circular completa, assemelha-se a um turbante e não a aura divina do Redentor:
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Os pés da imagem principal atropela uma cruz, lembrando o rito maçônico do grau 29, que exige que o participante pisando um crucifixo com o pé esquerdo, depois à direita, com os braços no saltire e perguntando: " Esta cruz, símbolo de morte e destruição, fora do mundo"; em seguida, por favor brilhe a luz de Baphomet:
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Se virar a figura 45 graus no sentido horário, o olho maçônico aparece com o texto que forma a sobrancelha:
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Darwin, em seguida, recorda a Bem-Aventurada Virgem Maria no seu título de Nossa Senhora de Guadalupe; como é conhecida, quando os índios mexicanos viram pela primeira vez o tilma no manto de Juan Diego, caíram a seus pés imediatamente, porque eles foram capazes de ler os sinais de sua própria cultura na imagem do tilma.
Sabendo que o mal tudo imita parodiando o sagrado, pode ser claramente notado no logotipo,vários sinais referentes a adorações de ídolos na Índia.
Por estas seitas hindus há também uma trindade (Trimurti), que consiste em Brahma (o deus criador), Vishnu (o deus preservador) e Shiva (o deus destruidor). Estas seitas hindus também acreditam em uma deusa do sexo feminino chamada Kali, um dos consortes de Shiva, mulher selvagem, sangrenta e incontrolável e viciosa, domada apenas pelo seu cônjuge, embora muitas vezes representada precisamente depravadamente dançando sobre o memso Shiva.
No logotipo do Jubileu, você pode ver uma figura semelhante a frenética dança de Kali, observando as pernas da imagem principal:
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A Trindade demoníaca também pode se ver representada em:
1. Os três olhos com a imagem equivalente à característica básica dos mais poderosos ídolo desta trindade, Shiva, o Destruidor:
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Como mostrado nesta última ilustração, Shiva também mostra uma cobra enrolada no pescoço, no logo seria representada pelo homem em torno do gargalo da imagem principal.
2. A imagem tem um par de cabeças fundidas, o equivalente a Brahma, que tem várias cabeças:
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Ou como o deus do fogo da mesma mitologia hindu, Agni:
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3. A imagem tem quatro braços; seu equivalente é Vishnu:
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Quanto à "liberdade", religiosa  promovida pelo CVII e repotenciação quase ao limite pelo nosso infeliz companheiro, pode ser visto o símbolo do Islã, a lua crescente na coxa direita da imagem principal:
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Vista de uma cúpula islâmica, o símbolo da lua crescente, semelhante ao logotipo da misericórdia bergogliana:
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Também tinha que estar presente no logotipo algo a que se refere a deserção dos homens da Igreja nos últimos tempos; são os três círculos de rave decorrente do pré-modernista apóstata Jacinto Loyson (aqui). Na apresentação do logotipo, o Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, o arcebispo Fisichella, mencionado como parte da imagem como uma amêndoa, mas este número usado repetidamente no imaginário católico, consiste em uma única marquise elíptica, e não três áreas de sobreposição como nesse caso.
Isto é, a mandorla é uma elipse (analogable perímetro de um círculo) e não uma forma oval (plano delimitado pela elipse, um círculo analogable). Aqui estão as três ovais (círculos) são uma clara referência ao renegado francês:
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Certamente há outras coisas que podem escapar ou, se o estilo das referências acima, seria um pouco remoto tentar representar; por exemplo, a dobra central da túnica, semelhante ao símbolo usado em todas as missões Apollo, de significância indeterminada:
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Existem outras coisas mais, como a extremidade do garfo do apêndice nasal de ambas as faces, a forma triangular de cada uma das quatro feridas, barba em forma de coração, formas de ombros de homem incomum, e  talvez algumas outras partes do desenho. O logotipo projetado para o  Jubileu de misericórdia é tão grotesco quanto tentar ser enigmático, e os sinais contraditórios não parece casual, tanto em número e variedade e identidade com oculto, maçônico, simbologia idólatra e demoníaca.
O mesmo se aplica ao registo periférico, na ausência do Latin, foi descartada a verdadeira linguagem da Igreja, foi expressa em Inglês, a língua dos negócios e da internacionalização.
Será que eles querem apresentar uma verdadeira imagem da Divina Misericórdia, com o seu respectivo registro, e escrito em vários idiomas? Não há necessidade de procurar muito; Aqui está:
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Todas as representações incorporadas no logotipo característico da misericórdia de Decimejorge, bem como as atuais e antigas crenças refletidas e mitológicas personagens para que eles se referem, são associação e expressão de demônios reais:
Portanto, que estou querendo dizer? Será que o sacrifício oferecido a um ídolo é alguma coisa? Ou o ídolo é alguma coisa?
Não! Quero dizer que o que os pagãos sacrificam é oferecido aos demônios e não a Deus, e não quero que vocês tenham comunhão com os demônios. (I Coríntios X, 19-20).
O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios. (I Timóteo IV, 1).
Coisas assim nada espero de uma Igreja apóstata e anticristica, que chafurda em paródia e diabolicamente distorce a verdade para arrastar-nos para a perdição eterna.
Preste atenção para se abrigar na verdadeira  Divina Misericórdia, indescritivelmente aninhado no Imaculado Coração de Maria; rezemos a ela para a nossa proteção e nos ajude manter firmes neste último combate da história. (tradução Google)
Fonte:https://radiocristiandad.wordpress.com/2015/05/14/un-logo-sincretista-masonico-y-anticristiano
Via: http://www.sinaisdoreino.com.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Por Dilson Kutscher
Conforme já foi dito...
Os maçons fizeram tentativas de infiltração na Igreja Católica e elevar os seus homens aos níveis mais elevados. A sociedade secreta luciferiana, os carbonários, conhecida como a Alta Vendita, publicou uma série de Instruções Permanentes, ou Código de Regras, que apareceram em Itália em 1818. Nesta era dito o seguinte:
“… É um dever das sociedades secretas fazer o primeiro ataque à Igreja e ao Papa, com o objetivo de conquistá-los aos dois. A obra a que nos propomos não é uma obra de um dia, nem de um mês, nem de um ano. Poderá demorar muitos anos, talvez um século… O que devemos pedir, o que devemos buscar e esperar, assim como os judeus esperam pelo Messias, é um papa de acordo com a nossas necessidades. Precisamos de um papa para nós, se tal Papa fosse possível. Com esse papa marcharemos mais seguramente ao assalto à Igreja do que com todos os livrinhos de nossos irmãos franceses e ingleses.”
O mesmo documento maçónico fez esta predição assombrosa:
“Num espaço de cem anos… os bispos e sacerdotes crerão estar a marchar atrás da bandeira das chaves de Pedro, quando na realidade estarão seguindo a nossa bandeira…As reformas terão de ser introduzidas em nome da obediência.”
O maçom Eliphas Lévi disse em 1862: “ O dia chegará em que o papa… declarará que todas as excomunhões estão levantadas e todos os anátemas retirados, em que todos os cristãos estarão unidos dentro da Igreja, em que os judeus e os muçulmanos serão abençoados e chamados de novo a ela… ela permitirá que todas as seitas se aproximem pouco a pouco e abarcará a toda a humanidade na comunhão do seu amor e orações. E assim os protestantes já não existirão. Contra o que irão protestar? O Sumo Pontífice será então verdadeiramente o rei do mundo religioso, e fará o que ele quiser com todas as nações da terra.”
Os comparsas do Anticristo teriam a obrigação satânica de colocar o "homem maligno" certo no Vaticano, o "falso profeta", anunciado no Apocalipse para o cumprimento do Fim dos Tempos.
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O falso profeta tem a missão de convencer e unir a todos numa única religião universal, somente assim o poder mundano do Anticristo terá grande influência nos que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal. (II Tessalonicenses, 2, 9)
"Vi, então, outra Fera subir da terra. Tinha dois chifres como um cordeiro, mas falava como um dragão." (Apocalipse 13, 11)
"Mas a Fera foi presa, e com ela o falso profeta, que realizara prodígios sob o seu controle, com os quais seduzira aqueles que tinham recebido o sinal da Fera e se tinham prostrado diante de sua imagem. Ambos foram lançados vivos no lago de fogo sulfuroso." (Apocalipse 19, 20)
A verdade como eu já disse é que...
E, Francisco é o "papa" escolhido e planejado pela maçonaria, para o desfecho final de seu plano de dominação mundial, de trazer uma Nova Ordem Mundial, sob o comando do Anticristo
Francisco está Preparando a Religião Universal do Anticristo.
Onde todas as religiões e seitas levam a DEUS e ninguém necessita mais se converter a...
...a Única e Verdadeira Igreja, todos se salvam, e todos os caminhos levam a Deus, dizem os ecumenistas, já a serviço do anticristo, oculto nas sombras do mundo.
A maçonaria aceita e inclui hindus, muçulmanos, budistas, cristãos...enfim...todos de qualquer crença são aceitos. Ou seja, conforme foi dito acima:  Jesus na maçonaria é um simples mestre e fundador de religião como: Buda, Maomé, Krisna e outros...
"Todo aquele que caminha sem rumo e não permanece na doutrina de Cristo, não tem Deus. Quem permanece na doutrina, este possui o Pai e o Filho. Se alguém vier a vós sem trazer esta doutrina, não o recebais em vossa casa, nem o saudeis. Porque quem o saúda toma parte em suas obras más." (2 João 9-11)
Francisco segue a mesma ideologia ou doutrina maçônica, em outras palavras, que todos caminhos levam a Deus, ninguém necessita mais se converter ao catolicismo, todos se salvarão nas suas próprias crenças.
"Estai de sobreaviso, para que ninguém vos engane com filosofias e vãs sutilezas baseados nas tradições humanas, nos rudimentos do mundo, em vez de se apoiar em Cristo." (Colossenses 2, 8)
A explicação é simples, mas o problema é que os católicos (cegos e guias de cegos) não quererem aceitar a realidade: o Vaticano está tomado pelos inimigos da Igreja Católica. (A fumaça de Satanás na Igreja ou os lobos em pele de cordeiro)
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A missão de Francisco é confundir as pessoas, difundir o erro e destruir o Catolicismo sob a guisa de ser "misericordioso" e "humilde".
“Roma perderá a Fé e se tornará a sede do Anticristo”, são as palavras que Nossa Senhora profetizou em La Salette, na França, uma aparição reconhecida pela Igreja.
Diz na Sagrada Escritura:
"Ele usará de todas as seduções do mal com aqueles que se perdem, por não terem cultivado o amor à verdade que os teria podido salvar. Desse modo, serão julgados e condenados todos os que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal". (II Tessalonicenses, 2, 10-12)
Disse o Padre Emanuel, ainda no sec. XIX:
Sobre o aparecimento do Anticristo...
“Apresentar-se-á como cheio de respeito pela liberdade das religiões, uma das máximas e uma das mentiras da besta revolucionária. Dirá aos budistas que é um Buda; aos muçulmanos, que Maomé é um grande profeta... Talvez até irá dizer, em sua hipocrisia, como Herodes seu precursor, que quer adorar Jesus Cristo. Mas isso não passará de uma zombaria amarga. Malditos os cristãos que suportam sem indignação que seu adorável Salvador seja posto lado a lado com outras seitas e mestres."
Diz na Sagrada Escritura:
"Porque não há nada oculto que não venha a descobrir-se, e nada há escondido que não venha a ser conhecido". (São Lucas 12, 2)
“Tu, desde o princípio, quebraste o meu jugo, rompeste os meus laços e disseste: — Não servirei!” (Jeremias 2, 20).
"Mas, ó terra e mar, cuidado! Porque o Demônio desceu para vós, cheio de grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta". (Apocalipse 12, 12)

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Microsoft e o aplicativo illuminati

Microsoft oferece aos seus usuários aplicativo Illuminati: Que informa que tratam-se de pessoas ricas e poderosas, que não exitariam em matar quem se opusesse aos seus planos. Agora dizem abertamente


03.12.2015 -
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A Microsoft, líder mundial em softwares e tecnologia da Informação - liderada pelo bilionário Bill Gates - disponibilizou oficialmente em 2015 um aplicativo com o título ILLUMINATI.
"Quer saber tudo à respeito dos Illuminati? O aplicativo Illuminati é tudo que você precisa.
Este útil aplicativo irá lhe oferecer todos os segredos ocultos que você sempre quis saber sobre os Illuminati."
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Como se fosse uma revista de fofocas de novelas, o APP convida as pessoas a estarem conectados e "por dentro" de notícias (ocultas à mídia comum), curiosidades e até algumas agendas referentes à Nova Ordem Mundial.
O APP conta uma breve "história" sobre como supostamente teria surgido os Illuminati, de maneira sucinta e bastante superficial.
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Informa que tratam-se de pessoas "ricas e poderosas", e que não exitariam em matar quem se opusesse aos seus desígnios.
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Para a minha surpresa, revela abertamente que a intenção dos Illuminatis é, de fato, estabelecer um governo único mundial - confirmando o que a bíblia nos fala sobre o tempo do anticristo.
"E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação. E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo. Se alguém tem ouvidos, ouça." Apocalipse 13, 7-9
Outra coisa interessante, o APP faz um alerta:
"Pessoas Anti Nova Ordem Mundial e que falam contra os Illuminati (como eu, por exemplo) serão assassinadas, da mesma forma que estrelas famosas como o Rapper Tupac (2Pac na imagem) e Michael Jackson."
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Eles explicam que Tupac e M Jackson foram assassinados porque alertaram o mundo contra os Illuminati.
Tupac inclusive chegou a lançar um álbum com o título: "O Domínio Illuminati: a Teotia dos 7 dias"... onde o título estava como KILLUMINATI - fazendo um trocadilho com a palavra Kill (morte) com Illuminati.
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Percorrendo o aplicativo, temos acesso à Illuminati's ilustres e famosos, onde são citados nomes como Angelina Jolie, Britney Spears e Rihanna.... bem como uma agenda de atividades onde são listados - entre outras coisas - o Bohemian Groove.
Para aqueles que acham isso tudo uma grande bobagem, Bohemian Groove - por exemplo - é um clube localizado no meio de uma floresta, num local isolado na Califórnia altamente guarnecido, onde políticos e pessoas poderosas da elite global se reúnem para rituais de ocultismo, adoração ao deus pagão Moloch (imagem da estátua da foto), invocação de demônios e até rituais de sacrifícios humanos, como o que foi flagrado na imagem abaixo.
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Para os que duvidam, acessem a wikipédia ou mesmo consultem em nossos arquivos, basta procurar: https://en.wikipedia.org/wiki/Bohemian_Grove
Conclusão
O inimigo de Deus sabe que a sua hora está chegando, que Jesus Cristo está voltando para buscar a sua igreja...por isso passou a se apresentar abertamente para as pessoas, facilitando o acesso ao ocultismo através de jogos de videogame, filmes, músicas (inclui clipes musicais) e agora aplicativos de Smartfones, afim de conquistar cada vez mais simpatizantes e pessoas que o adorem com convicção....negando à Deus e blasfemando contra a Sua Palavra.
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Enquanto tem muito cristão brincando de ser cristão, com um pé na igreja e outro no mundo, fazendo as coisas pra Deus de qualquer jeito e achando que "na última hora" vai se salvar pois Deus é misericordioso e "nos entende".....Nosso inimigo não brinca em serviço!!
Ele está em guerra constante, nos rodeando, buscando nos atingir de todas as maneiras, nos afastar de Deus através do pecado...e seu objetivo é matar, roubar e destruir.
Salvação é coisa séria!!
Por Leonardo Souza - Fonte: http://www.libertar.in

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Frutos da Comunhão na mão e o roubo de hóstias

Frutos da Comunhão na mão.

A politicamente correta ACI não ousa afirmar o óbvio ululante: tal profanação só é possível graças à nefasta prática da Comunhão na Mão, somada ao descuido dos ministros que entregam a Sagrada Hóstia como um biscoito qualquer e sequer se dão ao trabalho de conferir se foi devidamente comungada.
Artista rouba 242 hóstias consagradas e forma palavra “pederastia” com elas em mostra profana
MADRI, 23 Nov. 15 / 03:00 pm (ACI).- O município de Pamplona (Espanha) permitiu a mostra sacrílega de Abel Azcona, que, depois de roubar 242 hóstias consagradas durante as missas simulando que ia comungar, colocou-as no chão formando a palavra “pederastia”. As fotos de como foi realizado o roubo das hóstias estão expostas em uma sala pública de arte em Pamplona, patrocinada pela prefeitura da cidade governada pela aliança independentista vasca, Bildu. A Plataforma “Abogados Cristianos” (em português: Advogados Cristãos) fez uma denúncia contra Azcona por violação do Código Penal espanhol e estipulou que até a próxima quinta-feira a prefeitura retire tal exposição sacrílega.
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A assessora de cultura do município, Maider Beloki, apresentou a mostra com o título de “Enterrados” durante a última sexta-feira, a qual contém fotografias de como as hóstias consagradas foram roubadas e colocadas no chão. As hóstias permaneceram no chão até que um cidadão as retirou da exposição.
Polonia Castellanos, porta-voz da Plataforma Abogados Cristianos, declarou ao Grupo ACI que colocaram uma queixa contra o autor da exposição por “haver cometido em delito contra os sentimentos religiosos e a profanação, que estão nos artigos 524 e 525 do Código Penal espanhol”.
“O município de Pamplona também recebeu o prazo para que até a próxima quinta-feira a exposição seja fechada. Caso contrário, ampliaremos a queixa em grau de cumplicidade e cooperação necessária”, precisou Castellanos.
Nesse sentido, a Plataforma Abogados cristianos também manifestou que ficou surpreendida pela colaboração do município nesta profanação. “Não sei por que um município, de qualquer política que seja, permitiu algo que claramente é considerado um delito”.
“Em princípio, os poderes públicos como o município existem a fim de velar que delitos como estes não aconteçam, mas não para ajudar que estes sejam cometidos. O código penal é o mesmo para todos e se não tirarem a exposição antes desta quinta-feira, deverão responder por isso”, assegurou Castellanos.
Caso Abel Azcona tivesse antecedentes penais, como existem indícios disso, poderia pagar não só uma multa, mas também passaria pela prisão.
A plataforma Maslibres.org se manifestará hoje à tarde ante a Prefeitura de Navarra a fim de protestar pelo uso “de um espaço municipal para albergar o maior ataque dos últimos anos contra os católicos”.
Conforme explica Maslibres.org, a exposição fotográfica “é um flagrante ataque às liberdades e um espetáculo que demonstra a pobreza moral e criativa do suposto artista”.
“A cessão de um espaço municipal que todos os cidadãos da capital forense contribuem a manter com seus impostos, converte o Governo municipal em cúmplice do que se pode considerar o maior ataque dos últimos anos contra os católicos”, acrescentou Miguel Vidal, porta-voz da associação.
Até agora foram recolhidas mais de 18 mil assinaturas na plataforma change.org a fim de que a Prefeitura retire totalmente e de maneira imediata tal exposição que atenta contra os sentimentos religiosos.
Para assinar a retirada desta exposição sacrílega acesse esta página em espanhol: https://www.change.org/p/ayuntamiento-de-pamplona-paren-ya-esta-grave-profanaci%C3%B3n-p%C3%BAblica-es-un-delito

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

O Sínodo, o pecado, e o ser ou não ser católico

Impressões sobre o Sínodo (II): Ser ou não ser, eis a questão.

Existe pecado, e pecado mortal? Ser ou não ser católico de verdade – eis toda a questão!
Por Pe. Romano | FratresInUnum.com
O debate suscitado na Igreja e na mídia, a respeito da Comunhão aos casais em segunda união, depois de um casamento contraído validamente por um ou pelos dois “cônjuges”, deixa de lado uma questão fundamental: existe pecado, e pecado mortal? E, mais ainda: quem se encontra objetivamente numa situação de pecado, pode salvar-se?
Nuvens sobre o Vaticano.
Uma das terríveis lacunas deixadas pelo Relatório final do recém concluído Sínodo sobre a Família, em particular nos polêmicos e ambíguos nn. 84-86, é a total ausência de referência ao pecado no qual vivem as pessoas que se encontram em uma união adúltera.
Sim, adúltera.
Por mais que se possa apelar ao sofrimento em que se encontram tais pessoas, e por mais graves que tenham sido as razões que levaram à separação de um casamento anterior válido, o fato é que essas pessoas estão vivendo numa situação de pecado e em perigo de se perderem eternamente!
A primeira atitude da Igreja, ao acolher essas pessoas – uma atitude de verdadeira misericórdia! – é de ajudá-las a se confrontarem com a verdade divinamente revelada, sobre a unidade e indissolubilidade do matrimônio, e a buscarem o único caminho possível: o da conversão e da mudança de vida. Caminho este que poderá ser árduo e longo, mas que não pode ficar pela metade. Seria um gravíssimo erro, tanto para essas pessoas como para todos os demais fiéis, propor soluções pastorais de “integração” que, inevitavelmente, levariam à acomodação artificial a uma situação objetivamente grave, que teria consequências fatais, isto é, em breves palavras, a condenação eterna ao inferno.
Mas, que consciência têm nossos pastores dessas verdades fundamentais? A perda da consciência do pecado é, certamente, o maior drama da nossa época. E se aqueles que são chamados a pregar o Evangelho a todas as gentes, e a anunciar que, sem conversão, não há salvação, omitem-se em anunciar tais verdades, estamos diante de uma situação catastrófica! De fato, o discurso atual, dentro da Igreja, e que se refletiu sobre o Sínodo, é o de quase absoluto silêncio sobre as verdades últimas da nossa existência – os novíssimos -: morte, juízo, inferno e paraíso, e sobre o pecado, que condiciona a nossa salvação. Verdades basilares da nossa Santa Religião, e que devem determinar a nossa vida sobre esta terra, porque, como diz Nosso Senhor, “que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, se vem a perder a sua alma?” (Cf. Mc 8, 36)
Estamos, portanto, no coração da crise da Igreja, que é uma crise de fé. Fé na Redenção, cuja visão parece – ao menos no discurso e na prática pastoral – distanciar-se sempre mais da sua intrínseca conexão com o pecado, que é a causa de todos os males, temporais e eternos, do homem. Cristo se torna o amigo, o companheiro de caminhada dos homens, o defensor das causas mais nobres da humanidade, e não o Salvador, o Redentor que vem para tirar o pecado do mundo, para reconciliar o ser humano com Deus, livrando-o do pecado. Não é, pois, de se admirar que a abordagem do Relatório seja toda ela de cunho sociológico e antropológico. Palavras como integração, acolhida, avaliação da situação concreta, quando dissociadas, ainda que indiretamente, da verdade integral da Revelação, reduzem a mensagem evangélica a uma mera filantropia e a uma misericórdia que quer quase que justificar o pecado a todo custo.
Certamente, não há nada de novo no que acabo de dizer: afinal, este é o discurso que, há muito, ecoa a partir dos púlpitos e cátedras, e de inúmeros simpósios e congressos. Contudo, parece que entramos numa nova fase, na qual aqueles que receberam autoridade máxima para ensinar a verdade e dissipar as trevas do erro, também se dobram a essa linguagem humanística e relativista. Pastores que foram constituídos como tais para conduzir as ovelhas a Cristo emanam um perfume sedutor de ovelhas, mas, na verdade – conscientemente ou não -, tornam-se lobos vorazes, que abrem as portas do abismo para um rebanho que não consegue mais distinguir o bem e o mal, se não houver quem o ajude.
Atualíssimas, portanto, são as palavras de Paulo VI a Jean Guiton, seu amigo e confidente, pouco tempo antes de morrer: “Há uma grande perturbação neste momento da Igreja, e o que se questiona é a fé. O que me perturba, quando considero o mundo católico, é que dentro do catolicismo parece, às vezes, que pode predominar um pensamento não católico, e pode suceder que este pensamento não católico dentro do catolicismo se converta, amanhã, como o pensamento mais forte. Porém, nunca representará o pensamento da Igreja. É necessário que subsista uma pequena grei, por muito pequena que seja”. Dizeres de um Papa que, certamente, não pode ser rotulado de tradicionalista e que, em outro momento de grande lucidez, afirmou que “por alguma brecha a fumaça de Satanás entrou no Templo de Deus” (29 de junho de 1972).
A Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo é, certamente, indefectível e santa. Porém, o dano que causa às almas um ensino vago e ambíguo não pode deixar-nos tranquilos. Por amor à verdade, por amor à salvação eterna das almas, a começar pela nossa própria, não podemos calar a verdade. Nas últimas décadas, tem-se falado tanto de profetismo na Igreja, geralmente associado à denúncia  das injustiças sociais. Pois bem: é preciso nadar contra a corrente – como os profetas!
Faz-se mister denunciar, como S. João Batista, a maldade do pecado, da impureza, do adultério, e lembrar que nenhuma integração forçada pode garantir a salvação eterna, se não estiver profundamente enraizada na verdade. É necessário lembrar, também aos Pastores da Igreja, que existe um inferno eterno, para onde todos – incluindo eles – podem ir, se não se converterem. É fundamental que a pregação da Igreja volte a ser “sim ou não, pois tudo o mais vem do Maligno”(cf. Mt 5, 37).
O problema do Sínodo é, pois, uma questão de fé, da verdadeira fé, da fé católica, sem a qual não podemos nos salvar. O dilema é este: a perda da fé católica. Ser ou não ser católico: eis a questão, a grande e decisiva questão!

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

O Sínodo e a noção de pecado

5 outubro, 2015

Existe ainda a noção de pecado entre os Padres sinodais?

Por Roberto de Mattei – Corrispondenza Romana | Tradução: FratresInUnum.com – Os trabalhos do Sínodo estão confirmando a existência, dentro da Igreja Católica, de um forte choque entre duas minorias. De um lado, um punhado de padres sinodais decididos a defender a Moral tradicional; de outro, um grupo de “inovadores” que parecem ter perdido a fé católica. Entre as duas minorias há, como sempre, um centro mole e indeciso, composto por aqueles que não ousam defender nem atacar a verdade e que são movidos por considerações ligadas mais aos próprios interesses pessoais do que ao debate doutrinário.
Os bispos inovadores, na discussão sinodal sobre a primeira parte do Instrumentum laboris, expressaram sua voz especialmente em dois dos 14 círculos menores: o Anglicus C e o Germanicus. Detenhamo-nos por um momento em uma passagem central do relatório do Circulus gemanicus, que teve como relator o novo arcebispo de Berlim, Dom Heiner Koch, e como moderador o arcebispo de Viena, cardeal Christoph Schönborn.
Os bispos alemães desejam que no documento final não prevaleça uma linguagem negativa, que distancia e condena, de estilo “forense” (“eine negativ abgrenzende und normativ verurteilende Sprache(forensischer Stil)”), mas uma linguagem positiva e evolutiva da posição cristã, que exprima implicitamente algumas posições que são incompatíveis com a posição cristã (“eine positive, die christliche Position entfaltende Sprache, die damit implizit zur Sprache bringt, welche Positionen christilich inkompatibel sind”). Uma linguagem “que comporte também a disponibilidade (cfr. Gaudium et Spes) de acolher os desenvolvimentos positivos da sociedade” (“Dazu gehört auch die Bereitschaft (cf. Gaudium et Spes), von der Gesellschaft positive Entwicklungen aufzugreifen”).
Para se entender o que está por trás dessa linguagem ambígua, é necessário reler as passagens centrais da entrevista concedida em 26 de setembro pelo cardeal Christoph Schönborn ao Padre Antonio Spadaro para a “Civiltà Cattolica”. O arcebispo de Viena nela afirma que é preciso “tomar consciência da dimensão social e histórica do casamento e da família”. Segundo ele, “muitas vezes nós, teólogos e bispos, pastores e guardiões da doutrina, esquecemos que a vida humana tem lugar nas condições impostas por uma sociedade: psicológicas, sociais, econômicas, políticas, em um contexto histórico. Isto tem faltado no Sínodo. (…). Devemos olhar para as inúmeras situações de convivência não só do ponto de vista do que está faltando, mas também do ponto de vista do que já é promessa, que já está presente. (…) Aqueles que têm a graça e na alegria de viver o matrimônio sacramental na fé, na humildade e no perdão mútuo, na confiança em Deus que age em nossa vida diária, sabem como olhar e discernir em um casal, em uma união de fato, nos que coabitam, elementos de verdadeiro heroísmo, de verdadeira caridade, de verdadeira doação recíproca. Embora devamos dizer: ‘Não é ainda uma realização plena do sacramento’. Mas quem somos nós para julgar e dizer que não existem neles elementos de verdade e santificação? (…) Não escondo, a este propósito, de ter ficado chocado de como uma forma de argumentar puramente formalista maneja o machado do intrinsece malum [intrinsecamente mau] (…).A obsessão com o intrinsece malum empobreceu de tal maneira o debate, que estamos privados de uma vasta gama de argumentos em favor da unicidade, da indissolubilidade, da abertura à vida, do fundamento humano da doutrina da Igreja. Perdemos o gosto de uma reflexão sobre essas realidades humanas. Um dos elementos-chave do Sínodo é a realidade da família cristã, não de um ponto de vista excludente, mas inclusivo. (…) Há também situações em que o sacerdote, o guia, que conhece as pessoas no seu foro interno, pode chegar a dizer: ‘A situação de vocês é tal que, em consciência, na de vocês e na minha consciência de Pastor, eu vejo que vocês têm um lugar na vida sacramental da Igreja’. (…) Eu sei que escandalizo alguns com o que vou dizer… mas sempre se pode aprender alguma coisa com as pessoas que vivem em situações objetivamente irregulares. O Papa Francisco quer nos educar para isso” (Matrimoni e conversione pastorale. Intervista al cardinale Christoph Schönborn, a cura di Antonio Spadaro S.I., in “Civiltà Cattolica”, Caderno n° 3966 de 26/09/2015, pp. 449-552).
Esta entrevista deve ser lida paralelamente com a de outro Padre sinodal, de formação cultural germânica, o arcebispo de Chieti-Vasto, Bruno Forte, secretário especial da Assembleia Geral do Sínodo. Em suas declarações ao “Avvenire” de 19 de Setembro de 2015, Dom Forte disse que o Instrumentum laboris expressa “simpatia para com tudo que é positivo, mesmo quando, como no caso da coabitação, estamos diante de uma positividade incompleta. Os critérios de simpatia para com os concubinos são ditados pela presença na sua união do desejo de lealdade, estabilidade, abertura à vida. E quando se percebe que este desejo pode vir a ser coroado pelo sacramento do matrimônio. É lógico então acompanhar esse processo de maturação.Quando, pelo contrário, a coabitação é episódica, tudo parece mais difícil e torna-se então importante encontrar uma maneira de incentivar novos passos para uma maturação mais significativa. (…) Quando há uma coabitação irreversível, sobretudo com a presença de filhos nascidos da nova união, voltar atrás equivaleria faltar com os compromissos assumidos. E esses compromissos envolvem deveres morais que são cumpridos em espírito de obediência à vontade de Deus, que pede fidelidade a essa nova união. Quando existem esses pressupostos, então se pode considerar uma integração cada vez mais profunda na vida da comunidade cristã. Em que medida? Já o dissemos. Incumbirá ao Sínodo propor e ao Papa decidir.”
Como fica evidente a partir das entrevistas citadas, a abordagem dos problemas da família é puramente sociológica, sem qualquer referência a princípios que trascendem a história. O  casamento e a família, para o cardeal Schönborn e o arcebispo Forte, não são instituições naturais, que acompanham a vida do homem desde os primórdios da civilização: instituições que certamente nascem e vivem na história, mas que estando enraizadas na própria natureza do homem são destinadas a sobreviver, em qualquer época e em qualquer lugar, como a célula básica da sociedade humana. Eles pretendem que a família está submetida à evolução dialética da história, assumindo novas formas em função dos períodos históricos e dos “desenvolvimentos positivos da sociedade”.
A “linguagem positiva” da qual fala o Circulus germanicus significa que a Igreja não deve exprimir nenhuma condenação, porque é preciso colher os aspectos positivos do mal e do pecado. Propriamente falando, para eles o pecado não existe, porque toda forma de mal é um bem imperfeito e incompleto. Essas aberrações se baseiam numa confusão deliberada entre o conceito metafísico e o conceito moral de bem e de mal. Do ponto de vista metafísico, é claro que Deus, que é o Sumo Bem, não criou no universo nada de ruim ou de imperfeito. Mas entre as coisas criadas há a liberdade humana, que torna possível o distanciamento moral da criatura racional em relação a Deus. Esta aversio Deo da criatura racional é um mal chamado corretamente de pecado. Mas a noção de pecado está ausente das perspectivas do cardeal Schönborn e do secretário especial do Sínodo, arcebispo Forte.
Negando a existência do intrinsece malum, o cardeal Schönborn nega verdades morais, como aquela segundo a qual existem “atos que por si próprios e em si mesmos, independentemente das circunstâncias, são sempre gravemente ilícitos, por motivo do seu objeto” (João Paulo II, Exortação Apostólica Reconciliatio et paenitentia, n. 17) e rejeita em sua totalidade a encíclica Veritatis Splendor, promulgada precisamente para reiterar, contra a ressurgente “ética de situação”, a existência de absolutos morais. Nessa perspectiva schönborniana se dissolve não somente a noção da lei divina e natural como raiz e fundamento da ordem moral, mas também a noção de liberdade humana. A liberdade é de fato a primeira raiz subjetiva da moralidade, assim como a lei natural e divina constitui a sua forma objetiva. Sem lei divina e natural, não existem bem e mal, porque é a lei natural que permite à inteligência conhecer a verdade e a vontade de amar o bem. Liberdade e direito são dois aspectos inseparáveis ​​na ordem moral.
Porque existem absolutos morais é que existe o pecado. O pecado é um mal absoluto porque se opõe ao Bem absoluto, e é o único mal, porque se opõe a Deus que é o único Bem. As origens de cada situação de miséria e infelicidade do homem não são de natureza política, econômica e social, mas residem no pecado, original e atual, cometido pelos homens. O homem “peca mortalmente (…) quando, consciente e livremente, escolhe um objeto gravemente desordenado, qualquer que seja o motivo de sua escolha” (Congregação para a Doutrina da Fé, Declaração Persona humana, de 7 de novembro de 1975, n. 10, parágrafo 6). Entre os pecados existem aqueles que, segundo as Escrituras, clamam vingança ao Céu, como o pecado dos sodomitas (Gênesis, 18, 20; 19,13), mas existem também outras violações do sexto mandamento, que proíbe qualquer união sexual fora do casamento. É inadmissível qualquer “linguagem positiva” para abençoar tais uniões. Pio XII dizia que “talvez hoje o maior pecado do mundo é que os homens começaram a perder a noção de pecado” (Discurso de 26 de outubro de 1946). Mas o que acontece quando são os homens de Igreja os que perdem o sentido de pecado, e com ele, a própria fé?

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