Powered By Blogger
Mostrando postagens com marcador Papa Francisco. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Papa Francisco. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Uma luz no fim do túnel do Papa?

Papa: ‘É horrível que as crianças aprendam que podem escolher seu gênero’.

O Globo | VATICANO – O Papa Francisco criticou escolas que ensinam liberdade de gênero em uma reunião a portas fechadas com bispos na Polônia durante sua recente viagem ao país. Uma transcrição da reunião foi divulgada hoje pelo Vaticano.
“Hoje, as escolas ensinam para as crianças – para as crianças! – que qualquer um pode escolher seu gênero”, disse o líder da igreja.
Sem especificar, o Papa culpou livros didáticos fornecidos por “pessoas e instituições que doam dinheiro”. Francisco culpa o ensino da liberdade de gênero, que chamou de “colonização ideológica” apoiada por “países muito influentes”, sem entretanto dizer quais.
“Um dos casos dessa colonização é – digo claramente com todas as letras – o gênero”, disse o papa aos bispos poloneses.
O líder da Igreja afirmou também que discutiu o assunto com o Papa Bento XVI, que renunciou ao cargo em 2013.
“Conversando com o Papa Bento, que está bem e com a mente clara, ele me disse: ‘Santidade, isso é a época do pecado contra Deus, O Criador, ele é inteligente! Deus fez o homem e a mulher, Deus fez o mundo deste jeito, deste jeito, deste jeito e nós estamos fazendo o contrário”.
A reunião ocorreu na visita de semana passada do Pontíficie ao país europeu, que recebeu a Jornada Mundial da Juventude. O evento serve para aproximar jovens católicos de todo o mundo e a Igreja.
Nesta terça-feira, visando ampliar a participação das mulheres na Igreja Católica, o Papa Francisco criou uma comissão para estudar o diaconato de mulheres, informou o boletim diário do Vaticano. O arcebispo Luis Francisco Ladaria Ferrer foi indicado para presidir o grupo, que será composto por outros seis homens e seis mulheres de instituições acadêmicas.

Francisco cria comissão para estudar se mulher pode ter função de diácono. A questão divide a Igreja e representaria uma mudança histórica


02.08.2016 - Hora desta Atualização - 13h15 - site Rainha Maria
n/d
O Papa Francisco criou uma comissão especial para estudar a possibilidade de dar às mulheres acesso ao diaconato. A questão divide a igreja e representaria uma mudança histórica para a instituição.
A comissão está formada por 13 pessoas, sete homens e seis mulheres, e estudará, em especial, o papel das mulheres que exerceram esta função durante os primeiros anos da Igreja Católica, segundo a France Presse.
O diaconato é o grau de consagração anterior ao do sacerdócio e nele podem administrar alguns sacramentos, como batismo e casamento, que atualmente só os homens podem receber.
n/d
Os defensores da medida argumentam que as mulheres estão sub-representadas dentro da igreja e que não existe nenhum obstáculo teológico para que voltem a exercer uma função que tiveram nas origens do cristianismo, segundo a France Presse.
Em maio, o pontífice abordou a questão durante uma conversa com mulheres de várias ordens religiosas e disse que "seria bom" que a Igreja esclarecesse o ponto. Ao mesmo tempo reafirmou não acreditar que as mulheres possam ser padres, ideia que já havia sido rejeitada de maneira categórica por alguns de seus antecessores.
Fonte: G1
============================
Nota de www.rainhamaria.com.br
Profetizou o Papa São Pio XII.
Assim... ele declarou:
“Preocupo-me com as mensagens da Virgem Santíssima à pequena Lúcia de Fátima. A insistência de Maria acerca dos perigos que ameaçam a Igreja é uma advertência divina contra o suicídio de se alterar a fé, em sua liturgia, em sua teologia e em sua alma. Ouço a minha volta inovadores que desejam desmantelar a Capela Sagrada, destruir a chama universal da Igreja, rejeitar seus ornamentos e fazê-la sentir remorso por sua história passada. Dia virá em que o mundo civilizado negará seu Deus, em que a Igreja duvidará como o fez Pedro. Ela será tentada a acreditar que o homem se tornou Deus. Em nossas igrejas, cristãos procurarão em vão pela luz vermelha de onde Deus os espera. Como Maria Madalena, em prantos no sepulcro vazio, eles perguntarão: Aonde eles O levaram?"
Disse o zeloso Arcebispo Marcel Lefebvre:
"Ora, eu acredito sinceramente que estamos tratando com uma falsificação da Igreja, e não com a Igreja católica. Por quê? Porque eles não ensinam mais a fé católica. Eles não defendem mais a fé católica. E não somente eles não ensinam mais a fé católica e não defendem mais a fé católica, mas eles ensinam outra coisa, eles arrastam a Igreja para algo diferente da Igreja católica. Esta não é mais a Igreja católica. A Igreja não pode errar naquilo que ela tem ensinado durante dois mil anos, isso é absolutamente impossível. E é por isso que estamos ligados a essa tradição. São aqueles que fazem as novidades que estão no cisma. Nós continuamos a Tradição, e é por isso que devemos confiar, não devemos nos desesperar mesmo diante da situação atual, devemos manter, manter nossa fé, manter nossos sacramentos, apoiados sobre vinte séculos de tradição, apoiados sobre vinte séculos de santidade da Igreja, de fé da Igreja".

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Papa e a exortação pós-sinodal

Papa clama por mais compreensão em relação a divorciados e homossexuais


Alberto Pizzoli-27-mar.16/AFP 
Papa Francisco cumprimenta pessoas na Basílica de São Pedro
Papa Francisco cumprimenta pessoas na Basílica de São Pedro


O papa Francisco reforçou nesta sexta-feira (8), por meio da divulgação da exortação apostólica "Amoris laetitia" ("A alegria do amor"), seu discurso de que os sacerdotes devem ter uma abordagem mais compreensiva em relação a fiéis divorciados e homossexuais, porém sem romper com as posições doutrinárias da Igreja Católica.
Leia a íntegra, em português, do documento papal
No documento de nove capítulos e 264 páginas (na versão em português), apresentado após quase dois anos de trabalho e da realização de dois Sínodos de Bispos para discutir temas ligados ao amor e à família, Francisco afirma que "em cada país ou região, é possível buscar soluções mais inculturadas, atentas às tradições e aos desafios locais". Com isso, o papa mantém sua busca por conciliar a existência de setores conservadores da igreja com demandas mais "progressistas" de fiéis.
DIVÓRCIO
Sobre divorciados que se casam pela segunda vez —grupo que, pelas regras da igreja, não têm direito a comungar—, o pontífice escreve que eles "podem encontrar-se em situações muito diferentes, que não devem ser catalogadas ou encerradas em afirmações demasiado rígidas, sem deixar espaço para um adequado discernimento pessoal e pastoral".
No entanto, o papa diz que "o divórcio é um mal, e é muito preocupante o aumento do número de divórcios". "Por isso, sem dúvida, a nossa tarefa pastoral mais importante relativamente às famílias é reforçar o amor e ajudar a curar as feridas, para podermos impedir o avanço deste drama do nosso tempo."
GAYS
Em uma mensagem que deve agradar aos defensores dos direitos dos gays, Francisco afirma que "cada pessoa, independentemente da própria orientação sexual, deve ser respeitada na sua dignidade e acolhida com respeito".
Durante os sínodos em que o documento foi discutido, o papa diz ter conversado com os padres sobre a experiência de famílias que possuem "pessoas com tendência homossexual", "experiência não fácil nem para os pais nem para os filhos". Para essa famílias, afirma, é preciso que a igreja dê "respeitoso acompanhamento", fazendo com que os gays "possam dispor dos auxílios necessários para compreender e realizar plenamente a vontade de Deus na sua vida".
Francisco, no entanto, não dá margem para interpretações sobre a oposição da igreja à união gay. "Devemos reconhecer a grande variedade de situações familiares que podem fornecer uma certa regra de vida, mas as uniões de facto ou entre pessoas do mesmo sexo, por exemplo, não podem ser simplistamente equiparadas ao matrimônio."
Em outro trecho da exortação, o pontífice aborda a "dimensão erótica do amor", que para ele não pode ser vista como um "mal permitido ou como um peso tolerável para o bem da família". Em vez disso, afirma, tem de ser visto como um "dom de Deus que embeleza o encontro dos esposos".
ABORTO
Francisco reitera a posição contra o aborto, sem dar espaço a circunstâncias em que poderia ser aceito. "É tão grande o valor duma vida humana e inalienável o direito à vida do bebê inocente que cresce no ventre de sua mãe, que de modo nenhum se pode afirmar como um direito sobre o próprio corpo a possibilidade de tomar decisões sobre esta vida, que é fim em si mesma e nunca poderá ser objeto de domínio doutro ser humano."
O papa não expõe uma proibição expressa a métodos contraceptivos, mas deixa isso implícito no capítulo em que fala da educação sexual para crianças, especialmente sobre o uso do termo "sexo seguro": "Estas expressões transmitem uma atitude negativa a respeito da finalidade procriadora natural da sexualidade, como se um possível filho fosse um inimigo de que é preciso proteger-se". "Deste modo", diz o texto, "promove-se a agressividade narcisista, em vez do acolhimento".
Nesse trecho, ele também dá a entender que tratamentos para fertilidade não são o caminho para casais em que um ou ambos os cônjuges não possam ter filhos, uma vez que a adoção é incentivada. "A opção da adoção e do acolhimento exprime uma fecundidade particular da experiência conjugal, mesmo para além dos casos de esposos com problemas de fertilidade."
O pontífice aponta que, muitas vezes, os problemas entres casais se dão pela falta de maturidade de algum dos cônjuges. "Se todos fossem pessoas que amadureceram normalmente, as crises seriam menos frequentes e menos dolorosas. A verdade, porém, é que às vezes as pessoas precisam de realizar aos 40 anos um amadurecimento atrasado que deveria ter sido alcançado no fim da adolescência."
CRÍTICA ÀS TECNOLOGIAS
Embora seja um líder que sabe usar as redes sociais para ampliar sua popularidade, Francisco diz ter conversado com os sacerdotes nos sínodos preparatórios sobre o risco da "cultura do provisório". " Refiro-me, por exemplo, à rapidez com que as pessoas passam duma relação afetiva para outra. Creem que o amor, como acontece nas redes sociais, se possa conectar ou desconectar ao gosto do consumidor e inclusive bloquear rapidamente."
Para Francisco, "a presença paterna e, consequentemente, a sua autoridade são afetadas também pelo tempo cada vez maior que se dedica aos meios de comunicação e à tecnologia da distração".
SANDERS NO VATICANO
O candidato democrata à presidência dos EUA Bernie Sanders anunciou nesta sexta que aceitou o convite da Igreja para visitar o Vaticano. Após a divulgação da exortação apostólica "Amoris laetitia", Sanders disse que ele e o papa tinham visões semelhantes quanto à luta por igualdade de renda.
"Eu sou um grande fã do papa", disse ele em entrevista ao canal de televisão norte-americano MSNBC. "Ele está tentando introduzir um senso de moralidade sobre como nós gerenciamos a economia, e precisamos disso desesperadamente".
A equipe da campanha de Sanders declarou que ele irá a uma conferência sobre questões sociais, econômicas e ambientais na visita do dia 15 de abril ao Vaticano. O candidato, que tornou a luta contra a pobreza um assunto central em sua campanha, disse que discutirá como criar uma economia moral durante o encontro. Não foi informado se o candidato e o papa se encontrarão.
A visita ocorrerá quatro dias antes das primárias no Estado de Nova York. No dia 16, o papa viajará para a ilha grega de Lesbos em apoio à situação dos refugiados e migrantes.
Sanders disse admirar o papa por tocar em assuntos como "a devoção pelo dinheiro e a ganância que está presente no mundo".
"Há pessoas que pensam que Bernie Sanders é radical. Leiam o que o papa está escrevendo", disse o democrata à MSNBC.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

O Anticristo

24 fevereiro, 2016

O Anticristo.

Por Vittorio Messori | Tradução: FratresInUnum.com*: Como será o Anticristo? Sabemos que, em Paulo, nas cartas de João e no Apocalipse, existem espalhados por toda parte vários avisos prévios de uma realidade na tradição cristã identificada como (e eu vou citar um livro de Teologia) “o príncipe do mal que virá e reinará sobre o mundo no fim dos tempos, antes do retorno definitivo do Filho do homem estabelecer os novos céus e nova terra”.
339386896-religiao-video-papa-francisco
Em muitas eras, os crentes pensaram identificar com aquela misteriosa figura algum personagem histórico sanguinário: Nero, Átila, Napoleão, Lenin, Stalin e Hitler.
No entanto, há também uma tradição cristã, mesmo se minoriatária, que coloca o perigo do Anticristo (“homem do pecado” e “filho da perdição” de São Paulo) não em violência e sangue, mas no mimetismo dissimulado de uma persuasiva e convidativa realidade. O livro de Robert H. Benson, de 1907, O Senhor do Mundo, só recentemente foi traduzido para o italiano e nele o grande adversário de Jesus se apresenta sob o disfarce de “humanista”, um mestre da tolerância, pluralismo, irenismo e ecumenismo; [Ele é] um corruptor sorridente, mais do que um antagonista estridente do Evangelho; um anulador de dentro mais do que um assaltante do exterior.
Talvez, até agora, poucos souberam que alguns anos mais tarde, em 1916, a mesma tese foi reproposta por Carl Schmitt. Schmitt morreu em 1985 com quase 100 anos de idade, e está entre os que mais vamos ouvir a respeito nos próximos anos: já há uma indicação exata disto (aumentando a cada dia) na esmagadora bibliografia de sua obra, que foi por décadas reprimida e exorcizada, uma vez que ele era, de fato, suspeito de nacional-socialismo. Na realidade, este brilhante jurista alemão e especialista em política foi rapidamente descartado pelo Terceiro Reich (no qual, inicialmente, ele viu tão bem o cumprimento de alguns pontos de sua teoria política) na medida em que ele foi acusado de “insuficiente e superficial anti-semitismo ” e acima de tudo por causa de suas “corrupções católicas”.
Na realidade – como estudos recentes têm confirmado – o catolicismo de Schmitt não era simplesmente cultural e determinado por seus estudos de juventude em escolas religiosas, mas foi uma fé professada e vivida até o fim. O que torna este pensador tão inquietantemente fascinante (redescoberto agora ainda por ex-esquerdistas, em sua busca confusa por “mestres”, após o colapso de todos os seus pontos de referência) é que ele inseriu [no seu trabalho] com o realismo maquiavélico e hobesiano, temas religiosos como culpa, redenção, salvação, Cristo e o Anticristo. Foi dito que fazia uma espécie de “teologia política”, embora para aqueles que o leiam atentamente, o seu trabalho seja, talvez, “política teológica”: uma discussão sobre a ordem humana das coisas, 1) por ter também em conta o transcendente e 2) por um confronto com a história, com a consciência de que não é o quadro geral, mas está destinada a fluir para um mistério que vai muito além dela.
A partir de 1916, como militar no exército bávaro, o Carl Schmitt de 28 anos de idade, começou suas reflexões sobre o Anticristo, com um livro dedicado ao Nord-licht (“Luzes do Norte” ou seja, “a aurora”) por Theodor Däubler. O jovem Schmitt, nestas páginas, cita um texto que ele encontrou em “Latin Sermo de fine mundi” de Santo Efrém. Vale a pena citar o original daquela passagem realmente singular, segundo a qual, o grande enganador irá provocar a apostasia de muitos antes da definitiva vitória de Cristo «erit omnibus subdole placidus, munera non suscipiens, personam non praeponens, amabilis omnibus, quietus universis, xenia non appetens, affabilis apparens in proximos, ita ut beatificent eum omnes homines dicentes: Justus homo hic est!». O que significa dizer: “dissimuladamente, ele vai agradar a todos, ele não vai aceitar cargos ou funções, ele não vai mostrar favoritismo para com as pessoas, vai ser amável para com todos, calmo em todas as coisas, irá recusar presentes, parecerá afável com o próximo, e assim, todos irão elogiá-lo exclamando: ‘Eis um homem justo!'”. Este trecho, do latim de São Efrém, tem uma perspectiva inquietante: o anticristo sob o disfarce enganoso de “um homem de diálogo”; um pacífico, contido, honesto “humanista”? É precisamente a essa identidade do adversário que Schmitt parece favorável: para ele, o Anticristo surgirá a partir de uma sociedade semelhante ao Ocidente moderno, em que: “os homens são pobres diabos que sabem tudo e não acreditam em nada”; uma sociedade onde “os mais novos e as coisas mais importantes são secularizadas: beleza tornou-se o bom gosto, a Igreja é uma organização pacifista e no lugar da distinção entre o bem e o mal, o que é útil e prejudicial.”
Em tal cultura, o dissimulado, “dialogador” Anticristo fará crer que a salvação depende de certezas sociais e de desenvolvimento. Acima de tudo, (e esta é uma das intuições mais inquietantes do ainda jovem Schmitt), o Anticristo não será um materialista, nem um inimigo da religião: antes,”ele irá prover para todas as necessidades, incluindo aquelas de ordem espiritual”.
Ele irá satisfazer o desejo do homem para a transcendência, falando sobre espiritualidade, propondo uma “religião da humanidade”, onde todos estão de acordo com tudo e onde qualquer divergência é banida, e, acima de tudo, qualquer dogma é visto como um mal radical.
No momento da sua escrita, logo no início do século 20, a prospectiva de Schmitt passou praticamente despercebida, parecendo decididamente improvável. No entanto, não é talvez o caso de refletir sobre isso hoje, quando o que está nos ameaçando, na esfera religiosa, certamente não é mais a intolerância, mas se alguma coisa, o seu oposto: a “tolerância” que se transforma em indiferença, recusando-se a considerar as várias religiões como algo mais do que uma forma única (diferenciadas apenas por fatores históricos e geográficos) de venerar o mesmo, idêntico Deus? Onde o “inimigo” não é mais velho, honesto materialismo, mas talvez, um insidioso “humanitário” espiritualismo?
[Do livro Pensare la storia,(Thinking History) San Paolo, Milan 1992, p. 517-519]

Compartilhe!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

O Papa e Lutero

O simbólico gesto do Papa Francisco comemorando o heresiarca Lutero


12.02.2016 -
n/d
Lutero queima a bula de sua excomunhão.
Como pode um católico participar ativamente das comemorações da revolta de Lutero contra a Igreja e o papado, sem dar a impressão aos demais católicos e não-católicos de que ele admira os atos e as doutrinas do pérfido heresiarca?
Muitas vezes os atos e gestos simbólicos têm maior força de persuasão do que as palavras e os raciocínios, embora ambos se completem. Foi assim que o Divino Salvador continuamente alternava sua pregação com gestos simbólicos e o uso de metáforas e parábolas.
Também por essa razão a Igreja sempre se cercou de símbolos para tornar mais perceptíveis a beleza de sua doutrina, a sacralidade de sua liturgia, a dignidade e a autoridade dos seus hierarcas. O papa era coroado solenemente para simbolizar o poder conferido a ele por Nosso Senhor, como sucessor de São Pedro, no governo da Igreja e orientação da Cristandade.
Magistério por atos simbólicos
O atual Sumo Pontífice usa muito de gestos simbólicos e tem um magistério mais feito de atos e atitudes do que propriamente de palavras, embora ele as use e, infelizmente com frequência, de modo confuso e mesmo escandaloso como o famoso “quem sou eu para julgar?”
Na linha de seu magistério por atos e gestos, é de suma gravidade sua anunciada participação nas comemorações da revolta do monge apóstata e heresiarca Martinho Lutero.
Como informou o Vatican Informative Service de 25 de Janeiro último, Francisco irá este ano à cidade de Lund, na Suécia, onde, juntamente com dirigentes luteranos “presidirá a uma comemoração conjunta da Reforma em 31 de Outubro.”[1] Como se recorda, foi nessa data que, em 1517, Lutero teria afixado na porta da igreja do castelo de Wittenberg as suas 95 teses.[2]
A comemoração de um fato histórico não é uma simples lembrança do mesmo, como poderia ocorrer numa aula de história. É uma rememoração festiva e com louvor de algo que se julga digno de admiração, imitação ou mesmo de devoção. É assim que em 2017 o orbe católico comemorará o centenário das aparições de Nossa Senhora em Fátima.
Como pode o Papa Francisco participar ativamente das comemorações da revolta de Lutero contra a Igreja e o papado, sem dar a impressão a católicos e não-católicos de que ele admira os atos e as doutrinas do heresiarca?
n/dn/d
Condenação solene dos erros de Lutero.
Convém lembrar que o Papa Leão X, com a Bula Exsurge Domine de junho de 1520, condenou solenemente 41 dos erros defendidos por Lutero em 1517:
“Pela autoridade do Deus Todo-Poderoso, dos santos apóstolos Pedro e Paulo, e de nossa própria autoridade, nós condenamos, reprovamos, e rejeitamos completamente cada uma dessas teses ou erros como heréticos, escandalosos, falsos, ofensivos aos ouvidos piedosos ou sedutores das mentes simples, e contra a verdade católica. Listando-os, nós decretamos e declaramos que todos os fiéis de ambos os sexos devem considerá-los como condenados, reprovados e rejeitados… Nós os proibimos a todos em nome da santa obediência e sob as penas de uma automática excomunhão…”
Do mesmo modo, o papa condenava os outros escritos de Lutero:
“Ainda mais, por causa dos precedentes erros e de muitos outros contidos nos livros ou escritos e sermões de Martinho Lutero, nós do mesmo modo condenamos, reprovamos e rejeitamos completamente os livros e todos os escritos e sermões do citado Martinho, seja em Latim seja em qualquer outra língua , que contenham os referidos erros ou qualquer um deles; e desejamos que sejam considerados totalmente condenados, reprovados e rejeitados. Proibimos a todos e a qualquer um dos fiéis de ambos os sexos, em nome da santa obediência e sob as penas acima em que incorrerão automaticamente, de ler, sustentar, pregar, louvar, imprimir, publicar ou defendê-los.”[3]
Furor contra o Papado
A resposta do heresiarca, em seu estilo arrogante e vulgar, foi o panfleto de 4 de Novembro desse mesmo ano, Contra a Execrável Bula do Anticristo, no qual proclamava:
“Tu, então, Leão X, e vós cardeais e o resto de vós em Roma, eu lhes digo em vossa face ….  a renunciar à vossa blasfêmia diabólica e impiedade audaciosa, e, se não mudardes, teremos vosso lugar como possuído e oprimido por Satanás e como o maldito assento do Anticristo.“
O furor de Lutero contra o papado levou-o a incorrer sempre mais na vulgaridade,  chegando a usar termos e a encomendar e promover gravuras inimagináveis.
Com um pedido de desculpas ao leitor, transcrevemos aqui uma amostra. Trata-se da apreciação feita por um historiador protestante do libelo de Lutero Contra o Papado em Roma, fundada pelo diabo, publicado na revista Concordia Theological Quarterly da Igreja Luterana do Sínodo de Missouri:
“Lutero superou até mesmo a violência e vulgaridade da Contra Hanswurst [na qual atacava o duque católico Henrique de Brunswick] em seu libelo de 1545 intitulado Contra o Papado em Roma, fundado pelo diabo. Na esteira desses tratados, publicou uma série de xilogravuras escatológicas e violentas que, de um modo gráfico, sugeria como os bons cristãos deviam tratar o papado. Nesses e em outros tratados, Lutero bestializava seus oponentes, com maior frequência comparando-os com suínos ou burros, ou chamando-os de mentirosos, assassinos, e hipócritas. Eles eram todos os asseclas do demônio. … [chamou o Papa Paulo III, 1534-1549] ‘Sua Sodomita Infernal’ Papa Paula III, e utilizou palavras como excremento por toda parte com toda naturalidade. Nas xilogravuras por Lucas Cranach que Lutero encomendou no final de sua vida, eram apresentadas a Igreja papista como saindo do ânus de uma enorme diaba e sugeria, mais uma vez que o Papa, os cardeais e bispos deviam ser pendurados na forca com suas línguas de fora.” [4]
O mesmo artigo informa:
“Quando perguntado por que havia publicado as caricaturas, Lutero respondeu que percebeu que não tinha muito tempo de vida e que ele ainda tinha muito que deveria ser revelado sobre o papado e seu reino. Por esta razão, ele havia publicado as fotos, cada uma valendo por um livro, do que deveria ser escrito sobre o papado. Era, ele afirmou, seu testamento.”[5]
Em 1529 proclamava Lutero:
“Sob o papismo nós estávamos possuidos por cem mil diabos.”[6]
Uma das mais suaves críticas de Lutero ao Papa é este seu comentário nas Conversas à mesa:
“Anticristo é o papa e o Turco [o Grão-Turco] em conjunto; uma besta cheia de vida deve ter um corpo e alma; o espírito ou alma do anticristo é o papa, sua carne ou o corpo, o Turco. O segundo assalta e persegue a igreja de Deus corporalmente; o primeiro espiritual e corporalmente também, com suspensão, fogueiras, assassinatos, etc.”[7]
Doutrina da falsa misericórdia
A essência da doutrina de Lutero é a justificação somente pela fé. Mas a consequência dessa doutrina é um falso conceito da misericórdia de Deus. O Frei Serafino Lanzetta, analisando o livro do Cardeal Walter Kasper, Misericórdia: A Essência do Evangelho e a chave da vida cristã, escreve:
“Historicamente, segundo julga Kasper, apoiado por O. H. Pesch, ‘a idéia de um Deus vingativo e castigador lançou muitos na angústia em relação à sua salvação eterna. O caso mais conhecido, e um prenúncio de graves conseqüências para a História, é o do jovem Martin Lutero, que foi durante muito tempo atormentado pela pergunta: ‘Como posso encontrar um Deus bondoso?’, até que ele reconheceu um dia que, no sentido da Bíblia, a justiça de Deus não é a sua justiça punitiva, mas a sua justiça justificadora e, portanto, sua Misericórdia. ‘”[8]
Essa doutrina está bem sintetizada na famosa carta de 1521 de Lutero a Melanchthon:
“Se você é um pregador da misericórdia, não pregue uma misericórdia imaginária mas a verdadeira. Se a misericórdia é verdadeira, você deve levar em conta um verdadeiro pecado, não um pecado imaginário. Deus não salva aqueles que são apenas pecadores imaginário. Seja um pecador, e peca fortemente, mas que sua confiança em Cristo seja mais forte, e se alegre em Cristo, que é o vencedor do pecado, da morte e do mundo. … Basta que através da glória de Deus reconheçamos o Cordeiro que tira o pecado do mundo. Nenhum pecado pode nos separar d’Ele, mesmo que matemos e cometamos adultério milhares de vezes por dia. Você acha que tal Cordeiro exaltado pagou apenas um pequeno preço com um magro sacrifício pelos nossos pecados? Reze forte porque você é um grande pecador.
No dia da Festa de São Pedro Apóstolo, 1521” [9]
Em outro lugar escreveu Lutero:
“É conveniente que nós nos tornemos injustos e pecadores, a fim que Deus seja reconhecido justo em suas palavras.”[10]
Alguns escritores, mesmo católicos, procuram apresentar essas palavras de Lutero como meras hiperbóles, uma vez que ele também fala contra o pecado. No entanto, essa doutrina do pecca fortiter,  é a consequência da “iluminação” que ele recebeu na cloaca do convento, ou seja, de que é somente a fé, sem as obras, a “sola fide” que salva.[11]
Já em 1516, portanto antes de sua revolta pública, Lutero escrevia ao seu confrade agostiniano George Spenlein:
“Sede um real pecador porque Cristo habita apenas nos pecadores.”[12]
Lutero deixa claro, no seu panfleto A Igreja no Cativeiro da Babilônia, que o único pecado pelo qual uma pessoa pode se perder é o da incredulidade. Crendo, uma pessoa, por maior pecador que seja, estará salva:
“Veja o quão rico é, portanto, um cristão, aquele que é batizado! Mesmo que ele queira, ele não poderá se perder, por mais que peque, a menos que ele deixe de crer. Porque nenhum pecado pode condená-lo fora a incredulidade. Todos os outros pecados, enquanto a fé na promessa de Deus feita no batismo retorne ou permaneça, todos os outros pecados, digo eu, são imediatamente apagados por essa mesma fé, ou melhor, através da verdade de Deus, porque Ele não pode negar a si mesmo.”[13]
Em um sermão de 1532 Lutero pregava:
“Tirando a incredulidade, não há mais pecados: todo o resto são bagatelas. Quando meu pequeno Joãozinho vai defecar em um canto, a gente ri e acabou-se. Fides facit ut stercus non feteat [A fé faz com que as fezes não cheirem]. Resumo dos resumos: a incredulidade é o único pecado em relação ao Filho [de Deus].”[14]
Lutero: a Missa católica, pior que um prostíbulo.
n/d
Pregava Lutero em 1524:
“Sim, eu o digo, todos os prostíbulos, que no entanto Deus condenou severamente, todos os homicidios, mortes, roubos e adultérios, são menos prejudiciais do que a abominação da Missa papista.”[15]
No já citado panfleto O Cativeiro da Igreja na Babilônia, Lutero dizia que o padre “oferecendo a missa como um sacrifício …. é o auge da perversidade!”[16]
O Espirito de Verdade não induz ao erro.
As citações poderiam continuar, mas os textos apresentados são suficientes para deixar claro que as doutrinas, bem como a personalidade do heresiarca, cuja revolta arrastou nações inteiras para fora do único redil de Cristo, nada têm de comum com a Igreja Católica.
Não se entende então porque o atual Papa, ele mesmo um Jesuíta, Ordem religiosa suscitada por Deus para combater o Protestantismo, empreenda uma viagem para comemorar o centenário de uma revolta contra a Igreja.
n/d
A missão dada a São Pedro foi a de alimentar as ovelhas de Cristo;[17] o encargo de confirmar os irmãos na fé[18]; ele recebeu as chaves do reino dos Céus[19] para conduzir as almas para à bem-aventurança eterna.
O Concílio Vaticano I deixou claro que “o Espírito Santo foi prometido aos sucessores de Pedro não para que eles possam, por sua revelação, dar a conhecer algumas novas doutrinas, mas que, pela sua assistência, eles possam guardar religiosamente e expor fielmente a revelação ou depósito da fé transmitida pelos apóstolos.” [20]
(Sacerdotisa Luterana celebrando a ceia protestante de Lutero)
n/d
Com efeito, o Espírito Santo é um “Espírito de Verdade”[21] e não pode inspirar o erro, seja por meio de palavras, atos, gestos ou atitudes.
“Um sinistro supermercado de religiões”
Em situação semelhante, na comemoração do quinto centenário do nascimento do monge apóstata, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, que dedicou sua vida à defesa da Igreja e do Papado, escreveu estas palavras de advertência:
“Não compreendo como homens da Igreja, contemporâneos, inclusive dos mais cultos, doutos ou ilustres, mitifiquem a figura de Lutero, o heresiarca, no empenho de favorecer uma aproximação ecumênica, de imediato com o protestantismo, e indiretamente com todas as religiões, escolas filosóficas, etc.
n/d
E concluiu:
“Não discernem eles o perigo que a todos nos espreita, no fim deste caminho, ou seja, a formação, em escala mundial, de um sinistro supermercado de religiões, filosofias e sistemas de todas as ordens, em que a verdade e o erro se apresentarão fracionados, misturados e postos em balbúrdia? Ausente do mundo só estaria – se até lá se pudesse chegar – a verdade total; isto é, a fé católica apostólica romana, sem nódoa nem jaça.”[22]
A Igreja vencerá mais esta crise.
No seu luminoso ensaio Revolução e Contra-Revolução, o mesmo pensador católico escrevia estas palavras cheias de esperança sobre a Igreja:
“Alios ego vidi ventos; alias prospexi animo procellas, poderia ela dizer ufana e tranqüila em meio às tormentas por que passa hoje. A Igreja já lutou em outras terras, com adversários oriundos de outras gentes, e por certo enfrentará ainda, até o fim dos tempos, problemas e inimigos bem diversos dos de hoje.”[23]
Aproximando-se o centenário das aparições de Nossa Senhora em Fátima, peçamos a Ela que apresse o cumprimento da promessa feita nessa ocasião:
“Por fim o meu Imaculado Coração triunfará.”
Notas:
[1] http://www.news.va/en/news/joint-ecumenical-commemoration-of-the-reformation (Salvo indicação em contrário, todas as ênfases nos textos aqui citados são do autor deste artigo).
[2] O historiador Pe. Ricardo Garcia-Villoslada, S.J., em seu livro sobre Lutero, apresenta argumentos e documentação muito convincentes de que este ato não se deu. Nem Lutero o menciona em seus escritos, nem tal fato é registrado por cronistas contemporâneos. Foi somente depois de sua morte que Melanchthon, que não estava em Wittenberg nessa época, mencionou o suposto ato. Caso ele se tivesse dado, posto que se tratava da véspera de Todos os Santos, uma festa muito concorrida na igreja do Castelo de Wittenberg, ele teria chamado muito a atenção e seria referido nas crônicas. (Ricardo Garcia-Villoslada, Lutero El Frayle Hambriento de Dios, BAC, Madrid, 1973, v. 1, pp.334-338).  Mas o que importa é que, real ou não, esse fato ficou como símbolo da revolta luterana.
[3] Leão X, EXSURGE DOMINE, 15.06.1520, Tradução: José Fernandes Vidal, at http://agnusdei.50webs.com/exsdom1.htm, acessado em 2/2/16.
[4] Mark U. Edwards, Jr., Luther’s Last Battles, CONCORDIA THEOLOGICAL
QUARTERLY, Volume 48, Numbers 2 & 3 APRIL-JULY 1984, pp. 126-127 (emphasis original), http://www.ctsfw.net/media/pdfs/edwardslutherslastbattles.pdf, acessado em 29/1/16.
[5] Idem, p. 133.
[6] Werke, t. XXVIII, p. 452, 11, apud J. Paquier, Luther, Dictionnaire de Théologie Catholique, v. IX, premire partie, col.1170.
[7] THE TABLE-TALK OF MARTIN LUTHER ,TRANSLATED BY WILLIAM HAZLITT, Esq.
Philadelphia: The Lutheran Publication Society. 1997, at http://reformed.org/master/index.html?mainframe=/documents/Table_talk/table_talk.html, (acessado 27/1/16).
[8] Fr Serafino M. Lanzetta, Kasper’s Perplexing Notion of “Mercy” Is Not What Church Has Always Taught – an extensive book review, and its implications for Marriage, at  http://rorate-caeli.blogspot.com/2014/09/kaspers-perplexing-notion-of-mercy-is.html, acessado 1/2/126.
[9] Let Your Sins Be Strong: A Letter From Luther to Melanchthon, Letter no. 99, 1 August 1521, From the Wartburg  (Segment) Translated by Erika Bullmann Flores from: _Dr. Martin Luther’s Saemmtliche  Schriften Dr, Johannes Georg Walch, Ed. (St. Louis: Concordia Publishing House, N.D.),  Vol. 15,cols. 2585-2590. http://www.iclnet.org/pub/resources/text/wittenberg/luther/letsinsbe.txt (acessado 27/1//16).
[10] Werke, t. IV, p. 343, 22, apud J. Paquier, Luther, Dictionnaire de Théologie Catholique, v. IX, premire partie, col. 1212.
[11] Em 1532 Lutero fazia a seus convivas a seguinte confidência, recolhida nas Conversas à mesa: “O Espírito Santo me deu essa intuição nesta cloaca” (T.R., t. II, n. 1681, t. III, n. 3232ª, in Paquier, col. 1207).
[12] Enders, Luthers Briefwechsel, I, p. 29, in Hartmann Grisar, S.J., Martim Luther his Life and Work, The Newman Press, Wstminster, Maryland, 1960, p. 68.
[13] Martin Luther, The Babylonian Captivity of the Church – A prelude 1520, 3.8, at http://www.lutherdansk.dk/Web-babylonian%20Captivitate/Martin%20Luther.htm (acessado 281//16).
[14] Werke, t. XXXVI, p. 183, 7, in Paquier, col. 1249.
[15] Werke, t. XV, p. 774, 18, apud J. Paquier, col. 1170.
[16] The Babylonian Captivity of the Church, n.7.11, http://www.lutherdansk.dk/Web-babylonian%20Captivitate/Martin%20Luther.htm.
[17] João 21:15-17.
[18] Lucas 22:32.
[19] Mateus 16:19.
[20] Denzinger 1836.
[21] João 14:21.
[22] Lutero pensa que é divino!, 10 de janeiro de 1984 , Folha de S. Paulo, at http://www.pliniocorreadeoliveira.info/FSP_84-01-10_Lutero_pensa.htm#.VrE9ilkwCZM, acessado 2/2//16.
[23] Revolução e Contra-Revolução, II, 12, at http://www.pliniocorreadeoliveira.info/RCR.pdf. acessado 3/2/16.
Fonte: http://ipco.org.br
============================
Nota de www.rainhamaria.com.br
Lembrando as sábias palavras do Arcebispo Marcel Lefebvre:
"Para que o Papa represente a Igreja e seja dela a imagem, é preciso que esteja unido a ela tanto no espaço como no tempo já que a Igreja é uma Tradição viva na sua essência. Na medida em que o Papa se afastar dessa Tradição estará se tornando cismático, terá rompido com a Igreja. Teólogos como São Belarmino, Caetano, o cardeal Journet e muitos outros estudaram essa eventualidade. Não se trata, pois, de uma coisa inconcebível. A Igreja aceitaria doravante não ser mais a única religião verdadeira, a única via para a salvação eterna. Ela reconheceria como religiões-irmãs as outras religiões. Reconheceria como um direito concedido pela natureza da pessoa humana que esta pessoa é livre de escolher sua religião e que, portanto, a existência de um Estado católico seria inadmissível. Se admitirmos este novo princípio, temos que mudar toda a doutrina da Igreja, seu culto, seu sacerdócio, suas instituições. Pois tudo, até então, na Igreja, manifestava que Ela era a única a possuir a Verdade, o Caminho e a Vida em Nosso Senhor Jesus Cristo que ela, a Igreja, é a única a deter em pessoa, na Santa Eucaristia, onde, Ele está presente, graças à continuação de seu Sacrifício. Logo é uma inversão total da Tradição e do ensino da Igreja que está se operando, depois do Concílio e pelo Concílio. Como poderíamos nós, por obediência servil e cega, fazer o jogo desses cismáticos que nos pedem colaboração para seus empreendimentos de destruição da Igreja? Eis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário. Eu acredito sinceramente que estamos tratando com uma falsificação da Igreja, e não com a Igreja católica. Por quê? Porque eles não ensinam mais a fé católica. Eles não defendem mais a fé católica. E não somente eles não ensinam mais a fé católica e não defendem mais a fé católica, mas eles ensinam outra coisa, eles arrastam a Igreja para algo diferente da Igreja católica. Esta não é mais a Igreja católica. Se acontecesse do papa não fosse mais o servo da verdade, ele não seria mais papa. Não poderíamos seguir alguém que nos arrastasse ao erro. Isto é evidente. Não sou eu quem julga o Santo Padre, é a Tradição.
Declarou o Papa São Félix III: "Não se opor a um erro é aprová-lo. Não defender a verdade é suprimi-la".
Declarou São Tomás: “Surgindo perigo iminente pára a Fé, os Prelados devem ser questionados, mesmo publicamente, pelos seus súditos. Assim, São Paulo, que estava sujeito a São Pedro, questionou-o publicamente pelo iminente perigo de escândalo em matéria de Fé. E, tal como Santo Agostinho o interpreta na sua Glosa (Ad Galatas 2, 14), ‘São Pedro deu o exemplo a todos os que governam para que, ao desviarem-se do caminho reto, não rejeitem a correção como inútil, ainda que venha de súditos’” (Summa Theologiae,Turin/Rome: Marietti, 1948, II-II, q.33, a.4).

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Tomara que não seja isso....

A Fumaça de Satanás na Igreja: Os Botões que encobriam o Lobo começam a desatar


03.02.2016 -
n/d
O DESVENDAMENTO DO LOBO COM PELE DE CORDEIRO.
Os botões da pele de cordeiro que encobria o lobo começam a desatar. Pele de cordeiro só usa aquele que quer enganar, se fazer passar por uma boa pessoa. É uma camuflagem de aparência inofensiva e carinhosa, usada para ludibriar as pessoas e levá-las ao engano, no intuito de fazê-las acreditar em coisas contrarias as que deveria defender. Por este motivo todo homem considerado lobo em pele de cordeiro, é considerado um traidor. Neste caso em particular do nosso Pontífice, a pele de cordeiro é representada pelas atitudes, que são: a falsa humildade, falsa bondade e com isso esconde seu verdadeiro intento: instituir a religião da tolerância total em todo o mundo, menosprezando os preceitos divinos entregues a Moisés no monte Sinai.
Um dos botões que desatou, deixando ver um pouco do interior que a pele de cordeiro escondia, se deu com o nosso Pontífice, e desta vez não fez as escondidas-- o próprio Vaticano emitiu boletim oficial com a participação do Papa -- prestigiará o evento que comemora os 500 anos do protestantismo, cujo líder e fundador Martinho Lutero, já está condenado desde que deixou esta vida, ao Inferno. Em outras palavras,  Bergoglio estará prestigiando o início da divisão da Igreja de Cristo,  da qual é o representante máximo, praticando com isso traição e uma tremenda heresia.
n/dn/d
Lembram-se o que disse o anjo do Senhor para Maria Serafina Micheli, quando ela se ajoelhou diante de uma igreja protestante na cidade onde Lutero nasceu, pois estava escuro e ela não tinha percebido que estava diante de uma igreja protestante? O anjo lhe disse: “Levanta-te pois esta é uma igreja protestante!”
Os anjos falam com o pensamento de Deus, carregam as mensagens que da boca de Deus saiu, ficando claro que este impedimento à Santa de lá rezar, que Deus não reconhece as igrejas protestantes como casa de oração a Deus. E logo em seguida este mesmo anjo lhe diz: “Mas eu quero fazer-te ver o local onde Martinho Lutero foi condenado e a pena que sofreu em castigo do seu orgulho”.
Depois destas palavras, ela viu um terrível abismo de fogo, no qual eram cruelmente atormentadas um incalculável número de almas. No fundo deste precipício havia um homem, Martinho Lutero, que se distinguia dos demais: estava cercado por demônios que o obrigavam a se ajoelhar e todos, munidos de martelos, se esforçavam, em vão, em fincar em sua cabeça um grande prego.
Com mais esta revelação do anjo mostrando que Lutero está condenado ao abismo eterno, indica que, o que ele fez dividindo a Igreja, foi a causa de sua condenação. Não acham que quem participa de festejos comemorativos daquilo que Deus repudia, comete pecado por desobediência contra o Criador? Se Deus não aprova, por que participar, e muito menos comemorar?
Lutero, prepotente, orgulhoso e soberbo como era, achou-se no direito de alterar as Leis de Deus, e com ele milhares de outros homens fizeram a mesma coisa, de lá para cá, alterando uma coisa aqui e outra ali na doutrina santa e imutável, somente para ficar diferente uma das outras, atendendo cada qual os seus próprios interesses.
O nosso representante de mais alto cargo na Igreja, ao invés de ficar longe destes acontecimentos, parece mesmo gostar de todas as seitas protestantes, também dos Budistas, dos Hindus, dos Muçulmanos. Ele gosta de todas elas, aprova todas elas, e eis o agravante sedutor do animal que se esconde sob a pele de cordeiro: não pede a conversão de nenhum deles.
Hoje em dia fala-se muito em intolerância religiosa, que devemos respeitar as crenças dos outros, não agredindo nem física, nem verbalmente. Concordo plenamente! Respeitar, sim. Mas respeitar não significa aderir, acreditar em outra crença. Não devemos trocar a nossa fé, por outra fé.
Dizer que todas as religiões são iguais, ou que todas levam a Deus, ou que todas são boas, ou que não existe uma única verdadeira, ou ainda dizer que todas são aceitas por Deus, é uma grande mentira.
Respeitar, sim! Tolerar sim, mas mudar de crença não! Porque só Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida, e fora desta verdade não existe outra.
Se permanecer defendendo a minha fé é ser intolerante, então eu o sou. Prefiro ser considerado como tal, do que negar a verdade, porque está escrito: “Quem me negar diante dos homens Eu o negarei diante de meu Pai.”
Todo Católico deve ser mensageiro da fé e da doutrina de Cristo. Se não nos querem ouvir, ou não querem acreditar que a Igreja Católica é a única depositária da doutrina verdadeira de Deus, é uma questão de querer ter ou não sabedoria. De querer ou não saber da verdade. Somente a vontade do homem pode definir e mudar a trajetória de uma vida de perdição em contrição para a Salvação.
Rezemos para aqueles que se encontram seduzidos pelos planos das trevas. A confusão religiosa dos últimos tempos é obra Malígna, porque somente o Mal poderia  querer contradizer as verdades eternas de Deus.  As Leis de Deus são eternas, imutáveis, inalteráveis, e qualquer divisão ou amenização de algum preceito não vem do Criador.
Por que então, o nosso atual maior representante Católico não defende a religião em que está? Por que se esforça em querer mudar a Igreja por dentro? Por que faz tantos encontros ecumênicos, já que o intuito não é convertê-los? Parece mesmo estar querendo fundar assim como Lutero, uma nova religião, só que muito mais abrangente, com a participação de todas as seitas.
n/d
Se for isto, já sabemos qual será a conseqüência desta arbitrariedade orgulhosa e traiçoeira: irá fatalmente culminar com a divisão da Igreja como nunca se viu antes, e ter o mesmo fim de Martinho Lutero, e se encaixaria perfeitamente sob o título de Falso Profeta, mencionado nas escrituras.
Sejamos perspicazes como as serpentes, para conseguir ver a verdade, conseguindo com isso desatar alguns botões desta pele de cordeiro, que encobre, que esconde o verdadeiro animal, e mansos como as pombas, que não julgam e não maltratam ninguém, mas que pede perdão a Deus pelos pecados dos outros.
Antonio C. Calciolari  -  Site: www.provasdaexistenciadedeus.blogspot.com.br
============================
Nota de www.rainhamaria.com.br
Francisco ecumenista, recebeu no ano passado, em audiência no Vaticano, cerca de 100 pastores pentecostais e deles recebeu a benção com a imposição de mãos, algo impensável no tempo de outros papas, aliás seria considerado uma grande apostasia.
n/d
Agora, os seguidores do rebelde Martinho Lutero, que igualmente se rebelaram contra a ÚNICA E VERDADEIRA IGREJA, passada a São Pedro, pelo REI JESUS, dão benção para um "papa". E um "papa" vai comemorar com eles, o 500º aniversário da Reforma Protestante em Lund, Suécia, em 31 de outubro de 2016.
Então, conforme disse o Arcebisbo Marcel Lefebvre, não há senão uma só Cruz pela qual nos possamos salvar e esta Cruz foi dada à igreja católica; ela não foi dada às outras. À sua Igreja, que é sua esposa mística, Cristo deu todas as suas graças. Nenhuma graça será distribuída ao mundo, na história da humanidade, sem passar por ela. A verdade e o erro não estão em pé de igualdade. Isso seria colocar Deus e o diabo em pé de igualdade, visto que o diabo é o pai da mentira, o pai do erro. Este falso ecumenismo, movimento favorável à reunião de todas as Igrejas cristãs numa só, pregado pelo papa Francisco, mistura princípios contraditórios, e a verdade e o erro não estão em pé de igualdade, a não ser que se adotem os erros e se rejeite toda ou parte da verdade. O ecumenismo se condena por si mesmo. Se formos aceitar a Igreja em pé de igualdade com as outras religiões, a Igreja seria apenas útil, mas não mais necessária. Ela constituiria apenas um dos meios de alcançar a salvação. Entretanto, nada mudou, nada pode ser mudado neste domínio. Nosso Senhor não fundou várias igrejas, mas só Uma. Não há uma Igreja protestante no Céu. São coisas que podem parecer duras de ouvir, mas esta é a única verdade. Eis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário, estou com vinte séculos de Igreja, e estou com todos os Santos do Céu! Então cabe a nós julgarmos a fé católica? Mas não será dever de um católico julgar entre a fé que lhe ensinam hoje e a que foi ensinada e crida durante vinte séculos e que está escrita nos catecismos oficiais como o do Concílio de Trento, o de São Pio X e em todos os catecismos antes do Vaticano II? Como foi que agiram os verdadeiros fiéis diante das heresias? Preferiram dar o sangue a trair sua fé. A Igreja não pode errar naquilo que ela tem ensinado durante dois mil anos, isso é absolutamente impossível. E é por isso que estamos ligados a essa tradição, que se expressou de um modo admirável e definitivo".
Disse também o Arcebispo Marcel Lefebvre:
"Para que o Papa represente a Igreja e seja dela a imagem, é preciso que esteja unido a ela tanto no espaço como no tempo já que a Igreja é uma Tradição viva na sua essência. Na medida em que o Papa se afastar dessa Tradição estará se tornando cismático, terá rompido com a Igreja. Teólogos como São Belarmino, Caetano, o cardeal Journet e muitos outros estudaram essa eventualidade. Não se trata, pois, de uma coisa inconcebível. A Igreja aceitaria doravante não ser mais a única religião verdadeira, a única via para a salvação eterna. Ela reconheceria como religiões-irmãs as outras religiões. Reconheceria como um direito concedido pela natureza da pessoa humana que esta pessoa é livre de escolher sua religião e que, portanto, a existência de um Estado católico seria inadmissível. Se admitirmos este novo princípio, temos que mudar toda a doutrina da Igreja, seu culto, seu sacerdócio, suas instituições. Pois tudo, até então, na Igreja, manifestava que Ela era a única a possuir a Verdade, o Caminho e a Vida em Nosso Senhor Jesus Cristo que ela, a Igreja, é a única a deter em pessoa, na Santa Eucaristia, onde, Ele está presente, graças à continuação de seu Sacrifício. Logo é uma inversão total da Tradição e do ensino da Igreja que está se operando, depois do Concílio e pelo Concílio. Como poderíamos nós, por obediência servil e cega, fazer o jogo desses cismáticos que nos pedem colaboração para seus empreendimentos de destruição da Igreja? Eis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário".
Declarou o Papa São Félix III: "Não se opor a um erro é aprová-lo. Não defender a verdade é suprimi-la".
Declarou São Tomás: “Surgindo perigo iminente pára a Fé, os Prelados devem ser questionados, mesmo publicamente, pelos seus súditos. Assim, São Paulo, que estava sujeito a São Pedro, questionou-o publicamente pelo iminente perigo de escândalo em matéria de Fé. E, tal como Santo Agostinho o interpreta na sua Glosa (Ad Galatas 2, 14), ‘São Pedro deu o exemplo a todos os que governam para que, ao desviarem-se do caminho reto, não rejeitem a correção como inútil, ainda que venha de súditos’” (Summa Theologiae,Turin/Rome: Marietti, 1948, II-II, q.33, a.4).

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Sobre o logo do Jubileu da Misericórdia - site Rainha Maria

Um Logotipo sincretista, maçônico e anticristão: O logo que simboliza o Jubileu da Misericórdia


07.12.2015 -
n/d
O nosso parceiro e amigo, Darwin Valenzuela nos enviou material novo que está revelando cada vez mais a natureza do precursor do Anticristo que permeia a igreja conciliar. É o aparecimento de "logo" que simboliza o Jubileu de misericórdia organizada por Decimejorge para o período que vai de 08 de dezembro deste ano, até 16 de novembro do próximo ano.
O logotipo foi publicado em muitos sites, incluindo este:
http://www.diocesismalaga.es/pagina-de-inicio/2014044089/el-ano-de-la-misericordia-ya-tiene-logo/
E então ele usa o "pequeno compêndio teológico de misericórdia", de acordo com Salvatore Fisichella:
O amigo Darwin analisou meticulosamente a ilustração, tirou várias conclusões interessantes e reveladoras, que adicionamos um  pouco da nossa observação. Nós traçamos os nossos resultados e destacamos a respectiva pendência que pensávamos necessário, sobre o logotipo oficial do Vaticano, como em algumas outras ilustrações acrescentar.
***
A primeira coisa que você nota é o viés ecumênico da figura, que revela, entre outras coisas, no peito do quadro principal, idêntico do que é habitual em ministros protestantes...e também entre as "ministras"
n/dn/d
***
A aura do logotipo policromada nos faz lembrar de um turbante; não se sabe a que seita representa, embora não haja dúvida o estilo oriental deste elemento; embora seja semelhante à aura que o rodeia, por vezes, para a Divindade de Cristo, representando o Pai, do Filho e do Espírito Santo:
Nesta imagem, sugestivamente, eles aparecem apenas quatro grandes áreas de cor, o que significa uma alternância circular completa, assemelha-se a um turbante e não a aura divina do Redentor:
n/dn/d
***
Os pés da imagem principal atropela uma cruz, lembrando o rito maçônico do grau 29, que exige que o participante pisando um crucifixo com o pé esquerdo, depois à direita, com os braços no saltire e perguntando: " Esta cruz, símbolo de morte e destruição, fora do mundo"; em seguida, por favor brilhe a luz de Baphomet:
n/d
***
Se virar a figura 45 graus no sentido horário, o olho maçônico aparece com o texto que forma a sobrancelha:
n/d
n/d
***
Darwin, em seguida, recorda a Bem-Aventurada Virgem Maria no seu título de Nossa Senhora de Guadalupe; como é conhecida, quando os índios mexicanos viram pela primeira vez o tilma no manto de Juan Diego, caíram a seus pés imediatamente, porque eles foram capazes de ler os sinais de sua própria cultura na imagem do tilma.
Sabendo que o mal tudo imita parodiando o sagrado, pode ser claramente notado no logotipo,vários sinais referentes a adorações de ídolos na Índia.
Por estas seitas hindus há também uma trindade (Trimurti), que consiste em Brahma (o deus criador), Vishnu (o deus preservador) e Shiva (o deus destruidor). Estas seitas hindus também acreditam em uma deusa do sexo feminino chamada Kali, um dos consortes de Shiva, mulher selvagem, sangrenta e incontrolável e viciosa, domada apenas pelo seu cônjuge, embora muitas vezes representada precisamente depravadamente dançando sobre o memso Shiva.
No logotipo do Jubileu, você pode ver uma figura semelhante a frenética dança de Kali, observando as pernas da imagem principal:
n/dn/d
***
A Trindade demoníaca também pode se ver representada em:
1. Os três olhos com a imagem equivalente à característica básica dos mais poderosos ídolo desta trindade, Shiva, o Destruidor:
n/dn/d
Como mostrado nesta última ilustração, Shiva também mostra uma cobra enrolada no pescoço, no logo seria representada pelo homem em torno do gargalo da imagem principal.
2. A imagem tem um par de cabeças fundidas, o equivalente a Brahma, que tem várias cabeças:
n/dn/d
Ou como o deus do fogo da mesma mitologia hindu, Agni:
n/d
3. A imagem tem quatro braços; seu equivalente é Vishnu:
n/dn/d
***
Quanto à "liberdade", religiosa  promovida pelo CVII e repotenciação quase ao limite pelo nosso infeliz companheiro, pode ser visto o símbolo do Islã, a lua crescente na coxa direita da imagem principal:
n/d
Vista de uma cúpula islâmica, o símbolo da lua crescente, semelhante ao logotipo da misericórdia bergogliana:
n/d
***
Também tinha que estar presente no logotipo algo a que se refere a deserção dos homens da Igreja nos últimos tempos; são os três círculos de rave decorrente do pré-modernista apóstata Jacinto Loyson (aqui). Na apresentação do logotipo, o Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, o arcebispo Fisichella, mencionado como parte da imagem como uma amêndoa, mas este número usado repetidamente no imaginário católico, consiste em uma única marquise elíptica, e não três áreas de sobreposição como nesse caso.
Isto é, a mandorla é uma elipse (analogable perímetro de um círculo) e não uma forma oval (plano delimitado pela elipse, um círculo analogable). Aqui estão as três ovais (círculos) são uma clara referência ao renegado francês:
n/d
***
Certamente há outras coisas que podem escapar ou, se o estilo das referências acima, seria um pouco remoto tentar representar; por exemplo, a dobra central da túnica, semelhante ao símbolo usado em todas as missões Apollo, de significância indeterminada:
n/dn/d
***
Existem outras coisas mais, como a extremidade do garfo do apêndice nasal de ambas as faces, a forma triangular de cada uma das quatro feridas, barba em forma de coração, formas de ombros de homem incomum, e  talvez algumas outras partes do desenho. O logotipo projetado para o  Jubileu de misericórdia é tão grotesco quanto tentar ser enigmático, e os sinais contraditórios não parece casual, tanto em número e variedade e identidade com oculto, maçônico, simbologia idólatra e demoníaca.
O mesmo se aplica ao registo periférico, na ausência do Latin, foi descartada a verdadeira linguagem da Igreja, foi expressa em Inglês, a língua dos negócios e da internacionalização.
Será que eles querem apresentar uma verdadeira imagem da Divina Misericórdia, com o seu respectivo registro, e escrito em vários idiomas? Não há necessidade de procurar muito; Aqui está:
n/dn/d
Todas as representações incorporadas no logotipo característico da misericórdia de Decimejorge, bem como as atuais e antigas crenças refletidas e mitológicas personagens para que eles se referem, são associação e expressão de demônios reais:
Portanto, que estou querendo dizer? Será que o sacrifício oferecido a um ídolo é alguma coisa? Ou o ídolo é alguma coisa?
Não! Quero dizer que o que os pagãos sacrificam é oferecido aos demônios e não a Deus, e não quero que vocês tenham comunhão com os demônios. (I Coríntios X, 19-20).
O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios. (I Timóteo IV, 1).
Coisas assim nada espero de uma Igreja apóstata e anticristica, que chafurda em paródia e diabolicamente distorce a verdade para arrastar-nos para a perdição eterna.
Preste atenção para se abrigar na verdadeira  Divina Misericórdia, indescritivelmente aninhado no Imaculado Coração de Maria; rezemos a ela para a nossa proteção e nos ajude manter firmes neste último combate da história. (tradução Google)
Fonte:https://radiocristiandad.wordpress.com/2015/05/14/un-logo-sincretista-masonico-y-anticristiano
Via: http://www.sinaisdoreino.com.br
=============================
Nota de www.rainhamaria.com.br
Por Dilson Kutscher
Conforme já foi dito...
Os maçons fizeram tentativas de infiltração na Igreja Católica e elevar os seus homens aos níveis mais elevados. A sociedade secreta luciferiana, os carbonários, conhecida como a Alta Vendita, publicou uma série de Instruções Permanentes, ou Código de Regras, que apareceram em Itália em 1818. Nesta era dito o seguinte:
“… É um dever das sociedades secretas fazer o primeiro ataque à Igreja e ao Papa, com o objetivo de conquistá-los aos dois. A obra a que nos propomos não é uma obra de um dia, nem de um mês, nem de um ano. Poderá demorar muitos anos, talvez um século… O que devemos pedir, o que devemos buscar e esperar, assim como os judeus esperam pelo Messias, é um papa de acordo com a nossas necessidades. Precisamos de um papa para nós, se tal Papa fosse possível. Com esse papa marcharemos mais seguramente ao assalto à Igreja do que com todos os livrinhos de nossos irmãos franceses e ingleses.”
O mesmo documento maçónico fez esta predição assombrosa:
“Num espaço de cem anos… os bispos e sacerdotes crerão estar a marchar atrás da bandeira das chaves de Pedro, quando na realidade estarão seguindo a nossa bandeira…As reformas terão de ser introduzidas em nome da obediência.”
O maçom Eliphas Lévi disse em 1862: “ O dia chegará em que o papa… declarará que todas as excomunhões estão levantadas e todos os anátemas retirados, em que todos os cristãos estarão unidos dentro da Igreja, em que os judeus e os muçulmanos serão abençoados e chamados de novo a ela… ela permitirá que todas as seitas se aproximem pouco a pouco e abarcará a toda a humanidade na comunhão do seu amor e orações. E assim os protestantes já não existirão. Contra o que irão protestar? O Sumo Pontífice será então verdadeiramente o rei do mundo religioso, e fará o que ele quiser com todas as nações da terra.”
Os comparsas do Anticristo teriam a obrigação satânica de colocar o "homem maligno" certo no Vaticano, o "falso profeta", anunciado no Apocalipse para o cumprimento do Fim dos Tempos.
n/d
O falso profeta tem a missão de convencer e unir a todos numa única religião universal, somente assim o poder mundano do Anticristo terá grande influência nos que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal. (II Tessalonicenses, 2, 9)
"Vi, então, outra Fera subir da terra. Tinha dois chifres como um cordeiro, mas falava como um dragão." (Apocalipse 13, 11)
"Mas a Fera foi presa, e com ela o falso profeta, que realizara prodígios sob o seu controle, com os quais seduzira aqueles que tinham recebido o sinal da Fera e se tinham prostrado diante de sua imagem. Ambos foram lançados vivos no lago de fogo sulfuroso." (Apocalipse 19, 20)
A verdade como eu já disse é que...
E, Francisco é o "papa" escolhido e planejado pela maçonaria, para o desfecho final de seu plano de dominação mundial, de trazer uma Nova Ordem Mundial, sob o comando do Anticristo
Francisco está Preparando a Religião Universal do Anticristo.
Onde todas as religiões e seitas levam a DEUS e ninguém necessita mais se converter a...
...a Única e Verdadeira Igreja, todos se salvam, e todos os caminhos levam a Deus, dizem os ecumenistas, já a serviço do anticristo, oculto nas sombras do mundo.
A maçonaria aceita e inclui hindus, muçulmanos, budistas, cristãos...enfim...todos de qualquer crença são aceitos. Ou seja, conforme foi dito acima:  Jesus na maçonaria é um simples mestre e fundador de religião como: Buda, Maomé, Krisna e outros...
"Todo aquele que caminha sem rumo e não permanece na doutrina de Cristo, não tem Deus. Quem permanece na doutrina, este possui o Pai e o Filho. Se alguém vier a vós sem trazer esta doutrina, não o recebais em vossa casa, nem o saudeis. Porque quem o saúda toma parte em suas obras más." (2 João 9-11)
Francisco segue a mesma ideologia ou doutrina maçônica, em outras palavras, que todos caminhos levam a Deus, ninguém necessita mais se converter ao catolicismo, todos se salvarão nas suas próprias crenças.
"Estai de sobreaviso, para que ninguém vos engane com filosofias e vãs sutilezas baseados nas tradições humanas, nos rudimentos do mundo, em vez de se apoiar em Cristo." (Colossenses 2, 8)
A explicação é simples, mas o problema é que os católicos (cegos e guias de cegos) não quererem aceitar a realidade: o Vaticano está tomado pelos inimigos da Igreja Católica. (A fumaça de Satanás na Igreja ou os lobos em pele de cordeiro)
n/d
A missão de Francisco é confundir as pessoas, difundir o erro e destruir o Catolicismo sob a guisa de ser "misericordioso" e "humilde".
“Roma perderá a Fé e se tornará a sede do Anticristo”, são as palavras que Nossa Senhora profetizou em La Salette, na França, uma aparição reconhecida pela Igreja.
Diz na Sagrada Escritura:
"Ele usará de todas as seduções do mal com aqueles que se perdem, por não terem cultivado o amor à verdade que os teria podido salvar. Desse modo, serão julgados e condenados todos os que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal". (II Tessalonicenses, 2, 10-12)
Disse o Padre Emanuel, ainda no sec. XIX:
Sobre o aparecimento do Anticristo...
“Apresentar-se-á como cheio de respeito pela liberdade das religiões, uma das máximas e uma das mentiras da besta revolucionária. Dirá aos budistas que é um Buda; aos muçulmanos, que Maomé é um grande profeta... Talvez até irá dizer, em sua hipocrisia, como Herodes seu precursor, que quer adorar Jesus Cristo. Mas isso não passará de uma zombaria amarga. Malditos os cristãos que suportam sem indignação que seu adorável Salvador seja posto lado a lado com outras seitas e mestres."
Diz na Sagrada Escritura:
"Porque não há nada oculto que não venha a descobrir-se, e nada há escondido que não venha a ser conhecido". (São Lucas 12, 2)
“Tu, desde o princípio, quebraste o meu jugo, rompeste os meus laços e disseste: — Não servirei!” (Jeremias 2, 20).
"Mas, ó terra e mar, cuidado! Porque o Demônio desceu para vós, cheio de grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta". (Apocalipse 12, 12)

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Missa Afro?

Frei Clemente Rojão: Missa Afro não existe. Como é perigoso estar cego por ideologia ao ponto de não ver os fatos


10.11.2015 - Leitor me mandou este mimo da adorável diocese de Guarulhos.
n/d
n/d
Vem cá, o pé de moleque é para a "eucaristia afro"? Alguém da "coordenação litúrgica" andou vendo despacho de macumba e misturou os departamentos..
Enquanto no Brasil fazem umas carnavalizações semi-umbandistas e chamam de "Missa Afro", na África da vida real cardeais e bispos conservadores levam a chama da boa liturgia e da sã doutrina, ao ponto de deterem europeus liberais de mudar a fé da igreja em golpes palacianos sinodais.
Como é perigoso estar fora da realidade! Como é perigoso estar cego por ideologia ao ponto de não ver os fatos! Cultura africana, se existe uma única (existem várias), não é esta mistura de candomblé com axé do nosso imaginário provinciano brasileiro.
Estes senhores, se soubessem desta besteira, falariam um monte...
n/dn/d
Fonte: www.freirojao.com.br

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

O Sínodo, o pecado, e o ser ou não ser católico

Impressões sobre o Sínodo (II): Ser ou não ser, eis a questão.

Existe pecado, e pecado mortal? Ser ou não ser católico de verdade – eis toda a questão!
Por Pe. Romano | FratresInUnum.com
O debate suscitado na Igreja e na mídia, a respeito da Comunhão aos casais em segunda união, depois de um casamento contraído validamente por um ou pelos dois “cônjuges”, deixa de lado uma questão fundamental: existe pecado, e pecado mortal? E, mais ainda: quem se encontra objetivamente numa situação de pecado, pode salvar-se?
Nuvens sobre o Vaticano.
Uma das terríveis lacunas deixadas pelo Relatório final do recém concluído Sínodo sobre a Família, em particular nos polêmicos e ambíguos nn. 84-86, é a total ausência de referência ao pecado no qual vivem as pessoas que se encontram em uma união adúltera.
Sim, adúltera.
Por mais que se possa apelar ao sofrimento em que se encontram tais pessoas, e por mais graves que tenham sido as razões que levaram à separação de um casamento anterior válido, o fato é que essas pessoas estão vivendo numa situação de pecado e em perigo de se perderem eternamente!
A primeira atitude da Igreja, ao acolher essas pessoas – uma atitude de verdadeira misericórdia! – é de ajudá-las a se confrontarem com a verdade divinamente revelada, sobre a unidade e indissolubilidade do matrimônio, e a buscarem o único caminho possível: o da conversão e da mudança de vida. Caminho este que poderá ser árduo e longo, mas que não pode ficar pela metade. Seria um gravíssimo erro, tanto para essas pessoas como para todos os demais fiéis, propor soluções pastorais de “integração” que, inevitavelmente, levariam à acomodação artificial a uma situação objetivamente grave, que teria consequências fatais, isto é, em breves palavras, a condenação eterna ao inferno.
Mas, que consciência têm nossos pastores dessas verdades fundamentais? A perda da consciência do pecado é, certamente, o maior drama da nossa época. E se aqueles que são chamados a pregar o Evangelho a todas as gentes, e a anunciar que, sem conversão, não há salvação, omitem-se em anunciar tais verdades, estamos diante de uma situação catastrófica! De fato, o discurso atual, dentro da Igreja, e que se refletiu sobre o Sínodo, é o de quase absoluto silêncio sobre as verdades últimas da nossa existência – os novíssimos -: morte, juízo, inferno e paraíso, e sobre o pecado, que condiciona a nossa salvação. Verdades basilares da nossa Santa Religião, e que devem determinar a nossa vida sobre esta terra, porque, como diz Nosso Senhor, “que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, se vem a perder a sua alma?” (Cf. Mc 8, 36)
Estamos, portanto, no coração da crise da Igreja, que é uma crise de fé. Fé na Redenção, cuja visão parece – ao menos no discurso e na prática pastoral – distanciar-se sempre mais da sua intrínseca conexão com o pecado, que é a causa de todos os males, temporais e eternos, do homem. Cristo se torna o amigo, o companheiro de caminhada dos homens, o defensor das causas mais nobres da humanidade, e não o Salvador, o Redentor que vem para tirar o pecado do mundo, para reconciliar o ser humano com Deus, livrando-o do pecado. Não é, pois, de se admirar que a abordagem do Relatório seja toda ela de cunho sociológico e antropológico. Palavras como integração, acolhida, avaliação da situação concreta, quando dissociadas, ainda que indiretamente, da verdade integral da Revelação, reduzem a mensagem evangélica a uma mera filantropia e a uma misericórdia que quer quase que justificar o pecado a todo custo.
Certamente, não há nada de novo no que acabo de dizer: afinal, este é o discurso que, há muito, ecoa a partir dos púlpitos e cátedras, e de inúmeros simpósios e congressos. Contudo, parece que entramos numa nova fase, na qual aqueles que receberam autoridade máxima para ensinar a verdade e dissipar as trevas do erro, também se dobram a essa linguagem humanística e relativista. Pastores que foram constituídos como tais para conduzir as ovelhas a Cristo emanam um perfume sedutor de ovelhas, mas, na verdade – conscientemente ou não -, tornam-se lobos vorazes, que abrem as portas do abismo para um rebanho que não consegue mais distinguir o bem e o mal, se não houver quem o ajude.
Atualíssimas, portanto, são as palavras de Paulo VI a Jean Guiton, seu amigo e confidente, pouco tempo antes de morrer: “Há uma grande perturbação neste momento da Igreja, e o que se questiona é a fé. O que me perturba, quando considero o mundo católico, é que dentro do catolicismo parece, às vezes, que pode predominar um pensamento não católico, e pode suceder que este pensamento não católico dentro do catolicismo se converta, amanhã, como o pensamento mais forte. Porém, nunca representará o pensamento da Igreja. É necessário que subsista uma pequena grei, por muito pequena que seja”. Dizeres de um Papa que, certamente, não pode ser rotulado de tradicionalista e que, em outro momento de grande lucidez, afirmou que “por alguma brecha a fumaça de Satanás entrou no Templo de Deus” (29 de junho de 1972).
A Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo é, certamente, indefectível e santa. Porém, o dano que causa às almas um ensino vago e ambíguo não pode deixar-nos tranquilos. Por amor à verdade, por amor à salvação eterna das almas, a começar pela nossa própria, não podemos calar a verdade. Nas últimas décadas, tem-se falado tanto de profetismo na Igreja, geralmente associado à denúncia  das injustiças sociais. Pois bem: é preciso nadar contra a corrente – como os profetas!
Faz-se mister denunciar, como S. João Batista, a maldade do pecado, da impureza, do adultério, e lembrar que nenhuma integração forçada pode garantir a salvação eterna, se não estiver profundamente enraizada na verdade. É necessário lembrar, também aos Pastores da Igreja, que existe um inferno eterno, para onde todos – incluindo eles – podem ir, se não se converterem. É fundamental que a pregação da Igreja volte a ser “sim ou não, pois tudo o mais vem do Maligno”(cf. Mt 5, 37).
O problema do Sínodo é, pois, uma questão de fé, da verdadeira fé, da fé católica, sem a qual não podemos nos salvar. O dilema é este: a perda da fé católica. Ser ou não ser católico: eis a questão, a grande e decisiva questão!