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quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Uma luz no fim do túnel do Papa?

Papa: ‘É horrível que as crianças aprendam que podem escolher seu gênero’.

O Globo | VATICANO – O Papa Francisco criticou escolas que ensinam liberdade de gênero em uma reunião a portas fechadas com bispos na Polônia durante sua recente viagem ao país. Uma transcrição da reunião foi divulgada hoje pelo Vaticano.
“Hoje, as escolas ensinam para as crianças – para as crianças! – que qualquer um pode escolher seu gênero”, disse o líder da igreja.
Sem especificar, o Papa culpou livros didáticos fornecidos por “pessoas e instituições que doam dinheiro”. Francisco culpa o ensino da liberdade de gênero, que chamou de “colonização ideológica” apoiada por “países muito influentes”, sem entretanto dizer quais.
“Um dos casos dessa colonização é – digo claramente com todas as letras – o gênero”, disse o papa aos bispos poloneses.
O líder da Igreja afirmou também que discutiu o assunto com o Papa Bento XVI, que renunciou ao cargo em 2013.
“Conversando com o Papa Bento, que está bem e com a mente clara, ele me disse: ‘Santidade, isso é a época do pecado contra Deus, O Criador, ele é inteligente! Deus fez o homem e a mulher, Deus fez o mundo deste jeito, deste jeito, deste jeito e nós estamos fazendo o contrário”.
A reunião ocorreu na visita de semana passada do Pontíficie ao país europeu, que recebeu a Jornada Mundial da Juventude. O evento serve para aproximar jovens católicos de todo o mundo e a Igreja.
Nesta terça-feira, visando ampliar a participação das mulheres na Igreja Católica, o Papa Francisco criou uma comissão para estudar o diaconato de mulheres, informou o boletim diário do Vaticano. O arcebispo Luis Francisco Ladaria Ferrer foi indicado para presidir o grupo, que será composto por outros seis homens e seis mulheres de instituições acadêmicas.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

A maçonaria e as leis contrárias à família

Ex-maçom denuncia: As leis contrárias à família, vem das lojas maçônicas


01.01.2016 - Serge Abad-Gallardo é um francês de origem espanhola que sabe como funciona a Maçonaria. Por mais de vinte anos, ele foi  membro de uma das lojas, deixando-a, após se converter ao catolicismo. Em seu livro Por qué dejé de ser masón (Por que deixei de ser Maçom) explica este processo e como esta sociedade funciona. O preço foi caro para ele, depois de sua publicação foi demitido de seu emprego.
n/d
Actuall falou com Serge  para conhecer a influência da Maçonaria nas leis sociais que estão a ser impostas a todo o mundo,  qual é o verdadeiro poder que detém e quem é seu principal inimigo.
Qual é a relação da Maçonaria com as leis da engenharia social, como o aborto, a eutanásia, o divórcio e o casamento homossexual?
As Leis que foram promulgadas pela Assembleia Nacional foram  pensadas e formalizadas nas lojas. Particularmente na Grande Loja da França, Grande Oriente e Direitos Humanos na França. Deste posso testemunhar que todos os anos todas as lojas de Direitos Humanos, da qual eu fui  maçom durante 23 anos, trabalham em um tema social comum e fazem um documento de síntese que as lojas enviam a seus líderes nacionais. E estes, após uma revisão final, é transmitido ao Presidente da República.
“E  tem tanta influência?”
Há um grande grupo de maçons presentes no Parlamento. É chamado de “Fraternidade Parlamentar” e consiste de 400 maçons de toda a obediência maçônica, sendo todos eles altos funcionários e deputados. Eles são quase 20% do Parlamento. E tudo isso sem considerar os maçons deputados que não pertencem a este grupo. Eles votam essas leis sociais (aborto, casamento gay, etc.) principalmente como maçons, independentemente do seu partido político. Todas essas leis sociais que são contrários à lei natural já foram desenvolvidas e escritas nas lojas antes de serem votadas.
Mas isso é uma fraude sobre os cidadãos ...
Deve ser dito que todo este poder maçônico é antidemocrático. Maçons da França representam 0,3% da população francesa, mas os maçons da Fraternidade Parlamentar são 20% dos deputados.
Porque a Maçonaria apoia este conjunto de leis contra a família?
A Maçonaria é anti-católica e anti-clerical. A Maçonaria é uma religião verdadeira para eles como conto no meu livro. Suas bases são totalmente diferentes e opostas à moral católica, que, por exemplo, tem a família como a base da sociedade. Promovendo leis contra a família intentam  destruir a Igreja Católica. Esta é a razão por que  eu digo que, não é possível ser católico e maçom.
"Qual interesse está por trás dessas manobras políticas para mudar a sociedade?”
Há vários interesses. Primeiro a maçonaria quer impor sua maneira de ver e de ser. Eles falam sobre a tolerância, mas são tolerantes apenas com idéias que não sejam contrárias à ideologia maçônica. Por exemplo, eu posso atestar que sendo maçom, não se pode dizer em uma loja que o aborto é um crime. Em segundo lugar, a Maçonaria acredita que tem as chaves para a felicidade da humanidade e que só eles podem “dar a luz” aos “pobres homens”. Finalmente, há provavelmente razões econômicas. O homem que não tem família torna-se um ser que o poder econômico global pode usá-lo em todos os sentidos e em todos os lugares. Então, Jacques Attali (membro do grupo Bilderberg, e Maçom), conselheiro de vários presidentes franceses, explica em seu livro L'Homme Nomade o fato de não ter uma família é a chave para o desenvolvimento cultural e econômico, e, portanto, para felicidade .
Como se juntou aos maçons?
Quando eu tinha 33 anos. E eu fui até 56. Naquela época, comecei uma carreira como funcionário e arquiteto diretor de Urbanismo de um município de 50.000 habitantes. Um agente imobiliário que era meu amigo e que era um oficial na Maçonaria,  me propôs entrar. Eu entrei porque eu estava à procura de respostas a perguntas sobre a vida, a razão para estar vivo e o sentido da vida.
E como é seu funcionamento?
A Maçonaria diz trabalhar democraticamente. Mas é uma mentira. Maçons que estão nos Altos Graus controlam tudo e as eleições internas são programadas e organizadas por eles. Então, quando tudo estiver pronto, você vota para escolher o venerável mestre e os oficiais. A Maçonaria não é um grupo democrático, mas, iniciático. Você tem que saber que quando se entra na Maçonaria, sempre os maçons oficiais, ou os de Altos Graus estarão assistindo. E, em seguida, verão se você pode atingir os graus mais elevados.
Então por que você deixou de ser um Maçom?
Porque eu vim para a fé e para Igreja Católica. O Senhor deu-me a graça para que eu pudesse entender sua presença e amor absoluto. Em 2002 eu encontrei um padre franciscano. Eu falei com ele várias vezes e senti a presença de Jesus ao meu lado. Embora eu acreditasse em Deus, neste momento, eu não voltaria para a Igreja. Então, eu encontrei um outro sacerdote em Antibes. Eu lhe disse que sentia a necessidade de orar e receber a comunhão, mas tinha esquecido todas as minhas orações. Ele sorriu para mim e me disse que Deus amava as orações feitas com nossas palavras e nossos corações. Então eu fiz. Muito mais tarde, em 2011, eu ouvi no rádio do meu carro a oração do Rosário, que nem sabia, e foi como uma “espada de Amor” que perfurou meu coração. Eu decidi ir alguns dias a Lourdes. Um ano depois, em 2012, voltei para Lourdes. E eu fui para rezar o Rosário na Gruta da Virgem Maria. Quando eu terminei de rezar,  de repente caí no chão e senti que minhas pernas estavam paralisadas e eu sempre fui muito atlético. As pessoas me levantaram depois de um tempo e então percebi o amor e o poder de Deus. Algum tempo depois, fui passar uma semana de retiro para em uma abadia. E então minha fé estava totalmente desenvolvida. Eu ia à missa todos os dias. Comecei a orar todas as manhãs e todas as noites. Então eu percebi que a Maçonaria era incompatível com a fé. Eu descobri por mim mesmo.
Por que as Lojas Maçônicas odeiam o catolicismo?
Porque, claro, a ideologia da Maçonaria é totalmente antagônica e contrária à Palavra de Deus. Isso não quer dizer que os católicos não podem falar com os maçons. Nós, católicos, precisamos falar com todos os homens. E, claro, com os maçons. Mas temos de dizer o que é verdadeiramente a Igreja e a Palavra de Deus, porque, durante séculos a Maçonaria não para de denegrir a Igreja. E a Maçonaria engana as pessoas para fazê-las participar de suas lojas. O sonho da Maçonaria é roubar as pessoas da igreja católica para recebê-las nas lojas.
Qual é o verdadeiro poder da maçonaria na política e na economia mundial?
Temos que notar que em todo o mundo estão aprovando leis semelhantes: aborto, divórcio, casamento entre homossexuais, a eutanásia... Essas leis são origem maçônica. E quem eles escolhem para professores, funcionários públicos e políticos, ou seja, pessoas que podem influenciar a sociedade e isso atinge todo o mundo. Por isso, somos cercados todos os dias, sem perceber, de ideologia maçônica.
OBS: Quem sabe alguma editora católica não publica esse livro no Brasil.
Original: Actuall - Un ex masón maestro grado 14º: «Las leyes contra la familia son promovidas por las logias»
Fonte: Blog Roma de Sempre
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Carta do Monsenhor Ascânio Brandão:
A maçonaria e as conseqüências da participação dos católicos.
(A carta abaixo é de autoria de um sacerdote zeloso da década de 50 chamado Ascânio Brandão, que foi pároco de São Dimas, na cidade de São José dos Campos. Fala sobre a posição da Igreja acerca da maçonaria e as conseqüências que a participação de um católico nessa ordem secreta acarreta para a vida cristã desse indivíduo).
 A Maçonaria.
Vim a saber com grande amargura que em nossa Paróquia de São Dimas se vai fundar uma Loja Maçônica, cuja sede, já preparada na Vila Ema, receberá dentro em breve os novos adeptos. É meu dever de Pastor das almas prevenir o rebanho que me foi confiado.
Ninguém se iluda. A Maçonaria é uma seita secreta condenada reiteradas vezes pela Igreja Católica, e não é possível a nenhum católico ser a um tempo maçom e filho da Santa Igreja. Há uma incompatibilidade radical entre a Maçonaria e a Igreja Católica.
Por mais que os maçons procurem iludir os fiéis dizendo se tratar apenas de uma sociedade beneficente e de fins altruísticos, não é possível conciliação alguma entre as duas ideologias. Não se pode ser católico e maçom. Ficam pois assim prevenidos todos quantos estejam para se filiar à Maçonaria que incorrem na pena de excomunhão.
E como excomungados não podem participar da vida da Igreja, estão excluídos do grêmio da Santa Igreja desde o momento em que prestem o juramento maçônico. Esta excomunhão foi lançada pelos Papas Clemente XII, Bento XIV, Pio VII, Gregório XVI, Pio IX, Leão XIII, Pio X e Pio XI. O Código do direito Canônico nos cânones 342, 693, 1065, 1241, 1453, 2353, 2339, inculca penas contra a Maçonaria e os que a ela se filiam.
Que mais é preciso para um católico? A Igreja venerável que luta há vinte séculos pela integridade da fé há de ter razões muito graves para fulminar tais e tão graves penas. Querem alguns católicos dar lições à Velha Igreja de Cristo? Quem deseje obstinadamente se filiar a Maçonaria que o faça. Não podemos lhe tirar a liberdade.
Todavia fiquem sabendo todos, e para evitar futuros dissabores e mal entendidos, quem se faz maçom não procure a Igreja para os Sacramentos, nem para qualquer ato da sua vida espiritual e litúrgica. O excomungado, como diz a palavra, está excluído da Igreja Católica. Não pode existir católico maçom nem maçom católico. Nada de confusões!
Se, por desgraça, algum dos meus paroquianos se fizer maçom, julgue-se excluído do seio da Igreja. É um excomungado na legítima expressão do termo. E como tal não pode receber os Sacramentos, a não ser que renuncie a Maçonaria e abjure o erro. Não pode ter funerais na Igreja após a morte, nem Missa de sétimo ou trigésimo dia, etc.
Não se celebram Missas por excomungados. Previno pois às famílias dos mortos na Maçonaria sem se terem reconciliado com a Igreja e abjurado a seita, que não insistam, nem sejam imprudentes querendo exigir sufrágios por defuntos maçons.
O maçon não se apresente como padrinho de batismo ou de crisma, nem tome parte alguma em festas de Igreja ou em qualquer atividade religiosa.
Fiquem todos pois assim prevenidos para que não venham criar casos nem celeumas na Igreja, em lamentáveis questões que já tem trazido sérios conflitos entre sacerdotes e maçons. Peço aos maçons de minha paróquia um pouco mais de coerência e sinceridade nas suas atitudes. Considerem-se excomungados, desligados da Igreja Católica na qual foram batizados e viveram, e à qual renunciaram pela Maçonaria, seita condenada muitas vezes pela Santa Igreja. E repito: Não se pode ser católico e maçom, nem maçom católico.
Nada de confusões! Não desejo abrir luta contra a Maçonaria, nem polêmicas estéreis. Quero, e isto é meu dever, avisar o rebanho que me foi confiado que a Maçonaria é uma sociedade secreta, dezenas de vezes condenada pela Igreja, e que são excomungados os maçons. E peço aos maçons de minha paróquia esta sinceridade, esta coerência de atitudes: não se imiscuam em coisa alguma da vida da Igreja, e como excomungados, não se digam católicos. “Tirem a máscara” como dizia Leão XIII.
E fiquem avisados os fiéis para que não ousem convidar para padrinhos de batismo ou de crisma ou testemunhas de casamento, ou festeiros, enfim para qualquer manifestação externa da vida da Igreja, a um maçom. Evitemos incidentes desagradáveis. Sejam prudentes os senhores maçons, e como excomungados retirem-se da Igreja.
Este aviso será afixado na porta da Matriz de São Dimas e de todas as Igrejas da Paróquia.
São José dos Campos, Dezembro de 1953.
Mons. Ascânio Brandão
Pároco de São Dimas

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

A ideologia de gênero deve ser combatida - sensacional pronunciamento

A ideologia de gênero deve ser combatida.

Enquanto a CNBB não vai, não dá justificativa e não manda nenhum representante, o colunista de FratresInUnum.com, Prof. Hermes Rodrigues Nery, convidado pela Comissão de Educação da Câmara, compareceu! 
E com muita honra publicamos, a seguir, a intervenção do caro Professor.
* * *
Por Hermes Rodrigues Nery
Sr. Presidente, Deputado Givaldo Carimbão, deputados Diego Garcia, Flavinho e demais propositores e membros da mesa.
0710425e-e1e1-4a66-95e2-8f9aabbc06acAgradeço pela oportunidade de participar desta importante audiência pública que a Comissão de Educação realiza na Câmara dos Deputados.  Retorno, mais uma vez a esta Casa Legislativa para contribuir no debate sobre ideologia de gênero que esta Comissão promove, de uma questão que vem se tornando cada vez mais relevante, porque trata-se de uma agenda ideologicamente equivocada, a agenda de gênero, que o governo federal vem já há alguns anos tentando implementar, uma agenda que vem de fora, de Fundações e organismos internacionais, que fere a soberania nacional e interfere na liberdade dos brasileiros, por isso que esta Comissão tem o dever de tomar conhecimento do que realmente está motivando a implantação da ideologia de gênero nas escolas, qual o significado e as consequências disso, os perigos que ela representa e o porque da sociedade estar rechaçando-a com tanta veemência.
Na verdade o que está havendo é uma “perversão dos direitos humanos”1, perversão esta que desde o Relatório Kissinger, nos anos 70, se buscou “disfarçar as políticas de controle de natalidade sob a aparência de direitos humanos”2, através de uma ideologia que é a “mais radical da história”3, de falsas premissas filosóficas, a defender com obsessão a irrealidade, a argumentação ideológica de que “toda pessoa poderia construir livremente seu sexo psicológico ou gênero”4. O terrível caso dos irmãos Reimer comprovam científica e historicamente a falácia e o horror de tal ideologia. Tenho aqui o estudo científico do Prof. Massimo Gandolfini, “Genética e neurobiologia da diferença sexual”5, apresentado em Perugia (Itália), em Congressos sobre “Identidade de Gênero – aspectos sociais, médicos, bioéticos e jurídicos”, onde ele mostra claramente as diferenças e características do cérebro humano – do homem e da mulher, confirmando empiricamente que há sim, as distinções sexuais, homem e mulher, que há distinções muito específicas  de identidade masculina e feminina, e que, de modo algum, é evidentíssimo, que estas distinções não são jamais construções sociais.
O fato é que os ideólogos dessa ignomínia oferecem primeiro “às pessoas a ilusão da autonomia absoluta em matéria sexual”6. Ilusão. “Depois disso, aqueles que detém o poder real são os que escolhem, como lhes convêm, o modo como os que carecem de poder poderão exercer a sexualidade”7 Uma ideologia, portanto, que é, sim, “uma ferramenta de poder”8, que visa a dissolução e subversão da própria identidade, com a alegação falaciosa de que “existiriam dois sexos, mas antes, muitas orientações sexuais”9; como uma nova perspectiva, com “o controle feminista da produção ideológica e cultural”10 a engendrar uma reengenharia social, com fins de manipulação e agrilhoamento da pessoa humana, em vários aspectos. “E como a meta final da revolução socialista era de eliminar não só os privilégios da classe econômica mas também a própria distinção entre classes econômicas, assim a meta da revolução feminista deve ser analogamente, diferentemente do primeiro movimento feminista, a eliminação não só do privilégio masculino, mas também da própria distinção entre os sexos”11. A ideologia de gênero, portanto, nesse sentido, visa suplantar a realidade da natureza, negando-a por uma obsessão utópica.
Esta “agenda de gênero vem de grupos ativistas, todos de certa formas inter-relacionados ou com interesses comuns, mas de alguma maneira distinguíveis: 1) controladores de população; 2) libertários sexuais; 3) ativistas dos direitos dos homossexuais; 4) os que apoiam o multiculturalismo ou promovem o politicamente correto; 5) os ambientalistas extremistas; 6) progressistas neomarxistas; 7) pós-modernistas ou desconstrucionistas. A agenda de gênero tem também o apoio de liberais influentes nos governos e de certas corporações multinacionais”12. Esta agenda de gênero é sustentada por organizações que “desfrutam de um retorno financeiro garantido e que se tornaram, no campo da sexualidade humana, uma fonte de lucro e um veículo da secularização planificada”13, e que o Estado favorece quando capitulado diante de tão vis interesses, que em nada dignificam, mas degradam a pessoa humana. “A pornografia, a droga, a prostituição, a contracepção e o aborto são indústrias organizadas”14[favorecidas todas elas pela ideologia de gênero], “cujo capital é posto a serviço de uma ideologia, que é contra a vida humana, a família e, frequentemente, contra a Igreja Católica. Os objetivos de tais indústrias são a destruição da família e a secularização, para alcançar os meios pelos quais se toleram alguma forma de depravação e violência sexual em relação às crianças. Estas forças operam secretamente no espírito da era pós-moderna. Publicamente, ao invés, o comportamento destas estruturas (mídia, organizações, resoluções tomadas em consequência de conferências nacionais e internacionais) é de forte recusa em relação a violência sexual contra as crianças, todavia, não é por acaso que este fenômeno, nas suas formas de depravação, está em contínuo aumento”.15 Por isso as crianças são as maiores vítimas dessa terrível ideologia, as que já estão expostas a situações de abusos decorrentes do que tal ideologia permite, são as que estão mais vulneráveis e, muitas vezes, as que não tem a quem recorrer, porque, no afã de destruir a família, o Estado acaba sendo o agente opressor da família, quando deveria ser o grande defensor daquela que é a primeira e principal instituição humana.
Como hoje, quando vemos uma guerra declarada contra a família, em que as forças da cultura da morte agem com mais convergência e uma ampla gama de recursos (inclusive públicos), para com mais ousadia e até insanidade, fazer a impostação de uma ideologia contrária à humanidade, ao que é verdadeiramente humano em cada pessoa.
Com esta agenda, o governo se volta contra o povo brasileiro, que não a aceita naturalmente, mas o governo ignora o que o povo pensa e sente a respeito, e quer praticar descaradamente a doutrinação marxista-liberal do feminismo radical nas escolas, sem levar em conta o direito dos pais em educar seus filhos, agindo contra portanto a autoridade dos pais, autoridade esta que a ideologia de gênero quer minar.
As crianças como alvo da agenda de gênero
Sabemos que, como diz Dorotas Kornas-Biela, “a batalha contra a família está entre as mais graves batalhas contra o cristianismo, em particular contra os católicos. As ideologias hostis à família a descrevem como um lugar de degradação, exploração e limitação das crianças (embora certas situações se verifiquem em um pequeno percentual de famílias) e fonte de pressão, de modo que limita a autoridade dos pais em relação à prole”16. Com isso, “afastar as crianças da influência dos pais, criar antagonismo nas relações recíprocas e diminuição dos menores com os adultos de fora da família, em vista de uma compensação afetiva. Neste caso, as crianças tornam-se uma presa mais fácil para satisfazerem as tendências patológicas dos adultos. Por outro lado, sustentarmodelos de relações ‘amigáveis’ entre adultos e crianças, recusando normas e a disciplina, contribui para levar um parceiro de relações sexuais, favorecendo a criação de relações com a criança às relações como um parceiro erótico”17. As crianças portanto, como dissemos, são o alvo desta agenda de gênero, e precisamos protege-las disso.
O governo da presidente Dilma Roussef, de modo mais intenso, está buscando impor esta agenda, sob todas as formas, e se utilizando de todos os meios, com afoiteza e celeridade cada vez maior, com a cumplicidade e apoio de muitas OnGs financiadas tanto pelo governo, quanto pelas Fundações internacionais, para a imposição da ideologia de gênero, que “falseia a linguagem, a ponto de o menos advertido, mesmo o intelectual, e antes de tudo a opinião comum da grande massa, já não perceber a perversidade que é aí insinuada”18. O fato é que, em meio a esta guerra cultural, as feministas não foram capazes da “modificação do modelo masculino”19, que elas se insurgiram com tanta virulência, nem atingir pela persuasão a maioria das pessoas, que sempre viu com muita desconfiança e desaprovação tais propostas, restritas apenas a uma “minoria sofisticada”20, a minoria anarcofeminista (aliada aos marxistas – pois Engels lançou as bases de união entre marxismo e feminismo), que tratou portanto de ocupar postos de decisões, em todos os campos da sociedade (na grande imprensa, nas universidades, nos parlamentos e instâncias judiciárias), para transgredir sem temeridade alguma e com volúpia incomensurável.
Uma das consequências da subversão da identidade sexual pela ideologia de gênero foi fomentar uma androginia artificial para combalir a virilidade alicerce dos valores civilizacionais, num ataque sem precedentes contra todo o vigor do que é natural e humano, comprometendo assim o vir-a-ser de cada pessoa, e a sua verdadeira felicidade. A ideologia de gênero faz resultar assim uma sociedade debilitada (como já vimos aonde foi implantada, em países desenvolvidos, que hoje buscam, em decorrência da ideologia de gênero, rever e repudiar tal ideologia, pois as instituições capitularam, tornando-se flácidas e incapazes de vigências morais, não fecundando mais valores vitais. Uma sociedade com tibiezas cada vez mais acentuadas. Por conta disso, viu-se esterilizada, em todos os aspectos, em crescente depressão e angústia, com patologias incontáveis (é só ver o exemplo dos países desenvolvidos), com aquela falta de sentido (de direção) que a leva a uma agudeza do absurdo, em muitos aspectos. E até mesmo o desejo falha, sem saber como se erguer em meio a uma impotência generalizada. É a essa falta de esbelteza que a ideologia de gênero, ao dessacralizar as relações humanas, quer privar as sociedades daquilo que outrora as fizeram civilizar o mundo. 
“De um povo heroico, o brado retumbante”
Já no PNDH3, em 2009, no governo Lula, se dizia que todos os Ministérios e órgãos do governo estariam mobilizados para isso, para a implantação desta agenda antivida e antifamília, esforço este que seria não apenas uma política de governo, mas uma política de Estado, como no nazismo se desejou fazer. O III Reich também quis que sua política insana fosse duradoura, e soçobrou em apenas doze anos. No PNDH3 se disse  também que caberia ao Ministério da Educação o protagonismo desta articulação, para enfiar goela abaixo estas pautas da agenda de gênero. Tudo isso num contexto de uma crise política e moral provocada pelo próprio governo, para criar um ambiente favorável ao seu projeto de poder totalitário, porque esta ideologia, juntamente com outras iniciativas do governo, quer conduzir o Brasil a um regime totalitário.
Sabemos que “as ideologias amiúde são fontes de totalitarismo. Elas imaginam que os direitos tem por fonte o poder do Estado e que é o Estado que concede à família seus direitos; elas tendem a ver na família, fundada sobre o matrimônio, um obstáculo. De modo concreto, as ideologias recusam reconhecer à família, o direito de educar, direito de que é arbitrariamente assumido e imposto pelo Estado. Tenta-se então subtrair as crianças e os jovens ao contexto familiar, enquanto são ‘educados’ em função daquilo que quer o poder”21, que entende imprimir-lhes seu próprio modelo, ao qual devem-se configurar. É a habitual tentação na qual caem sempre as várias formas de coletivismo”. Isso é totalitarismo. Por isso, na resistência a isso, cresce a importância do homeschooling (e menciono aqui também o importante trabalho da Escola Sem Partido, nesse sentido de erradicar a doutrinação ideológica nas escolas), assim como outras iniciativas que buscam evitar a subjugação das mentes ao comportamento decorrente de uma lavagem cerebral, que tal ideologia propicia, no afã de destruir a base familiar, suporte da pessoa humana.
Nesse sentido, cabe lembrar a advertência do Papa Leão XIII, de feliz memória: “Querer, pois, que o poder civil invada arbitrariamente o santuário da família, é um erro grave e funesto”22. Sempre foi assim, ao longo da História: no conflito entre natureza e cultura, vence a natureza, porque “não se pode alcançar a liberdade para além dos limites da própria natureza”23, e a cultura “deve responder adequadamente à natureza”24.
E mais:
No conflito entre família e o Estado, vence a família, como já havia demonstrado Sófocles, em Antígona e Creonte.
Por isso o povo está nas ruas, não apenas contra a corrupção que vergonhosamente chegou a níveis como nunca antes na história deste País, mas para se posicionar contra também a esta agenda de gênero inumana, que se volta contra o Brasil; daí, mais uma vez, estamos vendo vir das ruas, “de um povo heroico, o brado retumbante”25, alto e em bom som, dizendo não à ideologia de gênero. Assim fizeram os deputados nesta Casa de Leis, ao rechaçá-la de modo esplêndido, no Plano Nacional de Educação, e ainda mais recentemente, em inúmeras Câmaras Municipais e Assembleias Legislativas, se manifestando com valentia e tenacidade, agregando cada vez mais apoiadores, principalmente nas redes sociais, para que todos possam ouvir este brado retumbante em defesa da vida e da família.
Muito obrigado.
Este foi o pronunciamento do Prof. Hermes Rodrigues Nery, Presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família e Coordenador do Movimento Legislação e Vida, na Câmara dos Deputados,  em audiência pública sobre a questão da ideologia de gênero nas escolas, realizada na Comissão de Educação, em 10 de novembro de 2015.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Ataque de feministas à Igreja de Mar del Plata, na Argentina

Católicos argentinos protegeram a catedral de Mar del Plata assaltada pela intolerância dos sodomitas LGBT


27.10.2015 -  Uma longa coluna de feministas, militantes LGBT e de partidos de extrema esquerda tentou profanar a bela catedral da cidade de Mar del Plata na Argentina.
n/d
Uma longa coluna de feministas, militantes LGBT e de partidos de extrema esquerda tentou profanar a bela catedral da cidade de Mar del Plata na Argentina, informou a imprensa argentina.
O sacrílego atentado foi evitado corajosamente por jovens católicos da cidade. A coluna agressora fazia parte do XXX Encuentro Nacional de Mujeres, assembleia que se reúne todos os anos em diferentes cidades financiada pelo governo nacionalista bolivariano de Cristina Kirchner.
Os manifestantes vinham depredando casas e lojas e pichando-as com dizeres expressivos como “nem pátria nem patrão” além de palavrões e slogans pelo aborto.
Segundo os jornais portenhos, após as 22 horas do dia 11 de outubro em meio às festividades de Nossa Senhora de Luján, padroeira da Argentina, a coluna se afastou do percurso aprovado pelas autoridades e partiu para o assalto da catedral.
Mas, os jovens católicos estavam ali prevendo a tentativa sacrílega. Ela já tinha sido tentada outros anos em edições de dito Encontro, mas os católicos das respectivas cidades conseguiram impedi-lo.
n/d
Homens e mulheres do Partido Revolucionário Marxista Leninista e diversas agrupações feministas, abortistas e LGBT iniciaram as violências. Proferindo horríveis blasfêmias, insultando aos católicos que rezavam em pé nos degraus da catedral e atrás de uma bela grade que delimita o terreno sagrado.
Algumas das mulheres se despiram e exibiram seus bustos nus pichados com dizeres ofensivos e blasfemos.
Os militantes da Revolução Cultural jogavam pedras, garrafas, rojões e lixo contra os católicos. Os homens notadamente, após muito trabalho conseguiram derrubar boa parte de grade da catedral.
Mas os católicos resistiram firmemente e os invasores não puderam atingir o prédio sagrado.
A polícia e a tropa de choque da Infantaria Naval, corpo ativo nessa cidade porque é um porto importante, demorou em chegar e teve que travar uma verdadeira batalha campal contra os baderneiros enfurecidos.
Pelo menos 16 deles foram presos por “danos e resistência à autoridade” e seis das feministas furiosas terminaram machucadas.
O secretario da Segurança, Fernando Telpuk, e outros representantes do setor do governo defensor dos Direitos Humanos e dirigentes do partido nacionalista pro-socialista de Cristina Kirchner, compareceram no local, aparentemente mais para garantir os agressores do que aos agredidos.
Para as líderes das agitadoras foi uma inciativa “pacifica” a de se despirem provocativamente exibindo os bustos pichados, e sujar os prédios vizinhos pois “é uma tradição” do movimento.
Para elas, o crime máximo seria dos católicos acusados de “ultradireita”. Também a polícia foi vituperada pelas ativistas LGBT que reclamavam mais aborto e o fim de um supostamente generalizado crime de “feminicído”, que na hora só servia de pretexto fantasioso.
A polícia denunciou que os agitadores jogaram até excrementos humanos contra as forças da ordem que revidaram com gás lacrimogêneo, bombas de fumaça e balas de goma.
O furor critianofóbico avança de mãos dadas com a esquerda política. Mas quando encontra no caminho católicos determinados a defender sua fé e a Igreja, acaba sendo frustrado.
Os católicos não têm os recursos materiais de que dispõem as esquerdas amparadas pelos governos populistas amigos do PT, mas têm algo que vale muito mais: o apoio do Céu. E com isso e seu sacrifício pessoal podem estar certos da vitória.

Fonte: http://ipco.org.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Por Dilson Kutscher
Sabe porque essas "filhos das trevas", sodomitas modernos, vão continuar cada vez mais, com estes atos grotescos, que desrespeitam nossa FÉ, ofendem nossos valores cristãos e desafiam ao DEUS Altíssimo?
Porque sabem que podem fazer estes atos contra TUDO que é SAGRADO e SANTO, e no máximo que vai acontecer, é receberem uma breve critica e estão livres novamente para praticarem mais profanações, pois, como servem ao demônio, o prazer deles é ver todo este desrespeito e profanação contra o SAGRADO. A satisfação deles é ver a criatura se rebelando contra Seu Criador.
Essa é a rebelião final dos homens contra o Seu Criador e DEUS.
Este é o triste "retrato" de uma sociedade do Fim dos Tempos, que se rebelou contra o seu CRIADOR, assim como, o anjo caido, Satanás.
"Quebraste desde o princípio o meu jugo, rompeste os meus laços, e disseste: não servirei" (Jeremias 2, 20)
É Satanás o "mestre e o guia" destes homens impios e rebeldes as Leis e Desígios de DEUS.
"Jesus respondeu: O que semeia a boa semente é o Filho do Homem.
O campo é o mundo. A boa semente são os filhos do Reino. O joio são os filhos do Maligno. O inimigo, que o semeia, é o demônio. A colheita é o fim do mundo. Os ceifadores são os anjos. E assim como se recolhe o joio para jogá-lo no fogo, assim será no fim do mundo". (São Mateus 13, 36-40)
"Pois como o relâmpago, reluzindo numa extremidade do céu, brilha até a outra, assim será com o Filho do Homem no seu dia. É necessário, porém, que primeiro ele sofra muito e seja rejeitado por esta geração.
Como ocorreu nos dias de Noé, acontecerá do mesmo modo nos dias do Filho do Homem. Comiam e bebiam, casavam-se e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca. Veio o dilúvio e matou a todos. Também do mesmo modo como aconteceu nos dias de Lot. Os homens festejavam, compravam e vendiam, plantavam e edificavam. No dia em que Lot saiu de Sodoma, choveu fogo e enxofre do céu, que exterminou todos eles. Assim será no dia em que se manifestar o Filho do Homem". (São Lucas 17, 24-30)
Diz na Sagrada Escritura:
“Se não se abreviassem aqueles dias, não se salvaria pessoa alguma; porém, serão abreviados aqueles dias em atenção aos escolhidos." (São Mateus 24, 22)
Jesus fala que a crise de Fé e de Moral serão tão grandes, mas tão grandes, que se não se “abreviassem”, pessoa alguma se "salvaria", como que indicando a extensão da onda de crimes e pecados que destruirão a sociedade do final dos tempos. (ou seja: a apostasia mundial)
"Obceca o coração desse povo, ensurdece-lhe os ouvidos, fecha-lhe os olhos, de modo que não veja nada com seus olhos, não ouça com seus ouvidos, não compreenda nada com seu espírito. E não se cure de novo.
Até quando, Senhor disse eu. E ele respondeu: Até que as cidades fiquem devastadas e sem habitantes, as casas, sem gente, e a terra, deserta; até que o Senhor tenha banido os homens, e seja grande a solidão na terra. Se restar um décimo (da população), ele será lançado ao fogo, como o terebinto e o carvalho, cuja linhagem permanece quando são abatidos". (Isaias 6, 10-13)
"Só teremos que esperar um juízo tremendo e o fogo ardente que há de devorar os rebelde". (Hebreus 10, 27)
NOVAMENTE DIREI:
Este é o tempo profetizado e anunciado na Sagrada Escritura, em que Satanás iria deflagrar todo seu ódio contra a Igreja e aos fiéis servidores de Cristo, sabendo que pouco tempo lhe resta antes que seja julgado e precipitado para sempre no inferno, lugar de condenação eterna para o demônio e todos que se rebelam contra o DEUS Altíssimo, Pai, Filho e Espírito Santo.
“Ó terra e mar, cuidado! Porque o Demônio desceu para vós, cheio de grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta” (Apocalipse 12, 12)
Para aqueles que realmente combatem as trevas, não há supresa em ver estes ataques de pessoas sob o dominio do mal. Acaso muitos ainda não sabem, neste momento uma "Grande Guerra" está sendo travada entre as forças da Luz e das trevas. Satanás quer almas para dividir com Ele sua condenação eterna no abismo infernal. É obrigação dos verdadeiros Filhos de Maria Santíssima, os apóstolos dos Últimos Tempos, guerrear contra Satanás e suas legiões malignas, buscando e salvando as almas para o Glorioso REI Jesus e Seu Pai Altíssimo.
"Este, então, se irritou contra a Mulher e foi fazer guerra ao resto de sua descendência, aos que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus". (Apocalipse 12, 17)
Além do mais, diz na Sagrada Escritura:
"Se o mundo vos odeia, sabei que me odiou a mim antes que a vós. Se fôsseis do mundo, o mundo vos amaria como sendo seus. Como, porém, não sois do mundo, mas do mundo vos escolhi, por isso o mundo vos odeia. Lembrai-vos da palavra que vos disse: O servo não é maior do que o seu senhor. Se me perseguiram, também vos hão de perseguir. Se guardaram a minha palavra, hão de guardar também a vossa. Mas vos farão tudo isso por causa do meu nome, porque não conhecem aquele que me enviou. Se eu não viesse e não lhes tivesse falado, não teriam pecado; mas agora não há desculpa para o seu pecado. Aquele que me odeia, odeia também a meu Pai". (São João, 15,18-23)
Você católico, defensor dos valores cristãos e do que ainda resta do SAGRADO, é convocado para o combate, junte-se ao Exército da Rainha Maria, pela Glória de Seu Filho, Sua Majestade Rei Jesus e o Seu Pai,  o DEUS Altíssimo, o Santo de Israel.
Combata a apostasia, a falta de respeito destes homens a serviço do demônio, contra TUDO QUE É SAGRADO. Estes "homens e mulheres" rebeldes contra as Leis e Preceitos do Altíssimo.
Sejam corajosos e não tenham medo de combate-los, pois...
"Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim.
Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós.
Vós sois o sal da terra. Se o sal perde o sabor, com que lhe será restituído o sabor? Para nada mais serve senão para ser lançado fora e calcado pelos homens.
Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre uma montanha nem se acende uma luz para colocá-la debaixo do alqueire, mas sim para colocá-la sobre o candeeiro, a fim de que brilhe a todos os que estão em casa.
Assim, brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus." (São Mateus 5, 11-16)

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

A melhor família é a natural, segundo pesquisa

E estudo realizado pelo Dr. Mark Regnerus reafirma e fortalece a convicção de que o melhor padrão para criar os filhos ainda é a família biológica intacta.

Muito se tem falado sobre a “decadência” e a “transformação” da família. O foco dessa discussão, porém, parece-me deslocado. Considerando que a existência da instituição “família” somente se justifica no exercício de sua função primária, a perpetuação da sociedade, por meio da criação e educação das novas gerações, a verdadeira questão é quão bem cada tipo de família pode exercer essa atribuição. Assim, quanto melhor a família exerce sua função primária, mais funcional ela é; por outro lado, quanto menos eficaz for a família no exercício de sua função, mais disfuncional ela é.
Abstraindo as questões ideológicas que contaminam severamente o debate público, é possível distinguir empiricamente a funcionalidade e a disfuncionalidade de cada espécie de estrutura familiar. Para isso, serão consideradas as seguintes estruturas familiares, definidas nos termos do New Family Structures Study (NFSS) – Novo Estudo de Estruturas Familiares, realizado pelo professor Dr. Mark Regnerus da Universidade do Texas com quase 3.000 adultos de 18 a 39 anos: [i]


Estrutura familiar
Descrição
Relação entre os pais
Adotado
Criança adotada por um ou dois estranhos (pessoas não relacionadas com a criança) no momento do nascimento ou antes de 2 anos de idade.
Variados status conjugais e de relacionamento entre o(s) pai(s) adotivo(s)
Divorciado mais tarde ou guarda conjunta
Criança vivia com a mãe e o pai biológicos do nascimento até a idade de 18 anos, seja através de guarda conjunta ou em uma família intacta que mais tarde passou por divórcio.
Os pais biológicos não estão atualmente casados um com o outro.
Mãe tinha uma relação lésbica
Criança vivia com a mãe (biológica ou adotiva) que teve um relacionamento romântico do mesmo sexo por algum período de tempo.
91% dessas crianças viviam com a mãe enquanto ela estava em um relacionamento do mesmo sexo; 57% viviam com sua mãe e sua parceira durante pelo menos 4 meses; e 23% viviam com sua matriz e sua parceira durante pelo menos 3 anos.
Família biológica intacta
Criança vivia com seus pais biológicos, casados entre si, do nascimento até os 18 anos.
Pai e mãe biológicos foram casados durantes toda a infância da criança e permanecem casados.
Pai em um relacionamento gay
Criança vivia com o pai (biológico ou adotivo) que teve um relacionamento romântico do mesmo sexo por algum período de tempo.
42% dessas crianças viviam com o pai enquanto ele estava em um relacionamento do mesmo sexo; 24% viviam com seu pai e o parceiro dele durante pelo menos 4 meses; e 2% viviam com o pai e seu parceiro durante pelo menos 3 anos.
Pai ou mãe solteira
Criança vivia principalmente com um de seus pais biológicos, que não se casou (ou não se casou novamente) antes que a criança atingisse 18 anos de idade.
Os pais biológicos são divorciados ou nunca se casaram.
Família mista
Criança vivia principalmente com um de seus pais biológicos que se casou com alguém que não seja o outro pai biológico da criança antes que a criança atingisse 18 anos de idade
Os pais biológicos ou tinham divorciado ou nunca haviam se casado; o pai que tinha a guarda era casado.

Nessa pesquisa, ficaram extremamente nítidas as diferenças de cada estrutura familiar para o desenvolvimento futuro da criança. No quadro a seguir, são enumerados alguns desses resultados (em azul são destacadas as proporções mais favoráveis e em vermelho as mais desfavoráveis):
Estrutura familiar
Maconha[ii]
Cigarro[iii]
Prisão[iv]
Declarou-se culpado[v]
Recebem assistência social
Desem-prega-dos
Adotado
1,33
2,34
1,31
1,19
27%
22%
Divorcia-do mais tarde
2,00
2,44
1,38
1,30
31%
15%
Mãe tinha uma relação lésbica
1,84
2,76
1,68
1,36
38%
28%
Família biológica intacta
1,32
1,79
1,18
1,10
10%
8%
Pai tinha uma relação gay
1,61
2,61
1,75
1,41
23%
20%
Pai ou mãe solteira
1,73
2,18
1,35
1,17
30%
13%
Família mista
1,47
2,31
1,38
1,21
30%
14%

A tabela acima demonstra que em todos os aspectos considerados, a família biológica intacta é que proporciona a melhor condição de vida para o adulto formado dentro dessa família.[vi] A conclusão dos pesquisadores não deixa dúvidas de que este é o melhor arranjo familiar:
(...) serem criadas por uma família biológica intacta apresenta claras vantagens para as crianças sobre outras formas de parentalidade. Particularmente, o estudo fornece evidências que as gerações anteriores de cientistas sociais foram incapazes de coletar evidências sugerindo que as crianças de famílias biológicas intactas também superam seus pares que foram criados em lares de um pai que teve relações do mesmo sexo. Portanto, esse novo estudo reafirma e fortalece a convicção de que o melhor padrão para criar os filhos ainda é a família biológica intacta. [vii]

Notas:
[i] Os resultados dessa pesquisa constam do site http://www.familystructurestudies.com/. Acessado em 16 de outubro de 2015.
[ii] Frequência de uso de maconha nos últimos 12 meses, em média (1-6: 1 = Nunca, 6 = quase diariamente).
[iii] Frequência de uso de cigarro nos últimos 12 meses, em média (1-6: 1 = Nunca, 6 = quase diariamente).
[iv] Número de vezes preso, em média (1-4: 1 = Nunca, 4 = inúmeras vezes).
[v] Número de vezes que se declarou culpado de um delito grave, em média, (1-4: 1 = nunca, 4 = inúmeras vezes).
[vi] Esse tipo de família ainda tem os maiores índices de: a) percepção de segurança pelas crianças; b) qualidade do relacionamento atual; c) identificação integralmente heterossexual; e os menores índices de: a) suicídio (neste caso, empatada com o pai ou mãe solteira); b) utilização de terapia; c) depressão; d) toques sexuais por adultos; e) estupro; f) doenças sexualmente transmissíveis; g) número de vezes em que considerou o relacionamento atual problemático; h) parceiros femininos para as mulheres; i) parceiros masculinos para as mulheres; e j) parceiros masculinos para os homens.
[vii] SAMUEL, Ana. New Family Structures Research and the “No Differences” Claim. Disponível em http://www.familystructurestudies.com/files/NFSS-summary-20120809.pdf. Acesso em 16 de outubro de 2015.

Alexandre Magno Fernandes Moreira é advogado e autor da obra Direito Penal Contemporâneo.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Sobre a Carta dos Cardeais no Sínodo, em defesa da família e da Igreja

16 outubro, 2015

Os bastidores da carta explosiva dos Cardeais.

E o que acontecerá agora com o Sínodo da Igreja. 
Por Antonio Socci, Libero, 14 de outubro de 2015 | Tradução: Gercione Lima – FratresInUnum.com – A carta dos cardeais ao papa contra o amordaçamento do Sínodo e contra as teses dos modernistas bergoglianos é um fato explosivo, mesmo por causa da autoridade das assinaturas. Mas o que aconteceu em seguida, para tentar desacreditar e jogar na sombra o seu conteúdo explosivo, deve ser recontado.
Antes de tudo, tentaram fazer com que a carta fosse vista como o sintoma de um clima de conspiração por parte dos chamados “conservadores” ou católicos.
Marco Tosatti, correspondente do Vaticano sério e independente, justamente observou que uma carta privada ao papa, assinada com os nomes completos, é a coisa mais transparente, leal e corajosa que se pode ver nesses últimos tempos no Vaticano (considerando que o próprio Bergoglio – em suas palavras — pede franqueza).
Ou seja, é o exato oposto de uma conspiração. Mas — como diz Tosatti — “ele forneceu uma oportunidade de ouro para os seus muitos bajuladores gritarem “afronta e complô”.
Enquanto vamos tomando conhecimento – através do jornal alemão Tagespost — que, se tem alguma coisa que diz respeito a coisas escondidas, trata-se do próprio fato do Papa Bergoglio realizar em Santa Marta um “Sínodo paralelo” e reservado para manipular o Sínodo oficial.
O elemento que desencadeou a confusão foi o desmentido por parte de quatro dos treze cardeais signatários. Mas o que aconteceu?
O MISTÉRIO DOS NOMES
O Cardeal Pell, um dos signatários, segunda-feira à noite, através de um porta-voz, confirmou que a carta foi assinada por ele e outros cardeais, e ainda acrescentou que era uma carta privada que não foi divulgada por parte de nenhum deles. Além disso também explicou que no texto da carta tornada pública por Magister há “erros tanto de conteúdo como na lista de signatários.”
Segunda-feira à noite, ficamos sabendo então, que a revista dos jesuítas dos Estados Unidos, “América”, de orientação progressista, confirmou que a carta foi realmente assinada por treze cardeais, todos eles padres sinodais, e ainda fornece uma lista com quatro novos nomes, justamente os nomes corretos, ao invés dos quatro nomes errados os quais haviam negado a participação. Assim, a revista dos jesuítas confirma o texto publicado por Magister e o mesmo faz o jornal “La Nación” de Buenos Aires com um artigo de Elizabeth Piqué, que é a biógrafa pessoal e amiga do Papa Bergoglio e que tem acesso a fontes muito confiáveis.
Ontem à noite, portanto, Magister assinou um novo artigo onde — citando essas confirmações de peso — reitera que são treze os cardeais signatários (reconstrói a lista correta, mas parece que um foi removido) e o texto é aquele mesmo publicado por ele, ainda que na carta entregue ao papa possa haver alguma variação mínima. “De forma, mas não de substância”.
A NOTÍCIA
Com o alarido que se levantou na mídia, acabamos por perder de vista o essencial: o caráter excepcional de um documento assinado por cardeais influentes, representando muitos Padres sinodais, com o qual se destrói o Instrumentum laboris (aquele mesmo onde Bergoglio havia inserido pontos que não tinham sido aprovados pelo Sínodo de 2014 e que eram os mais controversos).
Na Carta dos Cardeais, em seguida, são criticados os novos procedimentos que amordaçam (e tentam manipular) o Sínodo em curso e se expressa preocupação porque a Comissão que deverá escrever a “Relatio” final não foi eleita pelos padres, mas nomeada inteiramente por Bergoglio (todos pessoas de seu gosto pessoal).
Além disso, a carta expressa sua preocupação com um sínodo que tinha sido convocado por Bento XVI para a defesa da família e que depois acabou se embaralhando com comunhão para divorciados recasados e que, se fosse aceita, iria pôr em colapso toda a doutrina do matrimônio e dos demais sacramentos.
No final da carta há um lembrete dramático que – embora com linguagem respeitosa – soa o alarme, dizendo que, no final da estrada tomada por Bergoglio, à imitação das igrejas protestantes da Europa, há o “colapso” ou seja, o fim a Igreja.
MAIORIA CATÓLICA
O Cardeal Pell, na declaração de anteontem, deu outras duas notícias importantes sobre o que está acontecendo. A primeira corresponde exatamente ao que, no último domingo, escrevíamos nesta coluna, ou seja, que a linha adotada pela dobradinha Kasper/Bergoglio é a minoria.
De fato, Pell diz: “Há um consenso generalizado sobre a maioria dos pontos, mas, obviamente, há alguma discordância porque uma minoria de elementos quer mudar o ensinamento da Igreja sobre as disposições necessárias para a recepção da Comunhão. Naturalmente, não existe uma possibilidade de mudança da doutrina”.
A outra notícia dada por Pell, ainda que em linguagem sutil, é esta: “persistem as preocupações dos Padres Sinodais relativas à composição do conselho de redação do relatório final e sobre o processo através do qual será apresentado aos Padres sinodais e votado.”
A polêmica agora gira em torno de tudo isso. A razão é simples, ainda que nunca dita. A intenção que agora se torna clara, é que Bergoglio está empurrando o Sínodo para as conclusões que ele quer, visando obter legitimidade para introduzir na Igreja as idéias de Kasper, ainda que de forma camuflada, como o divórcio introduzido com o Motu Proprio.
Para isto, Bergoglio, nos últimos dias – ao  descobrir que o Sínodo permanece com maioria católica — incrivelmente colocou em dúvida [a elaboração d]o “Relatório Final”, que também foi previsto em todos os programas oficiais, como resultado do Sínodo.
Dada a confusão que causou a mudança das regras do Sínodo em curso, anteontem, através do Padre Lombardi, declarou que o “Relatório Final” vai sair, mas será o próprio Bergoglio que vai decidir o que fazer e se será publicado.
Mais tarde ficamos sabendo que não será uma “Relatio” semelhante ao dos outros sínodos onde se votam proposições individuais, mas um texto vago para ser votado em bloco, no estilo pegar ou largar.
Ou seja, um modo de colocar a parte católica contra o muro, fazendo uma referência genérica à “misericórdia”, que, em seguida, poderia ser interpretada como um sinal verde para a “revolução”.
O PAPA NÃO É DEUS
Na realidade, seria necessário recordar que — a menos que se queira cair em heresia e assim decadência — nenhum papa tem o poder de derrubar a Lei de Deus e a Doutrina Católica.
Antes, como já foi explicado por um cardeal de peso para o Sínodo de 2014, essas questões sobre as quais hoje estão discutindo – já foram solenemente definidas pela Igreja, com base na Sagrada Escritura – e não poderiam e nem deveriam sequer ser colocadas em discussão.
Porque – ao contrário do que muitos acreditam – o Papa não pode fazer o que ele quer. Como disse Bento XVI na homilia da missa inaugural como Bispo de Roma na Basílica de São João de Latrão:
“O Papa não é um soberano absoluto, cujo pensar e querer são leis. Ao contrário: o ministério do Papa é garantia da obediência a Cristo e à Sua Palavra. Ele não deve proclamar as próprias ideias, mas vincular-se constantemente a si e à Igreja à obediência à Palavra de Deus, tanto perante todas as tentativas de adaptação e de adulteração, como diante de qualquer oportunismo. (…) O Papa tem a consciência de que está, nas suas grandes decisões, ligado à grande comunidade da fé de todos os tempos, às interpretações vinculantes que cresceram ao longo do caminho peregrinante da Igreja. Assim, o seu poder não é superior, mas está a serviço da Palavra de Deus, e sobre ele recai a responsabilidade de fazer com que esta Palavra continue a estar presente na sua grandeza e a ressoar na sua pureza, de modo que não seja fragmentada pelas contínuas mudanças das modas”.
Esta é a interpretação correta do “poder de ligar e desligar” que Cristo deu a Pedro, versículo do Evangelho que nos últimos dias tem sido indevidamente invocado pelo partido bergogliano, quase como para dizer que ao papa argentino é permitido fazer o que ele quiser.
O Venerável Pio Brunone Lanteri, que era um grande defensor do papado, explicou claramente em seu livro: “Mas me dirá que o Santo Padre pode tudo, ‘solveris quodcumque, quodcumque ligaveris etc.” É verdade, mas não pode nada contra a constituição divina da Igreja. Ele é o vigário de Deus, mas não é Deus, nem pode destruir a obra de Deus”.
Publicado no Líbero, 14 de outubro de 2015