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segunda-feira, 23 de maio de 2016

O Papa Bento XVI ainda é o Papa?

23 maio, 2016

Declarações explosivas de Dom Georg Gänswein: Existe um “ministério expandido” e Bento XVI ainda é Papa. Como é possível?

O que está por trás de tudo isso? E é isso o que ainda “impede” Bergoglio de dar o golpe definitivo que afundaria a Igreja, induzindo-a a mil ambiguidades? 
Por Antonio Socci | Tradução: FratresInUnum.com: O mistério continua e – na bandeira do Vaticano – o branco agora está sobressaindo. Na verdade, as declarações feitas ontem por Dom Georg Gäenswein,  sobre o “status” de Bento XVI e Francisco, são perturbadoras (Dom Georg é secretário de um e prefeito da Casa Pontifícia do outro).
dom-georgA essa altura, não dá para entender mais o que aconteceu no Vaticano em fevereiro de 2013 e o que está acontecendo hoje.
Antes de ver essas declarações, vou resumir a história que colocou a Igreja em uma situação jamais vista.
ESTRANHA RENÚNCIA
Depois de anos de ataques duríssimos, no dia 11 de fevereiro de 2013 Bento XVI anunciou sua clamorosa “renúncia”, sobre a qual as verdadeiras razões são ainda motivo de muitas perguntas legítimas (pois ele deu início ao seu pontificado com uma frase retumbante: “Ore por mim, para que eu não fuja para medo dos lobos”).
Além disso, depois de três anos e meio de renúncia, ficou claro que não haviam problemas de saúde iminentes, nem de lucidez.
Sua “renúncia” foi formalizada com uma “Declaração Final”, em um latim um pouco “frágil” (não escrito por ele) e sem fazer referência- como seria óbvio – ao cânon do Código de Direito Canônico que regula a própria renúncia do Papado.
Um descuido? Uma escolha? Não sabemos. Em qualquer caso, a renúncia ao papado não era uma novidade absoluta. Houve outras, em dois mil anos, embora muito raras. O que nunca existiu foi um “papa emérito” porque todos aqueles que saíram regressaram ao seu status precedente.
Em vez disso, Bento, cerca de dez dias depois da renúncia, e antes do início da sede vacante, fez saber – desmentindo até mesmo o porta-voz – de que ele se tornaria “papa emérito” e permaneceria no Vaticano.
UM ESCRITO CONFIDENCIAL? 
Tal escolha inédita não foi acompanhada por um ato que definisse e formalizasse  o “papado emérito” do ponto de vista do direito canônico e teológico.
E isso é muito estranho. Assim, permaneceu como indefinida uma situação delicadíssima e perturbadora. A menos que haja alguma coisa escrita, que, no entanto, permaneceu confidencial …
De resto, de acordo com os especialistas,  a figura do “papado emérito” não tem nada a ver com os bispos aposentados, criados após o Concílio, uma vez que o episcopado é o terceiro grau do sacramento da Ordem, e – quando um bispo de 75 anos renuncia à jurisdição sobre uma diocese – permanece para sempre como bispo (a Igreja codificou precisamente, em um ato oficial, todas as prerrogativas do Episcopado emérito).
O papado, por sua vez, não é um quarto grau no sacramento da Ordem e os canonistas sempre defenderam que, ao renunciá-lo, o seu sujeito poderia apenas voltar a ser bispo. (assim tem sido há dois mil anos).
Em vez disso, Papa Ratzinger – refinado homem de doutrina – se tornou  “papa emérito” e preservou o nome de Bento XVI do qual se segue o título de “Santo Padre” e até mesmo a insígnia papal no emblema (algo que surpreendeu, porque os símbolos são muito importantes no Vaticano) .
E tudo isso não por vaidade pessoal, pois Ratzinger é famoso pelo oposto: ele sempre viveu o cargo como um fardo e fez todo o possível para não ser eleito papa.
A questão, portanto, que rola há três anos, no Palácio do Vaticano, é esta: se demitiu ou realmente – por razões desconhecidas — ainda é Papa, mesmo que de uma forma nova?
Alimentando o mistério, há também o discurso de despedida que ele fez na audiência, em 27 de fevereiro de 2013, em que – recordando o seu “sim” na “eleição em 2005 – disse que era “para sempre ” e explicou:
“O ‘sempre’ também é um “para sempre”- já não há um retorno ao privado. A minha decisão de renunciar ao exercício ativo do ministério não o revoga. “
Eram palavras que deveriam colocar todos a questionar o que estava havendo (se tratava de uma renúncia unicamente ao “exercício ativo” do ministério petrino? Era plausível?).
Mas, naquele período de fevereiro a março de 2013, todos evitaram perguntar ao papa o porquê de sua renúncia, o sentido daquelas palavras de 27 de Fevereiro e a definição do cargo de “papa emérito”.
DOIS PAPAS?
O mesmo Papa Francisco – eleito no dia 13 de março de 2013 – encontrou-se em uma nova situação que, em seguida, ajudou a tornar ainda mais enigmática, desde que na noite da sua eleição, apareceu no balcão da Basílica de São Pedro, sem vestes papais e definindo-se seis vezes como “Bispo de Roma”, mas nunca como Papa (além do mais, não usou o pálio – símbolo coroação papal – no brasão de armas).
Como se não bastasse, o próprio Francisco continua a chamar Joseph Ratzinger de “Sua Santidade Bento XVI”
Em suma,  havia um papa reinante que não se definia como papa, mas bispo, e que chamava papa aquele que – de acordo com a oficialidade – já não era mais papa, mas havia voltado a ser bispo. Um emaranhado incompreensível.
A Igreja, pela primeira vez na história, se encontrava com dois papas: e quem disse isso foi o próprio Bergoglio, em julho de 2013, em um vôo do Brasil que o trouxe de volta para a Itália.
Mais tarde, alguém deve tê-lo explicado que – pela constituição divina da Igreja – não pode haver dois papas simultaneamente e, então, ele passou a explicar  em ocasiões posteriores, sua analogia com os “bispos eméritos”. Mas, ele mesmo sabe que não há nenhuma analogia, pelas razões que eu mencionei acima, e porque não há nenhum ato formal de criação do “papado emérito”.
HIPÓTESES
Alguns canonistas tentaram decifrar – do ponto de vista legal e teológico – a nova e inédita situação.
Stefano Violi, estudando a declaração do Papa Bento, conclui:
“(Bento XVI) renuncia ao” ministerium”. Não ao Papado, de acordo com o texto da regra de Bonifácio VIII; não ao “munus”segundo o que consta no canon 332 § 2, mas ao ‘ministerium”, ou como ele deixou especificado em sua última audiência, exercício ativo do ministério…”.
Violi então continua:
“O serviço na Igreja continua com o mesmo amor e a mesma dedicação, mesmo fora do exercício do poder. Objeto de renuncia, irrevogável, é de fato o “executio Muneris” mediante a ação e a palavra (agendo et loquendo), não o “munus” que lhe foi confiado de uma vez por todas”.
As consequências de tal fato, no entanto, seriam perturbadoras.
Um outra canonista, Valerio Gigliotti, escreveu que a situação de Bento XVI abre uma nova fase, que define “místico-pastoral”, uma “nova configuração da instituição do papado que está atualmente à mercê de uma reflexão canônica”. Isso também é perturbador.
A BOMBA DE DOM GEORG
Então ontem, Dom Gaenswein, durante a apresentação de um livro sobre Bento XVI, explicou que seu pontificado deve ser lido a partir de sua batalha contra a “ditadura do relativismo”.
Depois ele disse literalmente:
“Desde a eleição de seu sucessor, Papa Francisco –  no dia 13 de março de 2013 -, não há, portanto, dois Papas, mas na verdade um ministério expandido com um membro ativo e um outro contemplativo. Por este motivo, Bento não renunciou nem ao seu nome e nem à sua batina branca. Por isso, o título próprio pelo qual devemos nos dirigir a ele ainda é “santidade”. Além disso, ele não se retirou para um mosteiro isolado, mas continua dentro do Vaticano, como se tivesse apenas se afastado de lado para dar espaço para seu sucessor e para uma nova etapa na história do Papado que ele, com esse passo, enriqueceu com a centralidade da oração e da compaixão feitas nos jardins do Vaticano”.
Trata-se de declarações explosivas, cujo significado dá muito o que entender. Quer dizer que, de fato, desde o dia 13 de março de 2013, há “um ministério (petrino) expandido com um membro ativo e outro contemplativo”?
E dizer que Bento XVI “apenas” (enfatizo o “apenas”) deu um passo para o lado para dar espaço ao Sucessor? Chegam mesmo a falar de “uma nova etapa na história do Papado”.
E tudo isso – diz Gaenswein – faz entender por que Bento XVI “não desistiu de seu título e nem da batina branca” e por que o título pelo qual devemos nos dirigir a ele ainda é “Santidade”.
Uma coisa é certa: é uma situação anormal e misteriosa. E há algo importante que não estão dizendo…
Antonio Socci
“Libero”, 22 de maio de 2016

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Papa e a exortação pós-sinodal

Papa clama por mais compreensão em relação a divorciados e homossexuais


Alberto Pizzoli-27-mar.16/AFP 
Papa Francisco cumprimenta pessoas na Basílica de São Pedro
Papa Francisco cumprimenta pessoas na Basílica de São Pedro


O papa Francisco reforçou nesta sexta-feira (8), por meio da divulgação da exortação apostólica "Amoris laetitia" ("A alegria do amor"), seu discurso de que os sacerdotes devem ter uma abordagem mais compreensiva em relação a fiéis divorciados e homossexuais, porém sem romper com as posições doutrinárias da Igreja Católica.
Leia a íntegra, em português, do documento papal
No documento de nove capítulos e 264 páginas (na versão em português), apresentado após quase dois anos de trabalho e da realização de dois Sínodos de Bispos para discutir temas ligados ao amor e à família, Francisco afirma que "em cada país ou região, é possível buscar soluções mais inculturadas, atentas às tradições e aos desafios locais". Com isso, o papa mantém sua busca por conciliar a existência de setores conservadores da igreja com demandas mais "progressistas" de fiéis.
DIVÓRCIO
Sobre divorciados que se casam pela segunda vez —grupo que, pelas regras da igreja, não têm direito a comungar—, o pontífice escreve que eles "podem encontrar-se em situações muito diferentes, que não devem ser catalogadas ou encerradas em afirmações demasiado rígidas, sem deixar espaço para um adequado discernimento pessoal e pastoral".
No entanto, o papa diz que "o divórcio é um mal, e é muito preocupante o aumento do número de divórcios". "Por isso, sem dúvida, a nossa tarefa pastoral mais importante relativamente às famílias é reforçar o amor e ajudar a curar as feridas, para podermos impedir o avanço deste drama do nosso tempo."
GAYS
Em uma mensagem que deve agradar aos defensores dos direitos dos gays, Francisco afirma que "cada pessoa, independentemente da própria orientação sexual, deve ser respeitada na sua dignidade e acolhida com respeito".
Durante os sínodos em que o documento foi discutido, o papa diz ter conversado com os padres sobre a experiência de famílias que possuem "pessoas com tendência homossexual", "experiência não fácil nem para os pais nem para os filhos". Para essa famílias, afirma, é preciso que a igreja dê "respeitoso acompanhamento", fazendo com que os gays "possam dispor dos auxílios necessários para compreender e realizar plenamente a vontade de Deus na sua vida".
Francisco, no entanto, não dá margem para interpretações sobre a oposição da igreja à união gay. "Devemos reconhecer a grande variedade de situações familiares que podem fornecer uma certa regra de vida, mas as uniões de facto ou entre pessoas do mesmo sexo, por exemplo, não podem ser simplistamente equiparadas ao matrimônio."
Em outro trecho da exortação, o pontífice aborda a "dimensão erótica do amor", que para ele não pode ser vista como um "mal permitido ou como um peso tolerável para o bem da família". Em vez disso, afirma, tem de ser visto como um "dom de Deus que embeleza o encontro dos esposos".
ABORTO
Francisco reitera a posição contra o aborto, sem dar espaço a circunstâncias em que poderia ser aceito. "É tão grande o valor duma vida humana e inalienável o direito à vida do bebê inocente que cresce no ventre de sua mãe, que de modo nenhum se pode afirmar como um direito sobre o próprio corpo a possibilidade de tomar decisões sobre esta vida, que é fim em si mesma e nunca poderá ser objeto de domínio doutro ser humano."
O papa não expõe uma proibição expressa a métodos contraceptivos, mas deixa isso implícito no capítulo em que fala da educação sexual para crianças, especialmente sobre o uso do termo "sexo seguro": "Estas expressões transmitem uma atitude negativa a respeito da finalidade procriadora natural da sexualidade, como se um possível filho fosse um inimigo de que é preciso proteger-se". "Deste modo", diz o texto, "promove-se a agressividade narcisista, em vez do acolhimento".
Nesse trecho, ele também dá a entender que tratamentos para fertilidade não são o caminho para casais em que um ou ambos os cônjuges não possam ter filhos, uma vez que a adoção é incentivada. "A opção da adoção e do acolhimento exprime uma fecundidade particular da experiência conjugal, mesmo para além dos casos de esposos com problemas de fertilidade."
O pontífice aponta que, muitas vezes, os problemas entres casais se dão pela falta de maturidade de algum dos cônjuges. "Se todos fossem pessoas que amadureceram normalmente, as crises seriam menos frequentes e menos dolorosas. A verdade, porém, é que às vezes as pessoas precisam de realizar aos 40 anos um amadurecimento atrasado que deveria ter sido alcançado no fim da adolescência."
CRÍTICA ÀS TECNOLOGIAS
Embora seja um líder que sabe usar as redes sociais para ampliar sua popularidade, Francisco diz ter conversado com os sacerdotes nos sínodos preparatórios sobre o risco da "cultura do provisório". " Refiro-me, por exemplo, à rapidez com que as pessoas passam duma relação afetiva para outra. Creem que o amor, como acontece nas redes sociais, se possa conectar ou desconectar ao gosto do consumidor e inclusive bloquear rapidamente."
Para Francisco, "a presença paterna e, consequentemente, a sua autoridade são afetadas também pelo tempo cada vez maior que se dedica aos meios de comunicação e à tecnologia da distração".
SANDERS NO VATICANO
O candidato democrata à presidência dos EUA Bernie Sanders anunciou nesta sexta que aceitou o convite da Igreja para visitar o Vaticano. Após a divulgação da exortação apostólica "Amoris laetitia", Sanders disse que ele e o papa tinham visões semelhantes quanto à luta por igualdade de renda.
"Eu sou um grande fã do papa", disse ele em entrevista ao canal de televisão norte-americano MSNBC. "Ele está tentando introduzir um senso de moralidade sobre como nós gerenciamos a economia, e precisamos disso desesperadamente".
A equipe da campanha de Sanders declarou que ele irá a uma conferência sobre questões sociais, econômicas e ambientais na visita do dia 15 de abril ao Vaticano. O candidato, que tornou a luta contra a pobreza um assunto central em sua campanha, disse que discutirá como criar uma economia moral durante o encontro. Não foi informado se o candidato e o papa se encontrarão.
A visita ocorrerá quatro dias antes das primárias no Estado de Nova York. No dia 16, o papa viajará para a ilha grega de Lesbos em apoio à situação dos refugiados e migrantes.
Sanders disse admirar o papa por tocar em assuntos como "a devoção pelo dinheiro e a ganância que está presente no mundo".
"Há pessoas que pensam que Bernie Sanders é radical. Leiam o que o papa está escrevendo", disse o democrata à MSNBC.

terça-feira, 15 de março de 2016

O poder do Rosário

O combate do Fim dos Tempos: O Poder do Rosário contra o demônio


15.03.2016 -
n/d
Na minha experiência de exorcista, apercebi-me de que nenhuma oração extralitúrgica é tão odiada, temida e hostilizada pelo demônio como o Santo Rosário.
Por Padre Francisco Bamonte.
Um dia, enquanto eu pegava o terço, o demônio exclamou: "É uma coisa que não suporto, não suporto! Aquele estúpido velho apelidara-a bem, tinha-lhe dado o nome certo: chamava-lhe "arma", porque é uma verdadeira arma. Uma verdadeira arma contra nós"1. Eu disse: "Em nome de Jesus, quem é o estúpido velho a que te referes?" E ele: "Pio" - "Padre Pio de Pietrelcina?" - "Siiim!" Então, eu rebati: "Não é um estúpido: é inteligente, sábio e devoto." E ele: "Para nós é um estúpido. Ainda agora, aquele estúpido trabalha ao lado do Nazareno e daquela mulher que está lá em cima." - "Como se chama aquela mulher que está lá em cima?" - "Chama-se como esta (e dirige um palavrão à pessoa possessa)."
1. São Pio de Pietrelcina disse, um dia: "Satanás procura destruir esta oração, mas nunca o conseguirá: é a oração daquela que triunfa sobre tudo e sobre todos. Foi ela quem no-la mostrou, como Jesus nos ensinou o Pai-nosso."
n/d
Um dia, ordenei ao demônio: "Descreve as maravilhas do Rosário!" Respondeu-me: "A mim, mete-me nono." E eu: "Para nós é maravilhoso. Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, que deu a Virgem Maria por Mãe a cada um de nós, descreve todas as coisas que te metem nojo e que, para nós, são boas." E o demônio: "Descreve todo o itinerário de dor que Ele ofereceu por vós e que custou tanto sofrimento não só a Ele, mas também à sua Mãe, para vos salvar a todos, para vos abrir as portas do Paraíso. Ela sofreu tanto, tanto quanto o Filho, e expiou juntamente com Ele os vossos pecados. É por isso que cada conta (do Rosário) é uma lágrima daquela Mulher que sofreu durante os três anos que Ele padeceu por vós, evangelizou, curou e se manifestou. Tudo fez naqueles três anos, compreendendo aquilo que realizou naquela cinquentena, que o Papa mandou consagrar antes disto, compreendendo isso (refere-se evidentemente aos "mistérios da Luz" que João Paulo II ajuntou aos mistérios do Rosário).
n/d
Quando vós rezais aquele terço maldito, tudo nos faz mal, porque contemplais tudo aquilo que ele faz contra nós. Tudo. Naqueles três anos, Ele lutou só e exclusivamente para fazer-nos mal e afastar as almas de nós, porque antes não era possível. Depois da sua vinda e especialmente depois da sua revelação (pública), naqueles três anos que contemplais nestes mistérios, vós "massacrais-nos", porque nós revivemos os acontecimentos da sua vida, especialmente se os contemplais oferecendo-os revivendo (em vós) os seus sofrimentos, como esta (diz um palavrão referindo-se à pessoa possessa). Esta mulher (a possessa, que oferece todos os seus sofrimentos a Deus) é um verdadeiro perigo, como são outras como ela. Se, ao meditardes os mistérios desta arma (o Rosário), vós unis os vossos sofrimentos aos deles (Jesus e maria) e ao de todos os sofredores que Ele (Jesus) escolheu, como esta mulher - porque ela não os escolheu para si, é Ele quem a mantém neste estado -, então, sim, vós fazeis realmente muito mal."
Noutro exorcismo, o Maligno disse: "Quando dizeis a Ave-Maria é como se ela tomasse o vosso espírito e o levasse diante do Pai. Todas as vezes. Porque ela ama-vos como ninguém mais vos ama, leva-vos lá acima consigo".
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"E quando tu recordas a vida daquele (refere-se à meditação de cada mistério durante o Rosário), para mim é um suplício reviver todas as vezes o que aquele estabeleceu (mais um palavrão), porque quando tu acabas, começa outro, e [quando] este deixa, outro inicia, e este sai, outro entra. Sempre, há sempre alguém que está a rezá-lo. Não há um instante em que não seja rezado. É uma cantilena ininterrupta, em todas as partes do mundo. Mas, para nós, é um fundo musical mortal. Com todos aqueles (outro palavrão) mistérios, lembrais-nos todas as vezes o que nos fez e nos faz maaaaaal!"
E um dia 7 de outubro, dia da memória litúrgica da Senhora do Rosário. Tirei do bolso o terço e ele disse imediatamente: "Essas contazinhas fazem-me mal, bastardas! E também bastardos os que o fazem! (talvez se referisse àqueles que confeccionam os terços do Rosário)." Ordenei-lhe: "Por que te aborrecem tanto aquelas contazinhas?" E ele: "Porque me dais muitos murros. Acabai com isso! Já não vos dou o suficiente?" Então, coloquei o terço em cima daquela pessoa e o demônio berrou: "É pesado, esmaga-me, tira-o, esmaga-me! Estás a esmagar-me! Saem-me as "tripas", não vês!" O que é que estas reações do demônio nos ensinam para a nossa vida diária? Que o Rosário, bem rezado, "pesa" no demônio de tal maneira que já não pode fazer-nos todo o mal que quereria, porque a Senhora, precisamente através do Rosário, faz-nos crescer na fé em Deus e protege-nos das insídias do inimigo.
Noutro dia, enquanto eu exorcizava, tirei novamente um terço do bolso e imediatamente o demônio gritou: "Tira essa corrente, tira essa corrente!" E eu: "Que corrente?" E ele: "Essa com a cruz ao fundo. Ela chicoteia-nos com essa corrente!" Trata-se, na verdade, de uma linguagem metafórica, mas faz-nos compreender de maneira muito concreta o poder do Rosário e quanto o demônio o teme.
Outra vez, eu tinha posto ao pescoço da pessoa possessa um terço; o demônio gritou: "Queres matar-me? És um assassino! Estas contas são pior do que os espinhos da coroa de Cristo! São fogo vivo. Cada pérola é um coração consagrado! Mata-nos a todos! Tira-nos a respiração! Está a sufocar-me! Para nós é morte certa!"
Outra vez, enquanto eu estava a dependurar o terço ao pescoço de uma pessoa possessa, o demônio gritou, tentando travar-me: "Tira essas rosas: fedem, fedem, essas rosas!" Instintivamente, eu disse: "Onde estão as rosas?" E o demônio: "Puseste-as em cima dela (referia-se à pessoa possessa)." Depois do exorcismo, essa pessoa referiu-me que se recordava apenas de que, em determinado momento, se tinha sentido envolvida por uma coroa de rosas.
Outras expressões sobre o Rosário, em diversos outros exorcismos:
"Cada conta desse terço, com que vós rezais, é para nós uma chicotada, queima-nos."
"Quando usais aquela maldita corrente, sinto-me mal, porque invocais aquela (a Ave-Maria), recordais-me a vida daquele (a nossa contemplação dos mistérios do Evangelho no Rosário atormenta-o e faz-lhe perder as forças)"
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"Quem se agarra a esta (e procurou arrancar o terço que eu tinha posto ao pescoço da pessoa possessa), nunca se perderá."
"Quando contemplais os mistérios daquele terço, fico doente. São bastonadas. Arranca de mim muitas, muitas almas. Porque é sua. Porque é daquela."
"Odeio-o (o terço), porque é uma coroa de amor que une todas a Ele e a ela."
Finalmente:
"Se vós todos soubésseis, eu seria destruído em menos de um segundo. Se rezardes o Rosário, esta coisa aqui bastarda, com fé! (E afastou com desprezo o terço que eu tinha nas mãos.) Sabes o que é que ela faz quando vós rezais o terço? (diz uma série de insultos contra mim): Ela pega a vossa mão, estica-se para o Céu e pega na do vosso Deus, e, através desta oração, desta corrente de (um palavrão), aproxima as duas mãos e aproxima-as para fazer com que se toquem. Quando estas duas mãos se encontram, ela exulta, exulta, exulta, ajoelha-se e reza. Só poucos homens alcançam aquela mão, porque muitas vezes arrancam-ma da mão daquela, porque não querem fazê-lo, graças a mim que sou o seu deus, mas os que conseguem (e repete), mas os que conseguem, têm plena consciência disso e ela exulta. Ei-la que se ajoelha e beija os pés perfurados do Filho e diz que fez graça a este (isto é, a alguma pessoa), porque tocou naquela mão e no meio daqueles (os habitantes do Paraíso), quando acontece, todo o Paraíso, todo o Paraíso exulta. Que nojo, que nojo! E lágrimas de alegria saem daqueles olhos (diz um palavrão). Que nojo, que nojo, que nojo, que nojo, que nojo, que nojo, que nojo!"
Padre Francisco Bamonte, A Virgem Maria e o Diabo nos exorcismos.
Fonte: www.amormariano.com.br  - Sugerido pela amiga Audren Fabiana (Caxias do Sul RS)
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Artigo Publicado em 19.04.2015
O Poder de Maria sobre todos os demônios brilhará particularmente nos últimos tempos
n/d
“Deus constituiu não somente uma inimizade, mas ‘inimizades’, não apenas entre Maria e o demônio, mas também entre a descendência da Virgem Santa e a de Satanás. Isto quer dizer que Deus estabeleceu inimizades, antipatias e ódios secretos entre os verdadeiros filhos e servos da Santíssima Virgem e os filhos e escravos do demônio: eles não se amam, nem têm qualquer correspondência interior uns com os outros. Os filhos de Belial (Dt 13, 13), os escravos de Satanás, os amigos do mundo (não há diferença), até hoje perseguiram sempre, e perseguirão mais do que nunca, aqueles que pertencem à Santíssima Virgem, como outrora Caim perseguiu seu irmão Abel, e Esaú perseguiu Jacó, figuras dos réprobos e dos predestinados. Mas a humilde Maria alcançará sempre a vitória sobre este orgulhoso.
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Essa vitória será tão grande que chegará a esborrachar-lhe a cabeça, onde reside o seu orgulho. Ela descobrirá sempre a sua malícia de serpente, e porá a descoberto as suas tramas infernais. Dissipará os seus conselhos e protegerá, até o fim dos tempos, os Seus servos fiéis contra aquelas garras cruéis.”
“Mas o poder de Maria sobre todos os demônios brilhará particularmente nos últimos tempos, em que Satanás armará ciladas contra o seu calcanhar, ou seja, contra os humildes escravos e pobres filhos, que Ela suscitará para lhe fazer guerra.
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Eles serão pequenos e pobres na opinião do mundo, humilhados perante todos, calcados e perseguidos como o calcanhar o é em relação aos outros membros do corpo. Mas, em troca, serão ricos da graça de Deus, que Maria lhes distribuirá abundantemente. Serão grandes e de elevada santidade diante de Deus, e superiores a toda criatura pelo seu zelo ardente. Estarão tão fortemente apoiados no socorro divino que esmagarão, com a humildade de seu calcanhar e em união com Maria, a cabeça do demônio, fazendo triunfar Jesus Cristo.”
[São Luís Maria Grignion de Montfort, Tratado de Verdadeira Devoção à Ssma. Virgem, capítulo 1, artigo II, 2ª consequência, 3, I, Ofício Especial de Maria nos Últimos Tempos, n. 54; edição em *pdf, pp. 50-51.]

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Vereis que o diabo se introduziu no lugar sagrado, corrompe, perverte, confunde...
Esta é a hora da paixão da Igreja.
O bem-aventurado Francisco Palau escrevia o jornal El Ermitaño com o objetivo de lutar contra as hostes de Satanás e tudo o que implica a Revolução e a impiedade que se unem para empreender uma ofensiva contra a Igreja. A Revolução, ou o “Antro tenebroso”, como ele a denomina significa “todos os poderes da terra coligados com os do inferno em guerra contra Cristo e sua lgreja”. “Esta atividade implica a romper a ordem e atacar os princípios da verdadeira legislação dada por Deus” (El Ermitaño, 29 de Julho de 1869 p.2)
Muitos como ele visualizaram já no século XIX esta conjuntura desoladora. Entretanto, não são poucos os que, ainda hoje, consideram o avanço da Revolução como um progresso e um benefício. Não percebem os sinais dos tempos e ainda são capazes de abraçar a causa da Revolução como se tudo o que vemos nos dias de hoje fosse “paz e prosperidade”. Foi destes tais, “inimigos da cruz” que disse o Senhor: “O meu tempo ainda não chegou, mas para vós a hora é sempre favorável. O mundo não vos pode odiar, mas odeia-me, porque eu testemunho contra ele que as suas obras são más.” (Jo 7, 6-7) De fato, “o mundo não pode odiar” quem o aplaude e lhe apoia ao invés de testemunhar contra ele! Esta ação contínua e ostensiva que flagela, humilha e crucifica a Santa Igreja, “omnes portae ejus destrúctae: sacerdotes ejus gementes: vírgines ejus squálidae, et ipsa oppréssa amaritúdine”. Suas portas estão destruídas porque já não há mais limites de objetividade na fé e nos costumes. Seus sacerdotes gemem porque já não tem força para sustentarem um ministério que depende da virtude do sangue de Cristo que não conhecem mais e suas virgens estão desgastadas porque tem cessado a corrente intercessora das virgens consagradas. “Vereis que o diabo se introduziu no lugar sagrado, e corrompe, perverte, confunde, prova” (“El suicidio”, El Ermitaño, Nº 87, 7-7-1870). “quia vidit Gentes ingressas Sanctuárium suum, de quibus praecéperas ne intrárent in ecclésiam tuam.” (lamentações).
Diante deste quadro, sombrio nos resta refugiar-nos sob o manto de Nossa Mãe Santíssima, a Virgem poderosíssima como um exército em ordem de batalha
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Com Ela sustentarmos o combate da oração, com ela mantermos a vigilância, com ela esperarmos a ressurreição… Que Deus venha em socorro de sua Igreja e faça resplandecer de novo a graça e a beleza que emanam da Santa Cruz! “Tu exsúrgens miseréberis Sion quia tempus miseréndi ejus, quia venit tempus.” (Sl. 101)
Fonte: El Ermitaño (é a comunicação oficial dos Carmelitas Tradicionais)

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

O Papa e Lutero

O simbólico gesto do Papa Francisco comemorando o heresiarca Lutero


12.02.2016 -
n/d
Lutero queima a bula de sua excomunhão.
Como pode um católico participar ativamente das comemorações da revolta de Lutero contra a Igreja e o papado, sem dar a impressão aos demais católicos e não-católicos de que ele admira os atos e as doutrinas do pérfido heresiarca?
Muitas vezes os atos e gestos simbólicos têm maior força de persuasão do que as palavras e os raciocínios, embora ambos se completem. Foi assim que o Divino Salvador continuamente alternava sua pregação com gestos simbólicos e o uso de metáforas e parábolas.
Também por essa razão a Igreja sempre se cercou de símbolos para tornar mais perceptíveis a beleza de sua doutrina, a sacralidade de sua liturgia, a dignidade e a autoridade dos seus hierarcas. O papa era coroado solenemente para simbolizar o poder conferido a ele por Nosso Senhor, como sucessor de São Pedro, no governo da Igreja e orientação da Cristandade.
Magistério por atos simbólicos
O atual Sumo Pontífice usa muito de gestos simbólicos e tem um magistério mais feito de atos e atitudes do que propriamente de palavras, embora ele as use e, infelizmente com frequência, de modo confuso e mesmo escandaloso como o famoso “quem sou eu para julgar?”
Na linha de seu magistério por atos e gestos, é de suma gravidade sua anunciada participação nas comemorações da revolta do monge apóstata e heresiarca Martinho Lutero.
Como informou o Vatican Informative Service de 25 de Janeiro último, Francisco irá este ano à cidade de Lund, na Suécia, onde, juntamente com dirigentes luteranos “presidirá a uma comemoração conjunta da Reforma em 31 de Outubro.”[1] Como se recorda, foi nessa data que, em 1517, Lutero teria afixado na porta da igreja do castelo de Wittenberg as suas 95 teses.[2]
A comemoração de um fato histórico não é uma simples lembrança do mesmo, como poderia ocorrer numa aula de história. É uma rememoração festiva e com louvor de algo que se julga digno de admiração, imitação ou mesmo de devoção. É assim que em 2017 o orbe católico comemorará o centenário das aparições de Nossa Senhora em Fátima.
Como pode o Papa Francisco participar ativamente das comemorações da revolta de Lutero contra a Igreja e o papado, sem dar a impressão a católicos e não-católicos de que ele admira os atos e as doutrinas do heresiarca?
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Condenação solene dos erros de Lutero.
Convém lembrar que o Papa Leão X, com a Bula Exsurge Domine de junho de 1520, condenou solenemente 41 dos erros defendidos por Lutero em 1517:
“Pela autoridade do Deus Todo-Poderoso, dos santos apóstolos Pedro e Paulo, e de nossa própria autoridade, nós condenamos, reprovamos, e rejeitamos completamente cada uma dessas teses ou erros como heréticos, escandalosos, falsos, ofensivos aos ouvidos piedosos ou sedutores das mentes simples, e contra a verdade católica. Listando-os, nós decretamos e declaramos que todos os fiéis de ambos os sexos devem considerá-los como condenados, reprovados e rejeitados… Nós os proibimos a todos em nome da santa obediência e sob as penas de uma automática excomunhão…”
Do mesmo modo, o papa condenava os outros escritos de Lutero:
“Ainda mais, por causa dos precedentes erros e de muitos outros contidos nos livros ou escritos e sermões de Martinho Lutero, nós do mesmo modo condenamos, reprovamos e rejeitamos completamente os livros e todos os escritos e sermões do citado Martinho, seja em Latim seja em qualquer outra língua , que contenham os referidos erros ou qualquer um deles; e desejamos que sejam considerados totalmente condenados, reprovados e rejeitados. Proibimos a todos e a qualquer um dos fiéis de ambos os sexos, em nome da santa obediência e sob as penas acima em que incorrerão automaticamente, de ler, sustentar, pregar, louvar, imprimir, publicar ou defendê-los.”[3]
Furor contra o Papado
A resposta do heresiarca, em seu estilo arrogante e vulgar, foi o panfleto de 4 de Novembro desse mesmo ano, Contra a Execrável Bula do Anticristo, no qual proclamava:
“Tu, então, Leão X, e vós cardeais e o resto de vós em Roma, eu lhes digo em vossa face ….  a renunciar à vossa blasfêmia diabólica e impiedade audaciosa, e, se não mudardes, teremos vosso lugar como possuído e oprimido por Satanás e como o maldito assento do Anticristo.“
O furor de Lutero contra o papado levou-o a incorrer sempre mais na vulgaridade,  chegando a usar termos e a encomendar e promover gravuras inimagináveis.
Com um pedido de desculpas ao leitor, transcrevemos aqui uma amostra. Trata-se da apreciação feita por um historiador protestante do libelo de Lutero Contra o Papado em Roma, fundada pelo diabo, publicado na revista Concordia Theological Quarterly da Igreja Luterana do Sínodo de Missouri:
“Lutero superou até mesmo a violência e vulgaridade da Contra Hanswurst [na qual atacava o duque católico Henrique de Brunswick] em seu libelo de 1545 intitulado Contra o Papado em Roma, fundado pelo diabo. Na esteira desses tratados, publicou uma série de xilogravuras escatológicas e violentas que, de um modo gráfico, sugeria como os bons cristãos deviam tratar o papado. Nesses e em outros tratados, Lutero bestializava seus oponentes, com maior frequência comparando-os com suínos ou burros, ou chamando-os de mentirosos, assassinos, e hipócritas. Eles eram todos os asseclas do demônio. … [chamou o Papa Paulo III, 1534-1549] ‘Sua Sodomita Infernal’ Papa Paula III, e utilizou palavras como excremento por toda parte com toda naturalidade. Nas xilogravuras por Lucas Cranach que Lutero encomendou no final de sua vida, eram apresentadas a Igreja papista como saindo do ânus de uma enorme diaba e sugeria, mais uma vez que o Papa, os cardeais e bispos deviam ser pendurados na forca com suas línguas de fora.” [4]
O mesmo artigo informa:
“Quando perguntado por que havia publicado as caricaturas, Lutero respondeu que percebeu que não tinha muito tempo de vida e que ele ainda tinha muito que deveria ser revelado sobre o papado e seu reino. Por esta razão, ele havia publicado as fotos, cada uma valendo por um livro, do que deveria ser escrito sobre o papado. Era, ele afirmou, seu testamento.”[5]
Em 1529 proclamava Lutero:
“Sob o papismo nós estávamos possuidos por cem mil diabos.”[6]
Uma das mais suaves críticas de Lutero ao Papa é este seu comentário nas Conversas à mesa:
“Anticristo é o papa e o Turco [o Grão-Turco] em conjunto; uma besta cheia de vida deve ter um corpo e alma; o espírito ou alma do anticristo é o papa, sua carne ou o corpo, o Turco. O segundo assalta e persegue a igreja de Deus corporalmente; o primeiro espiritual e corporalmente também, com suspensão, fogueiras, assassinatos, etc.”[7]
Doutrina da falsa misericórdia
A essência da doutrina de Lutero é a justificação somente pela fé. Mas a consequência dessa doutrina é um falso conceito da misericórdia de Deus. O Frei Serafino Lanzetta, analisando o livro do Cardeal Walter Kasper, Misericórdia: A Essência do Evangelho e a chave da vida cristã, escreve:
“Historicamente, segundo julga Kasper, apoiado por O. H. Pesch, ‘a idéia de um Deus vingativo e castigador lançou muitos na angústia em relação à sua salvação eterna. O caso mais conhecido, e um prenúncio de graves conseqüências para a História, é o do jovem Martin Lutero, que foi durante muito tempo atormentado pela pergunta: ‘Como posso encontrar um Deus bondoso?’, até que ele reconheceu um dia que, no sentido da Bíblia, a justiça de Deus não é a sua justiça punitiva, mas a sua justiça justificadora e, portanto, sua Misericórdia. ‘”[8]
Essa doutrina está bem sintetizada na famosa carta de 1521 de Lutero a Melanchthon:
“Se você é um pregador da misericórdia, não pregue uma misericórdia imaginária mas a verdadeira. Se a misericórdia é verdadeira, você deve levar em conta um verdadeiro pecado, não um pecado imaginário. Deus não salva aqueles que são apenas pecadores imaginário. Seja um pecador, e peca fortemente, mas que sua confiança em Cristo seja mais forte, e se alegre em Cristo, que é o vencedor do pecado, da morte e do mundo. … Basta que através da glória de Deus reconheçamos o Cordeiro que tira o pecado do mundo. Nenhum pecado pode nos separar d’Ele, mesmo que matemos e cometamos adultério milhares de vezes por dia. Você acha que tal Cordeiro exaltado pagou apenas um pequeno preço com um magro sacrifício pelos nossos pecados? Reze forte porque você é um grande pecador.
No dia da Festa de São Pedro Apóstolo, 1521” [9]
Em outro lugar escreveu Lutero:
“É conveniente que nós nos tornemos injustos e pecadores, a fim que Deus seja reconhecido justo em suas palavras.”[10]
Alguns escritores, mesmo católicos, procuram apresentar essas palavras de Lutero como meras hiperbóles, uma vez que ele também fala contra o pecado. No entanto, essa doutrina do pecca fortiter,  é a consequência da “iluminação” que ele recebeu na cloaca do convento, ou seja, de que é somente a fé, sem as obras, a “sola fide” que salva.[11]
Já em 1516, portanto antes de sua revolta pública, Lutero escrevia ao seu confrade agostiniano George Spenlein:
“Sede um real pecador porque Cristo habita apenas nos pecadores.”[12]
Lutero deixa claro, no seu panfleto A Igreja no Cativeiro da Babilônia, que o único pecado pelo qual uma pessoa pode se perder é o da incredulidade. Crendo, uma pessoa, por maior pecador que seja, estará salva:
“Veja o quão rico é, portanto, um cristão, aquele que é batizado! Mesmo que ele queira, ele não poderá se perder, por mais que peque, a menos que ele deixe de crer. Porque nenhum pecado pode condená-lo fora a incredulidade. Todos os outros pecados, enquanto a fé na promessa de Deus feita no batismo retorne ou permaneça, todos os outros pecados, digo eu, são imediatamente apagados por essa mesma fé, ou melhor, através da verdade de Deus, porque Ele não pode negar a si mesmo.”[13]
Em um sermão de 1532 Lutero pregava:
“Tirando a incredulidade, não há mais pecados: todo o resto são bagatelas. Quando meu pequeno Joãozinho vai defecar em um canto, a gente ri e acabou-se. Fides facit ut stercus non feteat [A fé faz com que as fezes não cheirem]. Resumo dos resumos: a incredulidade é o único pecado em relação ao Filho [de Deus].”[14]
Lutero: a Missa católica, pior que um prostíbulo.
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Pregava Lutero em 1524:
“Sim, eu o digo, todos os prostíbulos, que no entanto Deus condenou severamente, todos os homicidios, mortes, roubos e adultérios, são menos prejudiciais do que a abominação da Missa papista.”[15]
No já citado panfleto O Cativeiro da Igreja na Babilônia, Lutero dizia que o padre “oferecendo a missa como um sacrifício …. é o auge da perversidade!”[16]
O Espirito de Verdade não induz ao erro.
As citações poderiam continuar, mas os textos apresentados são suficientes para deixar claro que as doutrinas, bem como a personalidade do heresiarca, cuja revolta arrastou nações inteiras para fora do único redil de Cristo, nada têm de comum com a Igreja Católica.
Não se entende então porque o atual Papa, ele mesmo um Jesuíta, Ordem religiosa suscitada por Deus para combater o Protestantismo, empreenda uma viagem para comemorar o centenário de uma revolta contra a Igreja.
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A missão dada a São Pedro foi a de alimentar as ovelhas de Cristo;[17] o encargo de confirmar os irmãos na fé[18]; ele recebeu as chaves do reino dos Céus[19] para conduzir as almas para à bem-aventurança eterna.
O Concílio Vaticano I deixou claro que “o Espírito Santo foi prometido aos sucessores de Pedro não para que eles possam, por sua revelação, dar a conhecer algumas novas doutrinas, mas que, pela sua assistência, eles possam guardar religiosamente e expor fielmente a revelação ou depósito da fé transmitida pelos apóstolos.” [20]
(Sacerdotisa Luterana celebrando a ceia protestante de Lutero)
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Com efeito, o Espírito Santo é um “Espírito de Verdade”[21] e não pode inspirar o erro, seja por meio de palavras, atos, gestos ou atitudes.
“Um sinistro supermercado de religiões”
Em situação semelhante, na comemoração do quinto centenário do nascimento do monge apóstata, o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, que dedicou sua vida à defesa da Igreja e do Papado, escreveu estas palavras de advertência:
“Não compreendo como homens da Igreja, contemporâneos, inclusive dos mais cultos, doutos ou ilustres, mitifiquem a figura de Lutero, o heresiarca, no empenho de favorecer uma aproximação ecumênica, de imediato com o protestantismo, e indiretamente com todas as religiões, escolas filosóficas, etc.
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E concluiu:
“Não discernem eles o perigo que a todos nos espreita, no fim deste caminho, ou seja, a formação, em escala mundial, de um sinistro supermercado de religiões, filosofias e sistemas de todas as ordens, em que a verdade e o erro se apresentarão fracionados, misturados e postos em balbúrdia? Ausente do mundo só estaria – se até lá se pudesse chegar – a verdade total; isto é, a fé católica apostólica romana, sem nódoa nem jaça.”[22]
A Igreja vencerá mais esta crise.
No seu luminoso ensaio Revolução e Contra-Revolução, o mesmo pensador católico escrevia estas palavras cheias de esperança sobre a Igreja:
“Alios ego vidi ventos; alias prospexi animo procellas, poderia ela dizer ufana e tranqüila em meio às tormentas por que passa hoje. A Igreja já lutou em outras terras, com adversários oriundos de outras gentes, e por certo enfrentará ainda, até o fim dos tempos, problemas e inimigos bem diversos dos de hoje.”[23]
Aproximando-se o centenário das aparições de Nossa Senhora em Fátima, peçamos a Ela que apresse o cumprimento da promessa feita nessa ocasião:
“Por fim o meu Imaculado Coração triunfará.”
Notas:
[1] http://www.news.va/en/news/joint-ecumenical-commemoration-of-the-reformation (Salvo indicação em contrário, todas as ênfases nos textos aqui citados são do autor deste artigo).
[2] O historiador Pe. Ricardo Garcia-Villoslada, S.J., em seu livro sobre Lutero, apresenta argumentos e documentação muito convincentes de que este ato não se deu. Nem Lutero o menciona em seus escritos, nem tal fato é registrado por cronistas contemporâneos. Foi somente depois de sua morte que Melanchthon, que não estava em Wittenberg nessa época, mencionou o suposto ato. Caso ele se tivesse dado, posto que se tratava da véspera de Todos os Santos, uma festa muito concorrida na igreja do Castelo de Wittenberg, ele teria chamado muito a atenção e seria referido nas crônicas. (Ricardo Garcia-Villoslada, Lutero El Frayle Hambriento de Dios, BAC, Madrid, 1973, v. 1, pp.334-338).  Mas o que importa é que, real ou não, esse fato ficou como símbolo da revolta luterana.
[3] Leão X, EXSURGE DOMINE, 15.06.1520, Tradução: José Fernandes Vidal, at http://agnusdei.50webs.com/exsdom1.htm, acessado em 2/2/16.
[4] Mark U. Edwards, Jr., Luther’s Last Battles, CONCORDIA THEOLOGICAL
QUARTERLY, Volume 48, Numbers 2 & 3 APRIL-JULY 1984, pp. 126-127 (emphasis original), http://www.ctsfw.net/media/pdfs/edwardslutherslastbattles.pdf, acessado em 29/1/16.
[5] Idem, p. 133.
[6] Werke, t. XXVIII, p. 452, 11, apud J. Paquier, Luther, Dictionnaire de Théologie Catholique, v. IX, premire partie, col.1170.
[7] THE TABLE-TALK OF MARTIN LUTHER ,TRANSLATED BY WILLIAM HAZLITT, Esq.
Philadelphia: The Lutheran Publication Society. 1997, at http://reformed.org/master/index.html?mainframe=/documents/Table_talk/table_talk.html, (acessado 27/1/16).
[8] Fr Serafino M. Lanzetta, Kasper’s Perplexing Notion of “Mercy” Is Not What Church Has Always Taught – an extensive book review, and its implications for Marriage, at  http://rorate-caeli.blogspot.com/2014/09/kaspers-perplexing-notion-of-mercy-is.html, acessado 1/2/126.
[9] Let Your Sins Be Strong: A Letter From Luther to Melanchthon, Letter no. 99, 1 August 1521, From the Wartburg  (Segment) Translated by Erika Bullmann Flores from: _Dr. Martin Luther’s Saemmtliche  Schriften Dr, Johannes Georg Walch, Ed. (St. Louis: Concordia Publishing House, N.D.),  Vol. 15,cols. 2585-2590. http://www.iclnet.org/pub/resources/text/wittenberg/luther/letsinsbe.txt (acessado 27/1//16).
[10] Werke, t. IV, p. 343, 22, apud J. Paquier, Luther, Dictionnaire de Théologie Catholique, v. IX, premire partie, col. 1212.
[11] Em 1532 Lutero fazia a seus convivas a seguinte confidência, recolhida nas Conversas à mesa: “O Espírito Santo me deu essa intuição nesta cloaca” (T.R., t. II, n. 1681, t. III, n. 3232ª, in Paquier, col. 1207).
[12] Enders, Luthers Briefwechsel, I, p. 29, in Hartmann Grisar, S.J., Martim Luther his Life and Work, The Newman Press, Wstminster, Maryland, 1960, p. 68.
[13] Martin Luther, The Babylonian Captivity of the Church – A prelude 1520, 3.8, at http://www.lutherdansk.dk/Web-babylonian%20Captivitate/Martin%20Luther.htm (acessado 281//16).
[14] Werke, t. XXXVI, p. 183, 7, in Paquier, col. 1249.
[15] Werke, t. XV, p. 774, 18, apud J. Paquier, col. 1170.
[16] The Babylonian Captivity of the Church, n.7.11, http://www.lutherdansk.dk/Web-babylonian%20Captivitate/Martin%20Luther.htm.
[17] João 21:15-17.
[18] Lucas 22:32.
[19] Mateus 16:19.
[20] Denzinger 1836.
[21] João 14:21.
[22] Lutero pensa que é divino!, 10 de janeiro de 1984 , Folha de S. Paulo, at http://www.pliniocorreadeoliveira.info/FSP_84-01-10_Lutero_pensa.htm#.VrE9ilkwCZM, acessado 2/2//16.
[23] Revolução e Contra-Revolução, II, 12, at http://www.pliniocorreadeoliveira.info/RCR.pdf. acessado 3/2/16.
Fonte: http://ipco.org.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Lembrando as sábias palavras do Arcebispo Marcel Lefebvre:
"Para que o Papa represente a Igreja e seja dela a imagem, é preciso que esteja unido a ela tanto no espaço como no tempo já que a Igreja é uma Tradição viva na sua essência. Na medida em que o Papa se afastar dessa Tradição estará se tornando cismático, terá rompido com a Igreja. Teólogos como São Belarmino, Caetano, o cardeal Journet e muitos outros estudaram essa eventualidade. Não se trata, pois, de uma coisa inconcebível. A Igreja aceitaria doravante não ser mais a única religião verdadeira, a única via para a salvação eterna. Ela reconheceria como religiões-irmãs as outras religiões. Reconheceria como um direito concedido pela natureza da pessoa humana que esta pessoa é livre de escolher sua religião e que, portanto, a existência de um Estado católico seria inadmissível. Se admitirmos este novo princípio, temos que mudar toda a doutrina da Igreja, seu culto, seu sacerdócio, suas instituições. Pois tudo, até então, na Igreja, manifestava que Ela era a única a possuir a Verdade, o Caminho e a Vida em Nosso Senhor Jesus Cristo que ela, a Igreja, é a única a deter em pessoa, na Santa Eucaristia, onde, Ele está presente, graças à continuação de seu Sacrifício. Logo é uma inversão total da Tradição e do ensino da Igreja que está se operando, depois do Concílio e pelo Concílio. Como poderíamos nós, por obediência servil e cega, fazer o jogo desses cismáticos que nos pedem colaboração para seus empreendimentos de destruição da Igreja? Eis porque estamos prontos e submissos para aceitar tudo o que for conforme à nossa fé católica, tal como foi ensinada durante dois mil anos mas recusamos tudo o que lhe é contrário. Eu acredito sinceramente que estamos tratando com uma falsificação da Igreja, e não com a Igreja católica. Por quê? Porque eles não ensinam mais a fé católica. Eles não defendem mais a fé católica. E não somente eles não ensinam mais a fé católica e não defendem mais a fé católica, mas eles ensinam outra coisa, eles arrastam a Igreja para algo diferente da Igreja católica. Esta não é mais a Igreja católica. Se acontecesse do papa não fosse mais o servo da verdade, ele não seria mais papa. Não poderíamos seguir alguém que nos arrastasse ao erro. Isto é evidente. Não sou eu quem julga o Santo Padre, é a Tradição.
Declarou o Papa São Félix III: "Não se opor a um erro é aprová-lo. Não defender a verdade é suprimi-la".
Declarou São Tomás: “Surgindo perigo iminente pára a Fé, os Prelados devem ser questionados, mesmo publicamente, pelos seus súditos. Assim, São Paulo, que estava sujeito a São Pedro, questionou-o publicamente pelo iminente perigo de escândalo em matéria de Fé. E, tal como Santo Agostinho o interpreta na sua Glosa (Ad Galatas 2, 14), ‘São Pedro deu o exemplo a todos os que governam para que, ao desviarem-se do caminho reto, não rejeitem a correção como inútil, ainda que venha de súditos’” (Summa Theologiae,Turin/Rome: Marietti, 1948, II-II, q.33, a.4).

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Sobre o logo do Jubileu da Misericórdia - site Rainha Maria

Um Logotipo sincretista, maçônico e anticristão: O logo que simboliza o Jubileu da Misericórdia


07.12.2015 -
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O nosso parceiro e amigo, Darwin Valenzuela nos enviou material novo que está revelando cada vez mais a natureza do precursor do Anticristo que permeia a igreja conciliar. É o aparecimento de "logo" que simboliza o Jubileu de misericórdia organizada por Decimejorge para o período que vai de 08 de dezembro deste ano, até 16 de novembro do próximo ano.
O logotipo foi publicado em muitos sites, incluindo este:
http://www.diocesismalaga.es/pagina-de-inicio/2014044089/el-ano-de-la-misericordia-ya-tiene-logo/
E então ele usa o "pequeno compêndio teológico de misericórdia", de acordo com Salvatore Fisichella:
O amigo Darwin analisou meticulosamente a ilustração, tirou várias conclusões interessantes e reveladoras, que adicionamos um  pouco da nossa observação. Nós traçamos os nossos resultados e destacamos a respectiva pendência que pensávamos necessário, sobre o logotipo oficial do Vaticano, como em algumas outras ilustrações acrescentar.
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A primeira coisa que você nota é o viés ecumênico da figura, que revela, entre outras coisas, no peito do quadro principal, idêntico do que é habitual em ministros protestantes...e também entre as "ministras"
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A aura do logotipo policromada nos faz lembrar de um turbante; não se sabe a que seita representa, embora não haja dúvida o estilo oriental deste elemento; embora seja semelhante à aura que o rodeia, por vezes, para a Divindade de Cristo, representando o Pai, do Filho e do Espírito Santo:
Nesta imagem, sugestivamente, eles aparecem apenas quatro grandes áreas de cor, o que significa uma alternância circular completa, assemelha-se a um turbante e não a aura divina do Redentor:
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Os pés da imagem principal atropela uma cruz, lembrando o rito maçônico do grau 29, que exige que o participante pisando um crucifixo com o pé esquerdo, depois à direita, com os braços no saltire e perguntando: " Esta cruz, símbolo de morte e destruição, fora do mundo"; em seguida, por favor brilhe a luz de Baphomet:
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Se virar a figura 45 graus no sentido horário, o olho maçônico aparece com o texto que forma a sobrancelha:
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Darwin, em seguida, recorda a Bem-Aventurada Virgem Maria no seu título de Nossa Senhora de Guadalupe; como é conhecida, quando os índios mexicanos viram pela primeira vez o tilma no manto de Juan Diego, caíram a seus pés imediatamente, porque eles foram capazes de ler os sinais de sua própria cultura na imagem do tilma.
Sabendo que o mal tudo imita parodiando o sagrado, pode ser claramente notado no logotipo,vários sinais referentes a adorações de ídolos na Índia.
Por estas seitas hindus há também uma trindade (Trimurti), que consiste em Brahma (o deus criador), Vishnu (o deus preservador) e Shiva (o deus destruidor). Estas seitas hindus também acreditam em uma deusa do sexo feminino chamada Kali, um dos consortes de Shiva, mulher selvagem, sangrenta e incontrolável e viciosa, domada apenas pelo seu cônjuge, embora muitas vezes representada precisamente depravadamente dançando sobre o memso Shiva.
No logotipo do Jubileu, você pode ver uma figura semelhante a frenética dança de Kali, observando as pernas da imagem principal:
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A Trindade demoníaca também pode se ver representada em:
1. Os três olhos com a imagem equivalente à característica básica dos mais poderosos ídolo desta trindade, Shiva, o Destruidor:
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Como mostrado nesta última ilustração, Shiva também mostra uma cobra enrolada no pescoço, no logo seria representada pelo homem em torno do gargalo da imagem principal.
2. A imagem tem um par de cabeças fundidas, o equivalente a Brahma, que tem várias cabeças:
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Ou como o deus do fogo da mesma mitologia hindu, Agni:
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3. A imagem tem quatro braços; seu equivalente é Vishnu:
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Quanto à "liberdade", religiosa  promovida pelo CVII e repotenciação quase ao limite pelo nosso infeliz companheiro, pode ser visto o símbolo do Islã, a lua crescente na coxa direita da imagem principal:
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Vista de uma cúpula islâmica, o símbolo da lua crescente, semelhante ao logotipo da misericórdia bergogliana:
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Também tinha que estar presente no logotipo algo a que se refere a deserção dos homens da Igreja nos últimos tempos; são os três círculos de rave decorrente do pré-modernista apóstata Jacinto Loyson (aqui). Na apresentação do logotipo, o Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização, o arcebispo Fisichella, mencionado como parte da imagem como uma amêndoa, mas este número usado repetidamente no imaginário católico, consiste em uma única marquise elíptica, e não três áreas de sobreposição como nesse caso.
Isto é, a mandorla é uma elipse (analogable perímetro de um círculo) e não uma forma oval (plano delimitado pela elipse, um círculo analogable). Aqui estão as três ovais (círculos) são uma clara referência ao renegado francês:
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Certamente há outras coisas que podem escapar ou, se o estilo das referências acima, seria um pouco remoto tentar representar; por exemplo, a dobra central da túnica, semelhante ao símbolo usado em todas as missões Apollo, de significância indeterminada:
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Existem outras coisas mais, como a extremidade do garfo do apêndice nasal de ambas as faces, a forma triangular de cada uma das quatro feridas, barba em forma de coração, formas de ombros de homem incomum, e  talvez algumas outras partes do desenho. O logotipo projetado para o  Jubileu de misericórdia é tão grotesco quanto tentar ser enigmático, e os sinais contraditórios não parece casual, tanto em número e variedade e identidade com oculto, maçônico, simbologia idólatra e demoníaca.
O mesmo se aplica ao registo periférico, na ausência do Latin, foi descartada a verdadeira linguagem da Igreja, foi expressa em Inglês, a língua dos negócios e da internacionalização.
Será que eles querem apresentar uma verdadeira imagem da Divina Misericórdia, com o seu respectivo registro, e escrito em vários idiomas? Não há necessidade de procurar muito; Aqui está:
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Todas as representações incorporadas no logotipo característico da misericórdia de Decimejorge, bem como as atuais e antigas crenças refletidas e mitológicas personagens para que eles se referem, são associação e expressão de demônios reais:
Portanto, que estou querendo dizer? Será que o sacrifício oferecido a um ídolo é alguma coisa? Ou o ídolo é alguma coisa?
Não! Quero dizer que o que os pagãos sacrificam é oferecido aos demônios e não a Deus, e não quero que vocês tenham comunhão com os demônios. (I Coríntios X, 19-20).
O Espírito diz claramente que nos últimos tempos alguns abandonarão a fé e seguirão espíritos enganadores e doutrinas de demônios. (I Timóteo IV, 1).
Coisas assim nada espero de uma Igreja apóstata e anticristica, que chafurda em paródia e diabolicamente distorce a verdade para arrastar-nos para a perdição eterna.
Preste atenção para se abrigar na verdadeira  Divina Misericórdia, indescritivelmente aninhado no Imaculado Coração de Maria; rezemos a ela para a nossa proteção e nos ajude manter firmes neste último combate da história. (tradução Google)
Fonte:https://radiocristiandad.wordpress.com/2015/05/14/un-logo-sincretista-masonico-y-anticristiano
Via: http://www.sinaisdoreino.com.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Por Dilson Kutscher
Conforme já foi dito...
Os maçons fizeram tentativas de infiltração na Igreja Católica e elevar os seus homens aos níveis mais elevados. A sociedade secreta luciferiana, os carbonários, conhecida como a Alta Vendita, publicou uma série de Instruções Permanentes, ou Código de Regras, que apareceram em Itália em 1818. Nesta era dito o seguinte:
“… É um dever das sociedades secretas fazer o primeiro ataque à Igreja e ao Papa, com o objetivo de conquistá-los aos dois. A obra a que nos propomos não é uma obra de um dia, nem de um mês, nem de um ano. Poderá demorar muitos anos, talvez um século… O que devemos pedir, o que devemos buscar e esperar, assim como os judeus esperam pelo Messias, é um papa de acordo com a nossas necessidades. Precisamos de um papa para nós, se tal Papa fosse possível. Com esse papa marcharemos mais seguramente ao assalto à Igreja do que com todos os livrinhos de nossos irmãos franceses e ingleses.”
O mesmo documento maçónico fez esta predição assombrosa:
“Num espaço de cem anos… os bispos e sacerdotes crerão estar a marchar atrás da bandeira das chaves de Pedro, quando na realidade estarão seguindo a nossa bandeira…As reformas terão de ser introduzidas em nome da obediência.”
O maçom Eliphas Lévi disse em 1862: “ O dia chegará em que o papa… declarará que todas as excomunhões estão levantadas e todos os anátemas retirados, em que todos os cristãos estarão unidos dentro da Igreja, em que os judeus e os muçulmanos serão abençoados e chamados de novo a ela… ela permitirá que todas as seitas se aproximem pouco a pouco e abarcará a toda a humanidade na comunhão do seu amor e orações. E assim os protestantes já não existirão. Contra o que irão protestar? O Sumo Pontífice será então verdadeiramente o rei do mundo religioso, e fará o que ele quiser com todas as nações da terra.”
Os comparsas do Anticristo teriam a obrigação satânica de colocar o "homem maligno" certo no Vaticano, o "falso profeta", anunciado no Apocalipse para o cumprimento do Fim dos Tempos.
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O falso profeta tem a missão de convencer e unir a todos numa única religião universal, somente assim o poder mundano do Anticristo terá grande influência nos que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal. (II Tessalonicenses, 2, 9)
"Vi, então, outra Fera subir da terra. Tinha dois chifres como um cordeiro, mas falava como um dragão." (Apocalipse 13, 11)
"Mas a Fera foi presa, e com ela o falso profeta, que realizara prodígios sob o seu controle, com os quais seduzira aqueles que tinham recebido o sinal da Fera e se tinham prostrado diante de sua imagem. Ambos foram lançados vivos no lago de fogo sulfuroso." (Apocalipse 19, 20)
A verdade como eu já disse é que...
E, Francisco é o "papa" escolhido e planejado pela maçonaria, para o desfecho final de seu plano de dominação mundial, de trazer uma Nova Ordem Mundial, sob o comando do Anticristo
Francisco está Preparando a Religião Universal do Anticristo.
Onde todas as religiões e seitas levam a DEUS e ninguém necessita mais se converter a...
...a Única e Verdadeira Igreja, todos se salvam, e todos os caminhos levam a Deus, dizem os ecumenistas, já a serviço do anticristo, oculto nas sombras do mundo.
A maçonaria aceita e inclui hindus, muçulmanos, budistas, cristãos...enfim...todos de qualquer crença são aceitos. Ou seja, conforme foi dito acima:  Jesus na maçonaria é um simples mestre e fundador de religião como: Buda, Maomé, Krisna e outros...
"Todo aquele que caminha sem rumo e não permanece na doutrina de Cristo, não tem Deus. Quem permanece na doutrina, este possui o Pai e o Filho. Se alguém vier a vós sem trazer esta doutrina, não o recebais em vossa casa, nem o saudeis. Porque quem o saúda toma parte em suas obras más." (2 João 9-11)
Francisco segue a mesma ideologia ou doutrina maçônica, em outras palavras, que todos caminhos levam a Deus, ninguém necessita mais se converter ao catolicismo, todos se salvarão nas suas próprias crenças.
"Estai de sobreaviso, para que ninguém vos engane com filosofias e vãs sutilezas baseados nas tradições humanas, nos rudimentos do mundo, em vez de se apoiar em Cristo." (Colossenses 2, 8)
A explicação é simples, mas o problema é que os católicos (cegos e guias de cegos) não quererem aceitar a realidade: o Vaticano está tomado pelos inimigos da Igreja Católica. (A fumaça de Satanás na Igreja ou os lobos em pele de cordeiro)
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A missão de Francisco é confundir as pessoas, difundir o erro e destruir o Catolicismo sob a guisa de ser "misericordioso" e "humilde".
“Roma perderá a Fé e se tornará a sede do Anticristo”, são as palavras que Nossa Senhora profetizou em La Salette, na França, uma aparição reconhecida pela Igreja.
Diz na Sagrada Escritura:
"Ele usará de todas as seduções do mal com aqueles que se perdem, por não terem cultivado o amor à verdade que os teria podido salvar. Desse modo, serão julgados e condenados todos os que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal". (II Tessalonicenses, 2, 10-12)
Disse o Padre Emanuel, ainda no sec. XIX:
Sobre o aparecimento do Anticristo...
“Apresentar-se-á como cheio de respeito pela liberdade das religiões, uma das máximas e uma das mentiras da besta revolucionária. Dirá aos budistas que é um Buda; aos muçulmanos, que Maomé é um grande profeta... Talvez até irá dizer, em sua hipocrisia, como Herodes seu precursor, que quer adorar Jesus Cristo. Mas isso não passará de uma zombaria amarga. Malditos os cristãos que suportam sem indignação que seu adorável Salvador seja posto lado a lado com outras seitas e mestres."
Diz na Sagrada Escritura:
"Porque não há nada oculto que não venha a descobrir-se, e nada há escondido que não venha a ser conhecido". (São Lucas 12, 2)
“Tu, desde o princípio, quebraste o meu jugo, rompeste os meus laços e disseste: — Não servirei!” (Jeremias 2, 20).
"Mas, ó terra e mar, cuidado! Porque o Demônio desceu para vós, cheio de grande ira, sabendo que pouco tempo lhe resta". (Apocalipse 12, 12)

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Rússia, o anticristo e o aviso a Obama

Presidente russo adverte o presidente americano, de que os tempos do Messias já começaram


01.12.2015 -
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Um relatório sensacional elaborado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) afirma que o presidente Putin, durante uma reunião privada com o presidente Barack Obama mais cedo hoje em Paris, apresentou ao líder da América um documento  de 23 de novembro escrito pelo Conselho Supremo da Igreja Ortodoxa Russa sob a autoridade de Sua Santidade o Patriarca Kirill de Moscou e de Toda a Mãe Rússia proclamando que os "Tempos do Messias" já começaram.
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De acordo com este relatório MNE, este  documento extraordinário menção do Conselho Supremo da Igreja  sobre o  "fim dos tempos"  foi iniciado cerca de 5 anos atrás a mando do líder religioso de Israel, o rabino Chaim Kanievsky, que antes mesmo deste documento ser concluído na semana passada, tornou-se tão preocupado com que ele advertiu aos povos judeus de todo o mundo, em julho passado, de que o Messias estava prestes a chegar, e nomeou uma data de importância para ser o 12 Setembro de 2015, a data exata onde o  Presidente Putin formalmente autorizou as  forças aeroespaciais para começar os bombardeios na Síria -e que começou no dia 30 de Setembro.
A principal substância deste documento  "fim dos tempos" apresentado ao presidente Obama pelo presidente Putin, hoje, este relatório continua, diz respeito às profecias feitas no século 18 por uma das histórias eruditos judeus mais poderosas , Elias ben Shlomo Zalman (Rabino Elija ben Salomão ), que também é conhecido como Vilna Gaon-a genialidade de Vilna.
O rabino Chaim Kanievsky (centro, sentado), em julho de 2015, com uma advertência a seus seguidores que a chegada do Messias é iminente.
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E o mais crítico dessas profecias feitas por Vilna Gaon que pertence exatamente aos acontecimentos mundiais da atualidade, este relatório estatal, e examinados em profundidade tanto pelo Conselho Supremo da Igreja e pelo rabino Kanievsky, era a que ele deu pouco antes de sua morte, em 1797, quando avisou:
“Quando você ouvir que os russos capturaram a cidade da Crimeia, você deve saber que os tempos do Messias já começaram, que seus passos estão sendo dados. E quando você ouvir que os russos tenham atingido a cidade de Constantinopla (Istambul de hoje, na Turquia), você deve colocar sua roupa de Shabat e não tirá-las, porque isso significa que o Messias está prestes a chegar a qualquer minuto".
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Importante notar sobre esta profecia  do Vilna Gaon também, este relatório diz, é que há duas traduções de que, sendo a segunda:
"Quando os navios do reino da Rússia estiverem a cruzar o estreito de Dardanelos você [Israel] deve se vestir com roupas de sábado, porque isso significa que a chegada do Messias está próximoa. Quando você vir os exércitos russos começarem  a se mover para o sul e entrar na Turquia, coloquem suas roupas de sábado e preparem-se para acolher o Messias.”
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Juntamente com o Mar de Mármara e o Bósforo, este relatório explica, o Dardanelos conecta o Mar Negro ao Mar Mediterrâneo, que é uma rota de trânsito vital para os navios da Marinha russa na  realização de sua missão contra os terroristas do Estado Islâmico, e que muitos acreditam que a Turquia pode estar a fechá-los se isso acontecer significaria uma invasão imediata da Turquia pela Rússia para reabri-la.
Quanto aos métodos empregados por Vilna Gaon em fazer esta profecia, este relatório continua, centra sobre o seu nível de inteligência gênial exibido pela primeira vez quando ele era uma criança, e pelo tempo que ele era um adulto fez dele um dos maiores estudiosos da matemático-judaica  e estudos religiosos que o mundo já conheceu-uma arte que só foi redescoberta recentemente, em 1994, com a publicação do artigo científico intitulado "seqüências de letras eqüidistantes no Livro de Gênesis".
Conhecido popularmente na cultura de hoje, como o Código da Bíblia (ou Código Torah), este relatório explica ainda, Vilna Gaon descobriu um conjunto de mensagens secretas codificadas dentro do texto hebraico da Torá e este código oculto tem sido descrito como um método pelo qual específico letras do texto pode ser selecionado para revelar uma mensagem de outra forma obscurecida.
Contribuiu para documento deste Conselho Supremo da Igreja agora na posse do presidente Obama, este relatório conclui, foi o Museu do Estado judeu Vilna Gaon em Vilnius, na Lituânia, e os Serviços de Segurança Federais (FSB) arquivos e históricos que sobre estes documentos que estão sendo descobertos em 2014 por  pesquisadores russos do FSB, foram então fornecidos não só à Igreja, mas também para o bisneto de Vilna Gaon, Rabi Moshe Shternbuch. E mesmo que este relatório não especula sobre o que o presidente Obama vai fazer com esse documento "Os tempos do Messias", é importante notar que, com retomada da Rússia da Criméia, em março de 2014, e agora a guerra aparecendo provável de ocorrer aqualquer momento entre a Rússia e a Turquia, seria certamente a  esperar que, mesmo no mundo de hoje, avisos e mensagens de Deus para a humanidade sejam atendidos. 
Fonte: WhatDoesItMean.Com. via http://undhorizontenews2.blogspot.com.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Por Dilson Kutscher
Fica claro, que este "messias" que esperam, não é o Rei Jesus Cristo, pois os judeus não o reconhecem como Salvador e Messias.
Então, o rabino não está esperando o retorno de Jesus em Glória, ele espera um outro "messias".
Evidentemente, que no meio de uma guerra, do caos e desespero, que leve a possível ampliação de uma guerra total nuclear, quem sabe não vá surgir "aquele" que trará novamente a "paz" mundial. (paz aparente)
Surgirá um messias? Não.
Esperam o Anticristo.
Ele aguarda o momento certo para sua aparição mundial, como um Salvador.
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Escreveu o Padre Leonardo Castellani 1899-1981, Los Papeles de Benjamin Benavides
“O Homem do Pecado tolerará e se aproveitará de um cristianismo adulterado... Imporá por todas as partes o reino da iniqüidade e da mentira, o governo puramente exterior e tirânico, a “Liberdade” desenfreada dos prazeres e diversões, a exploração do homem; e seu modo de proceder hipócrita e sem misericórdia. Haverá em seu Reino uma estrondosa alegria falsa e exterior, cobrindo o mais profundo desespero.
Em seu tempo acontecerão os mais estranhos distúrbios cósmicos, como se os elementos se houvessem revoltado. A humanidade estará numa grande expectativa e reinará grande confusão e dissipação entre os homens. Rompidos os laços de família, de amizade, de lealdade e bom relacionamento, os homens não poderão confiar em ninguém, e correrá no mundo como um tremor frio, um universal e ímpio “salve-se quem puder”. Será atropelado o que há de mais sagrado e nenhuma palavra terá mais fé, nem pacto algum terá vigor, senão pela força. A caridade heróica de alguns fiéis, transformada em amizade até a morte, manterá no mundo ilhotas de fé; porém mesmo ali, ela estará continuamente ameaçada pela traição e pela espionagem".
Estas são as marcas da vinda do Anticristo:
Quando os idosos não tiverem nem bom senso nem prudência,
Quando os cristãos estiverem sem fé,
Quando o povo estiver sem amor,
Quando os ricos forem sem misericórdia.
Quando os jovens não tiverem respeito,
Quando os pobres forem sem humildade,
Quando as mulheres tiverem perdido o pudor,
Quando, no casamento, não houver mais continência,
Quando os religiosos forem sem honra e sem santidade,
Quando os religiosos não tiverem verdade nem austeridade,
Quando os bispos abandonarem seu rebanho para serem presas das feras,
Quando entregaram a Casa de Deus a profanação e relaxarem completamente no zelo.
Diz na Sagrada Escritura:
"A manifestação do ímpio será acompanhada, graças ao poder de Satanás, de toda a sorte de portentos, sinais e prodígios enganadores. Ele usará de todas as seduções do mal com aqueles que se perdem, por não terem cultivado o amor à verdade que os teria podido salvar. Por isso, Deus lhes enviará um poder que os enganará e os induzirá a acreditar no erro. Desse modo, serão julgados e condenados todos os que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal". (II Tessalonicenses, 2, 9)
"Mas a Fera foi presa, e com ela o falso profeta, que realizara prodígios sob o seu controle, com os quais seduzira aqueles que tinham recebido o sinal da Fera e se tinham prostrado diante de sua imagem. Ambos foram lançados vivos no lago de fogo sulfuroso". (Apocalipse 19, 20)
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Nota final de www.rainhamaria.com.br
Por que os Judeus não aceitam Jesus Cristo como o verdadeiro Messias?
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A vinda de Jesus foi profetizada por diversos profetas no Antigo Testamento com detalhes impressionantes. Foi dito que o Messias viria de uma virgem: “Portanto, o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel.” (Isaías 7. 14).
Até o local de seu nascimento foi detalhado: “E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade.” (Miquéias 5. 2). E também o texto claríssimo de Isaías 53. 1 -12 (uns 600 anos antes de Cristo) mostra de forma impressionante o Messias Jesus Cristo.
O que vemos claramente nas narrativas bíblicas é que os judeus esperavam um Messias libertador político, já que, naquele tempo, Roma os oprimia. Esperavam alguém para restabelecer o seu domínio sobre aquela terra.
Jesus, porém, nasce como filho de um carpinteiro, sem nenhuma riqueza ou poder político. Não era o Messias que eles queriam. Com relação a isso a Bíblia também nos revela: “Aquele que é a Palavra [Jesus] veio para o seu próprio país, mas o seu povo não o recebeu.” (João 1. 11 – NTLH)
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Quando confrontados pela sabedoria e grandeza de Jesus veja como eles o viam como um “Zé ninguém”: “Não é este o filho do carpinteiro? Não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos, Tiago, José, Simão e Judas? Não vivem entre nós todas as suas irmãs? Donde lhe vem, pois, tudo isto? E escandalizavam-se nele. Jesus, porém, lhes disse: Não há profeta sem honra, senão na sua terra e na sua casa.” (Mt 13. 55-57)
Assim, fica claro que os judeus não aceitam Jesus Cristo porque preferem olhar para a sua própria vontade e não para a vontade de Deus. As evidências são plenas de que Jesus é o Messias prometido por Deus. Infelizmente até hoje existem Judeus que não veem Jesus como o Messias prometido. Ainda aguardam um Messias que não virá, pois já veio.
No entanto, diz na Sagrada Escritura:
"Foi ele então logo à procura de seu irmão e disse-lhe: Achamos o Messias (que quer dizer o Cristo)". (São João 1, 41)
"Quando Silas e Timóteo chegaram da Macedônia, Paulo dedicou-se inteiramente à pregação da palavra, dando aos judeus testemunho de que Jesus era o Messias". (Atos dos Apóstolos 18, 5)
"Pois com grande veemência refutava publicamente os judeus, provando, pelas Escrituras, que Jesus era o Messias". (Atos dos Apóstolos 18, 28)