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terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Rússia, o anticristo e o aviso a Obama

Presidente russo adverte o presidente americano, de que os tempos do Messias já começaram


01.12.2015 -
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Um relatório sensacional elaborado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) afirma que o presidente Putin, durante uma reunião privada com o presidente Barack Obama mais cedo hoje em Paris, apresentou ao líder da América um documento  de 23 de novembro escrito pelo Conselho Supremo da Igreja Ortodoxa Russa sob a autoridade de Sua Santidade o Patriarca Kirill de Moscou e de Toda a Mãe Rússia proclamando que os "Tempos do Messias" já começaram.
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De acordo com este relatório MNE, este  documento extraordinário menção do Conselho Supremo da Igreja  sobre o  "fim dos tempos"  foi iniciado cerca de 5 anos atrás a mando do líder religioso de Israel, o rabino Chaim Kanievsky, que antes mesmo deste documento ser concluído na semana passada, tornou-se tão preocupado com que ele advertiu aos povos judeus de todo o mundo, em julho passado, de que o Messias estava prestes a chegar, e nomeou uma data de importância para ser o 12 Setembro de 2015, a data exata onde o  Presidente Putin formalmente autorizou as  forças aeroespaciais para começar os bombardeios na Síria -e que começou no dia 30 de Setembro.
A principal substância deste documento  "fim dos tempos" apresentado ao presidente Obama pelo presidente Putin, hoje, este relatório continua, diz respeito às profecias feitas no século 18 por uma das histórias eruditos judeus mais poderosas , Elias ben Shlomo Zalman (Rabino Elija ben Salomão ), que também é conhecido como Vilna Gaon-a genialidade de Vilna.
O rabino Chaim Kanievsky (centro, sentado), em julho de 2015, com uma advertência a seus seguidores que a chegada do Messias é iminente.
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E o mais crítico dessas profecias feitas por Vilna Gaon que pertence exatamente aos acontecimentos mundiais da atualidade, este relatório estatal, e examinados em profundidade tanto pelo Conselho Supremo da Igreja e pelo rabino Kanievsky, era a que ele deu pouco antes de sua morte, em 1797, quando avisou:
“Quando você ouvir que os russos capturaram a cidade da Crimeia, você deve saber que os tempos do Messias já começaram, que seus passos estão sendo dados. E quando você ouvir que os russos tenham atingido a cidade de Constantinopla (Istambul de hoje, na Turquia), você deve colocar sua roupa de Shabat e não tirá-las, porque isso significa que o Messias está prestes a chegar a qualquer minuto".
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Importante notar sobre esta profecia  do Vilna Gaon também, este relatório diz, é que há duas traduções de que, sendo a segunda:
"Quando os navios do reino da Rússia estiverem a cruzar o estreito de Dardanelos você [Israel] deve se vestir com roupas de sábado, porque isso significa que a chegada do Messias está próximoa. Quando você vir os exércitos russos começarem  a se mover para o sul e entrar na Turquia, coloquem suas roupas de sábado e preparem-se para acolher o Messias.”
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Juntamente com o Mar de Mármara e o Bósforo, este relatório explica, o Dardanelos conecta o Mar Negro ao Mar Mediterrâneo, que é uma rota de trânsito vital para os navios da Marinha russa na  realização de sua missão contra os terroristas do Estado Islâmico, e que muitos acreditam que a Turquia pode estar a fechá-los se isso acontecer significaria uma invasão imediata da Turquia pela Rússia para reabri-la.
Quanto aos métodos empregados por Vilna Gaon em fazer esta profecia, este relatório continua, centra sobre o seu nível de inteligência gênial exibido pela primeira vez quando ele era uma criança, e pelo tempo que ele era um adulto fez dele um dos maiores estudiosos da matemático-judaica  e estudos religiosos que o mundo já conheceu-uma arte que só foi redescoberta recentemente, em 1994, com a publicação do artigo científico intitulado "seqüências de letras eqüidistantes no Livro de Gênesis".
Conhecido popularmente na cultura de hoje, como o Código da Bíblia (ou Código Torah), este relatório explica ainda, Vilna Gaon descobriu um conjunto de mensagens secretas codificadas dentro do texto hebraico da Torá e este código oculto tem sido descrito como um método pelo qual específico letras do texto pode ser selecionado para revelar uma mensagem de outra forma obscurecida.
Contribuiu para documento deste Conselho Supremo da Igreja agora na posse do presidente Obama, este relatório conclui, foi o Museu do Estado judeu Vilna Gaon em Vilnius, na Lituânia, e os Serviços de Segurança Federais (FSB) arquivos e históricos que sobre estes documentos que estão sendo descobertos em 2014 por  pesquisadores russos do FSB, foram então fornecidos não só à Igreja, mas também para o bisneto de Vilna Gaon, Rabi Moshe Shternbuch. E mesmo que este relatório não especula sobre o que o presidente Obama vai fazer com esse documento "Os tempos do Messias", é importante notar que, com retomada da Rússia da Criméia, em março de 2014, e agora a guerra aparecendo provável de ocorrer aqualquer momento entre a Rússia e a Turquia, seria certamente a  esperar que, mesmo no mundo de hoje, avisos e mensagens de Deus para a humanidade sejam atendidos. 
Fonte: WhatDoesItMean.Com. via http://undhorizontenews2.blogspot.com.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Por Dilson Kutscher
Fica claro, que este "messias" que esperam, não é o Rei Jesus Cristo, pois os judeus não o reconhecem como Salvador e Messias.
Então, o rabino não está esperando o retorno de Jesus em Glória, ele espera um outro "messias".
Evidentemente, que no meio de uma guerra, do caos e desespero, que leve a possível ampliação de uma guerra total nuclear, quem sabe não vá surgir "aquele" que trará novamente a "paz" mundial. (paz aparente)
Surgirá um messias? Não.
Esperam o Anticristo.
Ele aguarda o momento certo para sua aparição mundial, como um Salvador.
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Escreveu o Padre Leonardo Castellani 1899-1981, Los Papeles de Benjamin Benavides
“O Homem do Pecado tolerará e se aproveitará de um cristianismo adulterado... Imporá por todas as partes o reino da iniqüidade e da mentira, o governo puramente exterior e tirânico, a “Liberdade” desenfreada dos prazeres e diversões, a exploração do homem; e seu modo de proceder hipócrita e sem misericórdia. Haverá em seu Reino uma estrondosa alegria falsa e exterior, cobrindo o mais profundo desespero.
Em seu tempo acontecerão os mais estranhos distúrbios cósmicos, como se os elementos se houvessem revoltado. A humanidade estará numa grande expectativa e reinará grande confusão e dissipação entre os homens. Rompidos os laços de família, de amizade, de lealdade e bom relacionamento, os homens não poderão confiar em ninguém, e correrá no mundo como um tremor frio, um universal e ímpio “salve-se quem puder”. Será atropelado o que há de mais sagrado e nenhuma palavra terá mais fé, nem pacto algum terá vigor, senão pela força. A caridade heróica de alguns fiéis, transformada em amizade até a morte, manterá no mundo ilhotas de fé; porém mesmo ali, ela estará continuamente ameaçada pela traição e pela espionagem".
Estas são as marcas da vinda do Anticristo:
Quando os idosos não tiverem nem bom senso nem prudência,
Quando os cristãos estiverem sem fé,
Quando o povo estiver sem amor,
Quando os ricos forem sem misericórdia.
Quando os jovens não tiverem respeito,
Quando os pobres forem sem humildade,
Quando as mulheres tiverem perdido o pudor,
Quando, no casamento, não houver mais continência,
Quando os religiosos forem sem honra e sem santidade,
Quando os religiosos não tiverem verdade nem austeridade,
Quando os bispos abandonarem seu rebanho para serem presas das feras,
Quando entregaram a Casa de Deus a profanação e relaxarem completamente no zelo.
Diz na Sagrada Escritura:
"A manifestação do ímpio será acompanhada, graças ao poder de Satanás, de toda a sorte de portentos, sinais e prodígios enganadores. Ele usará de todas as seduções do mal com aqueles que se perdem, por não terem cultivado o amor à verdade que os teria podido salvar. Por isso, Deus lhes enviará um poder que os enganará e os induzirá a acreditar no erro. Desse modo, serão julgados e condenados todos os que não deram crédito à verdade, mas consentiram no mal". (II Tessalonicenses, 2, 9)
"Mas a Fera foi presa, e com ela o falso profeta, que realizara prodígios sob o seu controle, com os quais seduzira aqueles que tinham recebido o sinal da Fera e se tinham prostrado diante de sua imagem. Ambos foram lançados vivos no lago de fogo sulfuroso". (Apocalipse 19, 20)
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Nota final de www.rainhamaria.com.br
Por que os Judeus não aceitam Jesus Cristo como o verdadeiro Messias?
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A vinda de Jesus foi profetizada por diversos profetas no Antigo Testamento com detalhes impressionantes. Foi dito que o Messias viria de uma virgem: “Portanto, o Senhor mesmo vos dará um sinal: eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel.” (Isaías 7. 14).
Até o local de seu nascimento foi detalhado: “E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade.” (Miquéias 5. 2). E também o texto claríssimo de Isaías 53. 1 -12 (uns 600 anos antes de Cristo) mostra de forma impressionante o Messias Jesus Cristo.
O que vemos claramente nas narrativas bíblicas é que os judeus esperavam um Messias libertador político, já que, naquele tempo, Roma os oprimia. Esperavam alguém para restabelecer o seu domínio sobre aquela terra.
Jesus, porém, nasce como filho de um carpinteiro, sem nenhuma riqueza ou poder político. Não era o Messias que eles queriam. Com relação a isso a Bíblia também nos revela: “Aquele que é a Palavra [Jesus] veio para o seu próprio país, mas o seu povo não o recebeu.” (João 1. 11 – NTLH)
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Quando confrontados pela sabedoria e grandeza de Jesus veja como eles o viam como um “Zé ninguém”: “Não é este o filho do carpinteiro? Não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos, Tiago, José, Simão e Judas? Não vivem entre nós todas as suas irmãs? Donde lhe vem, pois, tudo isto? E escandalizavam-se nele. Jesus, porém, lhes disse: Não há profeta sem honra, senão na sua terra e na sua casa.” (Mt 13. 55-57)
Assim, fica claro que os judeus não aceitam Jesus Cristo porque preferem olhar para a sua própria vontade e não para a vontade de Deus. As evidências são plenas de que Jesus é o Messias prometido por Deus. Infelizmente até hoje existem Judeus que não veem Jesus como o Messias prometido. Ainda aguardam um Messias que não virá, pois já veio.
No entanto, diz na Sagrada Escritura:
"Foi ele então logo à procura de seu irmão e disse-lhe: Achamos o Messias (que quer dizer o Cristo)". (São João 1, 41)
"Quando Silas e Timóteo chegaram da Macedônia, Paulo dedicou-se inteiramente à pregação da palavra, dando aos judeus testemunho de que Jesus era o Messias". (Atos dos Apóstolos 18, 5)
"Pois com grande veemência refutava publicamente os judeus, provando, pelas Escrituras, que Jesus era o Messias". (Atos dos Apóstolos 18, 28)

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Terceira Guerra Mundial a caminho

Informações do site Rainha Maria, mas o texto original deve ter sido traduzido do Google, por isso tantos erros, mas dá para pegar o conteúdo central:

Congresso americano diz que a III Guerra Mundial é inevitável e os EUA não podem vencer. Congresso está se preparando para esta possibilidade


27.11.2015 -
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Após o primeiro dia do ano, olhar para mais e mais do Congresso para ir em um feriado prolongado. Por quê? Eles foram informados de que a 3 GM está aqui e os EUA não podem vencer!
As rodas estão saindo da política externa de Obama falho no que se refere à Síria. Congresso já ouviu depoimentos de que os Estados Unidos não estão  prontos para a Terceira Guerra Mundial, enquanto a Rússia está mastigando o bocado para "pegar nos". Além disso Congresso tem conhecimento de que Obama foi mais uma vez foi mal manobrado por Putin, o jogador mestre de xadrez.
Duplicidade de Obama é exposto por Putin
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A Guerra Fria nunca foi tão quente, exceto 53 anos atrás, durante a crise dos mísseis cubanos. Mas, nesse caso particular, os EUA enfrentaram um potencial ataque nuclear soviético sobre os Estados Unidos, por mísseis soviéticos sendo colocado perto os EUA em Cuba. No entanto, esta marcha para a III Guerra Mundial é diferente, Putin tem repetidamente solicitado a cooperação dos Estados Unidos com a guerra contra os jihadistas Mudlim na Síria, mas Obama se recusou, e por boas razões. Atualmente, a Rússia é a única nação estrangeira dentro da Síria que é legalmente operando dentro da Síria. O governo sírio, chefiada por Assad, convidou a Rússia em seu país. A grande intruso, os Estados Unidos, inventou e continua a apoiar organizações terroristas desonestos, tais como ISIS e os rebeldes sírios na tentativa de derrubar Assad em um movimento desesperado para salvar o Petrodollar. Os rebeldes sírios e ISIS são ilegítimas entidades, desonestos apoiados pelos Estados Unidos CIA. Segundo a lei internacional, os Estados Unidos são uma nação criminosa apoiar uma tomada ilegal do regime de Assad.
Putin continua a ser um gênio tático. Ao convidar os Estados Unidos para se juntar suas forças na tentativa de libertar a Síria do ISIS criminal, Putin expõe papel bandido da América na Síria.
O Congresso tem finalmente percebido que os Estados Unidos vão ser atacados pela Rússia.
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Pelo menos alguns no Congresso colocaram de lado suas maneiras de insider trading a  tempo suficiente para contemplar quantas maneiras que os chineses e os russos estão vindo para chutar a  extremidade traseira da América na próxima guerra diferente.
Nas próximas semanas e meses, procure um Congresso para investir na construção de sua de suas cavernas  refúgios, enquanto eles criam um porto seguro, em lugares como Paraguai.
Esta terça-feira passada, houve três sessões do Congresso que enunciados o futuro da América. Na primeira reunião da manhã, o Comitê de Serviços Armados do Senado realizou uma audiência longa em guerra cibernética e as possibilidades de nossos inimigos para derrubar nossa infra-estrutura cibernética. Na parte da tarde, uma segunda reunião foi convocada e consistiu de uma subcomissão do Comitê de Serviços Armados da Câmara que discutiu a dimensão atual e implantação da frota de porta-aviões dos EUA, bem como a sua vulnerabilidade a ataques. No entanto, outra subcomissão do Senado do mesmo painel discutiu a modernização das armas nucleares norte-americanas no que eu iria duplicar um "dia de atraso e um dólar curto discussão".
Muito preocupante, há uma consciência crescente, entre o Congresso, que os Estados Unidos não podem vencer a III Guerra Mundial. Houve apenas discussão, nestas reuniões do Congresso, sobre se, ou não, os EUA poderiam prevalecer na Terceira Guerra Mundial, não vencer o conflito. Em outras palavras, o Congresso quer saber se ele pode esperar seu trem da alegria para continuar  na cortesia do contribuinte norte-americano, ir  para o inferno como vencer a guerra.
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Inegavelmente, a idéia da Terceira Guerra Mundial está sendo implantado tanto e normalizado nas mentes dos planejadores de políticas. Como você gostaria de ser uma mosca na parede como estes duplo lidar congressista percebem que seus dias de pagamento por Congressional improvisada levanta, aumentou benefícios médicos não abdicam da nação com as políticas fracassadas Obamacare, pode estar chegando ao fim?
Impedimentos do sucesso à americana na III Guerra Mundial
O povo dos Estados Unidos é veementemente críticos da intervenção militar no Afeganistão, Iraque, Somália, Líbia, Síria, potencialmente  noIrã, Iêmen e no norte da África. Os americanos estão questionando por que a atual administração está disposta a destruir a economia da nação, a fim de levar a cabo essas guerras imperialistas de ocupação. A força só de voluntários for insuficiente para continuar a sustentar estes esforços de guerra.
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Em caso de guerra, é provável que o presidente seria forçado a impor tanto um civil e alistamento militar, a fim de atender às necessidades de vir esforços de guerra do país. O governo seria elaborar as mesmas pessoas da classe trabalhadora, com bolsos em declínio, para servir em uma missão militar cujo já está sendo julgado de forma negativa pelas pessoas, que seriam forçados a servir na guerra iminente. Esta é uma venda muito difícil para os cidadãos que sente que seu governo já abandonou.
Este tipo de mobilização involuntária e servidão resultaria em uma enorme deterioração do padrão de vida americano para a maioria dos americanos. E eu mencionei que muitos destes homens prestes a ser redigido vai morrer em combate de luta em uma guerra que eles estão mal equipados para ganhar? E como foi dito, esses jovens tendem a ser os filhos da classe trabalhadora. Este é o material que as revoluções são feitas.
Ao compilar dados para esta história, ficou claro para mim, que Obama já tem preparado para algumas  contingências. Esta preparação tomou a forma de Ordem Executiva 13603.
Se você deseja  compreender as implicações que estes eventos terão sobre você e sua família, que eu sugiro que você tome um momento e ler sobre a Ordem Executiva 13603. Se há uma fresta de esperança para esses eventos, a maioria do Congresso estará no mesmo barco que os cidadãos que tenham sido pilhagem durante anos.
Fonte: http://undhorizontenews2.blogspot.com.br
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Diz na Sagrada Escritura:
"Preparei uma armadilha para você, ó Babilônia, e você foi apanhada de surpresa; você foi achada e capturada porque se opôs ao Senhor...
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Por isso os seus jovens vão cair nas praças e todos os seus guerreiros perecerão nesse dia - oráculo do Senhor. É contra ti que me volto, ó insolente - oráculo do Senhor Javé dos exércitos, chegou o teu dia, o tempo do teu castigo. Atordoar-se-á a insolente, e cairá sem que ninguém mais a levante. Lançar-lhe-ei fogo nas suas cidades, e tudo em volta será devorado. Acontecer-lhe-á como no tempo em que Deus destruiu Sodoma, Gomorra e as cidades vizinhas - oráculo do Senhor. Ninguém mais aí habitará, e nenhum ser humano a povoará". (Jeremias 50, 24, 30, 31, 40)
"Em minha cólera requisitei minhas tropas sagradas, e chamei os meus bravos e meus altivos triunfadores. Escutai esse ruído sobre os montes como vozerio de grande multidão; escutai o tumulto dos reinos e das nações reunidas. É o Senhor dos exércitos que passa em revista suas tropas para a batalha. Chegam de uma terra longínqua, da extremidade dos céus, o Senhor e os instrumentos de seu furor, para devastar toda a terra. Lamentai-vos, porque o dia do Senhor está próximo como uma devastação provocada pelo Todo-poderoso. Por causa disso deixam cair os braços; todos perdem a coragem; ficam cheios de terror... Tomados de convulsões e dores, eles se retorcem como uma mulher em parto. Olham uns para os outros e têm o rosto em fogo...
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Eis que virá o dia do Senhor, dia implacável, de furor e de cólera ardente, para reduzir a terra a um deserto, e dela exterminar os pecadores. Nem as estrelas do céu, nem suas constelações brilhantes, farão resplandecer sua luz; o sol se obscurecerá desde o nascer, e a lua já não enviará sua luz. Punirei o mundo por seus crimes, e os pecadores por suas maldades. Abaterei o orgulho dos arrogantes e humilharei a pretensão dos tiranos. Tornarei os homens mais raros que o ouro fino, e os mortais mais raros que o metal de Ofir. Farei oscilar os céus, e a terra abalada será sacudida pela ira do Senhor Deus dos exércitos, no dia do seu furor ardente. Os chacais uivarão nos seus palácios, e os lobos, nas suas casas de prazer. Sua hora está próxima e seus dias estão contados". (Isaías 13)
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"Vai, povo meu, entra nos teus quartos, fecha atrás de ti as portas. Esconde-te por alguns instantes até que a cólera passe, porque o Senhor vai sair de sua morada para punir os crimes dos habitantes da terra; porque a terra fará brotar o sangue que ela bebeu, e não ocultará mais os corpos dos assassinados". (Isaías 26)
"Vede! É o nome do Senhor que vem de longe, sua cólera é ardente, uma nuvem pesada se levanta, seus lábios respiram furor, e sua língua é como um fogo devorador." (Isaías 30)
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"Agora eu me erguerei, diz o Senhor, agora eu me manifestarei em toda a minha sublimidade. Vós concebestes feno e gerareis palha; meu sopro, como um fogo, vos consumirá. Os povos serão calcinados como espinhos cortados que se queimam. Vós, que estais longe, ouvi o que eu fiz; vós, que estais perto, conhecei o meu poder. Em Sião os pecadores serão aterrados, o medo apoderar-se-á dos ímpios. Quem de nós poderá permanecer perto deste fogo devorador?" (Isaías 33)
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"Sobre ti desencadearei a minha cólera; soprarei sobre ti o fogo do meu furor; eu te entregarei nas mãos de homens brutais, artífices de destruição. Serás presa das chamas; teu sangue correrá no meio da terra; não se recordará mais de ti, porque sou eu o Senhor, que falei". (Ezequiel 21, 36-37)
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"Mas farei passar este terço pelo fogo; purificá-lo-ei como se purifica a prata, prová-lo-ei como se prova o ouro. Então ele invocará o meu nome, eu o ouvirei, e direi: Este é o meu povo; e ele responderá: O Senhor é o meu Deus". (Zacarias 13, 9)

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

O Sínodo, o pecado, e o ser ou não ser católico

Impressões sobre o Sínodo (II): Ser ou não ser, eis a questão.

Existe pecado, e pecado mortal? Ser ou não ser católico de verdade – eis toda a questão!
Por Pe. Romano | FratresInUnum.com
O debate suscitado na Igreja e na mídia, a respeito da Comunhão aos casais em segunda união, depois de um casamento contraído validamente por um ou pelos dois “cônjuges”, deixa de lado uma questão fundamental: existe pecado, e pecado mortal? E, mais ainda: quem se encontra objetivamente numa situação de pecado, pode salvar-se?
Nuvens sobre o Vaticano.
Uma das terríveis lacunas deixadas pelo Relatório final do recém concluído Sínodo sobre a Família, em particular nos polêmicos e ambíguos nn. 84-86, é a total ausência de referência ao pecado no qual vivem as pessoas que se encontram em uma união adúltera.
Sim, adúltera.
Por mais que se possa apelar ao sofrimento em que se encontram tais pessoas, e por mais graves que tenham sido as razões que levaram à separação de um casamento anterior válido, o fato é que essas pessoas estão vivendo numa situação de pecado e em perigo de se perderem eternamente!
A primeira atitude da Igreja, ao acolher essas pessoas – uma atitude de verdadeira misericórdia! – é de ajudá-las a se confrontarem com a verdade divinamente revelada, sobre a unidade e indissolubilidade do matrimônio, e a buscarem o único caminho possível: o da conversão e da mudança de vida. Caminho este que poderá ser árduo e longo, mas que não pode ficar pela metade. Seria um gravíssimo erro, tanto para essas pessoas como para todos os demais fiéis, propor soluções pastorais de “integração” que, inevitavelmente, levariam à acomodação artificial a uma situação objetivamente grave, que teria consequências fatais, isto é, em breves palavras, a condenação eterna ao inferno.
Mas, que consciência têm nossos pastores dessas verdades fundamentais? A perda da consciência do pecado é, certamente, o maior drama da nossa época. E se aqueles que são chamados a pregar o Evangelho a todas as gentes, e a anunciar que, sem conversão, não há salvação, omitem-se em anunciar tais verdades, estamos diante de uma situação catastrófica! De fato, o discurso atual, dentro da Igreja, e que se refletiu sobre o Sínodo, é o de quase absoluto silêncio sobre as verdades últimas da nossa existência – os novíssimos -: morte, juízo, inferno e paraíso, e sobre o pecado, que condiciona a nossa salvação. Verdades basilares da nossa Santa Religião, e que devem determinar a nossa vida sobre esta terra, porque, como diz Nosso Senhor, “que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, se vem a perder a sua alma?” (Cf. Mc 8, 36)
Estamos, portanto, no coração da crise da Igreja, que é uma crise de fé. Fé na Redenção, cuja visão parece – ao menos no discurso e na prática pastoral – distanciar-se sempre mais da sua intrínseca conexão com o pecado, que é a causa de todos os males, temporais e eternos, do homem. Cristo se torna o amigo, o companheiro de caminhada dos homens, o defensor das causas mais nobres da humanidade, e não o Salvador, o Redentor que vem para tirar o pecado do mundo, para reconciliar o ser humano com Deus, livrando-o do pecado. Não é, pois, de se admirar que a abordagem do Relatório seja toda ela de cunho sociológico e antropológico. Palavras como integração, acolhida, avaliação da situação concreta, quando dissociadas, ainda que indiretamente, da verdade integral da Revelação, reduzem a mensagem evangélica a uma mera filantropia e a uma misericórdia que quer quase que justificar o pecado a todo custo.
Certamente, não há nada de novo no que acabo de dizer: afinal, este é o discurso que, há muito, ecoa a partir dos púlpitos e cátedras, e de inúmeros simpósios e congressos. Contudo, parece que entramos numa nova fase, na qual aqueles que receberam autoridade máxima para ensinar a verdade e dissipar as trevas do erro, também se dobram a essa linguagem humanística e relativista. Pastores que foram constituídos como tais para conduzir as ovelhas a Cristo emanam um perfume sedutor de ovelhas, mas, na verdade – conscientemente ou não -, tornam-se lobos vorazes, que abrem as portas do abismo para um rebanho que não consegue mais distinguir o bem e o mal, se não houver quem o ajude.
Atualíssimas, portanto, são as palavras de Paulo VI a Jean Guiton, seu amigo e confidente, pouco tempo antes de morrer: “Há uma grande perturbação neste momento da Igreja, e o que se questiona é a fé. O que me perturba, quando considero o mundo católico, é que dentro do catolicismo parece, às vezes, que pode predominar um pensamento não católico, e pode suceder que este pensamento não católico dentro do catolicismo se converta, amanhã, como o pensamento mais forte. Porém, nunca representará o pensamento da Igreja. É necessário que subsista uma pequena grei, por muito pequena que seja”. Dizeres de um Papa que, certamente, não pode ser rotulado de tradicionalista e que, em outro momento de grande lucidez, afirmou que “por alguma brecha a fumaça de Satanás entrou no Templo de Deus” (29 de junho de 1972).
A Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo é, certamente, indefectível e santa. Porém, o dano que causa às almas um ensino vago e ambíguo não pode deixar-nos tranquilos. Por amor à verdade, por amor à salvação eterna das almas, a começar pela nossa própria, não podemos calar a verdade. Nas últimas décadas, tem-se falado tanto de profetismo na Igreja, geralmente associado à denúncia  das injustiças sociais. Pois bem: é preciso nadar contra a corrente – como os profetas!
Faz-se mister denunciar, como S. João Batista, a maldade do pecado, da impureza, do adultério, e lembrar que nenhuma integração forçada pode garantir a salvação eterna, se não estiver profundamente enraizada na verdade. É necessário lembrar, também aos Pastores da Igreja, que existe um inferno eterno, para onde todos – incluindo eles – podem ir, se não se converterem. É fundamental que a pregação da Igreja volte a ser “sim ou não, pois tudo o mais vem do Maligno”(cf. Mt 5, 37).
O problema do Sínodo é, pois, uma questão de fé, da verdadeira fé, da fé católica, sem a qual não podemos nos salvar. O dilema é este: a perda da fé católica. Ser ou não ser católico: eis a questão, a grande e decisiva questão!

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Alerta Vermelho para a Igreja Católica

Por que Bergoglio anuncia agora a reforma/demolição do papado. Arcebispo Tomasz Peta no Sínodo: “Aqui entrou a ‘fumaça de Satanás’ profetizada por Paulo VI”.

Por Antonio Socci, 18 de outubro de 2015 | Tradução: FratresInUnum.com – Ontem (sábado, 17), Papa Bergoglio prospectou – nada mais, nada menos – que uma reforma do papado: “não é oportuno que o Papa substitua os Episcopados locais no discernimento de todas as problemáticas que se apresentam em seus territórios. Neste sentido, advirto a necessidade de proceder uma salutar ‘descentralização’”.
Ainda que esteja citando uma frase de João Paulo II, Bergoglio pretende, na verdade, fazer uma operação que repisa aquela velha ideia anti-romana dos católicos-progressistas, que é o oposto daquilo que queria o Papa Wojtyla.
Não por acaso, de fato – depois de a ter projetado na “Evangelii Gaudium” –, o papa argentino lança novamente esta ideia hoje, no ponto máximo do incandescente Sínodo da Família. O motivo é claro.
SÍNODO LUDIBRIADO
Há alguns meses – vendo que a “Revolução Kasper” não fora aprovada pelo Sínodo de 2014 –, o presidente da Conferência Episcopal alemã, Reinhard Marx, afirmara levianamente que o episcopado alemão não era “uma filial de Roma”. Reivindicando, portanto, a pretensão de poder fazer a própria estrada (pareceu quase uma ameaça de um cisma “alla esquerda”).
A ideia formulada ontem é útil para que Bergoglio possa driblar o Sínodo (onde a maioria continua católica), como já fez com o Motu Proprio que introduz o divórcio na Igreja.
Na prática, se delegariam aos episcopados – como o alemão – as questões controvertidas (divorciados recasados, uniões de fato e homossexualidade). Mas tal escolha, ao invés de resolver a questão, a tornaria ainda mais explosiva e grave. Porque demoliria a própria Igreja.
FIM DO CATOLICISMO
De fato, no último mês de março, o Card. Müller, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, tinha respondido a Marx que delegar decisões doutrinais ou disciplinares em matéria de família ou matrimônio às conferências episcopais nacionais “é uma ideia absolutamente anticatólica, que não respeita a catolicidade da Igreja”.
A verdade não muda com o clima. Se a verdade não é a mesma em qualquer lugar não é mais a verdade. Seria o triunfo da “ditadura do relativismo”, também na Igreja, e, portanto, o seu fim.
O Card. Burke repetiu a mesma ideia: “é explicitamente contrário à fé e à vida católica. A Igreja segue o ensinamento de Nosso Senhor Jesus Cristo (e) é una em todo o mundo. Não há nenhuma mudança nesta verdade, de um lugar a outro, ou de um tempo a outro. O ensino desta verdade certamente leva em conta as particularidades de cada área. Mas isto não muda o ensino que, ao contrário, deve ser ainda mais forte nos lugares em que está mais prejudicado”.
Passa-se a ideia de que, por causa das “diferenças regionais” – analisadas também no Sínodo – “a Igreja não é mais católica [universal]. Isto significa – acrescenta Burke – que não é mais ‘una’ no seu ensino em todo o mundo. Temos ‘uma’ só fé. Temos ‘um’ conjunto de sacramentos. Temos ‘um’ governo em todo o mundo. Isto significa ‘católica’”.
Uma reforma do papado que transformasse a Igreja em uma federação de igrejas locais que decidem – cada uma por si mesma – em relação aos divorciados recasados e homossexualidade, portanto, a mandamentos e sacramentos – lesaria “a divina constituição” da Igreja (isto é, a Igreja como foi fundada por Cristo) e uma tal reforma não depende do poder de nenhum papa. Porque o papa não é superior a Jesus Cristo.
Como se vê, quanto mais se entra profundamente no Sínodo, mais se descobre que, no fundo, o verdadeiro combate se dá sobre os fundamentos da fé católica e sobre a própria sobrevivência da Igreja, tal como foi instituída por Cristo há dois mil anos.
IGREJA E ANTI-IGREJA
Poucos entendem a importância do embate que está acontecendo porque o Sínodo foi querido (por Bergoglio) de portas fechadas, amordaçado e filtrado pelo establishment bergogliano. E a grande parte da mídia canta sempre em coro e solfejando apenas como querem os maestros do canto. Porém, escavando-se, descobre-se que já temos um cisma de fato, não declarado, mas evidente.
Muitos padres sinodais, conscientes da enormidade do que se está colocando em jogo, manifestam sua forte preocupação. Fizeram-no – em nome de tantos outros – os treze cardeais da famosaCarta, com lealdade e respeito, mas na sala do sínodo obtiveram de Bergoglio uma resposta duríssima (um “não” sobre tudo) e, depois, foram postos no index como “exconjurados”, graças a alguém que – fazendo que a Carta vazasse à imprensa – o fez de tal modo que os signatários fossem desacreditados, e também os que não foram signatários (constrangidos a se dissociarem).
E também para desacreditar Sandro Magister – jornalista incômodo ao atual establishment –, liquidado como alguém que alimenta complôs, quando apenas se limitou a realizar o seu trabalho (se há uma conspiração, não é contra Bergoglio, mas – como bem disse o Card. Dolan – contra a família, que, no Sínodo, ao invés de ser defendida, corre o risco de ser definitivamente liquidada).
Este é o clima. A associação americana “Voice of the Family” assegura que, no Sínodo, há um confronto entre a Igreja e a anti-Igreja, mas o arcebispo bergogliano Cupich – a quem esta afirmação foi submetida – encolheu os ombros: “Discordo. Escutar-nos mutuamente é um grande benefício”.
Infelizmente, não é verdade, porque Bergoglio não escuta as razões alheias e age como um tanque de guerra rumo ao seu objetivo.
Não escuta a voz dos católicos, que, ao contrário, é desprezada e esnobada, chegando ao ponto de ser deslegitimada, como se viu efetivamente na Carta dos cardeais.
Aconteceu o mesmo com todo o episcopado polonês, que defendeu a doutrina católica, porque, no país de João Paulo II, assiste-se com tristeza o repentino capotamento do seu magistério, levado a cabo em Roma.
A revista “Polônia cristã”, representativa do mundo católico polonês, realizou um vídeo “Krisis. Onde nos levará o Sínodo”, no qual falam bispos e cardeais, e se escutam afirmações dramáticas, segundo as quais, na Igreja, a heresia chegou no topo.
“FUMAÇA DE SATANÁS”
Tomasz Peta, arcebispo de Astana, no Cazaquistão, assemelhou-se aos antigos confessores da fé: a sua Igreja é composta por muitos ex-deportados dos campos de concentração comunistas (padres e fieis).
Fez uma formidável e dramática intervenção no Sínodo:
“O Beato Paulo VI disse em 1972: ‘a fumaça de satanás entrou por qualquer brecha no tempo de Deus’. Estou convencido de que estas palavras do santo pontífice, autor daHumanæ vitæ, foram proféticas. Durante o Sínodo do ano passado, ‘a fumaça de Satanás’ tentou entrar na Aula Paulo VI”.
Neste ponto, o arcebispo elenca as três questões que estão abalando a Igreja e nas quais se sente a “fumaça”. O prelado Cazaquistão as apresenta assim:
“1) A proposta de admitir à Sagrada Comunhão quem é divorciado e vive em uma nova união civil; 2) A afirmação de que o amasiamento é uma união que pode ter em si mesma algum valor; 3) A defesa da homossexualidade como qualquer coisa presumivelmente normal”.
Recorda mesmo que justo nestes três pontos foram rejeitados no Sínodo de 2014, mas foram reinseridos por império do próprio Bergolio no “Instrumentum laboris” deste Sínodo.
De fato, o arcebispo Peta acrescenta que, também neste Sínodo, começou-se de novo “a levar avante ideias que contradizem a Tradição bimilenar da Igreja, radicada no Verbo eterno de Deus” e “infelizmente, pode-se ainda perceber o cheiro daquela ‘fumaça infernal’ em alguns trechos do Instrumentum labores e também nas intervenções de alguns padres no Sínodo deste ano”.
O arcebispo cazaquistão concluiu: “Não é permitido destruir o fundamento e a rocha”.
Uma intervenção excessivamente alarmista? Não, realista.
Basta considerar aquilo que aconteceu nos dias passados, quando o establishment berbogliano do Sínodo chegou a tornar conhecido e tornar “comovente” e exemplar o fato desagradabilíssimo que – objetivamente – foi uma profanação da Eucaristia.
A gravidade do fato prova que há um alerta vermelho para a Igreja.