Powered By Blogger

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Missa Afro?

Frei Clemente Rojão: Missa Afro não existe. Como é perigoso estar cego por ideologia ao ponto de não ver os fatos


10.11.2015 - Leitor me mandou este mimo da adorável diocese de Guarulhos.
n/d
n/d
Vem cá, o pé de moleque é para a "eucaristia afro"? Alguém da "coordenação litúrgica" andou vendo despacho de macumba e misturou os departamentos..
Enquanto no Brasil fazem umas carnavalizações semi-umbandistas e chamam de "Missa Afro", na África da vida real cardeais e bispos conservadores levam a chama da boa liturgia e da sã doutrina, ao ponto de deterem europeus liberais de mudar a fé da igreja em golpes palacianos sinodais.
Como é perigoso estar fora da realidade! Como é perigoso estar cego por ideologia ao ponto de não ver os fatos! Cultura africana, se existe uma única (existem várias), não é esta mistura de candomblé com axé do nosso imaginário provinciano brasileiro.
Estes senhores, se soubessem desta besteira, falariam um monte...
n/dn/d
Fonte: www.freirojao.com.br

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Até tú Itaú?

Graças à atuação de pesquisadores e articulistas independentes que apresentam seus trabalhos na Internet, fica cada vez mais evidente ao público brasileiro a forma como operam alguns agentes que, considerados, num primeiro momento, como parceiros do livre mercado, pouco a pouco revelam intenções opostas aos alicerces de uma nação livre. Como exemplo fulcral desta realidade, que se desvenda de forma chocante para muitos, temos o Banco Itaú e uma rede de organizações civis promovendo esforços para a modificação radical dos valores da sociedade, por meio de ações culturais, políticas, legislativas e jurídicas.
Neste breve artigo, apresento um pequeno recorte das principais organizações civis e fundações que atuam em parceria com o Banco Itaú com o objetivo de estabelecer o “controle social” sobre a publicidade, redações de jornais, grades de tevês e dos conteúdos midiáticos, por meio de “novas práticas”, legislações e sanções jurídicas, com a finalidade de disseminar valores em sintonia com as suas agendas políticas.
1 - Controle econômico dos meios de comunicação
O Instituto Alana é presidido por Ana Lúcia Vilela, uma das principais acionistas do Banco Itaú. O Alana (Itaú) investe em "advocacy", lobbie político e sanções jurídicas contra as empresas (marcas) no Congresso Nacional e no STF, por meio da elaboração e do acompanhamento de inúmeros “Projetos de Leis” voltados para o fim da publicidade dirigida à infância. Ameaçam, assim, as liberdades de imprensa e informação através da asfixia das receitas dos veículos de mídia (tevês, revistas, agências de publicidade e produtoras), além de disseminar o sentimento de desconfiança contra as marcas, isto é, de aversão ao livre mercado.
Links: http://criancaeconsumo.org.br/advocacy/legislacao-nacional/
http://criancaeconsumo.org.br/acoes-juridicas/
Diretoria
Presidente: Ana Lucia de Mattos Barretto Villela (acionista Itaú)
Vice-Presidente: Alfredo Egydio Arruda Villela Filho (acionista Itaú)
Vice-Presidente: Marcos Nisti (marido de Ana Lucia de Mattos Barretto Villela)
Conselho Consultivo
Frei Betto (divulgador da Teologia da Libertação, amigo de Lula)
Claudia Leme Ferreira Davis
Jordana Berg
Maria Lúcia Zoega de Souza
Paulo Velasco
Links: http://alana.org.br/saiba-mais/
2 - Disseminado os “novos valores” por meio do cenário cultural
A preocupação com a infância por parte do Alana tem sido motivo de investimentos vultuosos em eventos, sites, logística, produção de documentários e filmes sobre o tema “Consumo e infância”. Para o pessoal do Alana, comer biscoitos faz mal e comprar brinquedos novos pode ser nocivo à infância. Chocolates e refrigerantes então, são pecados graves. Através de eventos, filmes e documentários, o Alana (Itaú) investe na viralização dos valores que devem dirigir o pensamento de pais e crianças neste “novo mundo sustentável”. Uma pauta que sempre se opõe ao livre mercado e às liberdades civis, disseminada por meio do ambiente cultural.
Links: http://criancaeconsumo.org.br/videos/
http://criancaeconsumo.org.br/publicacoes/
3 - Indentificando a rede
O Alana atua em parceria constante, entre outras grandes organizações, com a Andi, organização civil não governamental que promove a regulação da mídia, do jornalismo, da publicidade e dos conteúdos audiovisuais, sobretudo, os conteúdos dirigidos à infância e juventude, por meio da elaboração de “práticas éticas”. Essas duas grandes organizações da “ sociedade civil organizada”, Alana e Andi, disseminam as regras elaboradas por elas e pela rede de organizações parceiras (atenção para a rede de organizações e corporações) em universidades, redações de jornais, revistas, tevês e por meio de lobbie político junto ao Governo Federal e no Congresso Nacional.
Links:
http://www.andi.org.br/pagina/regulacao-da-midia
http://www.andi.org.br/regulacao-da-publicidade-infantil
http://www.andi.org.br/politicas-de-comunicacao/publicacao/infancia-e-consumo-estudos-no-campo-da-comunicacao

3.1 - Itaú- Alana: os Parceiros

Dentre os diversos parceiros de incontestável relevância no cenário nacional internacional, alguns destacam-se por sua influência no governo federal e no cenário cultural. Observem quem são e qual agenda política-ideológica esta rede de corporações, Ongs, universidades e orgãos públicos estão direcionados:
Andi, Greenpeace, Institutp Akatu, Intervozes (Ford Fundation), Escritório Modelo Puc-SP, Ministério Público de São Paulo, entre outros.
link: http://criancaeconsumo.org.br/parceiros
4 - A Andi e as políticas públicas para a infância e juventude
O poder que a Andi possui na formulação de políticas públicas da comunicação dirigida à infância e juventude, sob a tutela do Estado Brasileiro, suscita o questionamento sobre o respeito à nossa democracia, pois tratam-se de pessoas que não foram eleitas como legisladores, porém que atuam com o mesmo poder de nossos representantes legislativos no Congresso Nacional. Confiram:

"Criada formalmente em 1993, mas atuando de maneira voluntária desde 1990, a ANDI é uma organização da sociedade civil, sem fins de lucro e apartidária, que articula ações inovadoras em mídia para o desenvolvimento. Suas estratégias estão fundamentadas na promoção e no fortalecimento de um diálogo profissional e ético entre as redações, as faculdades de comunicação e de outros campos do conhecimento, os poderes públicos e as entidades relacionadas à agenda do desenvolvimento sustentável e dos direitos humanos".

Agora, observem a “influência” que o secretário executivo da Andi, o senhor Veet Vivarta, possui nas políticas da Comunicação no Brasil:
“A Andi e a Rede Andi Brasil – com base na larga experiência acumulada no campo da comunicação e infância/adolescência – estão desenvolvendo uma série de ações de fortalecimento desta relação, objetivando oferecer subsídios para o debate sobre alguns itens considerados prioritários quando estão em jogo os direitos de meninos e meninas. O presente documento é parte deste processo e apresenta-se como insumo para a formulação, neste campo, de uma agenda para o Brasil”. (Extraído do site oficial da Andi)
Fonte: “Infância e Comunicação, uma agenda para o Brasil”, Pag. 1.
“(…) a Andi e a Rede Andi Brasil têm desenvolvido uma série de iniciativas para promover uma articulação relacionada aos campos sócio-políticos da infância e adolescência e da comunicação, pensando em favorecer uma discussão qualificada e permanente sobre a questão. Atualmente, essas ações contam com o apoio do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA) e da Fundação Itaú Social” (Extraído do site oficial da Andi).
Fonte : “Infância e Comunicação, uma agenda para o Brasil”, Pag. 4.
Link: http://www.andi.org.br/politicas-de-comunicacao/publicacao/infancia-e-comunicacao-uma-agenda-para-o-brasil
Link: http://www.andi.org.br/portal-andi/page/historia
“Com Veet Vivarta e Ely Harasawa (Secretária Adjunta de 2005 a 2008) este processo de expansão se consolidou. Realizaram-se ações (sobretudo com análises de mídia) em áreas como a responsabilidade empresarial, mudanças climáticas, ciência e tecnologia, questões de gênero, novas tecnologias sociais e marcos legais das comunicações.
“O diálogo com as redações e o desenvolvimento de oportunidades de qualificação de jornalistas e fontes de informação passou a também considerar temas que afetam a agenda dos direitos humanos e do desenvolvimento sustentável como um todo (tais como séries de oficinas sobre direitos humanos, tecnologias sociais e mudanças climáticas). Houve, também, um esforço no sentido de um diálogo cada vez mais sistemático com as universidades e faculdades de comunicação – instituições centrais para a formação dos futuros profissionais de comunicação”.

“Como consequência do trabalho do Secretário Executivo Veet Vivarta, em 2011, depois de avaliadas as crescentes contribuições em outras áreas temáticas, a ANDI ressignifica sua existência. Agora como ANDI – Comunicação e Direitos, a missão se amplia, manifestando-se segundo três vetores: Infância e Juventude, Inclusão e Sustentabilidade e Políticas de Comunicação”.

Fonte: http://www.andi.org.br/portal-andi/page/historia
Fonte: http://www.andi.org.br/portal-andi/page/historia
Todos esses fatos são de suma importância para a compreensão táctica sobre como enfrentar os promotores da engenharia social em execução no Brasil. Enquanto não se tornar de conhecimento de todos, de forma clara, quais organizações estão envolvidas nesta guerra cultural gramsciana e como está sendo implantada a engenharia social de doutrinação político-ideológica pela mídia, todos os esforços de combate às agendas socialistas anti-cristãs se tornam efêmeros, à medida que não se bloqueia a poderosa ação destas macro-organizações que invadiram e dominaram o Estado, as redações e as universidades.
Onde atuam, como atuam, por quais políticas e por meio de quais órgãos e agências reguladoras influenciam - de forma determinante - a produção de conteúdos audiovisuais? Estas são respostas vitais que precisam ser analisadas por especialistas e sobretudo, por membros do judiciário imbuídos de livrar o Brasil do flagelo socialista totalitário.
5 - Alana e Andi: unidos pelo fim da publicidade de alimentos e da independência econômica dos veículos da grande mídia
5.1 - Por meio de “advocacy” e lobbie político, empresas produtoras de alimentos estão sofrendo um verdadeiro Bullying midiático, legislativo e jurídico. No site do “Projeto Criança e Consumo”, do Alana Itaú, encontramos ações jurícas, como as que são apresentadas a seguir:
5.2 - Promoção de denúncias:

“Nesse espaço, você pode denunciar qualquer forma de comunicação mercadológica que estimule o consumismo infantil ou viole a integridade, dignidade e os direitos e garantias das crianças brasileiras. Sua denúncia será analisada pela equipe do Projeto Criança e Consumo. Você também pode ser um promotor dos direitos das crianças em sua comunidade, de forma autônoma. No site do Projeto Prioridade Absoluta, também do Instituto Alana, Itaú você encontra um passo a passo - assim como os modelos redigidos - para encaminhar sua denúncia. Clique aqui e saiba como fazer” (Site oficial Criança e Consumo/ Alana).

Link: http://criancaeconsumo.org.br/denuncie/

5.3 - Perseguição moral e jurídica de marcas.

“Com o objetivo de promover seu parque de diversões, a empresa distribuiu anúncios sobre a existência do Kidzania em locais públicos da cidade de São Paulo, como nas estações da linha 4 Amarela do Metrô, em relógios de rua, e em meios de comunicação, como sites, revistas e Facebook. O Projeto Criança e Consumo do Instituto Alana entende que práticas comerciais como a desenvolvida pelo Kidzania são abusivas, e, portanto, ilegais, por desrespeitarem a proteção integral e a hipervulnerabilidade da criança, em patente violação ao artigo 227, da Constituição Federal, diversos dispositivos do Estatuto da Criança e do Adolescente, artigos 36, 37, § 2º e 39, IV, do Código de Defesa do Consumidor e Resolução 163 do Conanda.

Por conta disso, em 6.4.2015, o Instituto Alana, por meio de seu Projeto Criança e Consumo, enviou notificação à empresa A Edutenimento Entretenimentos do Brasil Ltda. (‘Kidzania’), com o objetivo de solicitar informações acerca do direcionamento de publicidade ao público infantil para promoção do parque de diversões Kidzania no prazo de 15 dias” (Site oficial Criança e Consumo/Alana Itaú).

Link: http://criancaeconsumo.org.br/acoes/edutenimento-entretenimentos-do-brasil-ltda-parque-de-diversoes-kidzania/

6 - Para conhecer as inúmeras ações jurídicas do Itaú Alana contra empresas e marcas

Link: http://criancaeconsumo.org.br/acoes-juridicas/
À esta altura, você deve estar se perguntando quem são esses “iluminados” que desejam proibir nossas crianças de comer biscoitos, sanduíches e guloseimas, prazeres tão próprios da infância? Prazeres inocentes, diga-se de passagem.
A resposta a esta pergunta pode ser verificada nas publicações realizadas pela parceira Alana (Itaú)/ Andi, como esta, assinada pelo senhor Veet Vivarta, Secretário Executivo da Andi :
“O Instituto Alana e a ANDI Comunicação e Direitos lançam o livro “Publicidade de Alimentos e Crianças”, que traz um relato aprofundado das políticas de regulação da publicidade de alimentos no Brasil e no mundo, comparando as iniciativas de diferentes países"(sites oficiais da Andi e Alana).
Link:
http://www.andi.org.br/pauta/livro-debate-regulacao-da-publicidade-de-alimentos-no-mundo
http://criancaeconsumo.org.br/publicacoes/

O “iluminado” parceiro do Alana para as políticas da Comunicação dirigidas à infância no Brasil , o senhor Veet Vivarta, é também autor de livros, como “ O caminho do Mago”, cujo tema é inspirado no satanista Aleister Crowley.

Link: http://www.skoob.com.br/livro/197560-o-caminho-do-mago

“A primeira terapia alternativa começou em setembro de 1990 com o curso vivenciado de Tarot (Thoth) – do mago inglês Aleister Crowley –, que teve como facilitador e orientador o maravilhoso tarólogo catarinense Veet Vivarta, discípulo do guia espiritual Osho e que já tinha estado em Puna, na Índia, no centro de meditação e autoconhecimento deste mestre espiritual indiano. Veet Vivarta é filho do jornalista, roteirista de cinema e escritor Salin Miguel. O curso, que constituiu-se de teoria, prática e vivência, foi dado no Museu Cruz e Sousa, localizado na Praça XV, no centro de Florianópolis, e seguiu as determinações de uma apostila com o título de “Tarot – O espelho da alma”, de autoria do alemão Gerd Ziegler”.
Fonte: http://www.recantodasletras.com.br/contoscotidianos/2465974
7 - Os parceiros da Andi
A Andi possui como parceiros grandes fundações internacionais, apoiadoras do Forum Social Mundial, e parceiros estratégicos no Governo Federal. A seguir, alguns de relevante significado:
Itaú Social , Fundação Ford, Open Society, Instituto Akatu, Cfemea, Unesco, Unicef, Fundação Lemann, Fundação W. K. Kellogg, Fundação Avina, Fundação Banco do Brasil, Vale, Fundação O Boticário, Fundação Telefônica, Secretaria de Direitos Humanos, Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres., Insituto Alana, Instituto Patrícia Galvão, dentre outros.
http://www.andi.org.br/portal-andi/page/parceiros
8 - Conclusão
A investigação sobre a legalidade ou não da atuação institucional desta rede urge ser realizada por especialistas em direito constitucional. Sobretudo, por envolver bancos do porte do Itaú, fundações bilionárias internacionais (Ford, Rockefeller, Open Society), e organizações como a Unesco e Ong's abortistas como o Cfemea. A questão é de extrema gravidade, pois trata-se da soberania nacional brasileira, da liberdade econômica da iniciativa privada, da liberdade de pensamento e crença, pois o que está posto diante ao que foi exposto diz respeito à manipulação mental da sociedade brasileira, via políticas da comunicação. Um projeto em plena execução por socialistas e satanistas, senhores de um gigantesco poder econômico, pesando sobre o Brasil.

O Aborto e os EUA

10 de novembro de 2015

Os Estados Unidos conseguirão sobreviver ao aborto?


Os Estados Unidos conseguirão sobreviver ao aborto?

Bill Federer
“Nunca senti que se deveria cometer algum aborto — penso que cada aborto é o resultado de uma série de erros,” declarou o presidente Jimmy Carter aos jornalistas no Hotel Ritz-Carlton em Washington, D.C., em 3 de novembro de 2005, com relação ao seu livro “Our Enduring Values: America’s Moral Crisis” (Nossos Valores Permanentes: a Crise Moral dos Estados Unidos).
O presidente Carter continuou: “Nunca me convenci, se você permitir que eu injete meu Cristianismo na questão, que Jesus Cristo aprovaria o aborto… Sempre achei que a maioria do público americano não tem a tendência de ser extremamente esquerdista em muitas questões. Penso que os líderes do nossos partido — alguns deles — estão exagerando em ênfase na questão do aborto.”
Em 22 de janeiro de 1973, as decisões Roe versus Wade e Doe versus Bolton do Supremo Tribunal dos EUA permitiram o aborto em todos os nove meses da gravidez.
Vinte três anos mais tarde, Norma McCorvey, que era a “Jane Roe” no caso jurídico Roe versus Wade, foi entrevistada pela revista USA Today.
Ela declarou que certa vez, enquanto estava empregada numa clínica num momento em que ninguém estava dentro: “Entrei na sala de operação e me deitei na mesa… tentando imaginar como seria ter um aborto… me desmanchei em choro.”
No programa World News Tonight da TV ABC, Norma McCorvey disse: “Penso que o aborto é errado. Penso que o que fiz com Roe versus Wade foi errado.”
Quando Caim matou Abel no Livro de Gênesis, capítulo 4, o Senhor perguntou a Caim: “Que fizeste? Ouve! Da terra, o sangue do teu irmão clama a mim.” (KJA)
Se o sangue da morte de uma única pessoa inocente clama por juízo, quanto clamor haveria com as mortes de 56 milhões de inocentes bebês em gestação que já ocorreram nos EUA?
A Madre Teresa de Calcutá declarou no Café-da-Manhã Nacional de Oração em Washington, D.C., em 3 de fevereiro de 1994, na presença de Bill e Hillary Clinton: “O maior destruidor da paz hoje é o aborto, pois é uma guerra contra a criança, um assassinato direto da criança inocente, assassinato cometido pela própria mãe, e se aceitarmos que uma mãe pode matar até seu próprio filho, como conseguiremos dizer às outras pessoas que não matem umas as outras?”
A Madre Teresa acrescentou: “Qualquer país que aceitar o aborto não está ensinando seu povo a amar, mas a usar a violência para conseguir o que quer. É por isso que o maior destruidor do amor e da paz é o aborto… Muitas pessoas estão também preocupadas com toda a violência neste grande país dos Estados Unidos… Mas muitas vezes essas mesmas pessoas não estão preocupadas com os milhões que estão sendo mortos pela decisão deliberada de suas próprias mães… Jesus disse, ‘Quem recebe uma criança em meu nome, me recebe.’… Ao abortar uma criança, um casal recusa receber Jesus. Por favor, não matem a criança… Deem a criança para mim. Estou disposta… a dar essa criança para um casal casado que amará a criança e será amado pela criança.”
A Madre Teresa continuou: “Só de nosso lar de crianças em Calcutá, salvamos mais de 3 mil crianças do aborto… Os Estados Unidos podem se tornar um sinal de paz.”
A Madre Teresa concluiu: “Dos EUA, precisa irradiar para o mundo um sinal de cuidado pelos fracos — a criança em gestação… então realmente vocês serão leais ao que os fundadores deste país defenderam.”
Ronald Reagan escreveu em seu artigo “Aborto e a Consciência da Nação,” publicado na revista The Human Life Review em 1983: “Lincoln reconheceu que não conseguiríamos sobreviver como uma terra livre quando alguns homens pudessem decidir que outros não eram dignos de ser livres e deveriam ser escravos… Da mesma forma, não podemos sobreviver como uma nação livre quando alguns homens decidem que outros não são dignos de viver e deveriam ser abandonados ao aborto.”
Traduzido por Julio Severo do original do WND (WorldNetDaily): Can America survive abortion?

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

A confissão de Lula


Cuidado se você não sofre tentações !!

| Categoria: Espiritualidade

Cuidado se você não sofre tentações!

São melhores as amarguras e as provações da batalha, que preparam o Céu, à paz e à tranquilidade deste mundo, que pavimentam a estrada para o inferno.

Uma famosa oração, atribuída a Santo Agostinho, e rezada por quem se prepara para a Santa Escravidão a Nossa Senhora, possui uma frase digna de profunda meditação: “Ó Jesus, anátema seja quem não Vos ama. Aquele que não Vos ama seja repleto de amarguras.”
Mas, desde quando os santos rezam a Deus pedindo que as pessoas fiquem amarguradas?
Qual é, afinal, o sentido dessas palavras de Agostinho, aparentemente tão severas?
O desejo desse doutor da Igreja é bem simples: que os homens amem a Deus!
E ninguém pense que se trata de uma petição qualquer. As palavras de Agostinho – que não fazem mais que ecoar as do próprio Cristo no Pai Nosso – são a coisa mais importante e valiosa que se pode pronunciar em favor daqueles que se ama. Pois, que bem maior podemos dar aos que amamos, senão Deus mesmo, o único que pode trazer felicidade ao nosso coração? Nenhum bem deste mundo pode saciar a nossa alma e, ainda que pudesse, a morte o levaria embora e o tiraria de nossas mãos... Deus, ao contrário, não só alegra os Seus nesta vida, como lhes reserva uma eternidade ao Seu lado.
A condição para gozar dessa bem-aventurança eterna é uma só: amar a Deus. Por isso, diz São Paulo: "Para aqueles que O amam, Deus preparou coisas que nenhum olho viu, nem ouvido ouviu e nem coração jamais pressentiu" (1 Cor 2, 9).
São muitas, todavia, as coisas que nos afastam dessa divina recompensa, e uma delas são as falsas alegrias do mundo, que substituem o lugar de Deus e nos fazem esquecer d'Ele.
É por isso que, no decorrer de nossa vida, somos assaltados por tantas dificuldades, tristezas, perdas e acidentes – aquilo que as pessoas comumente chamam de "desgraças", embora a única verdadeira desgraça nesta e na outra vida seja estar afastado de Deus. Todas essas coisas, se vivemos na graça da amizade com Cristo, não devem nos preocupar, já que "tudo concorre para o bem dos que O amam" (Rm 8, 28). Mas, se, ao contrário, vivemos na desgraça do pecado, sem desejo de nos emendarmos e mudarmos de vida, tudo o que nos acontece serve-nos como castigo.
Não nos impressionemos! Embora isso não se ouça mais dos púlpitos de nossas igrejas e certos pregadores cheguem a dizer o contrário, é verdade que Deus castiga. Às vezes, Ele permite que os males desta vida nos visitem, não por ódio ou maldade, mas justamente porque Ele nos ama e quer a nossa salvação! Afinal, qual é o pai que, vendo o seu filho afastar-se e correr velozmente em direção ao abismo, não prefere que ele se acidente, a vê-lo precipitar-se no fosso? Qual é o pai que, vendo o seu filho destruir-se no mundo das drogas, não procura intervir de alguma forma, mesmo que o remédio às vezes lhe doa?
É por isso que Santo Agostinho reza pedindo: "Aquele que não Vos ama seja repleto de amarguras."
Sim, Senhor, que sejamos repletos de amarguras, enquanto não Vos amarmos por inteiro! Que sejamos repletos de angústias e tristezas, só para que procuremos a única e verdadeira alegria de nossa alma, que sois Vós! Que percamos o que for preciso, só para ganhar a única e verdadeira riqueza, que sois Vós! Que morramos para este mundo e percamos a própria saúde, só para ganhar a única e verdadeira vida, que sois Vós!
E assim, em coro, unamo-nos a Santo Agostinho e a todos os santos de Deus, em ação de graças pelas cruzes e sofrimentos que nos visitam e nos convidam à conversão. Alegremo-nos verdadeiramente com as santas amarguras que o Senhor nos manda, porque também elas são um sinal do Seu grande amor por nós.
Ao contrário, comecemos a preocupar-nos quando, mesmo em nossa infidelidade e impenitência, tudo estiver aparentemente tranquilo e estivermos levando uma vida pacífica e confortável, sem as provações de Deus – nem as tentações do demônio [*]. É o terrível sinal de que já fomos comprados pelo mal e que, por isso, nem mesmo o diabo precisa nos tentar mais.
"Cuidado se você não sofre tentações!", advertia o Santo Cura de Ars. "Talvez você ache que as pessoas que são mais tentadas, são indubitavelmente, os beberrões, os provocadores de escândalos, as pessoas imodestas e sem vergonha que deitam e rolam na sujeira e na miséria do pecado mortal, que se enveredam por toda espécie de maus caminhos. Não, meu caro irmão! Não são essas pessoas!"
"As pessoas mais tentadas – continua São João Maria Vianney – são aquelas que estão prontas, com a graça de Deus, a sacrificar tudo pela salvação de suas pobres almas, que renunciam a todas as coisas que a maioria das pessoas buscam ansiosamente. E não é um demônio só que as tenta, mas milhões de demônios procuram armar-lhes ciladas."
Prefiramos, pois, as amarguras e tentações da batalha, que preparam o Céu, à paz e à tranquilidade deste mundo, pois são elas que pavimentam a estrada para o inferno.
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

O Sínodo, o pecado, e o ser ou não ser católico

Impressões sobre o Sínodo (II): Ser ou não ser, eis a questão.

Existe pecado, e pecado mortal? Ser ou não ser católico de verdade – eis toda a questão!
Por Pe. Romano | FratresInUnum.com
O debate suscitado na Igreja e na mídia, a respeito da Comunhão aos casais em segunda união, depois de um casamento contraído validamente por um ou pelos dois “cônjuges”, deixa de lado uma questão fundamental: existe pecado, e pecado mortal? E, mais ainda: quem se encontra objetivamente numa situação de pecado, pode salvar-se?
Nuvens sobre o Vaticano.
Uma das terríveis lacunas deixadas pelo Relatório final do recém concluído Sínodo sobre a Família, em particular nos polêmicos e ambíguos nn. 84-86, é a total ausência de referência ao pecado no qual vivem as pessoas que se encontram em uma união adúltera.
Sim, adúltera.
Por mais que se possa apelar ao sofrimento em que se encontram tais pessoas, e por mais graves que tenham sido as razões que levaram à separação de um casamento anterior válido, o fato é que essas pessoas estão vivendo numa situação de pecado e em perigo de se perderem eternamente!
A primeira atitude da Igreja, ao acolher essas pessoas – uma atitude de verdadeira misericórdia! – é de ajudá-las a se confrontarem com a verdade divinamente revelada, sobre a unidade e indissolubilidade do matrimônio, e a buscarem o único caminho possível: o da conversão e da mudança de vida. Caminho este que poderá ser árduo e longo, mas que não pode ficar pela metade. Seria um gravíssimo erro, tanto para essas pessoas como para todos os demais fiéis, propor soluções pastorais de “integração” que, inevitavelmente, levariam à acomodação artificial a uma situação objetivamente grave, que teria consequências fatais, isto é, em breves palavras, a condenação eterna ao inferno.
Mas, que consciência têm nossos pastores dessas verdades fundamentais? A perda da consciência do pecado é, certamente, o maior drama da nossa época. E se aqueles que são chamados a pregar o Evangelho a todas as gentes, e a anunciar que, sem conversão, não há salvação, omitem-se em anunciar tais verdades, estamos diante de uma situação catastrófica! De fato, o discurso atual, dentro da Igreja, e que se refletiu sobre o Sínodo, é o de quase absoluto silêncio sobre as verdades últimas da nossa existência – os novíssimos -: morte, juízo, inferno e paraíso, e sobre o pecado, que condiciona a nossa salvação. Verdades basilares da nossa Santa Religião, e que devem determinar a nossa vida sobre esta terra, porque, como diz Nosso Senhor, “que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, se vem a perder a sua alma?” (Cf. Mc 8, 36)
Estamos, portanto, no coração da crise da Igreja, que é uma crise de fé. Fé na Redenção, cuja visão parece – ao menos no discurso e na prática pastoral – distanciar-se sempre mais da sua intrínseca conexão com o pecado, que é a causa de todos os males, temporais e eternos, do homem. Cristo se torna o amigo, o companheiro de caminhada dos homens, o defensor das causas mais nobres da humanidade, e não o Salvador, o Redentor que vem para tirar o pecado do mundo, para reconciliar o ser humano com Deus, livrando-o do pecado. Não é, pois, de se admirar que a abordagem do Relatório seja toda ela de cunho sociológico e antropológico. Palavras como integração, acolhida, avaliação da situação concreta, quando dissociadas, ainda que indiretamente, da verdade integral da Revelação, reduzem a mensagem evangélica a uma mera filantropia e a uma misericórdia que quer quase que justificar o pecado a todo custo.
Certamente, não há nada de novo no que acabo de dizer: afinal, este é o discurso que, há muito, ecoa a partir dos púlpitos e cátedras, e de inúmeros simpósios e congressos. Contudo, parece que entramos numa nova fase, na qual aqueles que receberam autoridade máxima para ensinar a verdade e dissipar as trevas do erro, também se dobram a essa linguagem humanística e relativista. Pastores que foram constituídos como tais para conduzir as ovelhas a Cristo emanam um perfume sedutor de ovelhas, mas, na verdade – conscientemente ou não -, tornam-se lobos vorazes, que abrem as portas do abismo para um rebanho que não consegue mais distinguir o bem e o mal, se não houver quem o ajude.
Atualíssimas, portanto, são as palavras de Paulo VI a Jean Guiton, seu amigo e confidente, pouco tempo antes de morrer: “Há uma grande perturbação neste momento da Igreja, e o que se questiona é a fé. O que me perturba, quando considero o mundo católico, é que dentro do catolicismo parece, às vezes, que pode predominar um pensamento não católico, e pode suceder que este pensamento não católico dentro do catolicismo se converta, amanhã, como o pensamento mais forte. Porém, nunca representará o pensamento da Igreja. É necessário que subsista uma pequena grei, por muito pequena que seja”. Dizeres de um Papa que, certamente, não pode ser rotulado de tradicionalista e que, em outro momento de grande lucidez, afirmou que “por alguma brecha a fumaça de Satanás entrou no Templo de Deus” (29 de junho de 1972).
A Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo é, certamente, indefectível e santa. Porém, o dano que causa às almas um ensino vago e ambíguo não pode deixar-nos tranquilos. Por amor à verdade, por amor à salvação eterna das almas, a começar pela nossa própria, não podemos calar a verdade. Nas últimas décadas, tem-se falado tanto de profetismo na Igreja, geralmente associado à denúncia  das injustiças sociais. Pois bem: é preciso nadar contra a corrente – como os profetas!
Faz-se mister denunciar, como S. João Batista, a maldade do pecado, da impureza, do adultério, e lembrar que nenhuma integração forçada pode garantir a salvação eterna, se não estiver profundamente enraizada na verdade. É necessário lembrar, também aos Pastores da Igreja, que existe um inferno eterno, para onde todos – incluindo eles – podem ir, se não se converterem. É fundamental que a pregação da Igreja volte a ser “sim ou não, pois tudo o mais vem do Maligno”(cf. Mt 5, 37).
O problema do Sínodo é, pois, uma questão de fé, da verdadeira fé, da fé católica, sem a qual não podemos nos salvar. O dilema é este: a perda da fé católica. Ser ou não ser católico: eis a questão, a grande e decisiva questão!

Engenharia Social - o que é