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segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Irã invadirá Jerusalém? Exercícios em novembro de 2015

Exército do Irã treina para invasão de Jerusalém: Milhares de soldados iranianos fazem simulação para tomada do Monte do Templo


23.11.2015 -  A Agência de notícias Fars, do Irã, divulgou um exercício do exército do Irã que chamou atenção pelo inusitado. Réplicas de plástico da mesquita de al-Aqsa e do Domo da Rocha foram construídas e colocadas no alto de um monte.
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Milhares de soldados fizeram um exercício de guerra apelidado de “Rumo à Cidade Santa”.  Claramente a situação é um treino para a tomada de Jerusalém. Mais especificamente o Monte do Templo, que fica bem no centro da capital do Estado Judeu.
Segundo a Fars, os treinos envolveram mais de 120 batalhões da Nirouye Moqavemate Basij (Força de Resistência Mobilização, em tradução livre). A “Basij” é uma milícia paramilitar voluntária fundada pelo falecido Ayatollah Khomeini em 1979. Trata-se de um grupo que opera paralelo ao exército iraniano, como uma força auxiliar da Guarda Revolucionária Islâmica, o que comprova sua motivação religiosa.
Durante o treino, caças bombardearam alvos enquanto dezenas de esquadrões armados representavam o exército israelenses cercando a réplica do santuário muçulmano.
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Ainda segundo a agência iraniana, os treinos foram organizados como “preparação para combater possíveis ameaças na região”.  Como Israel não tem feito ameaças ao Irã, e sim ao contrário, fica óbvio que é uma forma de Teerã mostrar suas intenções.
O Irã afirma que tem ‘conselheiros militares’ e ‘voluntários’ na Síria, mas nega que sejam parte do seu exército. A maioria são soldados da Basij, lutando ao lado das tropas do governo sírio em operações contra áreas controladas por grupos extremistas como o Estado Islâmico. Eles participam da mesma frente que reúne o Hezbollah (radicais do Líbano) e a Rússia.
Esse parece ser apenas mais um passo na série de decisões que o governo iraniano vem fazendo em relação a um ataque contra Israel em breve. Em agosto, um vídeo produzido por uma organização extremista iraniana mostra a união dos exércitos do Irã e grupos terroristas como o Hamas e o Hezbollah, se preparando para marchar sobre Jerusalém.
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Em meados de 2015, após o acordo nuclear com as grandes potências, o aiatolá Ali Khamenei lançou um livro pedindo a destruição de Israel e que a solução para a região é um Estado único (Palestino). O líder supremo iraniano defende ser “prático e lógico” que Israel volte a ser domínio muçulmano.
Defende que seu plano iria promover “a hegemonia do Irã”, e a remoção de “hegemonia do Ocidente” do Oriente Médio. Fonte: Jerusalém Post  via  Gospel Prime
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Diz na Sagrada Escritura:
"Quando virdes que Jerusalém foi sitiada por exércitos, então sabereis que está próxima a sua desolação. Os que então se acharem na Judéia fujam para os montes; os que estiverem dentro da cidade retirem-se; os que estiverem nos campos não entrem na cidade. Porque estes serão dias de castigo, para que se cumpra tudo o que está escrito.". (São Lucas 21, 20-22)
"Proclamai isto entre as nações: Declarai a guerra! Chamai os valentes! Aproximem-se, subam todos os guerreiros! Os vossos arados, transformai-os em espadas,e as vossas foices, em lanças! Mesmo o enfermo diga: Eu sou guerreiro! Depressa, nações! Vinde todas: reuni-vos de toda parte! Ó Senhor, fazei descer ali os vossos valentes! De pé, nações! Subi ao vale de Josafá, porque é ali que vou sentar-me para julgar todos os povos ao redor! Metei a foice, a messe está madura; vinde pisar, o lagar está cheio; as cubas transbordam - porque é imensa a maldade dos povos! Que multidão, que multidão no vale do julgamento, porque chegou o dia do Senhor (no vale do julgamento)! O sol e a lua se obscurecem, as estrelas empalidecem. O Senhor rugirá de Sião, trovejará de Jerusalém; os céus e a terra serão abalados. Mas o Senhor será um refúgio para o seu povo, uma fortaleza para os israelitas. Sabereis então que eu sou o Senhor, vosso Deus, que habita em Sião, minha montanha santa. Jerusalém será um lugar sagrado onde os estrangeiros não tornarão mais a passar". (Joel 4, 9-17)
"Eis o que farei de Jerusalém: um copo inebriante para todos os povos circunvizinhos; também Judá será cercado pelo inimigo com Jerusalém. Naquele dia farei de Jerusalém uma pedra pesada para todas as nações: todo o que se esforçar por levantá-la, sairá ferido; todos os povos da terra se juntarão contra ela. Naquele dia - oráculo do Senhor - ferirei de espanto todos os cavalos, e de delírio os que montam neles. Abrirei os meus olhos sobre a casa de Judá, e cegarei a cavalaria das nações. Os chefes de Judá reconhecerão em seu coração que a força dos habitantes de Jerusalém está em seu Deus, o Senhor dos exércitos. Naquele dia, o Senhor protegerá os habitantes de Jerusalém; o mais fraco dentre eles será valente como Davi, e a casa de Davi surgirá como Deus, como um anjo do Senhor. Naquele dia, procurarei exterminar todo o povo que vier contra Jerusalém". (Zacarias 12, 2-9)
"Vi, então, um anjo de pé sobre o sol, a chamar em alta voz a todas as aves que voam pelo meio dos céus: Vinde, reuni-vos para a grande ceia de Deus, para comerdes carnes de reis, carnes de generais e carnes de poderosos; carnes de cavalos e cavaleiros; carnes de homens, livres e escravos, pequenos e grandes. Eu vi a Fera e os reis da terra com os seus exércitos reunidos para fazer guerra ao Cavaleiro e ao seu exército". (Apocalipse 19, 17 -19)

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

A ideologia de gênero deve ser combatida - sensacional pronunciamento

A ideologia de gênero deve ser combatida.

Enquanto a CNBB não vai, não dá justificativa e não manda nenhum representante, o colunista de FratresInUnum.com, Prof. Hermes Rodrigues Nery, convidado pela Comissão de Educação da Câmara, compareceu! 
E com muita honra publicamos, a seguir, a intervenção do caro Professor.
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Por Hermes Rodrigues Nery
Sr. Presidente, Deputado Givaldo Carimbão, deputados Diego Garcia, Flavinho e demais propositores e membros da mesa.
0710425e-e1e1-4a66-95e2-8f9aabbc06acAgradeço pela oportunidade de participar desta importante audiência pública que a Comissão de Educação realiza na Câmara dos Deputados.  Retorno, mais uma vez a esta Casa Legislativa para contribuir no debate sobre ideologia de gênero que esta Comissão promove, de uma questão que vem se tornando cada vez mais relevante, porque trata-se de uma agenda ideologicamente equivocada, a agenda de gênero, que o governo federal vem já há alguns anos tentando implementar, uma agenda que vem de fora, de Fundações e organismos internacionais, que fere a soberania nacional e interfere na liberdade dos brasileiros, por isso que esta Comissão tem o dever de tomar conhecimento do que realmente está motivando a implantação da ideologia de gênero nas escolas, qual o significado e as consequências disso, os perigos que ela representa e o porque da sociedade estar rechaçando-a com tanta veemência.
Na verdade o que está havendo é uma “perversão dos direitos humanos”1, perversão esta que desde o Relatório Kissinger, nos anos 70, se buscou “disfarçar as políticas de controle de natalidade sob a aparência de direitos humanos”2, através de uma ideologia que é a “mais radical da história”3, de falsas premissas filosóficas, a defender com obsessão a irrealidade, a argumentação ideológica de que “toda pessoa poderia construir livremente seu sexo psicológico ou gênero”4. O terrível caso dos irmãos Reimer comprovam científica e historicamente a falácia e o horror de tal ideologia. Tenho aqui o estudo científico do Prof. Massimo Gandolfini, “Genética e neurobiologia da diferença sexual”5, apresentado em Perugia (Itália), em Congressos sobre “Identidade de Gênero – aspectos sociais, médicos, bioéticos e jurídicos”, onde ele mostra claramente as diferenças e características do cérebro humano – do homem e da mulher, confirmando empiricamente que há sim, as distinções sexuais, homem e mulher, que há distinções muito específicas  de identidade masculina e feminina, e que, de modo algum, é evidentíssimo, que estas distinções não são jamais construções sociais.
O fato é que os ideólogos dessa ignomínia oferecem primeiro “às pessoas a ilusão da autonomia absoluta em matéria sexual”6. Ilusão. “Depois disso, aqueles que detém o poder real são os que escolhem, como lhes convêm, o modo como os que carecem de poder poderão exercer a sexualidade”7 Uma ideologia, portanto, que é, sim, “uma ferramenta de poder”8, que visa a dissolução e subversão da própria identidade, com a alegação falaciosa de que “existiriam dois sexos, mas antes, muitas orientações sexuais”9; como uma nova perspectiva, com “o controle feminista da produção ideológica e cultural”10 a engendrar uma reengenharia social, com fins de manipulação e agrilhoamento da pessoa humana, em vários aspectos. “E como a meta final da revolução socialista era de eliminar não só os privilégios da classe econômica mas também a própria distinção entre classes econômicas, assim a meta da revolução feminista deve ser analogamente, diferentemente do primeiro movimento feminista, a eliminação não só do privilégio masculino, mas também da própria distinção entre os sexos”11. A ideologia de gênero, portanto, nesse sentido, visa suplantar a realidade da natureza, negando-a por uma obsessão utópica.
Esta “agenda de gênero vem de grupos ativistas, todos de certa formas inter-relacionados ou com interesses comuns, mas de alguma maneira distinguíveis: 1) controladores de população; 2) libertários sexuais; 3) ativistas dos direitos dos homossexuais; 4) os que apoiam o multiculturalismo ou promovem o politicamente correto; 5) os ambientalistas extremistas; 6) progressistas neomarxistas; 7) pós-modernistas ou desconstrucionistas. A agenda de gênero tem também o apoio de liberais influentes nos governos e de certas corporações multinacionais”12. Esta agenda de gênero é sustentada por organizações que “desfrutam de um retorno financeiro garantido e que se tornaram, no campo da sexualidade humana, uma fonte de lucro e um veículo da secularização planificada”13, e que o Estado favorece quando capitulado diante de tão vis interesses, que em nada dignificam, mas degradam a pessoa humana. “A pornografia, a droga, a prostituição, a contracepção e o aborto são indústrias organizadas”14[favorecidas todas elas pela ideologia de gênero], “cujo capital é posto a serviço de uma ideologia, que é contra a vida humana, a família e, frequentemente, contra a Igreja Católica. Os objetivos de tais indústrias são a destruição da família e a secularização, para alcançar os meios pelos quais se toleram alguma forma de depravação e violência sexual em relação às crianças. Estas forças operam secretamente no espírito da era pós-moderna. Publicamente, ao invés, o comportamento destas estruturas (mídia, organizações, resoluções tomadas em consequência de conferências nacionais e internacionais) é de forte recusa em relação a violência sexual contra as crianças, todavia, não é por acaso que este fenômeno, nas suas formas de depravação, está em contínuo aumento”.15 Por isso as crianças são as maiores vítimas dessa terrível ideologia, as que já estão expostas a situações de abusos decorrentes do que tal ideologia permite, são as que estão mais vulneráveis e, muitas vezes, as que não tem a quem recorrer, porque, no afã de destruir a família, o Estado acaba sendo o agente opressor da família, quando deveria ser o grande defensor daquela que é a primeira e principal instituição humana.
Como hoje, quando vemos uma guerra declarada contra a família, em que as forças da cultura da morte agem com mais convergência e uma ampla gama de recursos (inclusive públicos), para com mais ousadia e até insanidade, fazer a impostação de uma ideologia contrária à humanidade, ao que é verdadeiramente humano em cada pessoa.
Com esta agenda, o governo se volta contra o povo brasileiro, que não a aceita naturalmente, mas o governo ignora o que o povo pensa e sente a respeito, e quer praticar descaradamente a doutrinação marxista-liberal do feminismo radical nas escolas, sem levar em conta o direito dos pais em educar seus filhos, agindo contra portanto a autoridade dos pais, autoridade esta que a ideologia de gênero quer minar.
As crianças como alvo da agenda de gênero
Sabemos que, como diz Dorotas Kornas-Biela, “a batalha contra a família está entre as mais graves batalhas contra o cristianismo, em particular contra os católicos. As ideologias hostis à família a descrevem como um lugar de degradação, exploração e limitação das crianças (embora certas situações se verifiquem em um pequeno percentual de famílias) e fonte de pressão, de modo que limita a autoridade dos pais em relação à prole”16. Com isso, “afastar as crianças da influência dos pais, criar antagonismo nas relações recíprocas e diminuição dos menores com os adultos de fora da família, em vista de uma compensação afetiva. Neste caso, as crianças tornam-se uma presa mais fácil para satisfazerem as tendências patológicas dos adultos. Por outro lado, sustentarmodelos de relações ‘amigáveis’ entre adultos e crianças, recusando normas e a disciplina, contribui para levar um parceiro de relações sexuais, favorecendo a criação de relações com a criança às relações como um parceiro erótico”17. As crianças portanto, como dissemos, são o alvo desta agenda de gênero, e precisamos protege-las disso.
O governo da presidente Dilma Roussef, de modo mais intenso, está buscando impor esta agenda, sob todas as formas, e se utilizando de todos os meios, com afoiteza e celeridade cada vez maior, com a cumplicidade e apoio de muitas OnGs financiadas tanto pelo governo, quanto pelas Fundações internacionais, para a imposição da ideologia de gênero, que “falseia a linguagem, a ponto de o menos advertido, mesmo o intelectual, e antes de tudo a opinião comum da grande massa, já não perceber a perversidade que é aí insinuada”18. O fato é que, em meio a esta guerra cultural, as feministas não foram capazes da “modificação do modelo masculino”19, que elas se insurgiram com tanta virulência, nem atingir pela persuasão a maioria das pessoas, que sempre viu com muita desconfiança e desaprovação tais propostas, restritas apenas a uma “minoria sofisticada”20, a minoria anarcofeminista (aliada aos marxistas – pois Engels lançou as bases de união entre marxismo e feminismo), que tratou portanto de ocupar postos de decisões, em todos os campos da sociedade (na grande imprensa, nas universidades, nos parlamentos e instâncias judiciárias), para transgredir sem temeridade alguma e com volúpia incomensurável.
Uma das consequências da subversão da identidade sexual pela ideologia de gênero foi fomentar uma androginia artificial para combalir a virilidade alicerce dos valores civilizacionais, num ataque sem precedentes contra todo o vigor do que é natural e humano, comprometendo assim o vir-a-ser de cada pessoa, e a sua verdadeira felicidade. A ideologia de gênero faz resultar assim uma sociedade debilitada (como já vimos aonde foi implantada, em países desenvolvidos, que hoje buscam, em decorrência da ideologia de gênero, rever e repudiar tal ideologia, pois as instituições capitularam, tornando-se flácidas e incapazes de vigências morais, não fecundando mais valores vitais. Uma sociedade com tibiezas cada vez mais acentuadas. Por conta disso, viu-se esterilizada, em todos os aspectos, em crescente depressão e angústia, com patologias incontáveis (é só ver o exemplo dos países desenvolvidos), com aquela falta de sentido (de direção) que a leva a uma agudeza do absurdo, em muitos aspectos. E até mesmo o desejo falha, sem saber como se erguer em meio a uma impotência generalizada. É a essa falta de esbelteza que a ideologia de gênero, ao dessacralizar as relações humanas, quer privar as sociedades daquilo que outrora as fizeram civilizar o mundo. 
“De um povo heroico, o brado retumbante”
Já no PNDH3, em 2009, no governo Lula, se dizia que todos os Ministérios e órgãos do governo estariam mobilizados para isso, para a implantação desta agenda antivida e antifamília, esforço este que seria não apenas uma política de governo, mas uma política de Estado, como no nazismo se desejou fazer. O III Reich também quis que sua política insana fosse duradoura, e soçobrou em apenas doze anos. No PNDH3 se disse  também que caberia ao Ministério da Educação o protagonismo desta articulação, para enfiar goela abaixo estas pautas da agenda de gênero. Tudo isso num contexto de uma crise política e moral provocada pelo próprio governo, para criar um ambiente favorável ao seu projeto de poder totalitário, porque esta ideologia, juntamente com outras iniciativas do governo, quer conduzir o Brasil a um regime totalitário.
Sabemos que “as ideologias amiúde são fontes de totalitarismo. Elas imaginam que os direitos tem por fonte o poder do Estado e que é o Estado que concede à família seus direitos; elas tendem a ver na família, fundada sobre o matrimônio, um obstáculo. De modo concreto, as ideologias recusam reconhecer à família, o direito de educar, direito de que é arbitrariamente assumido e imposto pelo Estado. Tenta-se então subtrair as crianças e os jovens ao contexto familiar, enquanto são ‘educados’ em função daquilo que quer o poder”21, que entende imprimir-lhes seu próprio modelo, ao qual devem-se configurar. É a habitual tentação na qual caem sempre as várias formas de coletivismo”. Isso é totalitarismo. Por isso, na resistência a isso, cresce a importância do homeschooling (e menciono aqui também o importante trabalho da Escola Sem Partido, nesse sentido de erradicar a doutrinação ideológica nas escolas), assim como outras iniciativas que buscam evitar a subjugação das mentes ao comportamento decorrente de uma lavagem cerebral, que tal ideologia propicia, no afã de destruir a base familiar, suporte da pessoa humana.
Nesse sentido, cabe lembrar a advertência do Papa Leão XIII, de feliz memória: “Querer, pois, que o poder civil invada arbitrariamente o santuário da família, é um erro grave e funesto”22. Sempre foi assim, ao longo da História: no conflito entre natureza e cultura, vence a natureza, porque “não se pode alcançar a liberdade para além dos limites da própria natureza”23, e a cultura “deve responder adequadamente à natureza”24.
E mais:
No conflito entre família e o Estado, vence a família, como já havia demonstrado Sófocles, em Antígona e Creonte.
Por isso o povo está nas ruas, não apenas contra a corrupção que vergonhosamente chegou a níveis como nunca antes na história deste País, mas para se posicionar contra também a esta agenda de gênero inumana, que se volta contra o Brasil; daí, mais uma vez, estamos vendo vir das ruas, “de um povo heroico, o brado retumbante25, alto e em bom som, dizendo não à ideologia de gênero. Assim fizeram os deputados nesta Casa de Leis, ao rechaçá-la de modo esplêndido, no Plano Nacional de Educação, e ainda mais recentemente, em inúmeras Câmaras Municipais e Assembleias Legislativas, se manifestando com valentia e tenacidade, agregando cada vez mais apoiadores, principalmente nas redes sociais, para que todos possam ouvir este brado retumbante em defesa da vida e da família.
Muito obrigado.
Este foi o pronunciamento do Prof. Hermes Rodrigues Nery, Presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família e Coordenador do Movimento Legislação e Vida, na Câmara dos Deputados,  em audiência pública sobre a questão da ideologia de gênero nas escolas, realizada na Comissão de Educação, em 10 de novembro de 2015.

Tempestade solar a caminho?

Do Rainha Maria de hoje:

Cientistas da Nasa e da Academia Nacional de Ciências, dizem que poderosa tempestade solar pode gerar caos nos EUA


18.11.2015 -
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Cientistas da Nasa e da Academia Nacional de Ciências, dos EUA, concluíram um surpreendente estudo que detalha minuciosamente o que pode acontecer em nossa moderna sociedade tecnológica caso ocorra um super flare solar seguido de uma extrema tempestade geomagnética. O estudo mostra que quase nada estaria imune à tempestade, nem mesmo a água das residências.
De acordo com as 132 páginas do relatório, o problema começa com as redes de distribuição, consideradas o pilar de sustentação de praticamente todos os serviços modernos existentes e que é extremamente vulnerável às instabilidades do tempo espacial.
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Isso acontece devido às extensas linhas de transmissão que agem como antenas quilométricas, captando as correntes elétricas geradas durante as tempestades geomagnéticas. A sobretensão provocada pela tempestade é induzida nos transformadores do sistema de distribuição, que a propaga em toda a região servida causando diversos problemas no abastecimento elétrico.
O mais famoso caso de um surto provocado por tempestade geomagnética ocorreu na moderna cidade de Québec, no Canadá, em março de 1989. Naquela ocasião mais de seis milhões de pessoas ficaram sem energia elétrica durante nove horas.
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Para estimar o tamanho da pane que uma falha desse tipo pode causar os cientistas empregaram os dados da tempestade geomagnética ocorrida em maio de 1921, que induziu dez vezes mais eletricidade que a tempestade de 1989.
Os dados foram introduzidos no modelo representativo da malha atual de distribuição norte-americana. Para espanto dos pesquisadores os resultados mostraram que um surto semelhante acarretaria a destruição de pelo menos 350 transformadores principais, deixando 130 milhões de pessoas sem energia elétrica.
Segundo o cientista John Kappenmann, um dos autores do trabalho, a perda de eletricidade atingiria em cheio o setor de infraestrutura social. "A distribuição de água seria afetada em poucas horas, os alimentos perecíveis e medicamentos estragariam entre 12 e 24 horas e os sistemas de aquecimento e resfriamento deixariam de funcionar. Em poucas horas o sistema de telefonia entraria em colapso e o abastecimento de água e combustíveis funcionaria precariamente. 95% da cadeia produtiva moderna deixariam de funcionar", disse Kappenmann.
Danos Catastróficos
De acordo com a simulação, uma repetição do Evento Carrington poderia causar pesados danos sociais e econômicos. A sobrecarga poderia ser acompanhada de blackouts de radiopropagação e falhas nos satélites de comunicação e GPS, ocasionando a queda dos sistemas bancários e serviços emergenciais. Devido à falha os transportes também sofreriam com problemas de abastecimento de todos os tipos e os hospitais entrariam em colapso por tempo indeterminado.
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O estudo mostra que a extensão do problema está diretamente ligada ao tempo necessário ao reparo das linhas. A substituição de transformadores de milhares de toneladas não é imediata, podendo levar semanas ou até meses para ser concluída. As perdas estimadas pela equipe ultrapassariam 2 trilhões de dólares, cerca de 20 vezes mais que os custos do furacão Katrina.
Fonte: http://www.apolo11.com
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Nota de www.rainhamaria.com.br 
Diz na Sagrada Escritura:
"Lamentai-vos, porque o dia do Senhor está próximo como uma devastação provocada pelo Todo-poderoso. Por causa disso deixam cair os braços; todos perdem a coragem; ficam cheios de terror...Tomados de convulsões e dores, eles se retorcem como uma mulher em parto. Olham uns para os outros e têm o rosto em fogo. Eis que virá o dia do Senhor, dia implacável, de furor e de cólera ardente, para reduzir a terra a um deserto, e dela exterminar os pecadores.
Nem as estrelas do céu, nem suas constelações brilhantes, farão resplandecer sua luz; o sol se obscurecerá desde o nascer, e a lua já não enviará sua luz.
Punirei o mundo por seus crimes, e os pecadores por suas maldades. Abaterei o orgulho dos arrogantes e humilharei a pretensão dos tiranos. Tornarei os homens mais raros que o ouro fino, e os mortais mais raros que o metal de Ofir. Farei oscilar os céus, e a terra abalada será sacudida pela ira do Senhor Deus dos exércitos, no dia do seu furor ardente". (Isaías 13, 6-13)
"Pela cólera do Senhor a terra está em fogo, e o povo veio a ser presa das chamas". (Isaías 9, 18)
"Vede! É o nome do Senhor que vem de longe, sua cólera é ardente, uma nuvem pesada se levanta, seus lábios respiram furor, e sua língua é como um fogo devorador". (Isaías 30, 27)
"Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra a aflição e a angústia apoderar-se-ão das nações pelo bramido do mar e das ondas". (Lucas 21,25)
"O sol converter-se-á em trevas e a lua, em sangue, ao se aproximar o grandioso e temível dia do Senhor". (Joel 3, 4)
"Logo após estes dias de tribulação, o sol escurecerá, a lua não terá claridade, cairão do céu as estrelas e as potências dos céus serão abaladas. Então aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem. Todas as tribos da terra baterão no peito e verão o Filho do Homem vir sobre as nuvens do céu cercado de glória e de majestade". (São Mateus 24, 29-30)
"O quarto derramou a sua taça sobre o sol, e foi-lhe dado queimar os homens com o fogo.  E os homens foram queimados por grande calor, e amaldiçoaram o nome de Deus, que pode desencadear esses flagelos; e não quiseram arrepender-se e dar-lhe glória". (Apocalipse 16, 8 -9)

Uma bela história de conversão de um jihadista muçulmano


segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Sobre o vídeo "meu corpo, minhas regras" a favor do aborto

Do site do Padre Paulo Ricardo:
3/11/2015 18:50 | Categoria: Sociedade

“Meu corpo, minhas regras”: o vídeo que não deu certo

Encenado por atores globais como uma apologia à legalização do aborto, o que “Meu corpo, minhas regras” conseguiu foi só aumentar ainda mais o repúdio da população brasileira a essa prática.

O vídeo "Meu corpo, minhas regras", encenado por atores da Rede Globo e assistido mais de 1 milhão de vezes na Internet – e já negativado por mais de 170 mil usuários –, tentou ser uma apologia da legalização do aborto. O que a produção conseguiu, no entanto, foi aumentar ainda mais o repúdio do povo brasileiro a essa prática – e à dramaturgia global, ainda que por tabela.
Primeiro, porque a falácia do título já é bem clara. Não dá para falar de "meu corpo, minhas regras", quando se lida com a vida de outro ser humano. Embora se tente retratar o aborto como "uma decisão da mulher", o que está em jogo não é o seu corpo, mas o de outra pessoa. O que uma mãe traz em seu útero não é mera extensão do seu corpo, não é um seu membro físico, muito menos uma propriedade sobre a qual ela possa agir como bem entende. Trata-se, ao contrário, de uma nova vida humana, de um ser absolutamente independente – e não é preciso ser perito em biologia ou medicina para sabê-lo, muito embora sejam muitas as personalidades do mundo científico a atestar a humanidade do não-nascido. Para estas breves linhas, é suficiente citar o famoso médico e geneticista francês Jérôme Lejeune, para quem, "se um óvulo fecundado não é por si só um ser humano, ele não poderia se tornar um, pois nada é acrescentado a ele".
No fundo, a resposta para a mentira do vídeo está contida no próprio vídeo, bem no seu início, quando se comenta o fato de "todo ser humano existir através da gravidez". O protagonista de toda gestação – as mães sabem, os atores da Rede Globo sabem, todo o mundo sabe – é o bebê que está em desenvolvimento, o novo "ser humano" que floresce na barriga da mulher.
Isso não significa desprezar as dificuldades psicológicas que uma mãe enfrenta durante a gravidez, nem os dramas reais com que ela deve lidar, seja no ambiente familiar, seja no seu relacionamento conjugal, por conta do filho que traz em seu seio. Ao contrário, muitas vezes, são justamente as circunstâncias adversas sob as quais corre uma gravidez que fazem os holofotes da vida se voltarem para a mulher. Afinal, as mães constituem as primeiríssimas pessoas a cercarem de proteção e cuidados os seus filhos, ainda quando são as mais frágeis e indefesas das criaturas. Isso cria em torno delas uma aura tão sublime, a ponto de serem comparadas pelas Escrituras com o próprio Deus. "Acaso uma mulher esquece o seu neném, ou o amor ao filho de suas entranhas?", pergunta retoricamente o profeta Isaías. "Mesmo que alguma se esqueça, eu de ti jamais me esquecerei!" (Is 49, 15).
Por tudo isso, o aborto não é uma mera quebra de "tabus religiosos", mas uma afronta à própria natureza. Nisso, o mundo animal tem muito a ensinar ao feminismo abortista. Enquanto as senhoritas de peruca azul clamam "Meu corpo, minhas regras", os animais ditos "selvagens" defendem suas crias com unhas e dentes. Enquanto seres humanos clamam por um pretenso "direito ao aborto", as galinhas reúnem os seus pintainhos debaixo das suas asas – tendo merecido inclusive a menção do próprio Jesus Cristo nos Evangelhos (cf. Mt 23, 37).
Não custa, todavia, repetir: a rejeição ao aborto não se restringe a grupos nem a argumentos religiosos. Não é preciso ser cristão para ser contrário ao aborto. Basta ser um pouco humano e saber o que significa ter empatia com a vida e o sofrimento alheios.
Mas, em todo o vídeo, há algo que provoca ainda mais a indignação e a repulsa do público brasileiro. Trata-se da flagrante maldade, estampada nos rostos e nas falas dos atores do vídeo.
Se muitas vezes os defensores do aborto vieram a público com máscaras, tentando disfarçar o seu intento com dramas comovedores, desta vez, não há nada por trás. "O rei está nu", completamente, exposto em toda a sua malícia. O modo como os atores estão caracterizados, a expressão maquiavélica nos seus olhares, a maquiagem que os deixa disformes, os comentários sujos, zombando inclusive da virgindade de Nossa Senhora, não são nada casuais: constituem o figurino perfeito para uma produção desse gênero, pois mostram exatamente de onde vem a "cultura da morte".
Por isso, os atores e atrizes que participaram do vídeo "Meu corpo, minhas regras" estão de parabéns. Nunca alguém conseguiu reproduzir com tanta perfeição personagens tão más, tão cruéis e tão sem coração. Nem os piores vilões da Rede Globo descem tão baixo.
Triste e digno de pena é que essas celebridades pensem da mesma forma na vida real; por isso, elas só merecem a nossa mais profunda lástima.
Esperamos, sinceramente, que os artistas envolvidos nessa peça de extremo mau gosto mudem de ideia e, um dia, descubram o valor precioso e inviolável que tem em si mesma toda vida humana. Inclusive as suas.
Por Equipe Christo Nihil Praeponere
P.S.: Em tempo: é hora de redobrarmos os nossos esforços para a aprovação do PL 5069. Para entender do que se trata este importante projeto de lei e o que fazer para ajudar a nossa nação na luta contra o aborto, clique aqui. O futuro das nossas crianças depende de você!

Ataque terrorista em Paris

Estado Islâmico diz que atentados em Paris é apenas o começo de uma tempestade, que lançará o terror nos corações


14.11.2015 -
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Na sua comunicação ao país, logo pela manhã, François Hollande já tinha responsabilizado o Estado Islâmico pelos atentados de ontem à noite em Paris que fizeram pelo menos 127 mortos.
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O presidente francês referiu-se aos ataques como atos de guerra e garantiu que a resposta de França será implacável.
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Pouco depois, o Estado Islâmico reivindicava o ataque, através de um comunicado divulgado nas redes sociais. Nele dizia que os atentados eram resposta aos ataques aéreos franceses contra muçulmanos; que França e os seus aliados continuariam a ser os alvos preferenciais do Estado Islâmico e que este é apenas “o começo de uma tempestade”.
O comunicado na íntegra:
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“Alá, o Todo-Poderoso, disse: e eles pensaram que as suas fortalezas os defenderiam de Alá. Mas Alá chegou de onde não o esperavam e lançou o terror nos seus corações. Eles demoliram as suas casas com suas próprias mãos e as mãos dos fiéis. Tirem disto uma lição, vós que são clarividentes.
Num ataque abençoado por Alá, que facilita as suas causas, um grupo de soldados crentes no califado, a quem Alá deu poder e vitória, teve como alvo a capital da abominação e da perversão, aquela que carrega a bandeira da cruz na Europa, Paris.
Um grupo que se divorciou da vida avançou contra o inimigo, buscando morte no caminho de Alá, resgatando a religião, o Profeta e os seus aliados, e humilhando seus inimigos.
Eles são verdadeiros para com Alá e nós assim os consideramos.
Alá conquistou pelas suas mãos e lançou o medo no coração dos cruzados na sua própria terra.
Oito irmãos que carregavam cintos explosivos e armas atingiram áreas específicas no coração da capital francesa, escolhidas com antecedência: o Stade de France durante uma partida contra a Alemanha onde o imbecil do Hollande participava; o Bataclan onde centenas de idólatras se juntavam numa festa de perversidade, bem como outros alvos nos bairros 10º, 11º e 18º.
Paris tremeu sob os seus pés e as suas ruas tornaram-se estreitas por eles. O balanço dos seus ataques é no mínimo de 200 cruzados mortos e ainda mais feridos, e o louvor e mérito pertence a Alá.
Alá facilitou o caminho dos nossos irmãos e concedeu-lhes o que esperavam (o martírio), e desencadeou as suas cinturas de explosivos depois de esgotarem as suas munições no meio dos meliantes.
Alá aceita os mártires e permite-nos que nos juntemos a eles.
França e aqueles que seguem este caminho têm de saber que continuam a ser os principais alvos do Estado Islâmico e que continuarão a sentir o odor da morte por terem tomado a frente da cruzada, por terem insultado o nosso profeta, por se terem gabado de combater o Islão em França e por atacarem os muçulmanos no califado com os seus aviões, que não os ajudaram de forma alguma nas malcheirosas ruas de Paris.
Este ataque é apenas o começo de uma tempestade e um aviso para aqueles de vós que querem aprender a lição.”
Fonte: www.ionline.pt
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Diz na Sagrada Escritura:
"Quando os homens disserem: Paz e segurança!, então repentinamente lhes sobrevirá a destruição, como as dores à mulher grávida. E não escaparão". (1Ts 5,3)
"E vi aparecer um cavalo esverdeado. Seu cavaleiro tinha por nome Morte; e a região dos mortos o seguia. Foi-lhe dado poder sobre a quarta parte da terra, para matar pela espada, pela fome, pela peste e pelas feras". (Apocalipse 6, 8)

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Reiniciando a contagem regressiva para 2017

Evento astronômico que durará nove meses e meio e culminará em uma surpreendente coincidência com a visão do Apocalipse 12. Este evento astronômico, em todos os seus detalhes, é único na história da humanidade


12.11.2015 - Nota de www.rainhamaria.com.br
Diz na Sagrada Escritura:
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"Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas. Estava grávida e gritava de dores, sentindo as angústias de dar à luz”. (Apocalipse 12)
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O Apocalipse agora? Outro importante sinal aparece nos céus.
Em 20 de novembro de 2016 terá início um evento astronômico que durará nove meses e meio e culminará em uma surpreendente coincidência com a visão do Apocalipse 12. Este evento astronômico, em todos os seus detalhes, é único na história da humanidade
Por Patrick Archbold | The Remnant | Adelante la Fe | Tradução Perfeita Devoção.
Nota do autor: Neste artigo pretendo expor uma série de fatos e observações sem chegar a uma conclusão definitiva. No entanto, estes fatos e observações são de tal natureza que se prestam a ser mal interpretados quando observados e identificados. Quero deixar claro que neste artigo não pretendo vaticinar nada. Limito-me a fazer alguns comentários sobre alguns fenômenos que estão por vir, tanto por parte do céu e como dos homens, que podem ser interessantes para quem estiver ciente deles.
Em 23 de setembro de 2017 a constelação de Virgem com o sol ascendendo logo atrás (a mulher vestida de sol). Isto acontecerá durante o centésimo aniversário das aparições da “Mulher vestida de sol”, Nossa Senhora de Fátima em 1917. O que significa isto?
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O grande sinal no céu
Se o Senhor nos desse um sinal, seríamos capazes de reconhecê-lo? E se Ele como já bem fez em outras ocasiões, pusesse-nos um grande sinal no céu, um presságio de grandes e terríveis acontecimentos, será que notaríamos? Estaremos tão ocupados como muitos que nos precederam, que não nos preocupamos em olhar para o alto? Se o Senhor nos enviasse esse sinal hoje mesmo, nós o veríamos? E se chegássemos a vê-lo, importaríamos com ele ou o rejeitaríamos como uma tola superstição?
E se eu lhes dissesse que se aproxima um portentoso evento astronômico em termos de precisão, contexto e momento assemelha-se ao sinal descrito no Apocalipse? Você levantaria o olhar?
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“Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas. Estava grávida e gritava de dores, sentindo as angústias de dar à luz. Depois apareceu outro sinal no céu: um grande Dragão vermelho, com sete cabeças e dez chifres, e nas cabeças sete coroas. Varria com sua cauda uma terça parte das estrelas do céu, e as atirou à terra. Esse Dragão deteve-se diante da Mulher que estava para dar à luz, a fim de que, quando ela desse à luz, lhe devorasse o filho. Ela deu à luz um Filho, um menino, aquele que deve reger todas as nações pagãs com cetro de ferro. Mas seu Filho foi arrebatado para junto de Deus e do seu trono”.
A Estrela de Belém
Antes de começar, é importante deixar claro o contexto. É parte inegável e incontestável de nossa fé que há 2 mil anos atrás se valeu de um evento astronômico para se comunicar com o homem: a Estrela de Belém. Muitas pessoas, ao imaginar a Estrela de Belém, se é que imaginam, pensam em uma enorme maciça que brilhou sobre Belém, não óbvia para todos que fez que os magos empreendessem uma longa viagem para conhecer o rei prometido.
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Sabemos que esta versão é incorreta porque quando os Magos chegaram a Jerusalém, apenas 8 quilômetros de Belém, tiveram que explicar o que viram e por que eles interpretaram daquela forma. O rei Herodes, sua corte e o resto de Jerusalém, em grande parte ignoravam sobre a Estrela de Belém. As pessoas daquela cidade, como nós, estavam ocupadas trabalhando para suas famílias e em suas vidas diárias. Embora estivesse sobre suas cabeças aquele grande sinal que anunciava o nascimento do Salvador, o próprio Filho de Deus, ninguém o notou e nem se importou.
Para entender o contexto do sinal do Apocalipse 12, é útil examinar mais a fundo a Estrela de Belém. Que foi a Estrela de Belém e por que vieram os Magos quando ninguém mais a avistara? Muito simples: porque prestavam atenção.
Há uma hipótese convincente que sustenta que a Estrela de Belém foi uma série de ocorrências astronômicas normais que deram lugar a conjunções muito excepcionais que anunciavam simbolicamente o nascimento de um rei. É importante ressaltar que isso não tem nada a ver com a astrologia. A astrologia se define em qualquer enciclopédia como:
“A arte de adivinhação, que tenta prever acontecimentos terrestres e humanos por observação e interpretação de estrelas fixas, o sol, a lua e os planetas. Seus partidários acreditam que a compreensão da influência dos planetas e das estrelas sobre os assuntos da terra podem prever o destino dos indivíduos, sociedades e nações e exercer influência sobre eles”.
A Igreja Católica condena sem rodeios a astrologia, assim como todas as formas de adivinhação (CIC 2116). Mas os sinais como a Estrela de Belém não são adivinhações do destino baseadas nas estrelas, mas um símbolo astronômico regular se se tem em conta que algumas vezes o Senhor do universo se serve de sua criação para comunicar-se com o homem. A Bíblia está cheia de casos que o confirmam. O Salmo 19 diz:
“Narram os céus a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra de suas mãos. O dia ao outro transmite essa mensagem, e uma noite à outra a repete. Não é uma língua nem são palavras, cujo sentido não se perceba, porque por toda a terra se espalha o seu ruído, e até os confins do mundo a sua voz (Sl 18-19 1-5).
São Paulo cita este salmo na epístola aos Romanos, quando afirma que os judeus estavam cientes da vinda do Messias.
“A fé provém da pregação e a pregação se exerce em razão da palavra de Cristo. Pergunto, agora: Acaso não ouviram? Claro que sim! Por toda a terra correu a sua voz, e até os confins do mundo foram as suas palavras (Sl 18,5).
São Paulo deixou claro que os judeus sabiam sobre o Messias porque os céus lhes haviam dito. Paulo, obviamente, não endossava a astrologia; apenas indicava que Deus pode se servir dos céus para anunciar seus planos, e de fato o faz. Pode-se dizer muito mais sobre a diferença entre a astrologia e a compreensão dos sinais nos céus, mas de momento nos limitaremos a mostrar que buscar no céu a confirmação e o anúncio dos planos de Deus é legítimo dentro de um contexto ou aplicação apropriados.
Então, que foi a Estrela de Belém? Como disse, há uma convincente hipótese que a Estrela de Belém foi uma série de ocorrências astrológicas com um simbolismo eloquente. Pode-se encontrar mais informação (em inglês) em BethlehemStar.net, mas tentarei resumir.
Entre os anos 3 e 2 a. C. ocorreu uma tríplice conjunção entre Júpiter (o planeta rei, em movimento retrógrado) e Regulus (a estrela rainha). Provavelmente, os Magos interpretaram esta tríplice conjunção como um enorme anúncio luminoso no céu, que cintilava dizendo: REI-REI-REI. Tudo começou com o Ano Novo judaico e na constelação de Leão (o leão, símbolo da tribo de Judá). Portanto, representava claramente o rei dos judeus, da tribo de Judá. O sinal era muito claro para os que estavam familiarizados com o Messias. Além disso, justamente atrás de Leão ascendia a constelação de Virgem, com o sol atrás e a lua a seus pés.
Após esta incrível conjunção tripla, Júpiter começou a avançar pelo céu para o oeste, até alinhar-se em conjunção com Vênus, planeta associado com a maternidade. A conjunção do rei e dos planetas com a mãe dos planetas foi tão próxima que formava o objeto mais brilhante do firmamento. Jamais se vira algo assim.
Toda esta simbologia do rei de Judá e da Virgem foi suficiente para mobilizar os Magos até Jerusalém, mas pode-se entender que o cidadão comum de Jerusalém não notara.
Júpiter continuou avançando para o oeste até que se deteve. Quando o fez (como visto de Jerusalém), deteve-se ao sul, sobre o povoado de Belém, em 25 de dezembro do ano 2 a.C. Isso é claramente comprovado através de um moderno programa astronômico que mostra o céu em qualquer momento da história e de qualquer perspectiva. Com esta tecnologia, podemos não somente estudar os céus do passado, mas também os do futuro.
No contexto que acabo de descrever, voltemos nosso olhar para os céus do futuro, que mais uma vez mostram sinais muito simbólicos.
Repassemos os primeiros versículos de Apocalipse 12.
“Apareceu em seguida um grande sinal no céu: uma Mulher revestida do sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas. Estava grávida e gritava de dores, sentindo as angústias de dar à luz”.
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O autor do Apocalipse indica claramente que esta visão é um sinal no céu. O que veremos no céu em um futuro próximo?
Em 20 de novembro de 2016 terá início um evento astronômico que durará nove meses e meio e culminará em uma surpreendente coincidência com a visão do Apocalipse 12. Embora eu não seja astrônomo, minhas pesquisas indicam que este evento astronômico, em todos os seus detalhes, é único na história da humanidade.
No dia 20 de novembro de 2016, Júpiter (o planeta rei) entrará no corpo (ventre) da constelação de Virgem (a Virgem). Júpiter, em movimento retrógrado, passará os 9 meses e meio seguintes dentro de Virgem. Este período coincide com um período normal de gestação de um bebê.
Depois destes nove meses e meio, Júpiter sairá do ventre de Virgem. Junto com a saída de Júpiter (nascimento), em 23 de setembro de 2017, veremos a constelação de Virgem com o sol ascendendo por trás (a mulher vestida de sol). Aos pés da Virgem, vemos a lua. E sobre sua cabeça encontraremos uma coroa de doze estrelas, formada pelas nove habituais constelação de Leão, somadas aos planetas Mercúrio, Vênus e Marte.
É uma série verdadeiramente surpreendente de eventos, e tem um grau impressionante de coincidência com a visão de Apocalipse 12.
Qual é o significado de tudo isso, se é que há algum? A resposta é óbvia: não sabemos. Agora, não estamos longe de um possível contexto.
Acontece que esses eventos ocorrerão durante o centenário da aparição da “mulher vestida de sol”, Nossa Senhora de Fátima em 1917. O auge destas ocorrências astronômicas ocorrerá tão somente a 3 semanas antes que se cumpram os cem anos do grande milagre de Fátima, onde o sol “dançou” (outro sinal celeste), que foi testemunhado por milhares de pessoas.
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Quase um século transcorreu desde então, e durante este tempo, temos visto cumprir-se as advertências de Nossa Senhora com grande precisão. As pessoas não pararam de ofender a Deus, temos visto guerras terríveis, nações devastadas, os erros da Rússia espalhados pelo mundo inteiro e, de fato, mesmo dentro da Igreja. E ainda esperamos que se cumpram suas promessas, o triunfo de seu Imaculado Coração e um período de paz para o mundo inteiro.
O que não é tão bem conhecido é que na história de Fátima há indicações sobre a importância que pode ter um período de cem anos. Em agosto de 1931, Irmã Lúcia hospedou-se com uma amiga em Rianjo (La Coruña, Espanha). Nosso Senhor lhe apareceu ali para queixar-se porque os pedidos de sua Mãe não tinham sido atendidos, e disse: “Participa meus ministros que, dado seguirem o exemplo do Rei de França, retardando a execução de meu pedido, também eles hão de segui-lo em desgraça. Nunca é tarde demais para recorrer a Jesus e a Maria”.
E, em seguida, em outro texto, Irmã Lúcia citou Nosso Senhor dizendo: “Não quiseram atender meu pedido… Como o rei da França, eles se arrependerão, e o farão, mas será tarde. A Rússia terá espalhado os seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja”.
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As menções ao rei da França são interessantes em relação ao que estamos expondo, já que se referem explicitamente as petições que o Sagrado Coração fez ao rei da França em 17 de junho de 1689 por meio de Santa Margarida Maria Alacoque. Luís XIV e seus sucessores não responderam ao pedido de Nosso Senhor em consagrar a França ao Sagrado Coração de Jesus. Como resultado, em 17 de junho de 1789, exatamente cem anos depois do dia do pedido, a Assembleia Nacional da Revolução Francesa assumiu o governo da França e despojou o monarca de seu poder. Mais tarde, o rei perdeu sua cabeça na revolução.
Não é possível saber em que medida tem o valor de referência a este período de cem anos, ou se o cronômetro começou a correr e quando, mas é interessante e relevante no contexto do que dizemos.
E, claro, muitos já conhecem a visão do Papa Leão XIII na qual disse ter ouvido que fora concedido a Satanás cem anos para tentar destruir a Igreja. Imediatamente depois desta visão, Leão XIII compôs a oração a São Miguel Arcanjo na qual roga-se para que nos defenda na batalha e seja nossa defesa contra a perversidade e as maldades do demônio. Depois adicionou as orações leoninas ao final da missa, mas foram suprimidas pelo Concílio Vaticano II.
Enquanto vivemos em tempos de turbulência dentro da Igreja, em que se descartam e subestimam os fundamentos da fé e as próprias palavras e mandamentos de Nosso Senhor, é impossível não recordar a visão do papa Leão XIII.
Em conclusão, volto a insistir que não sou dono da verdade quanto ao significado do evento astronômico descrito, se é que há algum. Além disso, eu não tenho a pretensão de saber o futuro nem acontecimentos futuros relacionados com o cumprimento das promessas de Fátima. Escrevi isso porque me encontro em uma situação parecida com a dos Magos de 2 mil anos atrás. Levanto os olhos para o céu e digo: “Senhor, tens toda a minha atenção”.
Fonte: Adelante la Fe  via  Perfeita Devoção - enviado por Maria Castanho.
Imagens  www.rainhamaria.com.br