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terça-feira, 24 de novembro de 2015

O Manto de Nossa Senhora, a guerra e a Eucaristia

Sacerdote sírio declarou: O Manto da Virgem nos protegeu quando bomba caiu sobre nossa Igreja. Ele celebrava a Eucaristia no momento que a bomba caiu


23.11.2015 -
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No domingo, 25 de outubro, cerca de 400 fiéis participavam da Missa na Paróquia São Francisco, em Alepo (Síria), quando uma bomba caiu sobre o teto da Igreja deixando somente seis pessoas levemente feridas. “Como disse a minha congregação, foi o manto da Virgem que nos protegeu” e evitou uma tragédia, afirmou Pe. Ibrahim Alsabagh, da Custódia Franciscana de Terra Santa, que presidia a Eucaristia.
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Em informação difundida por Ajuda à Igreja que Sofre (AIS), o sacerdote disse que o míssil provavelmente foi lançado da região antiga de Alepo, controlada por grupos jihadistas rebeldes. “Se a bomba tivesse explodido sobre a cúpula, poderia ter acontecido uma tragédia. Inclusive se somente o candelabro tivesse caído, poderia ter matado cerca de dez pessoas. Como disse a minha congregação, foi o manto da Virgem que nos protegeu”, afirmou.
O atentado ocorreu às 17h. Pe. Alsabagh decidiu continuar celebrando a Eucaristia no jardim da Igreja, logo após os fiéis recuperaram a calma. “Alguns ficaram admirados pela minha reação. Mas é no Senhor que encontramos nossa fortaleza, em união com Ele através da oração. A força para seguir adiante e inclusive com uma maior energia, agora que precisamos reformar a nossa Igreja”, indicou.
Em seguida, Pe. Alsabagh disse à AIS que o ataque está ligado ao ódio anticristão, tendo em conta ataques anteriores contra este templo. “Existem muitos que querem eliminar todos sinais de reconciliação e abertura que forem possíveis”, assinalou.
“Desejamos que termine este caos e que logo sejamos capazes de falar destes fatos como algo do passado. E sem temor de que os ataques aconteçam em qualquer momento”, expressou.
Nas últimas semanas, os bombardeios em Alepo e outras cidades sírias foram intensificados desde que aviões de combate russos iniciaram sua participação na guerra civil que ocorre no país há mais de quatro anos.
Fonte: ACI  via  comshalom.org

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Ataque terrorista em Paris

Estado Islâmico diz que atentados em Paris é apenas o começo de uma tempestade, que lançará o terror nos corações


14.11.2015 -
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Na sua comunicação ao país, logo pela manhã, François Hollande já tinha responsabilizado o Estado Islâmico pelos atentados de ontem à noite em Paris que fizeram pelo menos 127 mortos.
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O presidente francês referiu-se aos ataques como atos de guerra e garantiu que a resposta de França será implacável.
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Pouco depois, o Estado Islâmico reivindicava o ataque, através de um comunicado divulgado nas redes sociais. Nele dizia que os atentados eram resposta aos ataques aéreos franceses contra muçulmanos; que França e os seus aliados continuariam a ser os alvos preferenciais do Estado Islâmico e que este é apenas “o começo de uma tempestade”.
O comunicado na íntegra:
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“Alá, o Todo-Poderoso, disse: e eles pensaram que as suas fortalezas os defenderiam de Alá. Mas Alá chegou de onde não o esperavam e lançou o terror nos seus corações. Eles demoliram as suas casas com suas próprias mãos e as mãos dos fiéis. Tirem disto uma lição, vós que são clarividentes.
Num ataque abençoado por Alá, que facilita as suas causas, um grupo de soldados crentes no califado, a quem Alá deu poder e vitória, teve como alvo a capital da abominação e da perversão, aquela que carrega a bandeira da cruz na Europa, Paris.
Um grupo que se divorciou da vida avançou contra o inimigo, buscando morte no caminho de Alá, resgatando a religião, o Profeta e os seus aliados, e humilhando seus inimigos.
Eles são verdadeiros para com Alá e nós assim os consideramos.
Alá conquistou pelas suas mãos e lançou o medo no coração dos cruzados na sua própria terra.
Oito irmãos que carregavam cintos explosivos e armas atingiram áreas específicas no coração da capital francesa, escolhidas com antecedência: o Stade de France durante uma partida contra a Alemanha onde o imbecil do Hollande participava; o Bataclan onde centenas de idólatras se juntavam numa festa de perversidade, bem como outros alvos nos bairros 10º, 11º e 18º.
Paris tremeu sob os seus pés e as suas ruas tornaram-se estreitas por eles. O balanço dos seus ataques é no mínimo de 200 cruzados mortos e ainda mais feridos, e o louvor e mérito pertence a Alá.
Alá facilitou o caminho dos nossos irmãos e concedeu-lhes o que esperavam (o martírio), e desencadeou as suas cinturas de explosivos depois de esgotarem as suas munições no meio dos meliantes.
Alá aceita os mártires e permite-nos que nos juntemos a eles.
França e aqueles que seguem este caminho têm de saber que continuam a ser os principais alvos do Estado Islâmico e que continuarão a sentir o odor da morte por terem tomado a frente da cruzada, por terem insultado o nosso profeta, por se terem gabado de combater o Islão em França e por atacarem os muçulmanos no califado com os seus aviões, que não os ajudaram de forma alguma nas malcheirosas ruas de Paris.
Este ataque é apenas o começo de uma tempestade e um aviso para aqueles de vós que querem aprender a lição.”
Fonte: www.ionline.pt
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Diz na Sagrada Escritura:
"Quando os homens disserem: Paz e segurança!, então repentinamente lhes sobrevirá a destruição, como as dores à mulher grávida. E não escaparão". (1Ts 5,3)
"E vi aparecer um cavalo esverdeado. Seu cavaleiro tinha por nome Morte; e a região dos mortos o seguia. Foi-lhe dado poder sobre a quarta parte da terra, para matar pela espada, pela fome, pela peste e pelas feras". (Apocalipse 6, 8)

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Matar-vos-ão por causa do Meu Nome

Fim dos Tempos: Na Siria, cristãos são mortos enquanto oravam o Pai Nosso. Cristã morreu sorrindo e a última palavra saída de sua boca foi, Jesus


06.10.2015 -
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Doze cristãos foram brutalmente executados pelo Estado Islâmico, incluindo um menino de 12 anos, filho de um plantador de igrejas sírio. Segundo relatos os mártires foram fiéis até o fim. Uma das mulheres foi decapitada pelos terroristas e testemunhas dizem que ela morreu sorrindo e a última palavra saída de sua boca foi: “Jesus!”
A missão Christian Aid, que faz trabalho humanitário na região, está divulgando a execução ocorrida em agosto, em uma aldeia na região de Aleppo, na Síria. Seu relatório visa despertar o ocidente para a realidade que as mortes de cristãos não cessaram.
“Em frente a uma pequena multidão, os extremistas islâmicos cortaram as pontas dos dedos do menino, enquanto diziam a seu pai que aquilo só acabaria se ele, o pai, voltasse para o Islã”, afirma o material da Christian Aid.
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Os soldados do Estado Islâmico executaram os cristãos de diferentes maneiras, incluindo uma crucificação. Todos os mortos eram ex-muçulmanos convertidos a Cristo. Como se recusaram a negar sua fé, as mulheres, com idades entre 29 e 33 anos, foram estupradas diante da população local. Em seguida, a maioria foi decapitada.
Enquanto esperavam pela execução, estavam de joelhos diante dos militantes islâmicos e começaram a orar em voz alta o “Pai Nosso”. Testemunhas contam que alguns afirmavam estar entregando sua alma para Jesus.  Isso irritou os militantes do EI, que deixaram os corpos dos mortos pendurados em cruzes por dias.
O grupo jihadista destruiu quase a totalidade de mosteiros cristãos, bem como todas as Bíblia e documentos que falem sobre a fé cristã.  Estima-se que na Síria, a população cristã hoje é apenas um terço do que era antes da guerra civil iniciada em 2011. No Iraque, a população cristã está à beira da extinção. Existiam cerca de 1,5 milhão em 2003, totalizando menos de 200.000 agora.
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A International Christian Concern, grupo que defende os direitos humanos de cristãos, relata que muitas igrejas se tornaram verdadeiros “matadouros”. Durante cerimônias públicas, os cristãos vêm sendo mortos dentro dos templos.
Patrick Sookhdeo, diretor da Barnabas Fund, organização que visa ajudar os cristãos da Síria, acredita que o que o Estado Islâmico está fazendo é pior que o nazismo em matéria de barbárie.
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“O que eles estão fazendo é perfeitamente normal, pois defendem a sharia. Eles não veem um problema nisso. Essa justificativa religiosa é que torna isso tão terrível.” Ele conta que não entende como as Nações Unidas se negam a classificar os atos do Estado Islâmico como “genocídio”. Com informações de Gospel Herald e Gospel Prime