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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

A tragédia da ideologia de gênero nas escolas do Brasil



O governo do PT alinha-se ao pensamento fundante da ideologia de gênero: a família não está devidamente preparada para a orientação sexual e familiar dos filhos.

A e
ducação das crianças na escola, não somente pública mas também privada e confessional, era a última barreira a ser vencida pela revolução sexual e de costumes que o governo do PT dissemina.


Crianças de escolas públicas e privadas que estudarem com os livros didáticos de 2016 do MEC para a primeira fase do Ensino Fundamental serão informadas sobre arranjos familiares de gays e lésbicas, com adoção de filhos. Elas tomarão conhecimento também de bigamia, poligamia, bissexualismo e transsexualismo. Aprenderão a observar melhor os próprios corpos e os corpos dos outros através de exercícios em sala de aula, orientadas pelo livro didático. Os livros também lhes dirão das doenças sexualmente transmissíveis e dos mais diferentes métodos anticonceptivos. A ministração desses conteúdos se inicia já no 1º ano, com alunos de 6 anos de idade e, numa gradação de complexidade, estende-se ao 5º ano, quando os alunos têm 10 anos. 

Para a produção deste artigo, foram verificados livros de apenas onze editoras, das dezenove que tiveram suas obras recomendadas pelo Programa Nacional do Livro Didático/2016, do Ministério da Educação. Constatou-se que as onze editoras observadas trazem em alguns de seus livros o tema da Orientação Sexual e Familiar, de acordo com a ideologia de gênero.

A estratégia pedagógica para o ensino desse conteúdo durante essa fase de estudos obedece ao princípio da repetição exaustiva do conteúdo. Durante o mesmo ano letivo o aluno ouvirá, lerá e fará exercícios seguidas vezes sobre o referido tema com professores e disciplinas diferentes: Geografia, Ciências, História, Ciências Humanas e da Natureza, etc. O discurso único na diversidade de disciplinas e professores confere maior credibilidade ao conteúdo. Além das aulas expositivas, os próprios livros encaminharão os alunos para atividades complementares sob a orientação dos professores como: leitura de livros, filmes, músicas, debates e produção de cartazes.

Trata-se da aplicação do princípio segundo o qual uma história, mesmo que fantasiosa, quando repetida várias vezes, adquire valor de verdade. Neste caso, o esforço do MEC é para atender os objetivos de desconstrução da heteronormatividade e do conceito de família tradicional previstos no Plano Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH3), assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 21 de dezembro de 2009.

O artigo 226 da Constituição é ignorado completamente pelo material didático produzido pelo próprio governo quando se refere à formação de família. Enquanto a Constituição elege como base da sociedade a família que é formada pelo casamento entre "um homem e uma mulher", os livros ensinam às crianças que não há um modelo padrão de família e que o casamento é a união de "duas pessoas", independente do sexo.

Mas o MEC também desconsidera a vontade majoritária do povo expressa por meio de seus representantes nos três níveis parlamentares, quando das votações dos Planos Nacional, Estaduais e Municipais de Educação. Nessas ocasiões, a inserção da ideologia de gênero nos planos de educação foi severamente combatida e rejeitada pela maioria dos parlamentares. Como se não bastasse, esse tema para o ensino da moral sexual das crianças na escola é amplamente reprovado pela maioria esmagadora da população, como demonstram pesquisas universais de opinião.
 Levando-se em consideração que os conteúdos em referência sejam puramente ideológicos, visto que eles carecem de experimentação e consenso científico, qual a justificativa e o respaldo legal do governo para jogar por terra a vontade do legislativo e da maioria do povo para adotar uma ideologia como política pública para todos?  De acordo com documentos do MEC esta política de orientação sexual e familiar para as crianças constitui-se em tema transversal da educação e visa criar no futuro uma sociedade idealizada que aceite com normalidade as diferenças de gênero e de arranjos familiares.

Ao afastar compulsoriamente a família dessa responsabilidade educadora para assumir o seu lugar, o governo do PT alinha-se ao pensamento fundante da ideologia de gênero: a família não está devidamente preparada para a orientação sexual e familiar dos filhos. Isto porque não acompanha as mudanças sociais, é portadora de tabus e preconceitos arraigados em função da influência que recebe da tradição familiar e da religião.

A educação das crianças na escola, não somente pública mas também privada e confessional, era a última barreira a ser vencida pela revolução sexual e de costumes que o governo do PT dissemina. Pelo visto ela foi vencida agora com a chegada desses livros, a menos que haja uma reação incisiva e qualificada da sociedade civil, declaradamente contrária à esse projeto, que busque proteger à integridade física, moral, emocional e psicológica das crianças em idade escolar.

Deixando a formalidade textual para encerrar o artigo, a palavra se abre para os pais de crianças em idade escolar, de cada cidade do país. Têm direito também a ela os parlamentares que na Câmara dos Deputados, no Senado, nas Assembleias Legislativas e Câmaras de Vereadores debateram e votaram contra a inserção da Ideologia de Gênero nos planos de educação. Ao Ministério Público cabe o direito natural desse tipo de defesa pública. Que essas vozes se levantem contra a intenção de fazer das crianças da atual geração, cobaias para um projeto ideológico.


Orley José da Silva, professor em Goiânia, é mestre em letras e linguística (UFG) e mestrando em Estudos Teológicos (SPRBC). Edita o blog 'De Olho no Livro Didático'.

Imagens de alguns desses livros:

Seguem mais imagens retiradas dos próprios livros:
Qual o interesse dos autores do livro didático de escolherem apresentar às crianças uma família polígama? Não seria um trabalho de "normalização" para as crianças desse tipo complexo de união que os "progressistas" insistem em legalizar no país? É de notar a maneira positiva que essa família é mostrada na fotografia.
As diferentes famílias mostradas no mesmo espaço passam a impressão de naturalidade às crianças.
Uma família brasileira do século XXI, ou seja, avançada. Alguém consegue defini-la?
Este exercício refere-se ao contexto da fotografia acima. Observem que fala sobre direitos relacionados a temas abstratos, alguns de difícil alcance ainda para as crianças. Toca em crença religiosa, sexualidade e depois fazem a seguinte pergunta: Voces defendem a liberdade de as pessoas pensarem e agirem como quiserem? Certamente a questão tenta justificar o "avançado" modelo de família da foto com o argumento de que as pessoas têm liberdade para agirem como quiserem. Mas e as crianças? Elas têm essa mesma liberdade? O texto pretende instigar esse desejo de liberdade nelas, ou seja, de agirem como quiserem na vida sem a interferência de terceiros? O direito de agir como quiser é um direito pelo qual as crianças devem lutar? Vocês também não acham que tanto a foto (se é que ela representa uma união amorosa de 3 pessoas) quanto as perguntas do questionários sejam inadequadas para o nível de maturidade física e psicológica das crianças?
O MEC considera que alunos com 10 anos de idade já estão em atividade sexual para apresentar-lhes métodos anticonceptivos? Ele acha que alunos com 10 anos de idade já frequentam baladas e se relacionam sexualmente com qualquer pessoa? Essa criança pode dirigir-se à unidade de saúde e requisitar uma camisinha? Os funcionários da unidade de saúde também concordam em fornecer esse tipo de material para crianças de 10 anos? Esses infantis precisam fazer testes de aids, sífilis e hepatites virais, provavelmente adquiridos em relações sexuais? Mas este cartaz é direcionado justamente para as crianças dessa idade! 
Todo discurso é ideológico porque suas partes constitutivas são escolhidas dentre as diversas possibilidades pelos sujeitos. E as escolhas são seletivas, intencionais e passíveis de questionamento. Pois bem. Os autores dos livros, ao apresentarem os pares gays e lésbicos, em todas as fotos, procuraram gente de boa aparência, bem vestidas e demonstrando felicidade. As crianças, em situação de segurança, passeando, brincando e alegres. Já com as famílias tradicionais, o mesmo cuidado não é percebido em todas as fotos. Tudo isto conta para formar a opinião da criança.
Esta é uma forma de conhecer e perceber o corpo de si e do outro. Para mapear o corpo, é necessária a ajuda do outro. É preciso passar o marcador rente ao corpo. Esta é uma técnica que ajuda a desinibir e perder o receio de aproximar-se e tocar no outro. Uma maneira também de naturalizar a atenção e o afeto mútuo. Meninos mapeiam meninas, e vice-versa, meninas mapeiam meninas e meninos, outros meninos.





























































quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

A maçonaria e as leis contrárias à família

Ex-maçom denuncia: As leis contrárias à família, vem das lojas maçônicas


01.01.2016 - Serge Abad-Gallardo é um francês de origem espanhola que sabe como funciona a Maçonaria. Por mais de vinte anos, ele foi  membro de uma das lojas, deixando-a, após se converter ao catolicismo. Em seu livro Por qué dejé de ser masón (Por que deixei de ser Maçom) explica este processo e como esta sociedade funciona. O preço foi caro para ele, depois de sua publicação foi demitido de seu emprego.
n/d
Actuall falou com Serge  para conhecer a influência da Maçonaria nas leis sociais que estão a ser impostas a todo o mundo,  qual é o verdadeiro poder que detém e quem é seu principal inimigo.
Qual é a relação da Maçonaria com as leis da engenharia social, como o aborto, a eutanásia, o divórcio e o casamento homossexual?
As Leis que foram promulgadas pela Assembleia Nacional foram  pensadas e formalizadas nas lojas. Particularmente na Grande Loja da França, Grande Oriente e Direitos Humanos na França. Deste posso testemunhar que todos os anos todas as lojas de Direitos Humanos, da qual eu fui  maçom durante 23 anos, trabalham em um tema social comum e fazem um documento de síntese que as lojas enviam a seus líderes nacionais. E estes, após uma revisão final, é transmitido ao Presidente da República.
“E  tem tanta influência?”
Há um grande grupo de maçons presentes no Parlamento. É chamado de “Fraternidade Parlamentar” e consiste de 400 maçons de toda a obediência maçônica, sendo todos eles altos funcionários e deputados. Eles são quase 20% do Parlamento. E tudo isso sem considerar os maçons deputados que não pertencem a este grupo. Eles votam essas leis sociais (aborto, casamento gay, etc.) principalmente como maçons, independentemente do seu partido político. Todas essas leis sociais que são contrários à lei natural já foram desenvolvidas e escritas nas lojas antes de serem votadas.
Mas isso é uma fraude sobre os cidadãos ...
Deve ser dito que todo este poder maçônico é antidemocrático. Maçons da França representam 0,3% da população francesa, mas os maçons da Fraternidade Parlamentar são 20% dos deputados.
Porque a Maçonaria apoia este conjunto de leis contra a família?
A Maçonaria é anti-católica e anti-clerical. A Maçonaria é uma religião verdadeira para eles como conto no meu livro. Suas bases são totalmente diferentes e opostas à moral católica, que, por exemplo, tem a família como a base da sociedade. Promovendo leis contra a família intentam  destruir a Igreja Católica. Esta é a razão por que  eu digo que, não é possível ser católico e maçom.
"Qual interesse está por trás dessas manobras políticas para mudar a sociedade?”
Há vários interesses. Primeiro a maçonaria quer impor sua maneira de ver e de ser. Eles falam sobre a tolerância, mas são tolerantes apenas com idéias que não sejam contrárias à ideologia maçônica. Por exemplo, eu posso atestar que sendo maçom, não se pode dizer em uma loja que o aborto é um crime. Em segundo lugar, a Maçonaria acredita que tem as chaves para a felicidade da humanidade e que só eles podem “dar a luz” aos “pobres homens”. Finalmente, há provavelmente razões econômicas. O homem que não tem família torna-se um ser que o poder econômico global pode usá-lo em todos os sentidos e em todos os lugares. Então, Jacques Attali (membro do grupo Bilderberg, e Maçom), conselheiro de vários presidentes franceses, explica em seu livro L'Homme Nomade o fato de não ter uma família é a chave para o desenvolvimento cultural e econômico, e, portanto, para felicidade .
Como se juntou aos maçons?
Quando eu tinha 33 anos. E eu fui até 56. Naquela época, comecei uma carreira como funcionário e arquiteto diretor de Urbanismo de um município de 50.000 habitantes. Um agente imobiliário que era meu amigo e que era um oficial na Maçonaria,  me propôs entrar. Eu entrei porque eu estava à procura de respostas a perguntas sobre a vida, a razão para estar vivo e o sentido da vida.
E como é seu funcionamento?
A Maçonaria diz trabalhar democraticamente. Mas é uma mentira. Maçons que estão nos Altos Graus controlam tudo e as eleições internas são programadas e organizadas por eles. Então, quando tudo estiver pronto, você vota para escolher o venerável mestre e os oficiais. A Maçonaria não é um grupo democrático, mas, iniciático. Você tem que saber que quando se entra na Maçonaria, sempre os maçons oficiais, ou os de Altos Graus estarão assistindo. E, em seguida, verão se você pode atingir os graus mais elevados.
Então por que você deixou de ser um Maçom?
Porque eu vim para a fé e para Igreja Católica. O Senhor deu-me a graça para que eu pudesse entender sua presença e amor absoluto. Em 2002 eu encontrei um padre franciscano. Eu falei com ele várias vezes e senti a presença de Jesus ao meu lado. Embora eu acreditasse em Deus, neste momento, eu não voltaria para a Igreja. Então, eu encontrei um outro sacerdote em Antibes. Eu lhe disse que sentia a necessidade de orar e receber a comunhão, mas tinha esquecido todas as minhas orações. Ele sorriu para mim e me disse que Deus amava as orações feitas com nossas palavras e nossos corações. Então eu fiz. Muito mais tarde, em 2011, eu ouvi no rádio do meu carro a oração do Rosário, que nem sabia, e foi como uma “espada de Amor” que perfurou meu coração. Eu decidi ir alguns dias a Lourdes. Um ano depois, em 2012, voltei para Lourdes. E eu fui para rezar o Rosário na Gruta da Virgem Maria. Quando eu terminei de rezar,  de repente caí no chão e senti que minhas pernas estavam paralisadas e eu sempre fui muito atlético. As pessoas me levantaram depois de um tempo e então percebi o amor e o poder de Deus. Algum tempo depois, fui passar uma semana de retiro para em uma abadia. E então minha fé estava totalmente desenvolvida. Eu ia à missa todos os dias. Comecei a orar todas as manhãs e todas as noites. Então eu percebi que a Maçonaria era incompatível com a fé. Eu descobri por mim mesmo.
Por que as Lojas Maçônicas odeiam o catolicismo?
Porque, claro, a ideologia da Maçonaria é totalmente antagônica e contrária à Palavra de Deus. Isso não quer dizer que os católicos não podem falar com os maçons. Nós, católicos, precisamos falar com todos os homens. E, claro, com os maçons. Mas temos de dizer o que é verdadeiramente a Igreja e a Palavra de Deus, porque, durante séculos a Maçonaria não para de denegrir a Igreja. E a Maçonaria engana as pessoas para fazê-las participar de suas lojas. O sonho da Maçonaria é roubar as pessoas da igreja católica para recebê-las nas lojas.
Qual é o verdadeiro poder da maçonaria na política e na economia mundial?
Temos que notar que em todo o mundo estão aprovando leis semelhantes: aborto, divórcio, casamento entre homossexuais, a eutanásia... Essas leis são origem maçônica. E quem eles escolhem para professores, funcionários públicos e políticos, ou seja, pessoas que podem influenciar a sociedade e isso atinge todo o mundo. Por isso, somos cercados todos os dias, sem perceber, de ideologia maçônica.
OBS: Quem sabe alguma editora católica não publica esse livro no Brasil.
Original: Actuall - Un ex masón maestro grado 14º: «Las leyes contra la familia son promovidas por las logias»
Fonte: Blog Roma de Sempre
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Nota de www.rainhamaria.com.br
Carta do Monsenhor Ascânio Brandão:
A maçonaria e as conseqüências da participação dos católicos.
(A carta abaixo é de autoria de um sacerdote zeloso da década de 50 chamado Ascânio Brandão, que foi pároco de São Dimas, na cidade de São José dos Campos. Fala sobre a posição da Igreja acerca da maçonaria e as conseqüências que a participação de um católico nessa ordem secreta acarreta para a vida cristã desse indivíduo).
 A Maçonaria.
Vim a saber com grande amargura que em nossa Paróquia de São Dimas se vai fundar uma Loja Maçônica, cuja sede, já preparada na Vila Ema, receberá dentro em breve os novos adeptos. É meu dever de Pastor das almas prevenir o rebanho que me foi confiado.
Ninguém se iluda. A Maçonaria é uma seita secreta condenada reiteradas vezes pela Igreja Católica, e não é possível a nenhum católico ser a um tempo maçom e filho da Santa Igreja. Há uma incompatibilidade radical entre a Maçonaria e a Igreja Católica.
Por mais que os maçons procurem iludir os fiéis dizendo se tratar apenas de uma sociedade beneficente e de fins altruísticos, não é possível conciliação alguma entre as duas ideologias. Não se pode ser católico e maçom. Ficam pois assim prevenidos todos quantos estejam para se filiar à Maçonaria que incorrem na pena de excomunhão.
E como excomungados não podem participar da vida da Igreja, estão excluídos do grêmio da Santa Igreja desde o momento em que prestem o juramento maçônico. Esta excomunhão foi lançada pelos Papas Clemente XII, Bento XIV, Pio VII, Gregório XVI, Pio IX, Leão XIII, Pio X e Pio XI. O Código do direito Canônico nos cânones 342, 693, 1065, 1241, 1453, 2353, 2339, inculca penas contra a Maçonaria e os que a ela se filiam.
Que mais é preciso para um católico? A Igreja venerável que luta há vinte séculos pela integridade da fé há de ter razões muito graves para fulminar tais e tão graves penas. Querem alguns católicos dar lições à Velha Igreja de Cristo? Quem deseje obstinadamente se filiar a Maçonaria que o faça. Não podemos lhe tirar a liberdade.
Todavia fiquem sabendo todos, e para evitar futuros dissabores e mal entendidos, quem se faz maçom não procure a Igreja para os Sacramentos, nem para qualquer ato da sua vida espiritual e litúrgica. O excomungado, como diz a palavra, está excluído da Igreja Católica. Não pode existir católico maçom nem maçom católico. Nada de confusões!
Se, por desgraça, algum dos meus paroquianos se fizer maçom, julgue-se excluído do seio da Igreja. É um excomungado na legítima expressão do termo. E como tal não pode receber os Sacramentos, a não ser que renuncie a Maçonaria e abjure o erro. Não pode ter funerais na Igreja após a morte, nem Missa de sétimo ou trigésimo dia, etc.
Não se celebram Missas por excomungados. Previno pois às famílias dos mortos na Maçonaria sem se terem reconciliado com a Igreja e abjurado a seita, que não insistam, nem sejam imprudentes querendo exigir sufrágios por defuntos maçons.
O maçon não se apresente como padrinho de batismo ou de crisma, nem tome parte alguma em festas de Igreja ou em qualquer atividade religiosa.
Fiquem todos pois assim prevenidos para que não venham criar casos nem celeumas na Igreja, em lamentáveis questões que já tem trazido sérios conflitos entre sacerdotes e maçons. Peço aos maçons de minha paróquia um pouco mais de coerência e sinceridade nas suas atitudes. Considerem-se excomungados, desligados da Igreja Católica na qual foram batizados e viveram, e à qual renunciaram pela Maçonaria, seita condenada muitas vezes pela Santa Igreja. E repito: Não se pode ser católico e maçom, nem maçom católico.
Nada de confusões! Não desejo abrir luta contra a Maçonaria, nem polêmicas estéreis. Quero, e isto é meu dever, avisar o rebanho que me foi confiado que a Maçonaria é uma sociedade secreta, dezenas de vezes condenada pela Igreja, e que são excomungados os maçons. E peço aos maçons de minha paróquia esta sinceridade, esta coerência de atitudes: não se imiscuam em coisa alguma da vida da Igreja, e como excomungados, não se digam católicos. “Tirem a máscara” como dizia Leão XIII.
E fiquem avisados os fiéis para que não ousem convidar para padrinhos de batismo ou de crisma ou testemunhas de casamento, ou festeiros, enfim para qualquer manifestação externa da vida da Igreja, a um maçom. Evitemos incidentes desagradáveis. Sejam prudentes os senhores maçons, e como excomungados retirem-se da Igreja.
Este aviso será afixado na porta da Matriz de São Dimas e de todas as Igrejas da Paróquia.
São José dos Campos, Dezembro de 1953.
Mons. Ascânio Brandão
Pároco de São Dimas

Crise econômica internacional em 2016

Investidores devem vender tudo, diz o Royal Bank of Scotland, devido a 2016 ser um ano cataclísmico para os mercados e para a economia mundial


14.01.2016 -
n/d
“Acreditamos que os investidores devem ter medo”; apenas uma das diversas frases atemorizantes que o banco inclui no seu research.

SÃO PAULO – “Acreditamos que os investidores devem ter medo”. Investidor nenhum quer ler esta frase em um relatório de investimentos, mas foi justamente o que escreveu o Royal Bank of Scotland. A instituição avisou em relatório aos seus clientes que 2016 vai ser um ano “cataclísmico” para os mercados e para a economia mundial. Segundo os analistas do banco, os investidores deveriam “vender tudo”, exceto títulos muito seguros, como de dívida pública alemã e norte-americana.

A tempestade perfeita, de acordo com o research, está se aproximando e as condições para o mercado hoje são semelhantes às que antecederam a quebra do Lehman Brothers em 2008. O Royal Bank tem um call de severo dowside para o mundo, que, de acordo com o analista Andrew Roberts, autor do relatório, está indo muito bem, e isso é péssimo. “O fato de que estamos indo bem é muito perigoso para todos os investidores do mundo”, afirma, explicando que colocaram um resultado negativo no ano por vir por conta dos riscos muito altos e massivamente não precificados. A maior parte destes riscos, segundo ele, está efetivamente se tornando realidade.

Para a instituição, as ações e a maior parte dos títulos de dívida dos EUA já não são ativos seguros e objetivo agora não é obter lucro do capital investido, mas recuperar esse capital. “Numa sala cheia de gente, as portas de saída nunca são suficientemente grandes”, disse o analista. Para ele, deve haver um movimento de saída em massa dos mercados este ano.

Entre as previsões do relatório, diz-se que por causa da correção na China, o petróleo irá para US$ 16 o barril e que os mercados acionários mundiais cairão 80%. Só as ações europeias e norte-americanas, diz o Royal Bank of Scotland, podem cair 10 a 20%, com o inglês FTSE a derrapar talvez ainda mais, por estar mais exposto ao desempenho das empresas petrolíferas.

O Royal Bank of Scotland dispara ainda contra o Federal Reserve, acusando a autoridade monetária dos EUA de “brincar com o fogo” ao elevar as taxas de juros, as Fed Fund Rates, justo no momento de aproximação da suposta “tempestade” apontada pelo banco.

Por fim, sobre a China, o RBS diz ter bastante medo do que ocorre no país, com a equipe de análise do banco profundamente cética a respeito do consenso que tomou conta do mercado de que as autoridades chinesas podem “ganhar tempo” com intervenções econômicas de larga escala.

Fonte:  InfoMoney  via  Blog Libertar (do Rainha Maria)