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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Enquanto isso a Rússia vai se preparando para... o quê?


Nova Doutrina Naval russa: toda a atenção no Atlântico e no Ártico

© Sputnik/ Igor Zarembo
Defesa
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No Dia da Marinha, que se assinala hoje na Rússia, o presidente Putin aprovou a nova versão da Doutrina Naval da Federação. Esta informação foi prestada pelo vice-primeiro-ministro Dmitry Rogozin.

Segundo Rogozin, a doutrina abrange seis direções — o Atlântico, o Ártico, o Pacífico, o Índico e uma nova — a Antártida.
A principal atenção é prestada ao Atlântico e ao Ártico.
O presidente russo, Vladimir Putin, durante a parada militar realizada no Dia da Marinha russa na cidade de Baltiysk em Kaliningrado














De acordo com o texto do documento, a nova versão da Doutrina Naval estabelece a inadmissibilidade dos planos de aproximação da infraestrutura militar da OTAN das fronteiras da Federação Russa como fator determinante das relações com a aliança. A nova doutrina prevê ainda a redução das ameaças à segurança nacional no Ártico e o reforço das posições de liderança da Federação Russa na exploração desta região.
A nova versão da Doutrina Naval coloca igualmente o objetivo de melhorar a composição da Frota do Mar Negro e desenvolver a respetiva infraestrutura na Crimeia.
Preconiza-se desenvolver ainda a Frota do Norte, aumentando os seus parâmetros quantitativos e qualitativos.
"As razões para adotar uma nova doutrina têm a ver com as alterações da situação política internacional e com o fortalecimento objetivo da Rússia como grande potência naval", declarou o vice-primeiro-ministro Dmitry Rogozin aos jornalistas.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Lábios de Nossa Senhora se mexendo durante oração em Missa na Austrália

Está certo que a qualidade do vídeo não é boa, mas ainda que este vídeo não fosse genuíno, há inúmeros milagres na história da Igreja, que o homem moderno desconhece, e haverá grandes sinais no fim dos tempos, como a Bíblia nos alerta repetidamente.

Olavo de Carvalho e a urgência em se livrar do PT

Do site Mídia Sem Máscara:


Durante trinta anos de vigência da hegemonia intelectual da esquerda, todos os direitistas, sem exceção, ficaram encolhidos de medo, inermes e atônitos, incapazes da menor reação efetiva, no máximo resmungando um pouco em circuito fechado. Aí veio um sujeito e, sozinho, deu cabo dessa hegemonia. Então os ratos começaram a sair das suas tocas e, num surto de coragem tardia, puseram-se a roer o cadáver da falecida com ares de quem enfrentasse um inimigo vivo, e a rosnar impropérios contra o matador da desgraçada, dizendo que ele não tinha feito nada de mais, que era apenas um astrólogo embusteiro, um gnóstico alucinado, talvez até um comunista enrustido. Essa é a biografia mental da direita brasileira nas últimas décadas. Não espanta que essa gente, mesmo secundada por noventa e dois por cento da população, não consiga derrubar um governo caquético e moribundo.
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Durante trinta anos esses bostinhas não conseguiram fazer NADA contra a hegemonia esquerdista. No máximo murmuravam pelos cantos e choramingavam no travesseiro. Depois que eu fui lá e matei o monstro, todo mundo virou herói. A velha ideologia direitista brasileira — udenista, tefepista, integralista, liberal, etc — era ABSOLUTAMENTE impotente para compreender a estratégia esquerdista posterior aos anos 60, quanto mais para combatê-la eficazmente. A maiior parte dos que AINDA falam em nome da direita nunca leu sequer uma página de Karl Marx, para não falar de Lênin, Stalin ou Mao. Pegam frases soltas nos meus artigos, transformam em chavões, repetem como papagaios e acham que estão fazendo alguma coisa.
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Pregadores de “idéias conservadoras” ou “idéias liberais” nunca faltaram. Foram justamente esses que a esquerda isolou e esmagou, passando por cima deles como um trator. NUNCA fui um deles, muito menos o único ou o principal. Não disputo com eles nenhuma prioridade, já que a única prioridade que sempre tiveram foi a de se foder.
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O que faço é TÃO DIFERENTE de tudo o que essa gente faz, que o simples fato de me compararem com ela, mesmo vantajosamente, é um insulto.
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Não tenho dúvidas de que, se eu repetir na esfera política o que fiz no campo cultural, derrubando o governo comunolarápio, aí é que os ratos não vão me perdoar mesmo.
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Não tive NENHUM concorrente nesse empreendimento. Comparações com polemistas pontuais são ofensivas. Tenho, isto sim, alguns bons continuadores, como o Rodrigo Gurgel e o Carlos Nadalim, entre outros. Infelizmente as vocações pedagógicas são raras.
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Tudo o que fiz foi premeditadíssimo e calculadíssimo, um plano para quatro décadas.

(1) Quebrar a hegemonia, desmoralizando os gurus e teóricos.

(2) Preparar uma nova geração de intelectuais.

(3) Se houvesse tempo, acabar também com a fama dos políticos de esquerda. Estamos no meio da etapa 3. Mas o item 2 sempre foi o centro e o topo da coisa inteira. O 1 e o 3 eram apenas remoção de obstáculos.
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Por que nem mesmo o Roberto Campos, o José Guilherme Merquior e o Paulo Francis, dizendo tanta coisa certa e com tanto brilho, conseguiram quebrar a hegemonia esquerdista, limitando-se a irritá-la?

Resposta: (1) Não acertaram o tom, isto é, não foram suficientemente desrespeitosos. (2) Atiravam em alvos de ocasião, sem um plano geral de ataque. (3) Falavam de erros menores, sem ir ao fundo da MALDADE esquerdista. Cumpriram sua vocação, que nunca foi a minha.

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Merquior, Francis e Campos, homens de capacidade extraordinária, nunca chegaram sequer a imaginar a possibilidade de destruir a hegemonia esquerdista. Limitaram-se a criticá-la, reivindicando no máximo um lugarzinho para si mesmos. Influenciados pelo pensamento liberal clássico, acreditavam que o movimento comunista recuaria automaticamente diante do sucesso econômico do capitalismo. Para que iriam tentar matar um inimigo que já consideravam destinado a morrer por decurso de prazo? Apostavam nesse triunfalismo preguiçoso ao mesmo tempo que aceitavam as regras do jogo impostas pelo adversário no presente. É por isso que a esquerda diz ter saudade deles. O combate que lhe moviam a embelezava e deixava para o dia de são nunca o anúncio do seu falecimento.
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Para acertar um golpe mortal na hegemonia intelectual esquerdista, o requisito PRIMEIRO era abdicar de toda pregação liberal-conservadora e concentrar-se no “trabalho do negativo”, como diria Hegel. Foi isso o que fiz.
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Também não era possível nenhum ataque sério ao esquerdismo sem uma crítica em profundidade da Modernidade inteira, isto é, de tudo aquilo que Campos, Francis e Merquior amavam acima de tudo.
Era ainda preciso que essa crítica fosse puramente intelectual, sem cair em nos floreios apologéticos da velha direita católica.
Levei tudo isso em conta desde o começo.
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O que derrubou a hegemonia cultural esquerdista no Brasil foram duas coisas: (1) O meu livro "O Imbecil Coletivo"; (2) A minha coluna no Globo. Isso e só isso. Tudo o mais não chegou sequer a arranhar a pele da desgraçada
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Nunca tive ambições internacionais. Todo o meu plano tinha como alvo o Brasil e só o Brasil. Alguma ajudinha acidental que eu possa ter dado aos conservadores americanos é a micharia das micharias.
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Limitar-se é concentrar-se. É a lição de Napoleão: todas as linhas de ataque devem convergir para um ponto só.
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O horror do esquerdismo é MUITO MAIOR do que o conservador vulgar imagina.
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O incesto, a zoofilia e a necrofilia estão no programa. É questão de tempo. Só um idiota pode acreditar que essas coisas têm algo a ver com “prazer” ou “libertinagem”.
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O poder popular é SOBERANO. Acima dele não há autoridade, não há constituição, não há instituições: há apenas Deus. Quando os nossos queridos antipetistas vão entender uma obviedade tão patente e tão simples, que é a base mesma de todo regime democrático?

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Proteger as instituições contra o povo em nome do qual foram criadas é DITADURA. TODA a nossa oposição está cometendo esse crime contra a democracia, a pretexto de defendê-la.

Livrar-nos dos comunolarápios é a ÚNICA prioridade. Retardar essa medida salvadora a pretexto de "preservar as instituições" é UM CRIME tão grande quanto mil Petrolões.

A idolatria das instituições está prolongando, sem a menor necessidade, a sobrevida do sistema comunolarápio e o estrangulamento do povo brasileiro. Instituições criam-se de novo. Os setenta mil brasileiros assassinados por ano não voltam nunca mais.

Cada dia de atraso na destruição do comunopetismo é um dia de avanço na destruição das almas das crianças brasileiras.

A mais linda das instituições não vale UMA alma de criança.


https://www.facebook.com/carvalho.olavo
www.olavodecarvalho.org

segunda-feira, 20 de julho de 2015

O Papa Francisco não me representa - jornalista Reinaldo Azevedo

Do site Rainha  Maria e do blog do Reinaldo de Azevedo

Jornalista católico Reinaldo Azevedo: Bergoglio, o dito papa Francisco, não me representa! Ou: O sangue de Cristo e de 150 milhões de vítimas do comunismo


18.07.2015 -
n/d
Sou católico, mas o papa Francisco não me representa. Sei que, em certa medida, a afirmação soa absurda, mas vou fazer o quê? Eu poderia fazer uma graça e dizer que, existindo, como existe, um papa emérito, Bento XVI, tenho a chance de escolher. Mas, evidentemente, isso não contenta. O chefe da Igreja Católica, infelizmente, é o argentino Jorge Bergoglio. Quem recorrer ao arquivo poderá constatar que ele nunca me encantou.
n/d
O cardeal argentino Jorge Bergoglio recebe de Morales o símbolo do comunismo com o Cristo: sujando as mãos com o sangue de 150 milhões de crucificados
Evo Morales, o protoditador da Bolívia, presenteou o sumo pontífice com uma monstruosidade herética: a foice e o martelo do comunismo, onde estava o Deus crucificado. Bergoglio fez um muxoxo protocolar, mas sujou as mãos no sangue de 150 milhões de pessoas. Ao fazê-lo, (re)rencruou as chagas de Cristo e se alinhou, lamento ter de dizer isto, com aqueles que O crucificaram.
“Ah, o papa não tem nada com isso! Não tinha como saber o que faria aquele picareta!” Ah, não cola! A Igreja Católica de Roma está banida da China, por exemplo. Ficou na clandestinidade na União Soviética e nos países da Cortina de Ferro. Inexiste na Coreia do Norte e enfrenta sérias dificuldades em Cuba. Um delinquente político e intelectual como Morales não pode ofender moralmente mais de um bilhão de católicos com aquela expressão demoníaca. O papa que recusasse a ofensa. Mas ele não recusou. E foi além.
Em Santa Cruz de la Sierra, nesta quinta, Bergoglio fez um discurso que poderia rivalizar com o de Kim Jong-un, aquele gordinho tarado que tiraniza a Coreia do Norte. Atacou o capitalismo, um “sistema que impôs a lógica dos lucros a qualquer custo, sem pensar na exclusão social ou na destruição da natureza”, segundo ele. E foi além: “Digamos sem medo: queremos uma mudança real, uma mudança de estruturas. Este sistema já não se aguenta, os camponeses, trabalhadores, as comunidades e os povos tampouco o aguentam. Tampouco o aguenta a Terra, a irmã Mãe Terra, como dizia são Francisco”.
É de embrulhar o estômago. Em primeiro lugar, esse papa, com formação teológica de cura de aldeia, não tem competência teórica e vivência prática para cuidar desse assunto. Em segundo lugar, os movimentos que hoje lutam pela preservação do planeta são exclusivos de regimes democráticos, onde vige o capitalismo. Ou este senhor poderia fazer essa pregação na China, por exemplo, onde o capitalismo de estado é gerido pelo Partido Comunista?
Pior: o papa está numa jornada que inclui o Equador e a Bolívia, duas protoditaduras que, na pegada da Venezuela, instrumentalizam o discurso anticapitalista para dar força a milícias que violam direitos individuais e que não reconhecem a propriedade privada como motor do desenvolvimento.
Evocando um igualitarismo pedestre, disse Sua, não mais minha, Santidade: “A distribuição justa dos frutos da terra e do trabalho humano é dever moral. Para os cristãos, um mandamento. Trata-se de devolver aos pobres o que lhes pertence”. A fala agride a lógica por princípio. Se o tal “que” pertencesse aos pobres, pobres não seriam. A fala repercute a noção essencialmente criminosa de que toda a propriedade é um roubo. Como esquecer que essa concepção de mundo de que fala o papa já governou quase a metade do mundo e produziu atraso, miséria e morte?
Eu já tinha tido cá alguns engulhos quando, recentemente, o cardeal argentino resolveu se meter a falar sobre a preservação da natureza, com uma linguagem e uma abordagem que lembravam o movimento hippie da década de 60. Ele voltou ao ponto: “Não se pode permitir que certos interesses — globais, mas não universais — submetam Estados e organismos internacionais e continuem destruindo a Criação”.
Como? O homem destruindo a Criação? O catolicismo de Francisco, na hipótese benevolente, se esgota numa leitura pobre do Gênesis. Na não benevolente, é apenas uma expressão do trogloditismo de patetas terceiro-mundistas como Rafael Correa, Evo Morales, Nicolás Maduro e Cristina Kirchner.
O próximo papa, por favor!
Por Reinaldo Azevedo  -  Revista Veja - Blog Reinaldo Azevedo
Original em: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/bergoglio-o-dito-papa-francisco-nao-me-representa-ou-o-sangue-de-cristo-e-de-150-milhoes-de-vitimas-do-comunismo